Haddad autoriza Construção de Prédios no Parque Augusta em Reunião com Dono da Empreiteira Setin em 09/05/14

O maior empreiteiro da cidade decidiu o destino do Parque Augusta em 09/05/14,

em reunião às portas fechadas com o Prefeito Fernando Haddad:



 Enquanto o alcaide se reunia com o empresário, ativistas protestaram em frente à Prefeitura de São Paulo, no Viaduto do Chá.



03 prédios serão construídos dentro do terreno em que (r)existe o Parque Augusta há 50 anos

(informação textuais de Juca Ferreira, secretário Municipal da Cultura e de Nádia Somekh, presidente do Conpresp, presentes à reunião com HADDAD, em que estavam presentes também o secretário do Verde e Meio Ambiente Waldemar Meira, o Secretário dos Negócios Jurídicos, e o Secretário do Desenvolvimento Urbano Fernando de Mello Franco.)

ativistas Parque Augusta que testemunharam os relatos do Juca e da Nádia: Carol Borghetti, Nina Liesenberg, Daniel Aymore, Heber Biella, Ana Dupas;

Após esta notícia desoladora que só confirmou a  falsa democracia  em que vivemos, que apenas pede a população para legitimar decisões que são tomadas por poucos nos gabinetes dos palácios, houve protesto, à partir das 18 horas, em frente ao Parque Augusta, fechado, ocioso e abandonado há 135 dias, após a sanção pirotécnica de Fernando Haddad:


Constelação OrganisMovimento Aliados e Amigos e Amigas do Parque Augusta, atenção, para a AGENDA:
Terceiro Ato em Defesa dos Parques Ameaçados de São Paulo, em 13/05/14, 17 hs., Teatro Municipal. Curta! Compartilhe!

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 vejam como foi o PRIMEIRO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO, EM 31/03/14, em frente a prefeitura de São Paulo:
 
e o SEGUNDO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO ACONTECEU EM 22/04/14, 17 HS. EM FRENTE A CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO:

 https://www.facebook.com/events/1402172470053014/




UM POUCO ANTES, NO DIA 19/04/2014, ROLOU A CIRANDA LIVRE PARQUE AUGUSTA EM PARCEIRA COM ÍNDIO É NÓS E TEATRO OFICINA...

AGORA É: 

TERCEIRO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO, 13/05/14, 17 HS, TEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO.


A REVOLUÇÃO SOMOS NÓS!










Mapeando o COMUM em Sâo Paulo

O conceito recorrente do comum se elabora sobre a ideia de que em nosso mundo atual a produção da riqueza e a vida social dependem em grande medida da comunicação, da cooperação, dos afetos e da criatividade coletiva (Negri e Hardt). O comum compreenderia então os ambientes de recursos compartilhados que são gerados pela participação de muitos e que constituem o tecido produtivo essencial da metrópole contemporânea. Se fazemos esta conexão entre o comum e a produção, temos que pensar na economia política, no poder, nos rendimentos e nos conflitos. 
No entanto, devido a nossa tradição de separação entre o privado e o público, da propriedade e do individualismo, a propriedade coletiva é todavia difícil de se ver para nossos olhos do final do século XX. Propomos, portanto, uma busca do comum, uma busca que tomará a forma de um processo de mapeamento.
Entendemos a cartografia segundo a proposta por Deleuze e Guattari, usada por artistas e ativistas sociais durante a última década: como uma atuação que pode se converter em uma reflexão, uma obra de arte, uma ação social.O Brasil, como América Latina toda, é um país especial nas práticas dos commons. O comum bebe de tradições ibéricas (faixanais, rossios, propiedades comunais), da cultura afro (quilombos, criação cultural coletiva, propiedades conjuntas) e indigenas (propiedade coletiva, malokas). Do mutirão ao conceito de ‘comunidade’ que substitue a palavra ‘favela’, o Brasil é uma celeiro de práticas do comum. Porém, o mercado e o capitalismo estão castigando o comum sem piedade.

