Luíza Erundina, Deputada Federal(PSOL-SP) lança candidatura à presidência da Câmara dos Deputados em 11 de julho de 2016. As eleições para presidência da Câmara dos Deputados, que ficou vaga com a renúncia de Eduardo Cunha(PMDB-RJ), deve ocorrer em 13 de julho de 2016 às 19 hs. Luiza Erundina assumiu seu primeiro cargo público no ano de 1958, quando foi Secretária de Educação de Campina Grande, na Paraíba, seu estado de origem. Em 1971 emigra para São Paulo, perseguida pela ditadura militar. No ano de 1980, participa da fundação do PT (Partido dos Trabalhadores) e em 1982 elege-se vereadora da cidade de São Paulo. Quatro anos depois, em 1986, é eleita deputada estadual e em 1988, elege-se prefeita da maior cidade da América Latina, São Paulo, pelo PT, sendo a primeira mulher a assumir o cargo na capital paulista. Em 1993, depois do impeachment do presidente Collor, Luiza Erundina é nomeada ministra da Secretaria da Administração Federal, no governo Itamar Franco. No ano de 1998, já no PSB (Partido Socialista Brasileiro), é eleita deputada federal por São Paulo. Atualmente Luiza Erundina está no seu quarto mandato como deputada federal(PSOL-SP) e é coordenadora da Frente Parlamentar pela Reforma Política com Participação Popular que, luta por uma reforma política ampla, capaz de corrigir as graves distorções do sistema partidário e eleitoral e coibir os desvios éticos que têm marcado historicamente, a vida política brasileira .Luíza Erundina também coordena a Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular (Frentecom), onde, dentre os principais pontos tratados, estão a garantia do exercício da liberdade de expressão e do direito a comunicação, além da reformulação do Marco Regulatório do setor. Destaca-se ainda na luta pela ampliação da participação das mulheres na política, pela democratização dos meios de comunicação no Brasil e pela reforma do sistema político brasileiro.Luíza Erundina deve aglutinar os votos mais progressistas da Câmara dos Deputados, ainda desnorteados com a divulgada articulação em torno do deputado federal Rodrigo Maia(DEM-SP). Além de Erundina e Maia, são candidatos à presidência da Câmara dos Deputados:Fausto Pinato(PP-SP), Carlos Gaguin(PTN-TO), Carlos Manato(SD-ES), Marcelo Castro(PMDB-PI), Fábio Ramalho(PMDB-MG), Heráclito Fortes(PSB-PI), Fernando Giacobo(PR-PR), Cristiane Brasil(PTB-RJ), Beto Mansur(PRB-SP), Rogério Rosso(PSD-DF).#EleiçõesNaCâmara #CâmaraDosDeputados #Eleições2016 #Câmara #Política #ReformaPolítica #LuízaErundina

Luíza Erundina, Deputada Federal(PSOL-SP) lança candidatura à presidência da Câmara dos Deputados em 11 de julho de 2016. Luíza Erundina disse que suas prioridades como presidente da Câmara dos Deputados serão Reforma Política e Reforma Tributária.As eleições para presidência da Câmara dos Deputados, que ficou vaga com a renúncia de Eduardo Cunha(PMDB-RJ), deve ocorrer em 13 de julho de 2016 às 19 horas.Luíza Erundina deve aglutinar os votos mais progressistas da Câmara dos Deputados, ainda desnorteados com a divulgada articulação em torno do deputado federal Rodrigo Maia(DEM-SP). Além de Erundina e Maia, são candidatos à presidência da Câmara dos Deputados:Fausto Pinato(PP-SP), Carlos Gaguin(PTN-TO), Carlos Manato(SD-ES), Marcelo Castro(PMDB-PI), Fábio Ramalho(PMDB-MG), Heráclito Fortes(PSB-PI), Fernando Giacobo(PR-PR), Cristiane Brasil(PTB-RJ), Beto Mansur(PRB-SP), Rogério Rosso(PSD-DF).

foto:Deputada Federal Luíza Erundina (PSOL-SP), candidata à presidência da Câmara dos Deputados/Reprodução Internet

A Deputada Federal Luíza Erundina(PSOL-SP) é uma das mais atuantes deputadas da Câmara dos Deputados e se engajou intensamente na remoção do Deputado Eduardo Cunha(PMDB-RJ) do cargo de presidente da Câmara dos Deputados.


foto:Reprodução Internet




 Luiza Erundina nasceu em 1934 na cidade de Uiraúna, Paraíba, sétima de dez filhos de um artesão de selas. Vendia bolos feitos pela mãe. Forma-se em Serviço Social pela Universidade Federal da Paraíba em João Pessoa em 1967. Luíza Erundina assumiu seu primeiro cargo público no ano de 1958, quando foi Secretária de Educação de Campina Grande, na Paraíba, seu estado de origem. Em 1971, emigra para São Paulo, perseguida pela ditadura militar, e realiza um mestrado em Ciências Sociais pela Escola de Sociologia e Política. No ano de 1980, participa da fundação do PT (Partido dos Trabalhadores) e em 1982 elege-se vereadora da cidade de São Paulo. Quatro anos depois, em 1986, é eleita deputada estadual e em 1988, elege-se prefeita da maior cidade da América Latina, São Paulo, pelo PT, sendo a primeira mulher a assumir o cargo na capital paulista. 



foto:Prefeita de SP Luíza Erundina e seu secretário municipal de Educação, Paulo Freire/Reprodução Internet


foto:Prefeita da cidade de SP, Luíza Erundina/Reprodução Internet

Em 1993, depois do impeachment do presidente Collor, Luiza Erundina é nomeada ministra da Secretaria da Administração Federal, no governo Itamar Franco. No ano de 1998, já no PSB (Partido Socialista Brasileiro), é eleita deputada federal por São Paulo. 

