#Mobilidade #Transporte #TransporteColetivo #TransportePúblico #ônibus #MobilidadeUrbana #SãoPaulo #Eleições2018 #Eleições #CidadeLinda #CâmaraMunicipalDeSP #Jornalismo #ParqueAugusta #Reportagem #Cidade #Urbanismo #TarifaZero #PasseLivre #DireitosSociais #PrefeituradeSP #TCM #TribunaldeContasDoMunicípio- No dia 20 de setembro de 2018, a Comissão de Constituição e Justiça(CCJ) da Câmara Municipal de São Paulo realizou audiência pública para discutir a constitucionalidade do projeto de licitação do transporte coletivo sobre rodas enviado pelo então prefeito de SP João Dória(PSDB-SP) e do substitutivo proposto pelo vereador Caio Miranda Carneiro(PSB-SP), ex-suplente do vereador Eliseu Gabriel(PSB-SP). Nenhum outro vereador compareceu, tampouco o secretário de Mobilidade e Transportes, João Octaviano e o presidente da SPTrans não estavam presentes.Serão necessárias mais cinco sessões da CCJ para que o projeto de lei da licitação dos ônibus em SP possa ir a plenário e se aprovado ser submetido a sanção o veto do prefeito da cidade, Bruno Covas(PSDB-SP).O Projeto de Lei 853 foi enviado à Câmara Municipal pelo ex-prefeito João Dória(PSDB-SP) em dezembro de 2017 com o objetivo de alterar a lei de concessão do sistema de transportes da capital paulista, modificando o modelo vigente instituído pela lei 13.241 de 2001. Entidades da sociedade civil como Rede Nossa São Paulo e IDEC apoiaram o PL 853 aprimorado pelo substitutivo do vereador Caio Miranda elencando algumas virtudes do mesmo: variação da remuneração das empresas em virtude de seu desempenho; possibilidade de participação de empresas estrangeiras na concorrência da licitação; contrato com prazos variando entre 5 e 25 anos, de acordo com estudos econômico-financeiros; divulgações mensais de índices de qualidade de transporte; planejamento de integração com outros modais de transporte, como trens, metrô, bicicletas e automóveis e pedestres; harmonização com o cronograma de renovação da frota para atendimento da lei 16.802 de janeiro de 2018 com o objetivo de reduzir a poluição atmosférica na cidade de SP; Os atrasos na licitação dos ônibus na cidade de SP custaram aos contribuintes cerca de R$ 30 bilhões, desde 2014. O Suficiente para realizar mais de 37,5 quilômetros de Metrô. No dia 18 de setembro de 2018, divulgação da Pesquisa Rede Nossa São Paulo/IBOPE revelaram que os maiores problemas do transporte coletivo para moradores e trabalhadores da cidade de São Paulo são a lotação dos veículos da frota e o preço da tarifa. fotos:Reprodução Internet No dia 12 de setembro de 2018 o conselheiro relator do edital de licitação de concessão dos ônibus em SP no TCM, Edson Simões, publica despachos, aceitando os questionamentos contra a legislação com os argumentos de que os prazos são muito extensos, a competição entre as empresas serem baixas e a remuneração das mesmas ser muito abusiva. No dia 04 de setembro de 2018, o TCM publica despacho do conselheiro relator Edson Simões mantendo a licitação dos ônibus suspensa em SP. Das 51 irregularidades, 36 não teriam sido resolvidas pela Prefeitura de SP, segundo o TCM.Quanto às improbidadas, 12 das 20 permanecem.Nenhuma das 19 recomendações foi seguida pela prefeitura de SP. No dia 30 de julho de 2018 a Prefeitura de SP protocola no TCM as respostas às 90 irregularidades apontadas pelo órgão no edital de licitação dos ônibus. No dia 20 de julho de 2018 o TCM indefere a prorrogação por mais 12 meses dos contratos de emergência entre Prefeitura de SP e empresas de ônibus.A Prefeitura de SP então firma contratos de emergência de 6 meses com as referidas empresas. No dia 18 de julho de 2018 o conselheiro do Tribunal de Contas do Município Edson Simões questiona a prorrogação dos contratos de emergência entre Prefeitura de SP e empresas. A Prefeitura de SP promete respostas. No dia 13 de julho de 2018, alegando atraso na licitação da concessão de ônibus, a Prefeitura de São Paulo prorroga por 12 meses os contratos emergenciais com as empresa de ônibus do subsistema estrutural(empresas que operam com ônibus maiores nos corredores);O reajuste de remuneração foi de 4,9%.A tolerância de 12 meses para ônibus que já completaram 10 anos contabilizados a partir do ano do modelo e não da fabricação foi mantida.A Prefeitura de São Paulo sob gestão de João Doria Jr.