GRUPO DO BEM ESTAR E DA FELICIDADE -
Pessoas que se Encontram para colocar a ARTE Emancipatória, a CIÊNCIA HUMANISTA(com ênfase na Educação Popular), a ESPIRITUALIDADE ecumênica não doutrinária inserida na Cultura de PAZ e de Não Violência e a CIDADANIA Ampliada a serviço do BEM ESTAR e da FELICIDADE.
No dia 21 de agosto de 2018, a Prefeitura de SP lançou o edital de concessão do terminal de ônibus Princesa Isabel, no bairro da Luz, região central, à iniciativa privada.A Abertura dos envelopes da concessão está prevista para o dia 18 de outubro de 2018.O contrato é de R$ 132,5 milhões e a empresa ou consórcio ganhador da licitação tem o direito de explorar comercialmente o local e a erguer edificações.
No dia 16 de agosto de 2018, haveria a abertura de envelopes de empresas interessadas em administrar o Estádio do Pacaembu pelos próximos 35 anos. O Tribunal de Contas do Município de São Paulo, suspendeu o processo, em decisão plenária, por 3 votos a 1.A Associação Viva Pacaembu, que reúne moradores e amigos do bairro, tenta na justiça, impedir o evento.A Viva Pacaembu afirma que a concessão do estádio tombado permitirá a construção de prédio no local em que está o tobogã e a realização de eventos barulhentos que prejudicarão o silêncio e qualidade de vida do bairro residencial do Pacaembu.O Edital de concessão abranque o estádio e o clube, mas não envolve a Praça Charles Miller e o Museu do Futebol, que pertence ao Governo do Estado de SP.O Lance mínimo para a concessão do Pacaembu é de R$ 37 milhões. Atualmente, segundo a Prefeitura de Sâo Paulo o Pacaembu tem despesas de R$ 8,3 milhões contra renda de apenas R$ 2,3 milhões.A Prefeitura de SP garante que o clube do Pacaembu permanecerá gratuito.As empresas interessadas no Pacaembu são do ramo educacional, hoteleiro,esportivo e imobiliário.Exite uma lista de equipamentos públicos que a prefeitura de São Paulo pretende conceder à iniciativa privada ou privatizar como 106 parques,incluindo o Parque do Ibirapuera, o Mercado Municipal de Santo Amaro, 27 terminais de ônibus, 22 cemitérios e 1 crematório, o Autódromo de Interlagos, a Gestão do Bilhete Único, o complexo do Anhembi/Sambódromo.
foto:Sapere Aude A Câmara Municipal de São Paulo foi ocupada em 09 de agosto de 2017, por estudantes e movimentos sociais contrários aoplano de desestatizações e privatizações proposto pela gestão João Dória Jr.(PSDB-SP) e defensores da revogação da restrição do passe livre estudantil, determinada pela prefeitura de São Paulo em 08 de julho de 2017 e vigente a partir de 1 de agosto de 2017.
foto:Reprodução Internet
foto:Reprodução Internet
foto:Reprodução Internet
Os manifestantes querem a suspensão dos projetos de lei 364(privatização do estádio do Pacaembu), 367(privatizações de vários equipamentos públicos como praças, parques, cemitérios municipais, serviço funerário municipal, bilhete único etc...) e o 404(venda de imóveis municipais iguais ou inferiores a 10 mil metros quadrados.
foto:Estádio do Pacaembu/Reprodução Internet
foto:parque do Ibirapuera/Reprodução Internet
foto:Terminal Bandeira/Reprodução Internet
O Presidente da Câmara Municipal de SP, vereador Milton Leite(DEM-SP) não quis negociar com os manifestantes e determinou repressão por parte da Guarda Civil Municipal que chegou a detonar uma bomba de gás lacrimogêneo no parlamento municipal.
foto:Prefeito João Doria Jr.(PSDB-SP) e presidente da Câmara municipal de SP, Vereador Milton Leite (DEM-SP)/Reprodução Internet Em 01 de agosto de 2017, cerca de 2 mil manifestantes se concentraram em frente á Câmara Municipal de São Paulo contra o plano desestatizações e privatizações proposto pela gestão João Dória Jr.(PSDB-SP) o que provocou o cancelamento da sessão legislativa.