Atualmente Luiza Erundina está no seu quarto mandato como deputada federal pelo PSOL/SP e é coordenadora da Frente Parlamentar pela Reforma Política com Participação Popular que, luta por uma reforma política ampla, capaz de corrigir as graves distorções do sistema partidário e eleitoral e coibir os desvios éticos que têm marcado historicamente, a vida política brasileira e também, coordena a Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular (Frentecom), onde, dentre os principais pontos tratados, estão a garantia do exercício da liberdade de expressão e do direito a comunicação, além da reformulação do Marco Regulatório do setor. Destaca-se ainda na luta pela ampliação da participação das mulheres na política, pela democratização dos meios de comunicação no Brasil e pela reforma do sistema político brasileiro. 

foto:Dalai Lama recebe título de cidadão paulistano da prefeita da cidade de São Paulo, Luíza Erundina, em 1992/Reprodução Internet.

A Gestão de Luíza Erundina à frente da prefeitura de São Paulo ficou marcada pelo conceito da Participação Popular, pelo conceito da Tarifa Zero do Transporte Coletivo, pelos mutirões da moradia popular, pela inauguração dos "Sacolões" (Centro de venda de Frutas, Legumes e Verduras a preços populares), por grande resistência das elites e dos meios de comunicação em virtude de ser mulher, nordestina e comprometida com a melhoria da qualidade vida das camadas sociais mais pobres, moradoras das periferias da maior metrópole latino americana.

foto:deputada federal Luíza Erundina(PSOL-SP) visita escola estadual de São Paulo, ocupada pelos Estudantes Secundaristas em luta pela instalação da CPI da Merenda Escolar pela Assembléia Legislativa do Estado de SP/Reprodução Internet

Em 2010, o Tribunal de Justiça de São Paulo, aprovou as contas da gestão Luíza Erundina à frente de São Paulo, que haviam sido rejeitadas 19 antes pelo Tribunal de Contas do Município e pela Câmara Municipal de São Paulo, com fortes indícios de manipulação com objetivo de prejudicar politica e economicamente Luíza Erundina.


foto:Intervenção Parque Augusta sem Prédios em Ato pela Tarifa Zero, janeiro de 2016/Heber Biella



No dia 07 de julho de 2016, o deputado federal Eduardo Cunha(PMDB-RJ) renunciou à presidência da Câmara dos Deputados por volta das 13 hs.Horas Depois, o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão(PP-MA), aliado de Cunha, marcou para o dia 14 de julho de 2016 eleições para a presidência da Câmara dos Deputados. Líderes partidários derrubaram a decisão de Maranhão e remarcaram as eleições para 12 de julho de 2016. Em 08 de julho de 2016, Maranhão manteve as eleições para 14 de julho de 2016. Cunha estava afastado da presidência da Câmara, por determinação do Supremo Tribunal Federal(STF) desde 5 de maio de 2016. Eduardo Cunha é réu em 2 ações no STF que analisa uma terceira denúncia contra ele, segue investigada pela Operação Lava Jato, sofre processo disciplinar no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados que já aprovou parecer que pede sua cassação. Eduardo Cunha havia sido eleito presidente da Câmara dos Deputados em fevereiro de 2015 e seu mandato iria expirar em fevereiro de 2017.Adversários de Cunha afirmam que renúncia faz parte de estratégia para salvar mandato de parlamentar e influenciar a eleição de seu sucessor.

foto:Deputado Federal Eduardo Cunha(PMDB-RJ) Chora ao Renunciar à Presidência da Câmara dos Deputados em 07/07/2016/El País


Rogério Rosso(PSD-DF), Júlio Delgado(PSB-MG), Osmar Serraglio(PMDB-PR), Baleia Rossi(PMDB-SP), Fernando Giacobo(PR-PR), Rodrigo Maia(DEM-RJ),Carlos Manato(SD-ES) e Beto Mansur(PRB-SP),Alessandro Molon(REDE-RJ) e Chico Alencar(PSOL-RJ) são potenciais candidatos à presidência da Câmara. Baleia Rossi e Osmar Serraglio são os prediletos do governo federal interino.Rogério Rosso é o candidato do chamado "centrão", dominado por Eduardo Cunha. Júlio Delgado aglutina votos de várias correntes de partidos diferentes.Rodrigo Maia corre por fora como "azarão".Chico Alencar e Alessandro Molon, por terem realizado campanha aberta contra Cunha, possuem maiores resistências do "centrão", bloco controlado pelo agora ex-presidente da Câmara.


 foto:Deputado Federal Alessandro Molon (Rede/RJ):Reprodução Internet
foto:Deputado Federal Chico Alencar (PSOL-RJ) Reprodução Internet

foto:Deputado Federal Rogério Rosso(PSD-DF) /Reprodução Internet

foto:Deputado Federal Rodrigo Maia(DEM-RJ)/Reprodução Internet


foto:Deputado Federal Júlio Delgado(PSB-MG)/Reprodução Internet


foto:Deputado Federal Baleia Rossi(PMDB-SP)/Reprodução Internet


foto:Deputado Federal Osmar Serraglio(PMDB-PR)/Reprodução Internet


Eduardo Cunha(PMDB-RJ) réu na Operação Lava Jatoteve seu mandato de deputado federal suspenso e é afastado da presidência da Câmara dos Deputados por Tempo Indeterminado após decisão liminar do juiz do Supremo Tribunal Federal(STF_ e relator da Operação Lava Jato naquela corte, Teori Zavascki, ser confirmada por unanimidade pelo plenário do STF. 

foto:Eduardo Cunha(PMDB-RJ)/Correio Do Brasil

foto:Ministro do STF, Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato e responsável pela decisão liminar de suspensão do mandato parlamentar de Eduardo Cunha(PMDB-RJ) e seu afastamento por tempo indeterminado da Presidência da Câmara/Reprodução Internet.