(PSDB-SP) terminou em 05 de março de 2018 o período de consulta pública sobre o processo licitatório do transporte público através de ônibus na cidade.A última mudança deste área em São Paulo aconteceu em 2003, na gestão da ex-prefeita Marta Suplicy(PMDB-SP), até então do PT-SP.Marta Suplicy enfrentou greve de motoristas e cobradores de ônibus, contrários às mudanças propostas, como Bilhete Único e Corredores Exclusivos de ônibus.Em 26/07/2016, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad(PT-SP) derrotado por Dória nas eleições municipais daquele ano, não realizou a licitação de renovação do transporte coletivo em São Paulo, mesmo após liberação por parte do Tribunal de Contas do Município de São Paulo, que analisou a proposta por 8 meses.A consultoria Ernst Young contratada na época por Haddad criticou o tempo de vigência dos contratos previstos na licitação, o não cumprimento de viagens programadas pelas empresas, margem de lucro de 18% para os empresários dos transportes, e irregularidades no pagamento de funcionários.A licitação é a mais cara realizada pela prefeitura de Sâo Paulo, deve custar R$ 66 bilhões aos cofres públicos municipais e sua vigência deve ser de no mínimo 20 anos, com prorrogação para mais 20 anos, se necessário e acordado.Segundo declarações do secretário municipal de Transportes Sérgio Avelleda, a prefeitura de Sâo Paulo pretende diminuir a quantidade de veículos e de linhas, mas aumentar a quantidade de assentos e de regiões cobertas pelo serviço de ônibus na cidade.Além disso, o novo desenho do transporte coletivo em São Paulo pretende criar veículos intermediários entre os ônibus locais que transitariam nos bairros e os ônibus estruturais biarticulados que circulariam nos corredores exclusivos ligando a periferia ao centro.Os ônibus regionais ligariam os bairros aos terminais de ônibus e estes aos corredores estruturais, diminuindo o tempo de viagem global, através da diminuição de congestionamento dos corredores estruturais pela diminuição da superposição de linhas e de itinerários.A Frota de ônibus de São Paulo deve cair de 13.603 para 12.667. 260 linhas serão unificadas, 710 mantidas e 283 alteradas.O número de linhas de ônibus deverá cair de 1.336 para 1.187.A Prefeitura de SP contudo espera aumentar o número de lugares para passageiros nos Ônibus dos atuais 1,033 milhões para 1,135 milhões.A Proposta contida no edital da licitação dos ônibus oferecido pela prefeitura de São Paulo aponta também para o aumento da frota do Serviço de atendimento aos passageiros com necessidades especiais, o Atende, de 428 para 500 veículos.A licitação prevê a escolha das empresas de transporte prestadores do serviço de mobilidade urbana através de ônibus, a comunicação visual dos terminais, paradas e veículos, a forma de pagamento pelos serviços(atualmente a prefeitura de São Paulo paga às empresas de transporte por passageiro transportado) e a reformulação do desenho das linhas.Existe proposta de pagamento através de cálculo mais complexo constituído por número de passageiros transportados, o custo das empresas, o cumprimento das viagens programadas, a opinião dos usuários do sistema e até a diminuição do número de acidentes.O número de baldeações numa viagem deve aumentar em torno de 4%.A Expectativa é de que o edital da nova licitação dos ônibus de São Paulo seja publicada em abril de 2018.Após a publicação do edital a Prefeitura de São Paulo tem até julho de 2018 para assinar os contratos com as empresas de ônibus antes do término dos contratos em vigência. O Tribunal de Contas do Município de São Paulo pode interromper o processo se provocado ou se desejar esclarecimentos. O prefeito de São Paulo João Dória Jr.(PSDB-SP) é pré candidato do seu partido ao governo do estado de São Paulo, nas eleições 2018 e deve se desligar da prefeitura de São Paulo até abril, quando assumiria seu vice, Bruno Covas(PSDB-SP).A Notícia do fim de linhas tradicionais como a 477P Ipiranga-Rio Pequeno, 875-A Aeroporto Perdizes, 856-R Socorro-Lapa provocou críticas e protestos nas redes sociais. O Secretário Municipal de Transportes Sérgio Avelleda afirmou que as mudanças devem acontecer cerca de 6 meses após a assinatura dos contratos e que podem ser revertidas e alteradas durante os 20 anos de vigência.Outra crítica importante é o aumento do número de passageiros por metro quadrado de ônibus que deverá aumentar de 5 para 6, aumentando a sensação de sufoco das pessoas dentros dos veículos, quando lotados.A meta de criação de Centro de Controle Operacional, nos mesmos moldes do que existe no Metrô, foi abandonada, o que gera críticas de alguns especialistas.As planilhas da SPTrans não oferecem a fidedignidade e a transparência para fiscalização e prestação de contas aos cidadãos e ao órgãos de controle.A avaliação dos usuários sobre a qualidade do transporte será feita pelo 156, pelo site da prefeitura de São Paulo e por institutos de pesquisas contratados para este fim, o que pode oferecer risco de manipulação dos resultados.O Grupo Ruas é dono da maior frota de ônibus do Brasil e também da encarroçadora CAIO possuindo uma vantagem incomparável sobre outros concorrentes, e aumentando a concentração econômica na prestação dos serviços.O Movimento Passe Livre, fundado em 2005 e protagonista de protestos gigantescos em São Paulo contra o aumento da tarifa do transporte coletivo e a favor da Tarifa Zero para todxs a partir de junho de 2013, questiona a falta de transparência dos contratos de remuneração das empresas prestadores de serviços de transporte por parte das prefeituras em todo o Brasil.