  
Daniel Aymore Ferreira e Pamela Sarabia compartilham contribuições em relação ao mapeamento das PRAÇAS e HORTAS URBANAS:
Ana Claudia Banin compartilha contribuições em relação ao Buraco da Minhoca e Casa Amarela:

Mobilidade Urbana também está no Mapeando o Comum em São Paulo:


O Pixo ou Pixação está no Mapeando Comum Em São Paulo:

Resíduos e o Reaproveitamento e a Reciclagem também presentes no Mapeando o Comum em Sâo Paulo: 

A luta pelos Comuns do futuro
A luta pelos Comuns do futuro
Depois das edições no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, o projeto / processo ‘Mapeando o Comum’ chega em São Paulo. São Paulo, a maior megalópole da América do Sul, é objeto deste projeto de mapeamento, que antes do Brasil, já foi desenvolvido em Atenas (Grécia) e Istambul (Turquia). Poucas cidades do mundo tem castigado tanto o comum como São Paulo. O espaço público foi durante décadas um paisagem de trânsitos, de fluxos. De fato, São Paulo é considerada, junto à Los Ángeles y Johanesburg, o exemplo perfeito das cidades NIGBY (Not In My Back Yard, “Não no meu quintal”). Uma cidade baseada no shopping center, no carro e nos condomínios fechados. Uma cidade, aliás, como aponta o livro ‘Imaginários urbanos’ de Armando Silva, que mergulhou por décadas no sonho da maior cidade do mundo, da cidade de crescimento imparável.
Porém, nos últimos anos, algumas mudanças importantes estão transformando a cidade. A publicidade – os out doors do neoliberalismo selvagem – foram proibidos no ano 2006. Encontramos novas experiências de produção cultural coletiva (saraus da zona sul), na gestão comum de espaços (hortos comunitários, parque da Nascente, Parque Augusta) ou nas mais de quarenta ocupações urbanas. Além, depois da recente e viva onda de protestos, a cidade entrou na onda das cidades rebeldes das que fala David Harvey. Os protestos, as intervenções urbanas, diferentes tipos de assembleias populares, apontam para a mobilidade urbana como um bem comum e reivindicam com força o direito à cidade. Apontam para um novo espaço comum, para uma nova interfaz participativa de convivência e gestão dos bens comuns, para um direito à cidade poscapitalista. O imaginário urbano de São Paulo, a urbe onde nasceu a tese da antropofagia social do Brasil, está mudando: tem mais a ver com bairros conectados, resilientes, tecidos ao redor do comum.













LEGENDA DE ICONES (EM CONSTRUÇAO):
ICONESIGNIFICADO
MobilidadeMobilidad – cicloativismo
PixoPixo
MoradiaMorar – ocupacoes
HacklabsCommons digitais – hacklabs
treeParques – parques
agaAgua

História do Parque Augusta

publicação de Daniel Aymoré Ferreira em TERCEIRO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO.

Vejam a história do terreno em que (r)existe o Parque Augusta.



O Parque Augusta está fechado, abandonado e ocioso há 125 dias.

(foto aérea do Parque Augusta mostrando para Prefeito Haddad,
para o secretário do Verde Wanderley Meira do Nascimento,
para a presidente do CONPRESP Nádia Somekh,
para o Ministério Público,
para a Câmara Municipal,
para o Armando Conde,
para a Cyrela e para a Setin
e para todo o planeta

QUE BASTA DE PRÉDIOS!!!!!)


CONPRESP, a pedido da Prefeitura de SP, provavelmente irá autorizar construção de prédios no terreno do PARQUE AUGUSTA

A Pedido do Prefeito Fernando Haddad, o CONPRESP, órgão público municipal que decide sobre intervenções sobre o patrimônio histórico, cultural e arquitetônico da cidade de Sâo Paulo, irá decidir se empreiteiras Cyrela e Setin poderão construir torres no terreno em que resiste o Parque Augusta.

http://blogs.estadao.com.br/diego-zanchetta/conpresp-vai-decidir-se-autoriza-empreendimento-em-terreno-do-parque-augusta/

CONSTELAÇÃO ORGANISMovimento Aliados e Amigos e Amigas do Parque Augusta:
Vejam o calendário das próximas reuniões do CONPRESP:

QUEM SÃO OS 9 CONSELHEIROS QUE VÃO DECIDIR SE AUTORIZAM AS TRÊS TORRES NA ÁREA DO PARQUE AUGUSTA:
Câmara Municipal de São Paulo: Adilson Amadeu (PTB)www.adilsonamadeu.com.br https://pt-br.facebook.com/AdilsonAmadeu
Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) – Marcelo Rossi de Camargo Lima https://pt-br.facebook.com/decamargolimabr.linkedin.com/in/marcelorossi
DPH – Nadia Somekh (ligada à prefeitura de SP) plsql1.cnpq.br/buscaoperacional/detalhepesq.jsp?pesq...
IAB – José Geraldo Simões Júnior br.linkedin.com/pub/josé-geraldo-simões-junior/28/777/b5a
Ordem dos Advogados Brasil – Marcelo Manhães de Almeidawww.youtube.com/watch?v=UT8dEpkBvIA
Secretaria Especial de Licenciamentos – Rosane Cristina Gomes(ligada a prefeitura de SP)www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/licenciamentos/noticias/?p...
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano – Penha Pacca (ligada a prefeitura de SP) https://pt-br.facebook.com/penhaelizabeth https://pt-br.facebook.com/public/Penha-Elizabeth-Pacca
Secretaria Municipal de Cultura – Alfredo Manevy (ligada a prefeitura de SP) https://twitter.com/alfredomanevy
Secretaria Municipal de Negócios Jurídicos – Eduardo Mikalauskas(ligada a prefeitura de SP)http://br.linkedin.com/pub/eduardo-mikalauskas/26/154/b1b

ANIVERSÁRIO DE 01 ANO DA HORTA COMUNITÁRIA ORGÂNICA DO CENTRO CULTURAL DE SÃO PAULO

No último dia 27 de abril de 2014, houve a festa de aniversário da Horta Comunitária Orgânica do Centro Cultural São Paulo, os mutirões acontecem todos os últimos domingos de cada mês. O Centro Cultural São Paulo, fica em frente à estação de metrô Vergueiro.






TERCEIRO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO, 13/05/14, 17 HS. TEATRO MUNICIPAL DE SP

Várias Áreas Verdes de São Paulo estão ameaçadas pela cobiça das Empreiteiras e pela omissão da Prefeitura de São Paulo.

Precisamos nos unir para impedir esta tragédia, Chega de Prédios! Mais Verde!

O Parque Augusta está fechado há mais de 3 meses apesar de ter sido sancionado pelo prefeito Haddad, no ano passado.

O Parque Chácara do Jockey foi vetado no início de 2014.

O Parque Burle Marx pode ser emparedado pelas torres da especulação imobiliária.

A Praça da Paixão, ao lado do Teatro Oficina, está resistindo ao projeto do Shopping do Sílvio Santos há 33 anos...

O Parque Minhocão é demanda antiga das comunidades do entorno. Assim o elevado Minhocão deve ser interditado para os automóveis para o lazer durante os sábados e gradualmente ser transformado num espaço público dedicado às pessoas exclusivamente.

As árvores da Marginais e do Parque Independência estão sendo cortadas na surdina...

O Parque do Trote está sendo constrangido por diversos empreendimentos imobiliários...

Empresários gananciosos e políticos ambiciosos querem construir um aeroporto em Parelheiros...

O Parque Pinheiros, o Parque da Vila Ema, o Parque do Peruche, o Parque do Morro do Querosene, o Parque da Mooca, o Parque da Vila Brasilândia e tantos outros podem não existir se não AGIRMOS rápido!

Divulguem e Participem com Entusiasmo! Tragam faixas, cartazes, apitos, instrumentos musicais...Vamos fazer Barulho!

Seria legal que se pudessemos ir de VERDE, com mudas e sementes(para decorar e distribuir) e balões verdes!

e a pressão deve continuar...(aprendemos em junho do ano passado e com os garis do Rio de Janeiro...)

Próximos Atos:(digitem por extenso no Facebook, participem e divulguem!)

QUARTO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO
12/06/14, 17 HS., Itaquerão(metrô Corinthians-itaquera)

AOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E SEUS PROFISSIONAIS
AOS INTERESSADOS NA DIVULGAÇÃO DO primeiro ato em defesa dos PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO:

As informações necessárias à divulgação já estão colocadas neste convite do SEGUNDO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO; qualquer informação isolada de indíviduos não poderá representar este movimento plural, diverso e multifacetado.

O ATO SERÁ AUTO ORGANIZADO ESPONTANEA E CAOTICAMENTE, como a vida.

Basicamente, trata-se de Perguntarmos, todos e todas:

PARQUES OU PRÉDIOS?

PESSOAS OU ESPECULAÇÃO?

Poderes Públicos(Prefeitura de SP,Câmara de SP, Justiça de SP) de que LADO VOCÊS ESTÃO?