Cunha disse que irá recorrer da decisão judicial e reclamou da interferência do Judiciário no Legislativo. Aliado de Cunha, o deputado federal Waldir Maranhão(PP-MA), vice presidente da Câmara dos Deputados e também investigado na Operação Lava Jato assumiu a presidência da Câmara dos Deputados.

foto:Eduardo Cunha(PMDB-RJ) e Waldir Maranhão(PP-MA), amigos, aliados e ex presidente e presidente em exercício da Câmara dos Deputados, respectivamente/Reprodução Internet

O Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, havia apresentado solicitação, junto ao STF, de suspensão do mandato parlamentar de Eduardo Cunha(PMDB-RJ) e seu afastamento da presidência da Câmara dos Deputados por tentativas de obstrução da Operação Lava Jato. Janot comemorou a decisão do STF por entender que o comportamento do deputado Eduardo Cunha era incompatível com o cargo. A Cassação do Mandato do deputado federal Eduardo Cunha(PMDB-RJ) depende da Câmara dos Deputados e do Conselho de Ética e não deverá sofrer interferência do Supremo Tribunal Federal.

foto:Procurador Geral da República, Rodrigo Janot/Reprodução Internet

Em 14 de junho de 2016, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, aprovou, por 11 votos a favor e 9 contra, a cassação do mandato do deputado federal e presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha(PMDB-RJ). Agora, Cunha terá 5 (cinco) dias para se defender, após a publicação da decisão do conselho de Ética no Diário Oficial da União, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. A decisão definitiva será realizada pelo plenário da Câmara dos Deputados e precisará de 257 votos para confirmar a decisão do Conselho de Ética. Cunha controla o chamado "Centrão", bloco de cerca de 220   deputados de partidos conservadores e fisiológicos.O Processo de Cassação do deputado Eduardo Cunha foi o mais longo da história do Congresso Nacional e se iniciou com o parecer do Deputado Federal Relator Marcos Rogério(DEM-RO). A Cassação de Eduardo Cunha foi selada com dois votos de aliados: Tia Eron(PRB-BA)Wladimir Costa(SD-PA), muito assediados pela opinião pública, contrária à Cunha, através das redes sociais.Cunha estava afastado de suas funções desde 5 de maio por decisão do Supremo Tribunal Federal(STF) que entendeu que o presidente da Câmara usava as prerrogativas de seu cargo para obstruir a justiça.

foto:Reprodução Internet

Lei do Plebiscito para Realização de Grandes Obras na Cidade de São Paulo , projeto de lei 476/2015, foi aprovado pela Câmara Municipal de SP em 22 de junho de 2016 e está nas maõs do prefeito Fernando Haddad para ser sancionado. - Assine a Carta Aberta em Defesa da Democracia Participativa, para que o prefeito Da CIdade de São Paulo,Fernando Haddad, sancione a Lei do Plebiscito - PL476/2015 (Consulta Popular, Instrumento da Democracia Direta, previsto na Constituição Brasileira) para que a população paulistana possa emitir sua opinião em relação a realização de grandes obras em São Paulo. O Parque Augusta é a última área verde do centro da cidade de Sâo Paulo, e segue fechado, abandonado, ocioso e ameaçado pela construção de prédios da especulação imobiliária apesar da sanção da lei 15.941 pelo prefeito Fernando Haddad, no Natal de 2013 e apesar da mobilização popular , da luta e da resistência dos paulistanos e paulistanas à Omissão de todas as gestões do município de São Paulo nos últimos 40 anos. No dia 22 de junho de 2016, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou o Projeto de Lei 476/2015, que regulamenta a realização de plebiscito para grandes obras na cidade, possibilitando que a população paulistana seja consultada antes da execução de grandes intervenções urbanas. O projeto, que agora está nas mãos do prefeito Fernando Haddad para ser sancionado, é uma iniciativa da Rede Nossa São Paulo, em articulação com vereadores de diversos partidos que constituíram a Frente Parlamentar de Implementação da Democracia Direta. #PL476/2015 #LeiDoPlebiscito #DemocraciaDireta #DemocraciaParticipativa #Democracia #Cidades #ParqueAugusta #ParqueAugustaVive #ParqueAugustaResiste #Sutentabilidade

Lei do Plebiscito (Democracia Direta) em São Paulo -Assine a Carta Aberta em Defesa da Democracia Participativa, para que o prefeito Da CIdade de São Paulo,Fernando Haddad, sancione a Lei do Plebiscito( PL 476/2015 - Consulta Popular, Instrumento da Democracia Direta, previsto na Constituição Brasileira) para que a população paulistana possa emitir sua opinião em relação a realização de  grandes obras em São Paulo. O Parque Augusta é a última área verde do centro da cidade de Sâo Paulo, e segue fechado, abandonado, ocioso e ameaçado pela construção de prédios da especulação imobiliária apesar da sanção da lei 15.941 pelo prefeito Fernando Haddad, no Natal de 2013 e apesar da mobilização popular e da luta e resistência dos paulistanos e paulistanas nos últimos 40 anos.O Movimento Parque Augusta sem Prédios apóia a Democracia Direta e reivindica a sanção da Lei do Plebiscito pelo prefeito Haddad bem como a abertura imediata dos portões do Parque Augusta sem Prédios para todos os paulistanos e paulistanas! A Cidade é Nossa!