foto:Reprodução Internet No dia 10 de agosto de 2017, a 13 Vara da Fazenda Pública da Justiça de São Paulo expediu liminar concedendo prazo de até 5 dias para a desocupação pacífica da Câmara Municipal de São Paulo. A Presidência da Câmara solicitou que a procuradoria da mesma entrasse com recurso junto ao Tribunal de Justiça de SP por entender que o prazo de 05 dias prejudica o andamento dos trabalhos da Câmara Municipal.
foto:Estadão
No dia 15 de agosto de 2017, a Prefeitura de São Paulo anunciou que vai convidar empresas para administrarem por 30 anos quase todos os terminais de ônibus da cidade.A Prefeitura de SP informou que os espaços públicos podem ser convertidos, nos pisos superiores em prédios residenciais e comerciais durante o período de concessão de 30 anos. Os Terminais Capelinha e Campo Limpo na Zona Sul e Princesa Isabel no Centro seriam usados como pilotos. A Medida precisa ser aprovada pelo plenário da Câmara Municipal de São Paulo.
foto:Portal G1 Vereadores do mesmo partido do prefeito João Dória Jr.(PSDB-SP), como Patrícia Bezerra e Mario Covas Neto, se opõe ao plano de desestatizações. Patrícia sugere plebiscito para que a população de São Paulo possa decidir sobre a matéria e Covas Neto afirma que o projeto tramitou de forma irregular na Câmara Municipal de SP, incentivado pelo presidente da Câmara Municipal de SP, Milton Leite(DEM-SP) e desafeto de Covas Neto. O filho do ex-governador tucano Mário Covas entrou com um mandado de segurança contra a matéria no Tribunal de Justiça alegando irregularidades em relação ao regimento da Câmara Municipal onde deveria ter sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça(CCJ),presidida por ele,Covas Neto, antes da aprovação no Congresso de Líderes, manobra utilizada por Milton Leite para aprovar o pacote de privatizações de Doria antes do recesso parlamentar de julho de 2017.
foto:Vereadora de SP Patrícia Bezerra(PSDB-SP)/Reprodução Internet
foto:Vereador de SP Mário Covas Neto(PSDB-SP)/Reprodução Internet No dia 19 de setembro de 2017, o Movimento Parque Augusta sem Prédios, a Rede Novos Parques SP e o Fórum Social de SP realizaram intervenção em defesa do Plebiscito para consultar a população de SP sobre o Projeto de Desestatizações imposto pela prefeitura de São Paulo.
foto:Nacho Lemus
foto:Heber Biella No dia 22 de setembro de 2017, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou o pacote de concessões de equipamentos públicos a iniciativa privada proposto pela gestão João Dória Jr.(PSDB-SP) por 38 votos favoráveis e 13 contrários. Praças, Parques, o Mercado Municipal De SP da Cantareira, o Mercado Municipal Kinjo Yamato, a gestão do Bilhete Único, os Terminais de ônibus, o serviço de guincho municipal o pátio de veículos serão concedidos à empresas.
foto:Bruna
foto:DAF No dia 26 de setembro de 2017, a Prefeitura de SP apresentou seu plano de revitalização da região central de SP realizado pelo urbanista Jaime Lerner, ex-prefeito de Curitiba, e encomendado e pago Sindicato da Habitação de São Paulo (SECOVI). O Projeto, batizado de Centro Novo, prevê a utilização de linhas de Veículos Leves sobre Pneus(VLPs), transformação de ruas em calçadões exclusivos para pedestres, verticalização e adensamento populacional em eixos como a Avenida Rio Branco além de polos de economia criativa. A Prefeitura de SP prevê a implantação de todo o projeto em 8 anos com financiamento de bancos privados e do futuro fundo mobiliário a ser constituído pela venda de imóveis municipais, se aprovada pela Câmara Municipal de SP, no contexto do Plano de Desestatizações, em tramitação.A Secretária de Licenciamento da Prefeitura de SP, Heloísa Proença, disse que deverá haver alterações da Operação Urbana Centro, para realização do Projeto Centro Novo.
