Reposta de Dona Ana Dulce do Movimento Parque Augusta Sem Prédios à João Sette Whitaker, Professor de Arquitetura da USP, que defendeu a construção de Prédios no Parque Augusta

No dia 16 de setembro, o professor de arquitetura da USP João Sette Whitaker postou artigo em seu blog Cidade pra que(m) ? defendendo a construção de prédios no interior do Parque Augusta, levando-se em consideração as circunstâncias atuais da cidade de São Paulo.

http://cidadesparaquem.org/blog/2014/9/13/o-nem-to-polmico-parque-augusta

Dona Ana Dulce Pitan Maraschin, ativista de 80 anos e Musa da Causa do Parque Augusta Sem Prédios, postou resposta contundente contrária à opinião do professor e e a leu em 27/09/14, durante roda de conversa sobre o DIREITO À CIDADE, organizada pela também professora de arquitetura e urbanismo Raquel Rolnik, no Prédio da Fundação Bienal de SP, que neste ano de 2014, realiza a 31 edição da Bienal de Arte de SP, com o mote: COMO ...... COISAS QUE NÃO EXISTEM ?

                                                    foto: Facebook Bienal de SP


http://www.31bienal.org.br/pt/events/1631


Vejam o Vídeo da Resposta de Dona Ana Dulce ao arquiteto João Whitaker, fazendo defesa apaixonada e apaixonante do Parque Augusta e do Direito à Cidade:

Grupo do Bem Estar e da Felicidade na Audiência Pública do Orçamento Municipal de SP para Cultura em 2015

No dia 21 de outubro de 2014, houve a audiência pública do orçamento municipal de São Paulo para a pasta da Cultura em 2015, no auditório nobre da Câmara Municipal de SP.

A Audiência recebeu pequeno afluxo de populares em virtude de seu horário de início, marcado para 10 hs, assim como todas as demais audiências públicas previstas e já realizadas, no calendário municipal de SP. Muitos dos presentes eram servidores públicos da Prefeitura de São Paulo e assessores parlamentares.

Vale registrar que o Secretário Interino da Cultura da cidade de São Paulo, Alfredo Manevy(o titular, Juca Ferreira, está afastado por conta da campanha eleitoral à presidência da República do Brasil), e seu chefe de gabinete, Guilherme Varela assim como a presidente da Fundação Teatro Municipal de SP, Ana Flávia estavam presentes à mesa condutora dos trabalhos.

Como representantes do Parlamento, os vereadores Paulo Fiorillo(PT-SP), Aurélio Nomura(PSDB-SP), Ricardo Nunes (PMDB-SP) e Dalton Silvano(PV-SP) iniciaram a audiência, ao lado dos representantes da Secretaria Municipal de Cultura, já citados acima. Ao longo da audiência, que terminou por volta das 15:30 hs.(mais de 5 horas de duração), os vereadores Paulo Fiorillo(PT-SP) e Dalton Silvano(PV-SP) se ausentaram 2 antes do término da mesma, restando até o final, apenas os vereadores Ricardo Nunes(PMDB-SP) e Aurélio Nomura(PSDB-SP).

Alfredo Manevy apresentou, no seu entendimento, os avanços de sua gestão à frente da Secretaria Municipal de Cultura como a reintegração dos Conjuntos Escolares Unificados(CEUs) como espaços públicos contemplados pela programação cultural municipal de SP, a articulação com a Caixa Econômica Federal que permitiu a reabertura do Cine Belas Artes, a Virada Cultural com inclusão de manifestações artísticas como o hip hop, o funk e o rap, a valorização das Casas de Cultura e os programas de fomento ao teatro, à dança e ao Cinema(SP Cine) e o ínicio dos trabalhos de restauro da Vila Itororó.

Guilherme Varela discorreu sobre a peça orçamentária da pasta de Cultura para 2015. Ana Flávia, da Fundação do Teatro Municipal de SP, explicou muito genericamente alguns itens do orçamento municipal de SP que contemplam sua instituição.

A Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo apresentou proposta de orçamento para 2015 na ordem de R$ 522.463.980,00(quinhentos e vinte e dois milhões, quatrocentos e sessenta e três mil, novecentos e oitenta reais), entre receitas municipais(fonte 00), receitas federais(fonte 02) e outras(fonte 06 renúncia fiscal fonte 07 IPTU)

 PROPOSTA DE ORÇAMENTO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE SP para 2015

GABINETE

prêmio José Renato de Teatro                                            R$ 25 milhões
novas peças de Teatro                                                        R$ 11 milhões
peças de Teatro em Andamento                                         R$ 5,7 milhões
fomento ao cinema                                                             R$10 milhões
fomento à dança                                                                 R$ 13 milhões
fomento à literatura e ao circo                                             R$  04 milhões
eventos culturais                                                                  R$ 25 milhões
circuito municipal de cultura                                                 R$ 10 milhões
programa VAI                                                                    R$ 11 milhões
Pontos de Cultura                                                               R$ 13 milhões
Política de Promoção Cultural                                              R$ 16 milhões

TOTAL DO GABINETE:                                                   R$ 279.731.245,00

BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE(BMA)                  R$ 11.883.865,00

CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE(CCJ)               R$   8.846.605,00

COORDENAÇÃO MUNICIPAL DE BIBLIOTECAS(CSMB) R$ 24.055.102,00

DEPARTAMENTO PATRIMÔNIO HISTÓRICO(DPH)  R$ 16.504.582,00

DEPARTAMENTO DE EVENTOS CULTURAIS(DEC)  R$   34.441.332,00

CAAPC                   R$        830.000,00

FUNPATRI             R$        463.480,00

FECAP                   R$     2.190.000,00

FUNDURB           R$           30.000,00

FUNDAÇÃO TEATRO MUNICIPAL DE SP (FTMSP) R$    122.165.121,00


TOTAL GERAL DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE SP PARA 2015:R$ 552.463.980,00

O Vereador Ricardo Nunes(PMDB-SP) questionou em relação ao descaso do poder público municipal na  manutenção do Teatro Paulo Eyró. Também questionou o volume de recursos municipais direcionados à Fundação Teatro Municipal de São Paulo que atenderia população dos estratos economicamente mais favorecidos da cidade. O Vereador Dalton Silvano(PV-SP) reivindicou uma relação mais próxima entre secretaria municipal de cultura de SP e a Câmara Municipal de SP com vistas a se obter o adequado aproveitamento das emendas parlamentares ao orçamento da pasta. Segundo o parlamentar, a maioria das emendas parlamentares foram desprezadas. O Vereador Aurélio Nomura intercedeu em defesa dos coralistas do Teatro Municipal de São Paulo, demitidos sem justa causa da instituição, em setembro de 2014.

Terminados os apartes realizados pelos parlamentares e as respectivas réplicas dos representantes da secretaria municipal de cultura, falaram os membros da sociedade civil.

O Rapper Pirata, do movimento Hip Hop de São Paulo, elogiou a disposição da Secretaria Municipal da Cultura em dialogar, porém criticou, com veemência, o não cumprimento de promessas feitas pela Prefeitura de São Paulo, ao movimento Hip Hop de SP, como a implantação da Casa do Hip Hop, maior visibilidade desta manifestação artística no calendário de eventos culturais da cidade entre outras.

Fábio Siqueira, do Orçamento Participativo, criticou a falta de transparência das peças orçamentárias da pasta de cultura da Prefeitura de SP e a baixa execução orçamentária da secretaria Municipal de Cultura de SP. Além reivindicou verbas para diversos equipamentos do circuito municipal, não contempladas até o momento.

Laerte Brasil, da Associação dos Empreendedores do Brasil, questionou os critérios de contemplação de entidades da sociedade civil para obtenção de apoio financeiros para seus projetos por parte da secretaria municipal de cultura de SP.

Daniel Aymore Ferreira(DAF), da Rede Novos Parques SP, do Fórum Social de SP e do Grupo do Bem Estar e da Felicidade reconheceu a disposição da Secretaria Municipal de Cultura de SP em dialogar com os diversos movimentos sociais, elogiou a reinclusão dos Ceus e das Casas de Cultura ao circuito cultural de São Paulo porém criticou a hesitância municipal em relação ao Parque Augusta Sem Prédios e a proteção do Patrimônio Histórico,citando os casos da Vila Maria Zélia, do Hospital Matarazzo, da Maternidade São Paulo, da Vila Itororó entre outros. Relembrou a solicitação feita ao secretário titular da pasta de cultura de SP,Juca Ferreira, em 2013, para que todas as escolas, unidades de saúde e parques municipais fossem contemplados como Pontos de Cultura. E Finalizou lamentando a situação do Parque Augusta, sancionado pelo prefeito Haddad, em dezembro de 2013, através da Lei 15.941, e fechado, abandonado e ocioso há mais de 335 dias.Augusto Boal, do Teatro do Oprimido, já falecido, foi homenageado: "Tenho sincero respeito por aqueles artista que dedicam suas vidas exclusivamente à sua arte, é seu direito ou condição. Mas prefiro aqueles artistas que dedicam sua arte à vida."