foto:Intervenção DAF Parque Augusta Sem Prédios com ampliação da sanção da Lei 15.941 pelo prefeito Haddad, afixada na entrada lateral do Parque Augusta, à Rua Marquês de Paranaguá, centro da cidade de São Paulo. O Parque Augusta é a última área verde do centro da cidade de São Paulo e está fechado, abandonado, ocioso e ameaçado pela construção de prédios da especulação imobiliária, apesar da sanção da lei 15941 pelo prefeito Fernando Haddad, no Natal de 2013/ Heber Biella
#Lei do Plebiscito #DemocraciaDireta #SâoPaulo #ParqueAugustaSemPrédios #MudançaDeVerdade #ReformaPolítica #Sustentabilidade #MeioAmbiente

No dia 22 de junho de 2016, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou o Projeto de Lei 476/2015, que regulamenta a realização de plebiscito para grandes obras na cidade de São Paulo, possibilitando que a população paulistana seja consultada antes da execução de grandes intervenções urbanas.


O projeto de lei 476/2015, que agora está nas mãos do prefeito Fernando Haddad para ser sancionado, é uma iniciativa da Rede Nossa São Paulo, em articulação com vereadores de diversos partidos que constituíram a Frente Parlamentar de Implementação da Democracia Direta.

foto:Mauro Donato

Ao regulamentar uma nova forma de exercício da democracia participativa, a chamada "Lei do Plebiscito" visa garantir e respeitar a vontade da população para que a cidade não tenha seus bens naturais comuns e recursos públicos utilizados de forma inadequada e irresponsável, com obras e intervenções urbanísticas que não tenham o aval dos paulistanos.


Na atual conjuntura política brasileira, na qual os poderes públicos e a classe política estão depreciados frente à sociedade, com baixos índices de aprovação e com grande dificuldade em estabelecer diálogos com a população, a democracia participativa é um mecanismo fundamental para devolver ao povo o protagonismo político, criando a possibilidade de aproximá-lo das tomadas de decisão, trazendo de volta à política a legitimidade necessária para a construção de uma sociedade mais democrática.

foto:Estado de SP


Cabe ainda destacar que em diversos países e cidades do mundo o plebiscito é utilizado como ferramenta de gestão, garantindo a participação social, a transparência e o controle social dos governos municipais.

Dessa forma, pedimos aos(às) intelectuais, personalidades, organizações e movimento sociais que atuam em São Paulo, por uma cidade mais justa, democrática e sustentável, que assinem, junto com a Rede Nossa São Paulo, esta Carta Aberta em defesa da Democracia Participativa, para que o prefeito sancione a Lei do Plebiscito para grandes obras em São Paulo.

A sanção do PL 476/2015 é muito importante, necessária e urgente!




Histórico do processo para que o projeto fosse aprovado na Câmara Municipal de São Paulo

Desde 1990, a Lei Orgânica do Município (LOM) de São Paulo prevê a convocação de plebiscitos municipais para temas de relevante interesse do município. Além de temas relacionados às políticas públicas, a LOM também prevê a convocação de plebiscitos para a realização de grandes obras, conforme define o art. 10: "o Legislativo e o Executivo tomarão a iniciativa de propor a convocação de plebiscitos antes de proceder à discussão e aprovação de obras de valor elevado ou que tenham significativo impacto ambiental, segundo estabelecido em lei".


No entanto, o art. 10, que garante a convocação de plebiscito para grandes obras, nunca foi utilizado nem regulamentado pela Câmara Municipal, mesmo com diversas tentativas de diferentes vereadores, sendo a primeira datada de 1993.

Sem regulamentação, o art. 10 da LOM perde sua utilidade, pois sem a definição clara do que seria "valor elevado" e "significativo impacto ambiental", o plebiscito não pode ser convocado na cidade, pois seu objeto não fica bem caracterizado.


foto:Olhe os Muros


O plebiscito é um mecanismo constitucional previsto na Carta Magna de 1988, e vale para a União, Estados e Municípios. Dez anos depois da Constituição Federal, em 1998, foi aprovada a Lei da Democracia Direta (Lei nº 9.709/1998), reforçando a participação direta como um elemento central na gestão pública.

A lei estipula que "a soberania popular será exercida pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, por meio de plebiscito, referendo e iniciativa popular". E dentre outras coisas, a Lei da Democracia Direta prevê a convocação de plebiscitos e referendos nos municípios, como ferramenta de gestão, para ampliar a participação da população nas tomadas de decisão das cidades.

O art. 6º da Lei da Democracia Direta diz que para questões de interesse dos entes federados, "de competência dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, o plebiscito e o referendo serão convocados de conformidade, respectivamente, com a Constituição Estadual e com a Lei Orgânica".

Dessa forma, se a Lei Orgânica do Município de São Paulo não regulamenta a utilização desse importante mecanismo de consulta popular para a realização de grandes obras na cidade, a população paulistana não pode se valer de sua soberania, e a Lei da Democracia Direta se torna inaplicável no município, pois não se completa, isto é, temos a lei, mas não a regulamentação. Em resumo, decorrente da não regulamentação do art. 10 da LOM, este instrumento de democracia participativa encontra-se travado na cidade.