foto:Reprodução Internet No dia 27 de setembro de 2017 a Câmara Municipal de SP aprovou a privatização da SP Turis e o Anhembi por 37 votos favoráveis por 9 contrários, após concessões à bancada evangélica, que conseguiu ampliar a utilização do Anhembi e o Sambódromo para eventos religiosos. No dia 05 de dezembro de 2017, a Câmara Municipal de SP aprovou, em segunda votação, (por 34 votos favoráveis e 11 contra, 3 abstenções) a privatização do complexo do Anhembi e da SPTuris. 75 dias do equipamento deverão ser reservados para eventos religiosos(mediante remuneração) e para o Carnaval da Liga Das Escolas de Samba de SP(Gratuitos);Câmara deve aprovar outro projeto de lei que altere a lei do Zoneamento para que a privatização do Anhembi possa ser efetiva.
No dia 02 de agosto de 2017, o Movimento Parque Augusta sem Prédios participou de mais uma audiência de conciliação no Fórum Hely Lopes Meirelles, no centro da cidade de São Paulo, entre as proprietárias do terreno de 24 mil metros do Parque Augusta, representantes da prefeitura de SP e Promotores do Ministério Público do Estado de SP.
foto:Heber Biella
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A juíza Maria Gabriela Spaolonzi da 13 vara da fazenda pública, responsável pela audiência de conciliação, decidiu que há necessidade de maior transparência em relação ao potencial acordo a ser realizado entre Ministério Público do Estado de São Paulo, proprietários do terreno e prefeitura de São Paulo e participação da população de Sâo Paulo e definiu um prazo de 10 dias para novas manifestações do Ministério Público e da Justiça.
O Movimento Parque Augusta sem Prédios luta pela criação de outras áreas verdes na cidade de São Paulo através da Rede Novos Parques como o Parque dos Búfalos, o Parque da Fonte do Morro do Querosene, o Parque da Vila Ema, o Parque da Mooca, o Parque Linear do Córrego da Água Preta, a praça da Nascente entre outros.O Movimento Parque Augusta sem Prédios questiona também o plano de Desestatizações proposto pela gestão Dória(PSDB-SP) em virtude da ausência de transparência e debate popular além da necessidade de plebiscito para verificar se a maioria dos cidadãos e cidadãs de São Paulo concorda com a privatização e a concessão de ativos públicos como o estádio do Pacaembu, o autódromo de Interlagos, o sambódromo do Anhembi, os parques e as praças de SP, os terminais de ônibus, o Bilhete Único, o serviço funerário municipal, os cemitérios municipais...
foto:Rafael Arbex/Estadão
O Parque Augusta sem Prédios é a última área verde do centro da cidade de São Paulo e está ameaçado , há 40 anos, pela especulação imobiliária apesar da sanção da lei 15.941 pelo ex-prefeito Fernando Haddad(PT-SP), no Natal de 2013.
foto:Olhe Os Muros
#ParqueAugusta #CanteiroVivo #Fórum Comunitário #ParqueProcesso #AberturaImediata : Parque Augusta Canteiro Vivo - Fórum Comunitário - abertura 04 de julho de 2017, Matilha Cultural, 19 hs, Rua Rego Freitas, 542, centro de São Paulo. O Movimento Parque Augusta sem Prédios continua a defender o Direito à Cidade na maior metrópole da América Latina, no momento em que ocorre a aprovação da concessão do Estádio Municipal do Pacaembu à iniciativa privada em primeira votação pelo plenário da Câmara Municipal de São Paulo no dia 28 de junho de 2017. Assim, é fundamental a realização de debate público sobre a maneira de exercer este inalienável direito de cidadania. O Parque Augusta sem Prédios é a última área verde do centro da cidade de São Paulo e está ameaçado pela especulação imobiliária há 40 anos apesar da sanção da lei municipal 15.941, no Natal de 2013, lei esta que prevê a criação do Parque Municipal Augusta no terreno de 25 mil metros quadrados encravados entre as Ruas Augusta, Rua Marquês de Paranaguá e Rua Caio Prado. O Movimento Parque Augusta sem Prédios defende permuta justa de terrenos entre Prefeitura de São Paulo e proprietários do terreno do Parque Augusta e a imediata abertura dos portões à população de Sâo Paulo.Participe e divulgue o Fórum Comunitário Parque Augusta sem Prédios:
Acesse o evento no Facebook: https://pt-br.facebook.com/events/1315536551895659/
foto:Heber Biella
foto:OPA
foto:OPA
No dia 04 de julho de 2017, o cinema da Matilha Cultural ficou pequeno para acomodar todas as pessoas que participaram da abertura do Fórum Comunitário Parque Augusta Sem Prédios. Houve ritual de energização e circulação de energia e de fluxo vital declamação de poesia de Thiago de Mello, falas de pesquisadores acadêmicos que tem o Movimento Parque Augusta sem Prédios como objeto de suas pesquisas, a atualização da luta em defesa da última área verde do centro da cidade de Sâo Paulo, a panorâmica do Fórum Comunitário Parque Augusta sem Prédios.