Análise da Peça Orçamentária da Cultura da cidade de SP para 2015-DAF

Os dados apresentados através de meios digitais e impressos pela secretaria municipal de Cultura de SP não apresentam o grau de detalhamento necessário para o cidadão e a cidadã paulistana realizarem análise e avaliação adequadas. Muitas das informações acima presentes só foram obtidas através do depoimento verbal do chefe de gabinete da pasta, Guilherme Varela. Apesar disso, todos os representantes da Secretaria Municipal de Cultura, mostraram prestativos e solícitos no sentido de esclarecerem as dúvidas e pedidos de detalhamento feitos por várias pessoas presentes à audiência.

Chama atenção o alto volume de recursos direcionados à Fundação Teatro Municipal de SP  (R$    122.165.121,00), mais de 20% do orçamento total da secretaria municipal de cultura de SP. A Fundação Teatro Municipal é de Direito Público desde 2011, tendo maior autonomia artística e financeira. A demissão dos coralistas do Teatro Municipal por decisão unilateral da Fundação revela algumas vulnerabilidades deste formato.

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/noticias/?p=9064


Além Disso, manifestações artísticas como o Circo e a Literatura receberam  menos recursos (R$ 04 milhões) que Teatro(R$ 42 milhões), Cinema(R$ 10 milhões) e Dança (R$ 13 milhões);

As ações de preservação do Patrimônio foram as únicas que registraram queda do volume de recursos orçamentários da pasta de cultura da prefeitura de SP para 2015. Todas as outras rubricas receberem incrementos.

O Orçamento da Pasta de Cultura da Prefeitura de São Paulo é um dos mais acanhados se comparado às outras áreas temáticas. Recebe apenas cerca de 1,6% das receitas municipais.


Alfredo Manevy, da Secretaria de Cultura de SP, ouve sugestão de Pontos...

Como Proteger Coisas que (r)Existem ? Parque Augusta Sem Prédios No Sta...

Não te Cales, Parque dos Búfalos Sem Prédios! Salvem a Represa Billings!

LEMBRAR É RESISTIR! PRIMEIRO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO, 31/03/14

No dia 31/03/14, houve o PRIMEIRO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO, convocado pela Musa do Parque Augusta sem Prédios, Dona Ana Dulce Pitan Maraschin, após a sanção da Lei Municipal 15.941 pelo Prefeito Fernando Haddad no Natal de 2013 e o fechamento do Parque Augusta aos cidadãos e às cidadãs em 29/12/14. Outros três atos em defesa de todas as áreas verdes foram concebidos e divulgados simultaneamente nas redes sociais, aglutinando a maior parte do movimento ambiental de São Paulo.

http://www.movieco.org.br/detalhe_noticia/166/criada_rede_em_defesa_dos_parques_ameacados_de_sao_paulo


                                                foto: Heber Biella

O PRIMEIRO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO iniciou-se na Praça Patriarca, em frente ao prédio sede da Prefeitura de São Paulo. Centenas de pessoas oriundas de diversas regiões da cidade se uniram para exigir um basta ao avanço da especulação imobiliária e à omissão do poder público.


1.o Ato em Defesa dos Parques Ameaçados de São Paulo from Joao Baptista Lago on Vimeo.


Os Movimentos em Defesa dos Parques Augusta, Minhocão, da Vila Ema, da Mooca, da Vila Brasilândia, das Árvores da Marginal, da Fonte, do Peruche, da Cantareira, a Juventude Anti Capitalista, O Grupo do Bem Estar e da Felicidade, o Movimento em Defesa da Renegociação da Dívida Pública entre outros coletivos, pessoas e ativistas estiveram presentes e ecoaram sua indignação.
                                           foto: Heber Biella



Uma marcha barulhenta com muita música do DJ Chico Tchello e com palavras de ordem contra a Mercantilização da Vida e a favor do Direito à Cidade percorreu as ruas do centro de São Paulo até a Praça Rosa(Rooosevelt), ao lado da Igreja da Consolação, onde foi realizada mais uma Assembléia do Movimento que defende o Parque Augusta Sem Prédios. Neste encontro histórico memorável, foi criada a Rede Novos Parques SP.  https://www.facebook.com/redenovosparquessp?fref=ts
                             
                                      foto: João Baptista do Lago


O SEGUNDO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO aconteceu em 22/04/14, em frente à Câmara Municipal de SP e dialogou com a frente Parlamentar de Sustentabilidade que se comprometeu com a luta pelos parques urbanos de SP.