O mecanismo do plebiscito é de fundamental importância para que as decisões tomadas pelos governantes no município sejam legitimadas pelo povo. No caso de São Paulo, o plebiscito ganha ainda maior relevância, uma vez que são inúmeros os casos em que grandes obras são feitas na cidade, criando elevados gastos públicos sem o retorno proporcional à população, da mesma forma como são muitos os empreendimentos e intervenções urbanas que agridem o meio ambiente e as áreas verdes do município. E em ambos os casos, os paulistanos não são consultados.

A Rede Nossa São Paulo, desde 2014, encampou a luta pela democracia participativa na cidade, pois entende que a participação direta da população é um direito fundamental.

foto:Heber Biella

Na luta pelo destravamento desse mecanismo de consulta popular foram realizados muitos debates, seminários, reuniões e estudos.  E, por meio do Grupo de Trabalho de Democracia Participativa (GTDP), foi articulado um grupo de vereadores e vereadoras de diferentes partidos que constituíram uma Frente Parlamentar pela Democracia Direta na Câmara Municipal de São Paulo.

Essa Frente Parlamentar avançou junto com a sociedade civil no debate sobre o tema, e elaborou um Projeto de Lei (PL 476/2015) que regulamenta o art. 10 da LOM, especificando o que seria elevado valor orçamentário e grande impacto socioambiental.

foto:Heber Biella

O PL foi protocolado na Câmara Municipal pela Frente Parlamentar em setembro de 2015 e aprovado no dia 22 de junho de 2016.

Contamos com o seu apoio para que o prefeito sancione a Lei do Plebiscito.
Receberemos assinaturas de apoio à Carta Aberta de intelectuais, personalidades, organizações e movimento sociais até a próxima segunda-feira, dia 11 de julho de 2016.
Para assinar a Carta Aberta clique aqui.
Rede Nossa São Paulo


O Movimento Parque Augusta sem Prédios e o Teatro Oficina, estão Juntos,  irmanados, na Luta em Defesa da Democracia(Respeito à Vontade Popular e ao Estado Democrático de Direito #NãoVaiTerGolpe) e do Direito à Cidade em São Paulo.O Parque Augusta é a última área verde do centro da cidade de São Paulo e segue fechado, abandonado, ocioso e ameçado pela construção de prédios da especulação imobiliária que financia campanhas político partidárias e pauta o planejamento urbano das cidades do Brasil. O Prefeito da Cidade de São Paulo, Fernando Haddad, candidato à reeleição, sancionou a lei 15.941 que deveria garantir a criação do Parque Augusta sem Prédios em dezembro de 2013, mas até julho de 2016 a lei 15.941 ainda não tinha sido cumprida.O Teatro Oficina resiste há muitos anos a tentativa de construção de um shopping center pelo grupo Sílvio Santos, apesar de ser patrimônio tombado pelo Condephaat e pelo Iphan, órgãos estadual e federal respectivamente de preservação do patrimônio Histórico, Arquitetônico e Cultural.Recentemente,  aCompanhia Teatro Oficina Uzyna Ozona lançou a plataforma de financiamento direto por parte das pessoas e organizações que desejam sua viabilidade.Em 09 e 10 de julho de 2016, o Teatro Oficina recebe a segunda edição d' Hum Festival Plural Panamérikas Diásporas, encontro  humano de celebração da Vida, da Afetividade e da Poesia.
#ParqueAugusta #TeatroOficina #DireitoàCidade #Política #Cidade #Urbanismo #ReformaPolítica #MudançaDeVerdade #Eleições2016 #Arte #Artivismo #Cultura #Sustentabilidade #Ecologia

foto: Lambes do Espetáculo pra Dar um FIM no JUÍZO de deus e Do Ocupe o Parque Augusta na Rua Augusta, julho de 2016/Teatro Oficina

foto:Olhe Os Muros

foto:Performance DAF Primeiro Ato em defesa dos Parques Ameaçados de SP, no  Manifestar-se é um Direito, Teatro Oficina, 20/03/2014/Brasil de Fato
foto:Intervenção DAF no portão do Parque Augusta com ampliação da publicação da sanção da Lei 15.941 pelo Prefeito Fernando Haddad, criando em tese o Parque Municipal Augusta em 24 de dezembro de 2013;Até 2016, a lei 15.941 ainda não havia sido cumprida pelo Prefeito Haddad e o Parque Augusta continua fechado, abandonado e ameaçado pela construção de prédios da especulação imobiliária que financia campanhas políticas de todo o espectro partidário/Heber Biella

foto:Teatro Oficina

foto:Parque Augusta Sem Prédios, um oásis cercado pela selva de pedra e concreto no centro da cidade de São Paulo, fechado e ameaçado pela construção de prédios  da especulação imobiliária, apesar da sanção da lei 15.941 pelo prefeito Fernando Haddad, no Natal de 2013/Folha de SP

foto:Terreno ao lado do Teatro Oficina, objeto da cobiça do Grupo Sílvio Santos que intenciona construir um shopping center. O Teatro Oficina luta para mantê-lo livre e desimpedido para completar o projeto arquitetônico de Lina Bo Bardi da Universidade Antropófaga do Bixiga/Folha de SP

foto:Teatro Oficina

Parque Augusta Sem Prédios foi incluído no mapeamento dos remanescentes de Mata Atlântica no Município de São Paulo e é um dos produtos do Plano Municipal da Mata Atlântica de SP que configura-se como elemento obrigatório do Plano conforme o artigo 43 do Decreto Federal 6.620/2008. O Parque Augusta sem Prédios é a última área verde do centro da Cidade de São Paulo, e apesar da sanção da lei 15.941 pelo prefeito Fernando Haddad, em dezembro de 2013, segue fechado, abandonado, ocioso e ameaçado pela construção de prédios da especulação imobiliária, que financia campanhas político partidárias e pautam o planejamento urbano das cidades de  todo o Brasil. 