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No dia 06 de julho de 2017 houve a abertur a da exposição #ParqueProcesso na Tapera Taperá.
fotos acima:Luís Carlos
No dia 09 de julho de 2017, houve encontro da Rede Novos Parques na Matilha Cultural.
foto:Heber Biella
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No dia 10 de julho de 2017, houve a Oficina de Permacultura Parque Augusta sem Prédios.
foto:Heber Biella
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No dia 11 de julho de 2017, houve a conferência Ecologia Social do Fórum Comunitário Parque Augusta sem Prédios na Tapera Taperá.
foto:Heber Biella
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No dia 18 de julho houve a Conferência Ecologia Ambiental na Tapera Taperá.
foto:Heber Biella
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No dia 25 de julho de 2017, houve a conferência Ecologia Mental na Tapera Tapera.
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foto:Parque Augusta/Estadão Conteúdo
foto: DAF
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foto:DAF
#ParadaLGBT #ParqueAugusta #ParadaGay #EstadoLaico #MeioAmbiente #ParadaSP #Verde #SãoPaulo #Política - Movimento Parque Augusta sem Prédios marcou presença na 21 edição daParada do Orgulho LGBT em São Paulo, que teve como mote o Estado Laico, contra os fundamentalismos religiosos. A Parada de 2017 levou cerca de 3 milhões de pessoas, segundo os organizadores, às avenidas Paulista e Consolação, trajeto da tradicional passeata em direção ao Vale do Anhangabaú. Discursos políticos foram realizados em defesa das pautas dos movimentos LGBT e de eleições Diretas Já. No Brasil, em 2017, um assassinato de pessoa LGBT é realizado a cada 25 horas.O Parque Augusta sem Prédios é a última área verde do centro da cidade de São Paulo e está ameaçado pela especulação imobiliária, apesar da sanção da lei 15.941 no Natal de 2013. O Prefeito Eleito João Dória(PSDB-SP) afirmou antes das eleições que o Parque Augusta sem Prédios não seria prioritário em sua gestão apesar de ter indicado para a secretaria do Verde e do Meio Ambiente e para a liderança de governo na Câmara Municipal, os vereadores Gilberto Natalini(PV-SP) e Aurélio Nomura(PSDB-SP), respectivamente. Nomura e Natalini são autores da Lei 15.941, que estabelece a criação do Parque Municipal Augusta no terreno de 24 mil metros quadrados encravado entre as ruas Augusta, Caio Prado e Marquês de Paranaguá, no coração de São Paulo. O Movimento Parque Augusta sem Prédios entregou à prefeitura de São Paulo,projeto comunitário realizado ao longo do processo histórico de luta e mobilização que prevê umavocação mais contemplativa e de convivênciahumana em simbiose com a natureza e a auto gestão do Parque Augusta sem Prédios, realizando contraponto à idéia de gestão particular ou privada.