O TERCEIRO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO foi em 13/05/14, no Viaduto do CHá, junto às manifestações dos Professores e Professoras Municipais de SP em greve por melhores salários e condições de trabalho e após o Prefeito Haddad ter se reunido em 09/05/14, com o dono da empreiteira Setin, que quer construir 03 prédios no interior do terreno do Parque Augusta, contrariando a Lei 15.941 sancionada pelo próprio prefeito Haddad. https://www.youtube.com/watch?v=Zw5iMOospWw

O QUARTO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO realizou-se na Estação da Luz, em 12/06/14, data do primeiro jogo da seleção brasileira de futebol na Copa do Mundo, megaevento, realizado no Brasil e aberto no estádio Arena Corinthians-Itaquerão, na zona leste paulistana.

O Parque Augusta segue fechado, abandonado e ocioso há mais de 335 dias.

A Prefeitura de São Paulo alega falta de recursos.

O Prefeito Haddad, que havia vetado o Parque Chácara do Jockey em janeiro de 2014, realizou articulação com seu proprietário , o Jockey Clube de São Paulo, para viabilizar a área verde. Além disso, Haddad vem implantando faixas exclusivas de ônibus e ciclovias, inaugurando uma saudável e muito desejada virada civilizatória na cidade de São Paulo. Aproximadamente 90% da população paulistana aprova as duas iniciativas.

A Abertura Imediata dos Portões do Parque Augusta pode acontecer no fim de outubro de 2014, em virtude de liminar solicitada pelo Movimento que defende o Parque Augusta sem Prédios e que está em vias de ser apreciada pela Justiça.

Um breve resgate histórico da luta em defesa do Parque Augusta Sem Prédios:

https://www.youtube.com/watch?v=mmAw_FEgPQA

http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Augusta

Parque Augusta - Resgate Histórico da Luta pelo Direito à Cidade de São Paulo. Lei 15.941 Pra quê(m) ?



 http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Augusta

Parque Augusta é uma área de 24.000 metros quadrados, delimitada pelas Ruas Augusta, Marquês de Paranaguá, Caio Prado, no centro da Cidade De São Paulo.
É uma propriedade privada, mas com áreas registradas em cartório como públicas - 80% dela não pode, por lei, ser alterada - e que uma parcela significativa da população paulistana quer ver transformada em parque público sem edificações em seu interior.
Sediou o Colégio Des Oiseaux, instituição educacional das freiras agostinianas, na qual estudaram figuras como a artista e revolucionária Patrícia Galvão,a socióloga Ruth Cardoso e a sexóloga Marta Suplicy.
Cinco anos após o fechamento da escola, houve a demolição ilegal do Des Oiseaux, em 1974. Na década de 70 abrigou o colégio e curso pré-vestibular EQUIPE e na de 80, abrigou o Projeto SP, que promoveu apresentações de diversas bandas como Capital Inicial, Blitz, Titãs, Paralamas do Sucesso, entre outras, em sua estrutura coberta por Lona, como se fosse um Circo.
O Bosque de Mata Atlântica, existente em parte do terreno, foi tombado pelo CONPRESP, em dezembro de 2004, em virtude da relevância da avifauna e da diversidade arbórea e arbustiva existente no lote em região de escassez de áreas verdes.
Em 2006, o terreno foi adquirido pelo ex-banqueiro (Banco de Crédito Nacional - BCN vendido ao Bradesco) e incorporador Armando Conde (ex-Acisa atual Conde Desenvolvimento Imobiliário).
Neste mesmo ano de 2006, começou a tramitar na Câmara Municipal de São Paulo, o projeto de lei 345/2006, de autoria dos vereadores Jucelino Gadelha e Aurélio Nomura, que propunha a criação do Parque Municipal Augusta na totalidade do terreno.
www.radarmunicipal.com.br/proposicoes/projeto-de-lei-345-2006
Após intensas pressões de grupos ativistas defensores do Parque Augusta Sem Prédioshttp://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/18475-moradores-se-mobilizam-pelo-parque-augusta, a Câmara Municipal de São Paulo, aprovou, em duas votações, o Projeto de Lei 345/2006 e enviou a Lei Ordinária Municipal 15.941 ao Prefeito Fernando Haddad, que a sancionou em 23/12/2013.
Em Outubro de 2014, o Parque Augusta seguia fechado.
Prefeitura de São Paulo alega falta de recursos, embora especialistas em planejamento urbano assegurem que, com a recente aprovação do plano diretor da cidade, e a transformação do Parque Augusta em ZEPAM(Zona Especial de Proteção Ambiental) o potencial construtivo do terreno pode se tornar desinteressante para as empreiteiras, fazendo com que se mobilizem em transferi-lo para outro local.
Dessa Forma, a Prefeitura de São Paulo poderia viabilizar o Parque Augusta Sem Prédios a custo zero para o erário público. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/raquelrolnik/2014/10/1527725-sobre-minhocao-e-parques.shtml