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/pmma/index.php?p=219941

foto:Vista aérea do Parque Augusta sem Prédios, um oásis no centro da cidade de São Paulo/Folha de SP/UOL
foto:Intervenção Parque Augusta durante apresentação da banda pernambucana Mombojó/Rollling Stones

Parque Augusta sem Prédios foi tema de debate sobre a Reinvenção do Espaço Urbano ocorrido em 04 de julho de 2016, com a participação do diretor da Escola de Governo e pesquisador da Rede Nossa São Paulo, Américo Sampaio, e do jornalista idealizador do site Catraca Livre, Gilberto Dimenstein. Osdebatedores foram unânimes em afirmar a importância do Parque Augusta sem Prédios para o Direito à Cidade, para a Democracia e para o Meio Ambiente e a Saúde Pública da cidade de São Paulo.O Parque Augusta sem Prédios é a última área verde do centro da Cidade de São Paulo, e apesar da sanção da lei 15.941 pelo prefeito Fernando Haddad, em dezembro de 2013, segue fechado, abandonado, ocioso e ameaçado pela construção de prédios da especulação imobiliária, que financia campanhas político partidárias e pautam o planejamento urbano das cidades de  todo o Brasil.

 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Arquivo Grupo do Bem Estar e da Felicidade


 foto:Site Catraca Livre
foto:Roberto Santos

foto:Heber Biella
Assista o vídeo e confira a intervenção em defesa do Parque Augusta Sem Prédios em -19:45 minutos:
https://www.facebook.com/radiocbn/videos/1138167052896338/

Parque Augusta Sem Prédios marcou Presença e foi reivindicado durante a Celebração do Dia Mundial do Skate, que acontece todo dia 21 de junho,mas que em São Paulo, reuniu praticantes de Skate de todas as idades e regiões da cidade no dia 26 de junho, na Avenida Paulista , no Minhocão e  na Praça Roosevelt.O Parque Augusta é a última área verde do centro da cidade de São Paulo e apesar da sanção da lei 15.941 pelo prefeito Fernando Haddad(Candidato à Reeleição em 2016) no Natal de 2013, está fechado, abandonado, ocioso e ameaçado pela construção de prédios da especulação imobiliária.A Luta pelo Parque Augusta Sem Prédios existe há mais de 40 anos e se intensificou nas jornadas de Junho de 2013.


 foto:Heber Biella
 foto:David MachFee/Estadão Conteúdo
 foto:Marco Ambrosio/Estadão Conteúdo
 foto:Renato Cerqueira/Estadão Conteúdo
foto:Uriel Punk/Estadão Conteúdo


Rapper Criolo manifestou-se favorável a criação do Parque Augusta sem Prédios . O Parque Augusta é a última área verde da cidade de São Paulo e apesar dalei 15.941, sancionada pelo prefeito Fernando Haddad, segue fechado, abandonado,ocioso e ameaçado pela construção de prédios da especulação imobiliária. O Ministério Público do Estado de São Paulo exige que o terreno de 25 mil metros quadrados do Parque Augusta seja aberto à população e que as construtoras proprietárias paguem multas que chegam a cerca de R$ 400 milhões em virtude do fechamento indevido do Parque Augusta desde 29 de dezembro de 2013.A Luta pelo Parque Augusta sem Prédios se arrasta desde a década de 70 do século 20,quando a sede do Colégio Des Oiseaux foi destruída. O terreno do Parque Augusta já abrigou o colégio Equipe e a tenda do Projeto SP, lançadora de inúmeras bandas de música brasileiras na década de 80.A População Paulistana é a grande responsável pela preservação do terreno do Parque Augusta das tentativas de construção por parte da especulação imobiliária.

foto:Rapper Criolo dá seu recado na Rua Augusta, em São Paulo, em defesa da última área verde do centro da cidade de São Paulo, ameaçada pela especulação imobiliária/Heber Biella

foto:Criolo/Catraca Livre

Criolo tem se posicionado nos últimos tempos em relação à defesa da Educação Pública de Qualidade, contra a Máfia da Merenda Escolar e a favor das Ocupações da Escolas Estaduais de São Paulo pelos estudantes secundaristas.Criolo também questionou o governo federal  Interino de Michel Temer e o afastamento da Presidenta Dilma Roussef.

 foto:Apresentação de Criolo durante Festival das Ocupações dos Estudantes Secundaristas de SP contra o projeto de Reorganização imposta pelo governo do estado de SP/Reprodução Internet



Parque Augusta teve mais uma Audiência de Conciliação promovida pela 13 Vara da Fazenda Pública da Justiça de São Paulo em 16 de junho de 2016, sem resultados concretosNova audiência foi  agendada para 22 de agosto de 2016. A Última área verde do centro da Cidade de São Paulo continua fechada, abandonada, ociosa e ameaçada pela construção de prédios da especulação imobiliária, apesar da lei 15.941, sancionada pelo prefeitoFernando Haddad no Natal de 2013. Ministério Público do Estado de São Paulo exige que construtoras paguem multas em virtude do fechamento indevido do Parque Augusta desde 29 de dezembro de 2013. 