No dia 20 de setembro de 2018, a Comissão de Constituição e Justiça(CCJ) da Câmara Municipal de São Paulo realizou audiência pública para discutir a constitucionalidade do projeto de licitação do transporte coletivo sobre rodas enviado pelo então prefeito de SP João Dória(PSDB-SP) e do substitutivo proposto pelo vereador Caio Miranda Carneiro(PSB-SP), ex-suplente do vereador Eliseu Gabriel(PSB-SP).

foto:Reprodução Internet


Nenhum outro vereador compareceu, tampouco o secretário de Mobilidade e Transportes, João Octaviano e o presidente da SPTrans não estavam presentes.Serão necessárias mais cinco sessões da CCJ para que o projeto de lei da licitação dos ônibus em SP possa ir a plenário e se aprovado ser submetido a sanção o veto do prefeito da cidade, Bruno Covas(PSDB-SP).O Projeto de Lei 853 foi enviado à Câmara Municipal pelo ex-prefeito João Dória(PSDB-SP) em dezembro de 2017 com o objetivo de alterar a lei de concessão do sistema de transportes da capital paulista, modificando o modelo vigente instituído pela lei 13.241 de 2001.




Entidades da sociedade civil como Rede Nossa São Paulo e IDEC apoiaram o PL 853 aprimorado pelo substitutivo do vereador Caio Miranda elencando algumas virtudes do mesmo:

variação da remuneração das empresas em virtude de seu desempenho;
possibilidade de participação de empresas estrangeiras na concorrência da licitação;
contrato com prazos variando entre 5 e 25 anos, de acordo com estudos econômico-financeiros;
divulgações mensais de índices de qualidade de transporte;
planejamento de integração com outros modais de transporte, como trens, metrô, bicicletas e automóveis e pedestres;
harmonização com o cronograma de renovação da frota para atendimento da lei 16.802 de janeiro de 2018 com o objetivo de reduzir a poluição atmosférica na cidade de SP;

Os atrasos na licitação dos ônibus na cidade de SP custaram aos contribuintes cerca de R$ 30 bilhões, desde 2014. O Suficiente para realizar mais de 37,5 quilômetros de Metrô.



