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#SOSJardimAlfomares #JardimAlfomares #MeioAmbiente #Ecologia #Clima #Sustentabilidade #Jornalismo #Reportagem #Justiça #CONPRESP #SãoPaulo #Cidades #DireitoàCidade #PrefeituraSP -O Grupo do Bem Estar e da Felicidade saúda a decisão do CONPRESP que aprovou o início da avaliação do Processo de tombamento do Jardim Alfomares em 07 de dezembro de 2020. O Jardim Alfomares é uma àrea verde de 63 mil metros quadrados, localizada no Alto da Boa Vista, à Rua Fraternidade, 803, ameaçada pela construção de condomînio de alto luxo da Incorporadora e Construtora Viver. O Jardim Alfomares é remanescente da Mata Atlântica, com grande biodiversidade de fauna e flora, e jardim projetado por Burle Marx, além de patrimônio imaterial simbólico da comunidade local e da história do então município de Santo Amaro e da Cidade de Sâo Paulo. A Construtora Viver tenta, sem sucesso, desmatar a maior parte da área desde 2003, de quando data o primeiro pedido de tombamento da área. Atualmente, o processo jurídico encontra-se no STJ, após vitória da construtora no TJ-SP. Visitem as redes sociais do SOS Jardim Alfomares e participem desta Causa! https://www.facebook.com/SOSJardimAlfomares/

 O Grupo do Bem Estar e da Felicidade saúda a decisão do CONPRESP que aprovou o início da avaliação do Processo de tombamento do Jardim Alfomares em 07 de dezembro de 2020.




O Jardim Alfomares é uma  àrea verde de 63 mil metros quadrados, localizada no Alto da Boa Vista, à Rua Fraternidade, 803, ameaçada pela construção de condomînio de alto luxo da Incorporadora e Construtora Viver. 

O Nome Alfomares é um corruptela de Alfonso Martins Escudero espanhol proprietário da gleba em que edificou uma casa e um jardim projetado pelo paisagista de renome internacional Burle Marx. Após a morte de Alfonso em 1990, o terreno ficou para uma Fundação que leva o nome de Alfonso Martins Escudero que teve uma filha adotiva.Esta filha adotiva vendeu a casa e o terreno para a incorporadora Viver que derrubou a casa e desmatou parte da área verde, em 2002.









O Jardim Alfomares é remanescente da Mata Atlântica, com grande biodiversidade de fauna e flora, e jardim projetado por Burle Marx, além de patrimônio imaterial simbólico da comunidade local  e da história do então município de Santo Amaro e da Cidade de Sâo Paulo. A Construtora Viver tenta, sem sucesso, desmatar a maior parte da área desde 2003, de quando data o primeiro pedido de tombamento da área. Atualmente, o processo jurídico encontra-se no STJ, após vitória da construtora no TJ-SP.


Visitem as redes sociais do SOS Jardim Alfomares e participem desta Causa!

#WashingtonNovaes #Jornalismo #JornalismoAmbiental #Reportagem #RepórterEco #ParqueAugusta #RedeNovosParques #Amazônia #DireitosIndígenas #PovosIndígenas #Ecologia #MeioAmbiente #Clima #Sustentabilidade #ParqueAugusta #Política #MudançasClimáticas #AparecidadeGoiânia - Washington Novaes nasceu em 1934, em Vargem Grande do Sul em São Paulo, formou-se em Direito, mas atuou como jornalista por mais de 50 anos, passando pela Editoria do Globo Repórter e do Jornal Nacional da Rede Globo, pela TV Cultura e Jornal O Estado de São Paulo, além de O Popular, de Goiânia, onde viveu nos últimos 30 anos.Marcou presença nas redações de Folha de São Paulo, Gazeta Mercantil, Veja, Jornal do Brasil, Última Hora e Correio da Manhã. Em 1982, ganhou distinção internacional pela direção do documentário "Amazônia, Pátria da Água" exibido pelo Globo Repórter. Seu documentário: " Xingu, a Terra Mágica" exibido pela extinta TV Manchete, em 1985, ganhou prêmios internacionais e deu visibilidade aos direitos dos Povos Indígenas do Brasil antes mesmo da Constituição Cidadã de 1988. Foi secretário do Meio Ambiente do Distrito Federal entre 1991 e 1992 e pediu exoneração tão logo percebeu as limitações do papel. Ganhou Prêmios Esso de Jornalismo por seus artigos de cobertura da Rio-92, conferência global sobre Ecologia e Sustentabilidade da ONU, sediada pela cidade do Rio de Janeiro e marco do ativismo em defesa do meio Ambiente e do Clima. Foi consultor do Brasil para confecção do primeiro relatório do País para Convenção da Diversidade Biológica da ONU. Em 2007, realizou outro documentário "Xingu: Terra Ameaçada" em que denuncia a devastação ambiental e o genocídio dos povos indígenas e sublinha a liderança do Cacique Raoni Metuktire, porta voz das causas indígenas depois de visibilidade alcançada na década de 80 do século XX, com o apoio do músico e cantor britânico Sting. Washington Novaes escreveu diversos livros sobre jornalismo e meio ambiente como "A quem pertence a Informação", "Xingu", "A Terra Pede Água", "A Década do Impasse - da Rio 92 a Rio + 20". Em março de 2020, Washington Novaes diagnosticou Câncer Colorretal e por conta da pandemia da COVID 19 adiou o tratamento cirúrgico necessário para agosto. Não resistiu às complicações do procedimento e morreu em 24 de agosto de 2020, em Aparecida de Goiânia, aos 86 anos. Deixa esposa, 4 filhos e 7 netos e um legado gigantesco de Jornalismo Investigativo, Independente, Imparcial e a serviço da VIDA. Em 2000, no centro do programa de entrevistas Roda Viva, da TV Cultura, perguntado pelo então senador ruralista Blairo Maggi e crítico do ativismo ambiental se ele Washington Novaes achava que todos deveriam viver como índios, o experiente periodista respondeu:"Não, nós não teríamos competência para isso. Mas nós poderíamos aprender com os índios."

 Washington Novaes nasceu em 1934, em Vargem Grande do Sul em São Paulo, formou-se em Direito, mas atuou como jornalista por mais de 50 anos, passando pela Editoria do Globo Repórter e do Jornal Nacional da Rede Globo,  pela TV Cultura e Jornal O Estado de São Paulo, além de O Popular, de Goiânia, onde viveu nos últimos 30 anos.Marcou presença nas redações de Folha de São Paulo, Gazeta Mercantil, Veja, Jornal do Brasil, Última Hora e Correio da Manhã.




fotos:Reprodução Internet




fotos:Reprodução Internet




Em 1982, ganhou distinção internacional pela direção do documentário "Amazônia, Pátria da Água" exibido pelo Globo Repórter.


Seu documentário: " Xingu, a Terra Mágica" exibido pela extinta TV Manchete, em 1985, ganhou prêmios internacionais e deu visibilidade aos direitos dos Povos Indígenas do Brasil antes mesmo da Constituição Cidadã de 1988.


Foi secretário do Meio Ambiente do Distrito Federal entre 1991 e 1992 e pediu exoneração tão logo percebeu as limitações do papel.


Ganhou Prêmios Esso de Jornalismo por seus artigos de cobertura da Rio-92, conferência global sobre Ecologia e Sustentabilidade da ONU, sediada pela cidade do Rio de Janeiro e marco do ativismo em defesa do meio Ambiente e do Clima.

Foi consultor do Brasil para confecção do primeiro relatório do País para Convenção da Diversidade Biológica da ONU.


Em 2007, realizou outro documentário "Xingu: Terra Ameaçada" em que denuncia a devastação ambiental e o genocídio dos povos indígenas e sublinha a liderança do Cacique Raoni Metuktire, porta voz das causas indígenas depois de visibilidade alcançada na década de 80 do século XX, com o apoio do músico e cantor britânico Sting.


foto:Reprodução Internet


Washington Novaes escreveu diversos livros sobre jornalismo e meio ambiente como "A quem pertence a Informação", "Xingu", "A Terra Pede Água", "A Década do Impasse - da Rio 92 a Rio + 20".






fotos:Reprodução INternet


Em março de 2020, Washington Novaes diagnosticou Câncer Colorretal e por conta da pandemia da COVID 19 adiou o tratamento cirúrgico necessário para agosto. Não resistiu às complicações do procedimento e morreu em 24 de agosto de 2020, em Aparecida de Goiânia, aos 86 anos. Deixa esposa, 4 filhos e 7 netos e um legado gigantesco de Jornalismo Investigativo, Independente, Imparcial e a serviço da VIDA, cada vez mais urgente e relevante em momento histórico marcado por polarização, intolerância e destruição dos patrimônios ambientais e culturais.

Em 2000, no centro do programa de entrevistas Roda Viva, da TV Cultura, perguntado pelo então senador ruralista Blairo Maggi e crítico do ativismo ambiental se ele Washington Novaes achava que todos deveriam viver como índios, o experiente periodista respondeu:"Não, nós não teríamos competência para isso. Mas nós poderíamos aprender com os índios."


https://vimeo.com/203446117


https://tvcultura.com.br/videos/2746_provocacoes-389-com-washington-novaes-bloco-01.html


https://tvcultura.com.br/playlists/51_roda-viva-educacao_oXY2egXjqvE.html


https://www.youtube.com/watch?v=-7c0eXhCHtA







#DomPedroCasaldáliga #DireitosIndígenas #PovosIndígenas #Amazônia #MeioAmbiente #Ecologia #Clima #Sustentabilidade #DireitosHumanos #Democracia #Espiritualidade #Fé #SãoFélixdoAraguaia - Pedro Casaldáliga nasceu em Balsareny, em Barcelona , na Espanha, em 1928.Ingressou na Congregação Missionária Claretiana e emigrou para o Brasil aos 40 anos, para trabalhar em São Félix do Araguaia, Mato Grosso.O Papa Paulo VI o nomeou bispo da Prelazia do Município de São Félix do Araguaia em 1971, cargo que ocupou até 2005, quando renunciou, aos 75 anos.Nos primeiros anos de sua atuação em São Félix do Araguaia, Pedro Casaldáliga se envolveu, apaixonadamente na defesa dos direitos indígenas, ao lado de outros clérigos espanhóis.Foi um dos fundadores do Conselho Indigenista Missionário(CIMI) com destacada atuação em defesa dos Povos Indígenas do Brasil até os dias de hoje.Seu trabalho junto a etnia xavante rendeu ameaças de morte por parte de grileiros, madeireiros, garimpeiros e caçadores.Ergueu sua voz contra a ditadura militar e marcou sua posição através de cartas, textos, poesias com sua escolha pelos menos favorecidos e privilegiados.Em 2014, foi tema do documentário "Descalço sobre a terra vermelha", realizado por produtoras espanholas em parceria com a TV Brasil.Em 2016, a história de Dom Pedro Casaldáliga foi contado em livro escrito por Luís Carlos Ribeiro e Flávio Ferreira, numa adaptação da peça teatral "Fica Pedro" de 2013.Dom Pedro Casaldáliga tinha a Doença de Parkinson e após uma pneumonia, foi removido numa UTI áerea a Batatais, interior do estado de São Paulo, onde morreu, aos 92 anos de idade.

Pedro Casaldáliga nasceu em Balsareny, em Barcelona , na Espanha, em 1928.Ingressou na Congregação Missionária Claretiana e emigrou para o Brasil aos 40 anos, para trabalhar em São Félix do Araguaia, Mato Grosso.O Papa Paulo VI o nomeou bispo da Prelazia do Município de São Félix do Araguaia em 1971, cargo que ocupou até 2005, quando renunciou, aos 75 anos.




fotos:Reprodução Internet

Nos primeiros anos de sua atuação em São Félix do Araguaia, Pedro Casaldáliga se envolveu, apaixonadamente na defesa dos direitos indígenas, ao lado de outros clérigos espanhóis.Foi um dos fundadores do Conselho Indigenista Missionário(CIMI) com destacada atuação em defesa dos Povos Indígenas do Brasil até os dias de hoje.Seu trabalho junto a etnia xavante rendeu ameaças de morte por parte de grileiros, madeireiros, garimpeiros e caçadores.Ergueu sua voz contra a ditadura militar e marcou sua posição através de cartas, textos, poesias com sua escolha pelos menos favorecidos e privilegiados.Em 2014, foi tema do documentário "Descalço sobre a terra vermelha", realizado por produtoras espanholas em parceria com a TV Brasil.

https://tvbrasil.ebc.com.br/descalcosobreaterravermelha/episodio/do-vaticano-ao-araguaia

Em 2016, a história de Dom Pedro Casaldáliga foi contado em livro escrito por Luís Carlos Ribeiro e Flávio Ferreira, numa adaptação da peça teatral "Fica Pedro" de 2013.




fotos:Reproduçao Internet

Dom Pedro Casaldáliga tinha a Doença de Parkinson e após uma pneumonia, foi removido numa UTI áerea a Batatais, interior do estado de São Paulo, onde morreu, aos 92 anos de idade.