foto:Intervenção Parque Augusta Sem Prédios em frente ao Prédio da Prefeitura de São Paulo, Viaduto do Chá/Heber Biella

foto:Ato de Ativistas Ambientalistas do Movimento Parque Augusta Sem Prédios e da Rede Novos Parques SP em 04/03/2015/Estadão

foto:Primeira de Reunião de Conciliação Parque Augusta em 20/05/2016/Heber Biella

foto:Intervenção Parque Augusta Sem Prédios em frente ao Fórum Hely Lopes Meirelles, sede da audiência de conciliação sobre o impasse do Parque Augusta/DAF
foto:Intervenção Parque Augusta Sem Prédios na Parada LGBT #ChegaDeTransfobia/Taís Brito

foto:Intervenção com Ampliação da Edição de 24 de dezembro de 2013 do Diário Oficial da Cidade de São Paulo que traz a sanção da Lei 15.941 pelo prefeito Fernando Haddad e que trata da criação do Parque Municipal Augusta/Heber Biella

Movimento Parque Augusta Sem Prédios e Rede Novos Parques SP organizaram Encontro Área Verde Para Todos em 11/06/2016 das 14 às 18 hs no Sesc Consolação. Presença da Rede Novos Parques SP, Organismo Parque Augusta, Sociedade e Amigos e Moradores de Cerqueira César, Grupo do Bem Estar e da Felicidade, Mediação de Kazuo Nakano, arquiteto e urbanista do Instituto Pólis.Ao final, uma aglutinação de afetos, talentos e sobretudo vontades a serviço daDemocracia e da Sustentabilidade.


  foto:Lígia DaMineli

 
  foto:Lígia DaMineli
  foto:Lígia DaMineli
  foto:Lígia DaMineli
 foto:Lígia DaMineli

 O Parque Augusta é a Última Área Verde do Centro da Cidade de São Paulo e está ameaçada pela construção de prédios apesar da sanção da Lei 15.941 pelo prefeito Fernando Haddad, no Natal de 2013.
A Rede Novos Parques SP é coletivo  que foi criado para defender a preservação e criação de Áreas verdes a partir do Primeiro Ato em Defesa dos Parques Ameaçados de São Paulo, ocorrido em 31 de março de 2014.

foto:Intervenção ÁguÁrvore na Rua Augusta em Frente ao Parque Augusta/Marcelo Jah Jah
foto:Visão Aérea do Parque Augusta(Perspectiva da Rua Marquês de Paranaguá, travessa entre Rua Augusta e Rua da Consolação), cercado pelo concreto dos arranha céus de São Paulo/Folha de SP

foto:Olhe Os Muros

O Movimento Parugusta sem Prédios fez Piquenique no Asfalto e Intervenção OcuP.A.Ócio na Rua Augusta no Dia Mundial do Meio Ambiente, 05 de junho de 2016, das 14 às 18 hs. O Grupo do Bem Estar e da Felicidade realizou Oficina de Alimentação Viva das 15:30 hs às 16:30 hs, do dia 05/06/2016, na Sorveteria Soroko, fiel parceiro do Movimento Parque Augusta Sem Prédios.A Receita foi a de um delicioso e saudável Leite da Terra, apenas com ingredientes orgânicos. O Parque Augusta é a última área verde do centro da cidade de São Paulo e está ameaçada pela construção de prédios de luxo da especulação imobiliária apesar da sanção da lei 15.941 pelo Prefeito Fernando Haddad, no Natal de 2013.

fotos abaixo: Heber Biella

foto:O Rapper Criolo, ativista Parque Augusta sem Prédios na luta pela preservação da última área verde do centro da cidade de SP/Heber Biella











 










fotos abaixo:Lilian Ciola

 















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fotos abaixo:Heber Biella
foto:Heber Biella
 foto:Encerramento do Piquenique Parque Augusta Sem Prédios em 2015/Reprodução FB Parque Augusta
 foto:Oficina de Suco Verde do Grupo do Bem Estar e da Felicidade em abril de 2014


 foto:Oficina de Alimentação Viva do Grupo do Bem Estar e da Felicidade na Inauguração Popular do Parque Augusta em novembro de 2013/Reprodução FB PA

foto:Piquenique Parque Augusta Sem Prédios em junho de 2015 na Rua Augusta/Reprodução FB
foto:Reprodução FB Parque Augusta
foto:Intervenção DAF em defesa do Parque Augusta sem Prédios, última área verde do centro da cidade de São Paulo na xx Parada LGBT, avenidad Paulista/Plinio Narita

https://www.facebook.com/events/1189422271088984/

20 Parada do Orgulho GLBT aconteceu em São Paulo no Dia 29 de maio de 2016, à partir da Avenida Paulista às 10 hs e seguiu em direção ao centro da cidade de São Paulo.O Movimento Parque AugustaSem Prédios, na luta pela defesa da última área verde do centro da cidade de São Paulo e solidário à campanha #ChegadeTransfobia participou e divulgou o evento, na esperança de compartilhar a tolerância e o respeito à Diversidade.

http://paradasp.org.br/

 foto:Heber Biella
foto:Eliezer Silva

 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella

foto:Heber Biella

No dia 20 de maio de 2016, durante a reinauguração do Palacete Tereza Toledo Lara, que abrigará a Casa de Francisca, houve intervenções do Movimento Parque Augusta sem Prédios e da Rede Novos Parques SPe do Movimento Cadê a Merenda?. A Virada Cultural 2016 começou com uma noite chuvosa e fria regada pelas vozes de Marcelo Pretto, Ná e Dante Ozetti.

foto:Intervenção DAF durante apresentação de Ná e Dante Ozetti e de Marcelo Pretto na Virada Cultural 2016 em SP, reinauguração do Palacete Tereza Toledo Lara/Heber Biella
foto: apresentação de Ná e Dante Ozetti e de Marcelo Pretto na Virada Cultural 2016 em SP, reinauguração do Palacete Tereza Toledo Lara/Heber Biella
foto:AdrianoVisoni/Uol
foto:Intervenção DAF durante apresentação de Ná e Dante Ozetti e de Marcelo Pretto na Virada Cultural 2016 em SP, reinauguração do Palacete Tereza Toledo Lara/Heber Biella

foto:Intervenção DAF durante apresentação de Ná e Dante Ozetti e de Marcelo Pretto na Virada Cultural 2016 em SP, reinauguração do Palacete Tereza Toledo Lara/Heber Biella
foto:Giovanna Kas