foto:DAF
foto:Heber Biella
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fotos:DAF
No dia 19 de maio de 2017, o Movimento Parque Augusta sem Prédios reuniu-se na Tapera Tapera para debater o Projeto Comunitário Parque Augusta sem Prédios a ser entregue a Prefeitura de São Paulo, de forma horizontal, orgânica, com autoria coletiva, respeitando o desejo da maioria: Parque Augusta sem Prédios, com infraestrutura e impermeabilização do solo mínimas, acessibilidade e auto gestão.O Parque Augusta sem Prédios é a última área verde do centro da cidade de São Paulo e está ameaçado pela especulação imobiliária apesar da sanção da lei 15.941, em dezembro de 2013.
foto:Intervenção Parque Augusta sem Prédios na Paulista Aberta, 15/06/2017/DAF
Abraço ao Parque Augusta: http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/33592-abraco-no-parque-augusta#foto-494868
foto:ArquivoGBE
O Projeto Comunitário do Parque Augusta sem Prédios é COLETIVO e elaborado ao longo do processo HISTóRICO, de forma Horizontal, colaborativa, sem autoriapersonalista.
fotos e vídeos abaixo: Heber Biella
foto:Luis Roberto Dias
foto:Luis Roberto Dias
No dia 28 de maio de 2017, o Movimento Parque Augusta realizou espetáculo gratuito de humor na calçada da Sorveteria Soroko, que fica na Rua Augusta, em frente à última área verde do centro da Cidade de São Paulo.Os humoristas Rafael Fanganiello Leandro Divera Michel Weber Anderson Lairton e Daniel Sartorio divertiram as pessoas e colocaram a comédia a serviço da cidadania. O Parque Augusta encontra-se fechado e ameaçado pela especulação imobiliária,apesar da sanção da lei 15.941 no Natal de 2013.
No dia 01 de junho de 2017 o OrganisMovimento Parque Augusta sem Prédios realizou mais um ciclo de aprimoramento vivo do Projeto Comunitário e Gestão Coletiva Parque Augusta na Tapera
Tapera.
fotos:Heber Biella
fotos:Arquivo GBE
foto:DAF https://www.tvgazeta.com.br/videos/avanca-dialogo-sobre-parque-augusta/ No dia 05 de junho de 2017, a secretaria do verde e do Meio Ambiente de SP anunciou que as proprietárias do terreno de 24 mil metros quadrados do Parque Augusta também serão responsáveis pelo projeto de implantação do mesmo. A princípio, as mesmas empresas intencionavam construir de 3 a 5 torres residenciais e comerciais no local e foram demovidas após forte pressão exercida pela opinião pública e pelos movimentos ativistas que lutam há 40 anos para a implantação do Parque Augusta sem Prédios. A Decisão da Prefeitura de São Paulo desconsidera o projeto comunitário apresentado pelo Movimento Ativista, maior responsável pela conquista da última área verde do centro da cidade de São Paulo e abre brechas para a exploração, pela iniciativa privada, de atividades comerciais no interior do terreno, o que pode exigir impermeabilização do solo e deturpação da principal vocação do Parque Augusta: contemplação da natureza e convivência entre seres humanos junto ao ambiente natural. No dia 04 de junho de 2017 o OrganisMovimento Parque Augusta sem Prédios concedeu entrevista à TV Gazeta de SP sobre o Projeto Comunitário Parque Augusta sem Prédios e sobre a AutoGestão Parque Augusta em que acontece a gestão comunitária participativa e direta da última área verde do centro da cidade de São Paulo.
foto:Heber Biella
foto:Heber Biella
fotos:Heber Biella
foto:Primeiro Ato em Defesa dos Parques Ameaçados de São Paulo, Criação da Rede Novos Parques, 31/03/2014/João Baptista Lago
foto:Movimento Parque Augusta na Parada LGBT, avenida Paulista, junho de 2015/arquivo GBE
foto:Abraço ao Parque Augusta sem Prédios por educadores e estudantes e seus familiares em SP, agosto de 2016/Heber Biella
foto:Parque Augusta Chá, 18/11/2013/João Baptista do Lago
foto:Assembléia Parque Augusta sem Prédios, novembro de 2013?
foto:Festival Direitos Humanos e Cidadania no Parque do Ibirapuera, dezembro de 2013/Tom Santos
foto: Marcha Mundial das Mulheres , 8 de março de 2017/DAF
foto:Intervenção Parque Augusta sem Prédios na Paulista Aberta em 15/06/2017/DAF
foto:Intervenção Parque Augusta sem Prédios na Praça do Porquinho do Parque do Ibirapuera em 16/06/2017//DAF
foto:Intervenção Parque Augusta sem Prédios na Paulista Aberta em 15/06/2017/DAF
foto:Intervenção Parque Augusta sem Prédios na Terraço verde Do Centro Cultural São Paulo, 16/06/2017/DAF
NOTA PÚBLICA MOVIMENTO PARQUE AUGUSTA (20/06/17)
• sobre o processo de viabilização do Projeto Comunitário
• sobre o processo da permuta de terrenos (entre prefeitura e construtoras proprietárias) que tornará o Parque Augusta 100% público
• anúncio da próxima reunião aberta
Sobre o processo de criação do Projeto Coletivo/Comunitário
O movimento Parque Augusta protocolou ontem (segunda-feira, 19/06) junto à Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA), o Estudo Preliminar do Projeto Comunitário do Parque Augusta. Juntamente aos desenhos técnicos, foi protocolado uma série de documentos elaborados pelo movimento que descrevem com detalhes o processo, em pleno desenvolvimento, de criação deste Projeto Comunitário. Este estudo preliminar já aponta para o desejo de um parque que seja um "precedente-semente" no que diz respeito à participação da comunidade na construção - e gestão - de espaços públicos da cidade. Com o material protocolado, o movimento enfatiza a importância de que o processo de construção coletiva não seja interrompido pela pressa/política institucional, justamente agora em que há fortes indícios de que finalmente o Parque Augusta será oficializado como 100% público.
Há pouco mais de um mês, logo após a sinalização de que a permuta dos terrenos poderia ocorrer, o movimento foi convidado pelo Ministério Público a dialogar com a Prefeitura com a proposta de desenvolver um projeto de implantação do parque, porém, essa proposta passou a se resumir ao mero encaminhamento de sugestões em um curtíssimo prazo, para que a própria prefeitura realizasse o "desenho oficial" do Parque Augusta. Entendemos que este cronograma proposto pela atual gestão (Prefeitura via SVMA) está interrompendo a possibilidade de participação efetiva da sociedade civil no processo daqui em diante. Sendo assim, o movimento enfatiza que não pode aceitar essa dinâmica acelerada de um processo tão importante para a comunidade, ainda mais neste momento crucial da luta. O rico processo comunitário e autônomo, responsável por fazer prevalecer a "função social da propriedade", deve ser respeitado.
Sobre a Permuta: a população exige transparência e uma troca justa de terrenos!
A oficialização da permuta dos terrenos não só viabilizará o Parque Augusta 100% público como é, também, a condição imposta pelo Ministério Público para que a Prefeitura possa utilizar uma verba equivalente à 25 milhões de dólares (desvios corruptos de Paulo Maluf que foi recuperada do exterior). Esta verba segue retida uma vez que, em 2015, um acordo foi firmado entre MP e o prefeito de então, determinando que este montante deveria ser utilizado prioritariamente para a compra do terreno do Parque Augusta e que, apenas após esgotadas as possibilidades disto acontecer, ou caso outra solução fosse encontrada (como é o caso atual da proposta de permuta), a quantia poderia ser liberada para outro uso.
O movimento Parque Augusta enfatiza que esta permuta deve levar em conta a indicação de que o terreno, no atual Plano Diretor Estratégico de São Paulo (lei municipal), é uma Zona Especial de Preservação Ambiental (ZEPAM). Isto significa dizer que a área passível de receber construções equivale a apenas 10% do terreno (aproximadamente 2.373 m² dos 23.733m² totais). Sendo assim, a troca por um terreno que extrapole esse potencial construtivo será mais um indício de conflito de interesses da atual gestão, o que não será aceito pela população. Vale ressaltar que a outra área pública a ser utilizada na permuta também deve estar em adequação ao zoneamento da cidade, livre de quaquer restrição ambiental, patrimonial e que não seja foco de disputa da comunidade pela preservação da sua função social.
O movimento já se posicionou junto ao MP exigindo que todo o processo seja publicizado de maneira urgente e transparente. Mas toda a pressão e fiscalização da população é pouca! É muito importante seguirmos todos atentos!
Veja entrevista do secretário de Negócios Jurídicos da Gestão Doria, advogado Anderson Pomini, sobre o Parque Augusta e outras temáticas:
No dia 21 de maio de 2017, durante Virada Culturalesvaziada em São Paulo após mudanças provocadas pelo prefeito João Dória Jr(PSDB-SP), e mesmo sob chuva implacável, houve caminhada entre o Parque Trianon na avenida Paulista, que sediava grande ato a favor das Eleições Diretas Já e a favor da renúncia do Presidente Michel Temer(PMDB-SP), flagrado cometendo obstrução de justiça e associação criminosa que foram revelados após a delação da JBS Friboi, o Parque Augusta, a Praça Roosevelt e com término no Teatro Oficina, em que aconteceu roda de conversa, e manifestações artísticas eespirituais de diversas correntes e forças em defesa do Direito à Democracia, à Diversidade e ao Direito àCidade.
fotos: Heber Biella
foto:Heber Biella
foto:Irene Di Sopra
foto:DAF
foto:Participação do Movimento Parque Augusta sem Prédios no Mamaço Mis pelo direito de Amamentação em Público em 2014, o que acarretou na lei municipal sancionada pela prefeitura de SP/Arquivo GBE
foto:Patrícia Gasparetti
foto:Patrícia Gasparetti
foto:VTSF
foto:VTSF
foto:DAF
foto:DAF
No dia 06 de agosto de 2017 houve a performance Parque Aquático Móvel Parque Augusta para revelar a insanidade do desenvolvimento urbano da cidade de São Paulo que desperdiça milhões de litros de água dos lençois freáticos nas sarjetas das ruas, em virtude do avanço da especulação imobiliária e do conluio desta com o poder público.
foto:OPA
foto:Heber Biella
foto:OPA
foto:Heber Biella
foto:Opa
No dia 07 de agosto de 2017, o Movimento Parque Augusta sem Prédios marcou presença na apresentação pública do Pré Projeto do Parque Augusta sem Prédios no Hotel Jaraguá, centro de SP.
O Movimento Parque Augusta sem Prédios questionou o local do encontro que poderia ter sido em equipamento público como a Biblioteca Mário de Andrade, a organização do evento que poderia ter sido a própria prefeitura de São Paulo ou a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, a imposição de um projeto de forma vertical e pouco participativa, e a ausência de itens de sustentabilidade hídrica e energética(elencados no projeto comunitário do Movimento Parque Augusta sem Prédios).
O Movimento Parque Augusta sem Prédios preconiza ainda a implantação da útlima área verde do centro da cidade de São Paulo, ameçada pela especulação imobiliária, apesar da sanção da lei 15.941, através de processo orgânico, participativo ao longo do tempo, com abertura imediata dos portões do Parque Augusta à população de São Paulo.
A implantação de banheiros públicos com chuveiros para a população em situação de rua, cozinha comunitária e realização de atividades de cura física e mental também estão arroladas entre as sugestões dos ativistas do Movimento Parque Augusta sem Prédios.
foto:Heber Biella
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No dia 11 de agosto de 2017, houve mais uma reunião entre o Movimento Parque Augusta sem Prédios, Sociedade de Moradores e Amigos de Cerqueira César, Comunidade de Pinheiros e o Ministério Público do Estado de São Paulo.
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No dia 12 de agosto de 2017, Movimento Parque Augusta sem Prédios marcou presença e exigiu Transparência, Participação e Justiça em todo o processo de viabilização da última área verde do centro da cidade de São Paulo no Festival da Cultura Coreana no bairro do Bom Retiro.
foto:DAF
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foto:André Gambini No dia 13 de agosto de 2017, o Movimento Parque Augusta sem Prédios marcou presença nos Parques da Água Branca e Villa Lobos, nas zonas centro oeste e oeste da cidade de São Paulo e centenas de pessoas manifestaram o desejo de que a última área verde do centro da cidade de São Paulo possa ser aberta à população de São Paulo, através do cumprimento da Lei 15.941, de dezembro de 2013, e de processo Transparente, Democrático, Justo e com Participação Popular.