No dia 18 de setembro de 2018, divulgação da Pesquisa Rede Nossa São Paulo/IBOPE revelaram que os maiores problemas do transporte coletivo para moradores e trabalhadores da cidade de São Paulo são a lotação dos veículos da frota e o preço da tarifa.


fotos:Reprodução Internet


No dia 12 de setembro de 2018 o conselheiro relator do edital de licitação de concessão dos ônibus em SP no TCM, Edson Simões, publica despachos, aceitando os questionamentos contra a legislação com os argumentos de que os prazos são muito extensos, a competição entre as empresas serem baixas e a remuneração das  mesmas ser muito abusiva.



No dia 04 de setembro de 2018, o TCM publica despacho do conselheiro relator Edson Simões mantendo a licitação dos ônibus suspensa em SP. Das 51 irregularidades, 36 não teriam sido resolvidas pela Prefeitura de SP, segundo o TCM.Quanto às improbidadas, 12 das 20 permanecem.Nenhuma das 19 recomendações foi seguida pela prefeitura de SP.




No dia 30 de julho de 2018 a Prefeitura de SP protocola no TCM as respostas às 90 irregularidades apontadas pelo órgão no edital de licitação dos ônibus.



No dia 20 de julho de 2018 o TCM indefere a prorrogação por mais 12 meses dos contratos de emergência entre Prefeitura de SP e empresas de ônibus.A Prefeitura de SP então firma contratos de emergência de 6 meses com as referidas empresas.



No dia 18 de julho de 2018 o conselheiro do Tribunal de Contas do Município Edson Simões questiona a prorrogação dos contratos de emergência entre Prefeitura de SP e empresas. A Prefeitura de SP promete respostas.





No dia 13 de julho de 2018, alegando atraso na licitação da concessão de ônibus, a Prefeitura de São Paulo prorroga por 12 meses os contratos emergenciais com as empresa de ônibus do subsistema estrutural(empresas que operam com ônibus maiores nos corredores);O reajuste de remuneração foi de 4,9%.A tolerância de 12 meses para ônibus que já completaram 10 anos contabilizados a partir do ano do modelo e não da fabricação foi mantida.





No dia 08 de junho de 2018 o tribunal de contas do município(TCM) anunciou a suspensão do edital de licitação do transporte público da cidade de São Paulo para correção de 51 irregularidades e 20 impropriedades que já haviam sido denunciadas por entidades da sociedade civil que acompanham o processo como Rede Nossa São Paulo, Greenpeace, Instituto de Defesa do Consumidor(IDEC) e Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento(IPTD).O TCM realizou ainda 19 sugestões à Secretaria Municipal de Transportes e Mobilidade Urbana para aprimorar o edital de licitação do transporte público em SP.O TCM deu 15 dias de prazo para a manifestação da Prefeitura de SP.O TCM criticou sobretudo o valor astronômicos da remuneração das empresas de ônibus de SP e a baixa qualidade dos serviços prestados à população.


foto:Reprodução Internet

No dia 24 de abril de 2018, a Prefeitura de São Paulo lançou edital de licitação para contratar empresas de ônibus que prestarão serviços de transporte na maior cidade da América do Sul por 2 décadas.O valor dos contratos é de R$ 68 bilhões, o maior do mundo neste setor. Prevê a extinção de 146 linhas de ônibus.


foto:Reprodução Internet

A Prefeitura de São Paulo sob gestão de João Doria Jr.(PSDB-SP) terminou em 05 de março de 2018 o período de consulta pública sobre o processo licitatório do transporte público através de ônibus na cidade.

foto:reprodução Internet

A última mudança deste área em São Paulo aconteceu em 2003, na gestão da ex-prefeita Marta Suplicy(PMDB-SP), até então do PT-SP.

foto:Reprodução Internet

Marta Suplicy enfrentou greve de motoristas e cobradores de ônibus, contrários às mudanças propostas, como Bilhete Único e Corredores Exclusivos de ônibus.

foto:Reprodução Internet

Em 26/07/2016, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad(PT-SP) derrotado por Dória nas eleições municipais daquele ano, não realizou a licitação de renovação do transporte coletivo em São Paulo, mesmo após liberação por parte do Tribunal de Contas do Município de São Paulo, que analisou a proposta por 8 meses.A consultoria Ernst Young contratada na época por Haddad criticou o tempo de vigência dos contratos previstos na licitação, o não cumprimento de viagens programadas pelas empresasem 14%, margem de lucro de 18% para os empresários dos transportes, e irregularidades no pagamento de funcionários.A licitação é a mais cara realizada pela prefeitura de Sâo Paulo, deve custar R$ 66 bilhões aos cofres públicos municipais e sua vigência deve ser de no mínimo 20 anos, com prorrogação para mais 20 anos, se necessário e acordado.
 foto:Reprodução Internet


Segundo declarações do secretário municipal de Transportes Sérgio Avelleda, a prefeitura de São Paulo pretende diminuir a quantidade de veículos e de linhas, mas aumentar a quantidade de assentos e de regiões cobertas pelo serviço de ônibus na cidade.Além disso, o novo desenho do transporte coletivo em São Paulo pretende criar veículos intermediários entre os ônibus locais que transitariam nos bairros e os ônibus estruturais biarticulados que circulariam nos corredores exclusivos ligando a periferia ao centro.Os ônibus regionais ligariam os bairros aos terminais de ônibus e estes aos corredores estruturais, diminuindo o tempo de viagem global, através da diminuição de congestionamento dos corredores estruturais pela diminuição da superposição de linhas e de itinerários.A Frota de ônibus de São Paulo deve cair de 13.603 para 12.667. 260 linhas serão unificadas, 710 mantidas e 283 alteradas.O número de linhas de ônibus deverá cair de 1.336 para 1.187.A Prefeitura de SP contudo espera aumentar o número de lugares para passageiros nos Ônibus dos atuais 1,033 milhões para 1,135 milhões.A Proposta contida no edital da licitação dos ônibus oferecido pela prefeitura de São Paulo aponta também para o aumento da frota do Serviço de atendimento aos passageiros com necessidades especiais, o Atende, de 428 para 500 veículos. 



foto:Reprodução Internet


A licitação prevê a escolha das empresas de transporte prestadores do serviço de mobilidade urbana através de ônibus, a comunicação visual dos terminais, paradas e veículos, a forma de pagamento pelos serviços(atualmente a prefeitura de São Paulo paga às empresas de transporte por passageiro transportado) e a reformulação do desenho das linhas.Existe proposta de pagamento através de cálculo mais complexo constituído por número de passageiros transportados, o custo das empresas, o cumprimento das viagens programadas, a opinião dos usuários do sistema e até a diminuição do número de acidentes.O número de baldeações numa viagem deve aumentar em torno de 4%.A Expectativa é de que o edital da nova licitação dos ônibus de São Paulo seja publicada em abril de 2018.Após a publicação do edital a Prefeitura de São Paulo tem até julho de 2018 para assinar os contratos com as empresas de ônibus antes do término dos contratos em vigência. O Tribunal de Contas do Município de São Paulo pode interromper o processo se provocado ou se desejar esclarecimentos. O prefeito de São Paulo João Dória Jr.(PSDB-SP) é pré candidato do seu partido ao governo do estado de São Paulo, nas eleições 2018 e deve se desligar da prefeitura de São Paulo até abril, quando assumiria seu vice, Bruno Covas(PSDB-SP).

A Notícia do fim de linhas tradicionais como a 477P Ipiranga-Rio Pequeno, 875-A Aeroporto Perdizes, 856-R Socorro-Lapa provocou críticas e protestos nas redes sociais. O Secretário Municipal de Transportes Sérgio Avelleda afirmou que as mudanças devem acontecer cerca de 6 meses após a assinatura dos contratos e que podem ser revertidas e alteradas durante os 20 anos de vigência.Outra crítica importante é o aumento do número de passageiros por metro quadrado de ônibus que deverá aumentar de 5 para 6, aumentando a sensação de sufoco das pessoas dentros dos veículos, quando lotados.A meta de criação de Centro de Controle Operacional, nos mesmos moldes do que existe no Metrô, foi abandonada, o que gera críticas de alguns especialistas.As planilhas da SPTrans não oferecem a fidedignidade e a transparência para fiscalização e prestação de contas aos cidadãos e ao órgãos de controle.A avaliação dos usuários sobre a qualidade do transporte será feita pelo 156, pelo site da prefeitura de São Paulo e por institutos de pesquisas contratados para este fim, o que pode oferecer risco de manipulação dos resultados.



foto:Reprodução Internet

O Grupo José Ruas Vaz é dono da maior frota de ônibus do Brasil e de São Paulo(cerca de 50% da frota), emprega 30 mil funcionários  e também é proprietário das encarroçadoras CAIO e Busscar possuindo uma vantagem incomparável sobre outros concorrentes, e aumentando a concentração econômica na prestação dos serviços.

foto:Reprodução Internet

Junto com Belarmino Marta, do Grupo Belarmino, que abocanha outra fatia da frota paulistana e de outras cidades paulistas, Ruas Vaz possui vários concessionárias da Mercedes Benz que fornecem chassis de ônibus para as empresas e consórcios prestadores de serviços na capital paulista.
foto:Reprodução Internet

O Movimento Passe Livre, fundado em 2005 e protagonista de protestos gigantescos em São Paulo contra o aumento da tarifa do transporte coletivo e a favor da Tarifa Zero para todxs a partir de junho de 2013, questiona a falta de transparência dos contratos de remuneração das empresas prestadoras de serviços de transporte por parte das prefeituras em todo o Brasil.

#ParqueAugusta #Eleições2018 #PlanoDiretor #Urbanismo #Cidade #DireitoàCidade #MeioAmbiente #Zoneamento #UsoEOcupaçãoDoSolo #Sustentabilidade #33Bienal #FórumMundialDaÁgua #Clima #Ecologia #SaúdePública #RedeNovosParques - No dia 28 de fevereiro de 2018, o Movimento Parque Augusta sem Prédios e a Rede Novos Parques SP participaram da audiência pública de revisão da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo da Cidade de São Paulo proposta pela gestão do prefeito João Dória Jr (PSDB-SP), virtual pré candidato ao governo do estado de São Paulo nas eleições de 2018. O último Plano Diretor da Cidade de Sâo Paulo foi aprovado em julho de 2014 e realizou uma mudança conceitual que foi a de uma cidade mais compacta, com adensamento populacional ao longo dos eixos de transporte público e um fomento da produção de unidades habitacionais de interesse social em regiões dotadas de equipamentos públicos, notadamente mais centrais, além da preservação das áreas verdes e de interesse cultural.A Proposta de Revisão do Plano Diretor aponta para flexibilização de restrições impostas ao mercado da construção civil, como diminuição de cotas ambientais e aumento de gabarito dos edifícios, diminuição do valor da outorga onerosa, entre outras. O Parque Augusta sem Prédios é a última área verde do centro da cidade de Sâo Paulo e está fechado, ameaçado e ocioso, apesar da sanção da lei 15.941 no Natal de 2013 e das promessas do prefeito João Dória.Existem muitas outras áreas verdes ameaçadas pela especulação imobiliária em Sâo Paulo como o Parque do Bixiga, o Parque da Fonte, o Parque Barra Funda, o Parque da Vila Ema, o Parque da Mooca, o Parque Paiol Parelhereiros, o Parque do Peruche, o Parque da Nascente, o Parque Linear do Córrego da Água Preta, o Parque Linear do Caxingui....



foto:Gustavo Rocha Mello


foto>Reproduçao Internet






 foto:DAF


Movimento Parque Augusta sem Prédios e a Rede Novos Parques SP agradecem e parabenizam todas as mulheres do Brasil e do Planeta para a imensa contribuição ao processo civilizacional e reconhecem a gigantesca dívida que há de ser resgatada para alcançarmos a tão desejada igualdade de direitos e de oportunidade.No Brasil, uma mulher é estuprada a cada 11 segundos.Menos de 10% dos deputados é mulher. Mulheres ganham de 30 a 50 % menos que homens desempenhando mesmo trabalho e ocupando cargo similar.


foto:DAF


foto:Gustavo Rocha Mello


foto:Arquivo GBE


foto:Heber Biella

foto:Heber Biella

 foto:Arquivo GBE
foto:Arquivo GBE


  foto:Heber Biella
  foto:Heber Biella
  foto:Heber Biella


 foto:DAF

 foto:Pedro Pal
foto:Pedro Pal

 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
foto:DAF


foto:Arquivo GBE


foto:DAF



foto:Arquivo GBE
foto:Abílio Guerra/Vitruvius


foto:Heber Biella


foto:Heber Biella



foto:Reprodução Internet


foto:Heber Biella




 foto:Heber Biella
foto:DAF

No dia 28 de fevereiro de 2018, o Movimento Parque Augusta sem Prédios e a Rede Novos Parques SP participaram da audiência pública de revisão da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo da Cidade de São Paulo proposta pela gestão do prefeito João Dória Jr (PSDB-SP), virtual pré candidato ao governo do estado de São Paulo nas eleições de 2018. 


 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella

O último Plano Diretor da Cidade de Sâo Paulo foi aprovado em julho de 2014 e realizou uma mudança conceitual que foi a de uma cidade mais compacta, com adensamento populacional ao longo dos eixos de transporte público e um fomento da produção de unidades habitacionais de interesse social em regiões dotadas de equipamentos públicos, notadamente mais centrais, além da preservação das áreas verdes e de interesse cultural.A Proposta de Revisão do Plano Diretor aponta para flexibilização de restrições impostas ao mercado da construção civil, como diminuição de cotas ambientais e aumento de gabarito dos edifícios, diminuição do valor da outorga onerosa, entre outras.



 foto:Heber Biella
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foto:Heber Biella

foto:Heber Biella

O Parque Augusta sem Prédios é a última área verde do centro da cidade de São Paulo e está fechado, ameaçado e ocioso, apesar da sanção da lei 15.941 no Natal de 2013 e das promessas do prefeito João Dória.Existem muitas outras áreas verdes ameaçadas pela especulação imobiliária em Sâo Paulo como o Parque do Bixiga, o Parque da Fonte, o Parque Barra Funda, o Parque da Vila Ema, o Parque da Mooca, o Parque Paiol Parelhereiros, o Parque do Peruche, o Parque da Nascente, o Parque Linear do Córrego da Água Preta, o Parque Linear do Caxingui....


foto:Reprodução Arquivo GBE


foto:Arquivo GBE

foto:Heber Biella

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 foto:Heber Biella
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foto:Heber Biella




foto:Arquivo GBE

foto:Heber Biella


 foto:Heber Biella
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foto:Heber Biella




No dia 25 de janeiro de 2018, houve o Sétimo Ato em Defesa dos Parques Ameaçados de São Paulo, das 10:30 hs às 12:00 no Parque Augusta e cortejo em direção ao Parque do Bixiga para a realização de um grande concerto no Teatro Oficina regido pelo Maestro João Carlos Martins, que começou às 13 hs. Das 10:30 às 11 hs uma meditação pela Cidadania Ativa em frente ao Parque Augusta sem Prédios, Música de Jorge Dersu, das 11 às 11:30 uma limpeza do entorno do Parque Augusta e às 12 hs um abraço simbólico ao Parque Augusta sem Prédios antes da caminhada em direção ao Parque do Bixiga e do Teatro Oficina. Parque Augusta sem Prédios e Parque do Bixiga estão fechados e ameaçados pela especulação imobiliária, apesar da vontade da maioria da população que mora e trabalha em SP na criação e manutenção popular destas duas áreas verdes encravadas numa das regiões mais verticalizadas e menos arborizadas da cidade.
 
Link do Vídeo do Concerto da Camerata Bachiana no Teatro Oficina em Defesa do Parque do Bixiga: https://www.youtube.com/watch?v=qXqhZ1aDgqg


 foto:Heber Biella



 foto:Heber Biella


foto:DAF
 foto:Heber Biella
 foto:5 Ato em Defesa dos Parques Ameaçados de SP, 2014, Vila Ema/Viva o Parque da Vila Ema



























fotos acima: Heber Biella





















todas fotos acima: Heber Biella

 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
foto:Heber Biella

foto:Yannick 
foto:Heber Biella

Vídeo Completo de Sampã 464 Vem #ParqueDoBixiga, Vem #ParqueAugusta!



 foto:DAF

 foto:AfroSamurai


foto:Heber Biella

foto:Parque do Bixiga









 fotos acima:Arquivo GBE


foto:Fernando Melo

foto:Heber Biella


foto:Caio Roepke

 foto:Heber Biella

foto:Virada Sustentável 2017/Formiga-Me
  foto:Heber Biella

foto:Agel Pimenta
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 foto:Heber Biella



 foto:Heber Biella


 foto:Heber Biella


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foto:Arquivo GBE


 foto:Heber Biella


 foto:Heber Biella
foto:Marcos Xavier
foto:Arquivo GBE


 foto:Heber Biella


 foto:Heber Biella


 foto:Heber Biella


 foto:Heber Biella
foto:Heber Biella


foto:Aninha Sempre

foto:Arquivo GBE

foto:Diógenes Dias

 foto:Amanda Palma
foto:Heber Biella

foto:VAF


foto:DAF

foto:DAF

foto:DAF
foto:Olhe Os Muros

 foto:Heber Biella



foto:Alê Frata

foto:Facebook Parque Augusta

foto:Folha de SP

foto:Mídia Ninja

foto:DAF

foto:DAF

foto:Heber Biella


foto:DAF


foto:Escola Livre de Comunicação Compartilhada

foto:Heber Biella

foto:Arquivo GBE

foto:DAF

 foto:Bruna

foto:Arquivo GBE
 foto:Bruna
 foto:Bruna




 foto:Daf


 foto:DAF
foto:Marcel Jah Jah

foto:Heber Biella



ViradaEsportiva/DAF

foto:Greve Internacional de Mulheres, 8 de março de 2017/DAF

 foto:DAF
foto:NachoLemus

 foto:Lançamento da Campanha de Prevenção ao Suicídio Setembro Amarelo na Câmara Municipal de São Paulo em 11 de setembro de 2017/Arquivo GBE

 foto:Festival Praça da Nascente 17/09/2017/Arquibo GBE

 foto:Arquivo GBE
foto:Arquivo GBE
  foto:Festival Praça da Nascente 17/09/2017/Arquibo GBE

  foto:Festival Praça da Nascente 17/09/2017/Arquibo GBE

  foto:Festival Praça da Nascente 17/09/2017/Arquibo GBE

  foto:Festival Praça da Nascente 17/09/2017/Arquibo GBE

  foto:Festival Praça da Nascente 17/09/2017/Arquibo GBE

  foto:Festival Praça da Nascente 17/09/2017/Arquibo GBE

  foto:Festival Praça da Nascente 17/09/2017/Arquibo GBE

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#ViradaSustentável2017 #ParqueAugusta #PicNicNoAsfalto #MeioAmbiente #Ecologia #Verde #Sustentabilidade - No dia 27 de agosto de 2017, o Movimento Parque Augusta sem Prédios realizou a décima edição do Pic Nic no Asfalto em defesa da última área verde do centro de São Paulo durante a Virada Sustentável 2017. Houve diversas manifestações artísticas e protestos exigindo Transparência, Participação Popular, Justiça no Acordo para Viabilização do Parque Augusta, Plesbiscito já para decisão sobre o Plano de Desestatizações proposto pela Gestão Doria e Repúdio ao Decreto de Michel Temer para autorização de Mineração na Amazônia. O Parque Augusta sem Prédios permanece fechado, abandonado e ocioso apesar da lei 15.941.

todas as fotos abaixo:Heber Biella



































 foto:Reprodução Internet
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foto:DAF
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