A Virada Cultural 2016 acontece na cidade de São Paulo entre os dias 20 e 22 de maio. Na programação, muitas atrações e  intervenções em defesa do Parque Augusta Sem Prédios, última área verde do centro da cidade de São Paulo, ameaçada pela construção de prédios da especulação imobiliária, tradicionalmente ligada ao financiamento das campanhas político-partidárias.

http://www.viradacultural.prefeitura.sp.gov.br/

foto:Tulipa Ruiz na Virada Cultural 2014, canta a Ordem das Árvores com Parangolé Parque Augusta Sem Prédios/Rolling Stones

foto:Tulipa Ruiz na Virada Cultural 2014, canta a Ordem das Árvores com Parangolé Parque Augusta Sem Prédios/Último Segundo


foto:Intervenção Parque Augusta Sem Prédios na Virada Cultural 2015, Palco Coral no Teatro Municipal/Reprodução Internet

foto:Intervenção Parque Augusta Sem Prédios na Virada Cultural 2015, Palco Teatro no Copan /Reprodução Internet
O Prefeito Fernando Haddad ouviu o Clamor Popular com a Reivindicação do Parque Augusta Sem Prédios, durante a apresentação de Stanley Jordan na Virada Cultural 2014:

Parque Augusta Sem Prédios pode ser aberto após audiência pública 
de conciliação entre Prefeitura de São Paulo, Empreiteiras, Ministério Público de SP e Ativistas Ambientalistas em 19 de maio de 2016.O Ministério Público do Estado de São Paulo exige a devolução do terreno à cidade de São Paulo além do pagamento de multa de R$ 500 mil por dia de fechamento irregular do Parque Augusta o que resultaria num montante de cerca de R$ 400 milhões, mais que suficientes para a desapropriação da área e provocadoras de passivo a ser pago a Prefeitura de São Paulo. Apesar de não ter havido uma conclusão, nova audiência pública foi marcada para 16 de junho, e a Prefeitura de São Paulo e as empreiteiras parecem caminhar para um entendimento para viabilizar o Parque Augusta Sem Prédios, cumprindo finalmente a lei 15.941, sancionada pelo Prefeito Fernando Haddad em dezembro de 2013.

foto:Ativistas Parque Augusta Sem Prédios na audiência de Conciliação promovida pela Justiça de SP, Ministério de SP entre Ativistas pró Parque Augusta Sem Prédios, Prefeitura de SP e Empreiteiras proprietárias em 19/05/2016/Heber Biella
Assine a petição pública para exigir a abertura do Parque Augusta sem Prédios Já!



http://parqueaugusta.minhasampa.org.br/

O Parque Augusta é a última área verde do centro da Cidade de São Paulo e segue fechada, abandonada e ociosa(além de ameaçada pela construção de prédios por empreiteiras financiadores de campanhas político-partidárias), apesar da Sanção da Lei 15.941(que dispõe sobre a criação  do Parque Municipal Augusta) no Natal de 2013 pelo Prefeito Fernando Haddad, candidato à reeleição.

foto:Heber Biella
No dia 15 de maio de 2016,  houve intervenções para defender o Parque Augusta sem Prédios(última área verde do centro da cidade de SP), o Veganismo e aCPI da Merenda(que investigará o desvio de dinheiro público por membros do Governo do Estado de SP para aquisição da merenda escolar superfaturada). Estas intervenções se somaram a milhares realizadas por ativistas do mundo inteiro, exigindo Democracia Real

#15M #GlobalDebout





fotos acima: Heber Biella

fotos acima: Associação Natureza em Forma

Grafites Denunciam Ameaça de Destruição do Parque Augusta, última área verde do centro da Cidade de São Paulo, apesar da sanção da Lei 15.941 pelo prefeito Fernando Haddad, em dezembro de 2013. Empreiteiras, associadas historicamente ao financiamento das campanhas político-partidárias intencionam construir prédios no terreno de 25 mil metros quadrados, preservados pelo população paulistana, nos últimos 40 anos.

foto:DAF

foto:Artur Capiani


Arquiteto e Urbanista Gustavo Galassi, ativista da Rede Novos Parques SP e do Movimento Parque Augusta sem Prédios faleceu prematuramente em maio de 2016. Gustavo Galassi defendia intransigentemente as poucas áreas verdes de São Paulo como o Parque Augusta e o Parque dos Búfalos por entender que há inúmeros espaços construídos ociosos que podem e devem ser destinados a sua função social. O Parque Augusta é a última área verde da Cidade de São Paulo e está ameaçada pela especulação imobiliária e pela omissão da Prefeitura de São Paulo, apesar  da sanção da Lei 15.941 no Natal de 2013, pelo Prefeito Fernando Haddad.

foto:Arquiteto e Urbanista Gustavo Galassi/Reprodução FB

foto:Cópia Ampliada da Sanção da Lei 15.941 pelo prefeito Fernando Haddad, no Natal de 2013,publicada no Diário Oficial do Município/Intervenção DAF afixado no Portão(Rua Caio Prado) do Parque Augusta, antes da instalação de tapumes/Crédito da Foto:Heber Biella

Vídeo de Singela Homenagem à Gustavo Galassi: