#Gripe #GripeH1N1 #Influenza #SaúdePública #SaúdeColetiva #Saúde #SUS #MinistériodaSaúde #Vacina #promoçãodaSaúde #EducaçãoemSaúde #ComunicaçãoemSaúde #Outono #Frio #Seca #Clima #Democracia #Política #Câmara #Senado #Congresso #DireitosHumanos #jornalismo #Reportagem #notícias #Resfriado #Idosos #Crianças - O Ministério da Saúde divulgou balanço sobre a gripe no Brasil: até a segunda quinzena de julho de 2018, foram 839 mortes por gripe, um aumento de 194,4% em relaçao ao mesmo período de 2017 que apresentou 285 mortes por gripe.4.680 casos de gripe foram confirmados em todo o país até 16 de julho de 2018;em 2017, neste período, foram 1.782.60% dos casos foram causados pelo subtipo H1N1 do vírus influenza; em 2017, 73,7% dos casos confirmados foram provocados pelo subtipo H3N2 do vírus influenza.O H1N1 foi o mais letal subtipo do vírus influenza, sendo responsável por 67,5% das mortes(567 óbitos).O Maior número de casos aconteceu em São Paulo(1.702), Paraná(432),Ceará(376) e Goiás(378).O Ministério da Saúde informou que vacinou 90% da população alvo, embora os grupos de risco compreendidos por gestantes e crianças estejam ainda mais abaixo da cobertura vacinal adequada de 95%, com 77,8% e 76,5%, respectivamente.Ampliar a vacinação para os grupos mais vulneráveis e tratar precocemente os casos confirmados são essenciais medidas para diminuir mortalidade.

O Ministério da Saúde divulgou balanço sobre a gripe no Brasil: até a segunda quinzena de julho de 2018, foram 839 mortes por gripe, um aumento de 194,4% em relaçao ao mesmo período de 2017 que apresentou 285 mortes por gripe.4.680 casos de gripe foram confirmados em todo o país até 16 de julho de 2018;em 2017, neste período, foram 1.782.60% dos casos foram causados pelo subtipo H1N1 do vírus influenza; em 2017, 73,7% dos casos confirmados foram provocados pelo subtipo H3N2 do vírus influenza.O H1N1 foi o mais letal subtipo do vírus influenza, sendo responsável por 67,5% das mortes(567 óbitos).O Maior número de casos aconteceu em São Paulo(1.702), Paraná(432),Ceará(376) e Goiás(378).O Ministério da Saúde informou que vacinou 90% da população alvo, embora os grupos de risco compreendidos por gestantes e crianças estejam ainda mais abaixo da cobertura vacinal adequada de 95%, com 77,8% e 76,5%, respectivamente.Ampliar a vacinação para os grupos mais vulneráveis e tratar precocemente os casos confirmados são essenciais medidas para diminuir mortalidade.


foto:Reprodução Internet


O Ministério da Saúde divulgou balanço sobre a gripe no Brasil: até o dia 23 de junho de 2018 foram 608 mortes, 3.558 casos confirmados.O Subtipo do vírus influenza H1N1 foi responsável por 66% das mortes por gripe no Brasil em 2018.A Maioria das pessoas que morreram de gripe possuíam outras doenças crônicas como cardiopatias, diabetes ou problemas respiratórios.A Campanha Nacional de Vacinação foi prorrogada em alguns estados porque a cobertura vacinal está abaixo do adequado que é 95% da população total,principalmente entre crianças e gestantes do Sudeste.



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No dia 07 de junho de 2018, balanço do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo evidenciou um aumento de 180% do número de mortes por gripe no estado do começo de maio de 2018 até o dia 28.No dia 02 de maio eram 25 mortes pelos vários vírus influenza. Em 28 de maio de 2018 este indicador já alcançava a marca de 71 óbitos.Os casos confirmados escalaram de 146 para 458 no mesmo período. O frio e baixa cobertura vacinal são algumas das potenciais causas da explosão do número de casos confirmados e mortes.


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No dia 21 de maio de 2018, balanço do Ministério da Saúde revelou que já morreram 214 pessoas de gripe no Brasil.O Subtipo de Vírus da Gripe ou Influenza que mais matou foi o H1N1 com 128 mortos, seguido do H3N2 com 42 mortes e o influenza B com 18 mortes. Em 26 casos, não foi possível detectar o subtipo de vírus da gripe responsável pela morte.Os estados brasileiros com o maior número de mortes por gripe em 2018 são São Paulo e Ceará com 44 mortes cada um, seguidos por Ceará(36 mortes) e Bahia(13 mortes).As faixas etárias mais acometidas são idosos acima de 70 anos(70 mortes) e crianças abaixo de 5 anos(22 mortes).A gripe se mostra mais mortal entre doentes crônicos:42 dos mortos tinham doença cardiovascular crônica, 34 eram diabéticos e 24 estavam obesos.Já são 1326 pessoas hospitalizadas por Síndrome Respiratória Aguda Grave(SRAG) provocada pelo vírus da Gripe em 2018.Destas, 99 necessitaram de Unidade de Terapia Intensiva(UTI).





No dia 12 de maio de 2018 o Ministério da Saúde promove o chamadoDia D de Mobilização de Vacinação Contra a Gripe.Devem ser imunizados idosos a partir de 60 anos, crianças entre 6 meses e 5 anos, trabalhadores da saúde e do sistema prisional, gestantes,puérperas até 35 dias pós parto, indígenas, professores e pessoas privadas de liberdade. Pessoas com doenças crônicas também devem ser imunizadas através de encaminhamento de seu médico assistente.A campanha de vacinação contra a gripe se estenderá até dia 01 de junho de 2018.


No dia 03 de abril de 2018 o Instituto Butantan informou que o adiamento do campanha de vacinação contra a Gripe Influenza de 16 para 23 abril de 2018 foi causado pela demora do Ministério da Saúde em assinar um contrato com o Instituto Butantan de São Paulo para distribuição das 5 milhões de doses já produzidas. O Ministério da Saúde havia divulgado que a procrastinação ocorreu em decorrência de dificuldades do Butantan.O estado de Goiás está em estado de Alerta:já são 32 casos confirmados de Gripe A ou H1N1 e 3 mortes.

foto:Reprodução Internet



Gripe H1N1 matou 1.233 pessoas até o dia 25 de junho de 2016, segundo o novo informe epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado em 07 de julho de 2016.Em 7 dias, foram registradas mais 112 novas mortes pelo Vírus H1N1.Foram 6569 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave(SRAG) causada pelo vírus Influenza H1N1/A. A SRAG é complicação da Gripe H1N1.Em uma semana, foram 698 novos casos de SRAG por Vírus H1N1 no Brasil.São Paulo é o estado mais afetado pela epidemia de Gripe H1N1 no Brasil, representando cerca de 41,2% do total de casos.

foto:Pacientes aguardam triagem diagnóstica para  Gripe H1N1 em unidade de saúde pública brasileira/Reprodução Internet


Número de Mortes por Gripe H1N1 por estado da federação brasileira:

São Paulo: 517
Rio Grande do Sul: 142
Paraná: 136
Mato Grosso do Sul: 64
Goiás: 57
Rio de Janeiro: 47
Espírito Santo: 43
Santa Catarina: 41
Minas Gerais: 44
Bahia: 25
Pará: 23
Pernambuco: 14
Distrito Federal: 13
Paraíba: 11
Ceará: 12
Rio Grande do Norte: 7
Mato Grosso: 8
Alagoas: 5
Amapá: 4
Amazonas: 4
Acre: 2
Maranhão: 1
Gripe H1N1 já matou 886 pessoas até 4 de junho de 2016 segundo boletim do Ministério da Saúde.Em 2015, foram 36 mortes por H1N1.Durante 2016, foram 4581 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave(SRAG). São Paulo, com 402 mortes, Rio Grande do Sul, com 105 mortes e Paraná, com 72 mortes, são os três estados brasileiros mais afetados pela epidemia. Cobertura Vacinal já teria atingido 95,5% do público alvo(Gestantes, Crianças pequenas, Idosos, Doentes Crônicos, Profissionais de Saúde).Higienização frequente das mãos com Álcool Gel 70% ou Água e Sabão e evitação de aglomerações são medidas preventivas eficazes. Cuidados com Alimentação Saudável Atividade Física Regular, Sono Adequado e Boas Relações também debem ser observados.

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Gripe H1N1 matou 230 pessoas no Brasil até 25 de abril de 2016. Estado de São Paulo é o mais afetado com 119 mortes confirmadas. Na Cidade de São Paulo já existem 40 mortos por Gripe H1N1. Frio deve aumentar transmissão, contágio e número de mortos.Lavar as mãos com frequência(Usar Álcool Gel 70%), evitar aglomerações, e ter estilo de vida saudável(Alimentação+Atividade física+ Sono adequados) são recomendações dos especialistas.Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza(Vírus causador da Gripe) começa em 30 de abril de 2016, em todo o território nacional.

foto:Paciente suspeitos de Gripe H1N1, aguardam atendimento em unidade de Saúde do SUS/Reprodução FB


Em 15 de março de 2016, foram divulgados novos dados sobre a epidemia de Gripe H1N1 no Estado de São Paulo.  91 pessoas mortas, 715 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave e 1,6 milhões de pessoas vacinadas.


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Surto de Gripe Influenza H1N1 (ou Gripe A ou Gripe Suína) avança e mata em São Paulo e no Brasil nos primeiro trimestre de 2016. Na cidade de SP foram 35 casos e 4 mortes. No Estado de SP, 465 pessoas foram contaminadas pelo vírus influenza H1N1 e 55 morreram. No Brasil, em todo o ano de 2015, 141 pessoas foram diagnosticadas com gripe H1N1 e 36 morreram. O Sistema de Saúde Brasileiro não realiza notificações de todos os casos, apenas das complicações e mortes. Situação de Saúde Pública se complica com epidemia concomitante de Dengue, Chicungunha e Zika Vírus e consequências(Microcefalia e Síndrome de Guillain Barré).


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Em virtude do elevado número de casos graves e mortes já confirmadas nos primeiros meses de 2016,especialistas acreditam que haverá epidemia de Gripe H1N1 a partir de maio e junho, meses tradicionalmente mais frios e que propiciam maiores aglomerações humanas e, portanto maior risco de transmissão e contágio.A principal causa para o aumento de casos de Gripe H1N1 no começo de 2016 é o grande fluxo de viajantes nesta época de férias e a ocorrência de um surto de H1N1 na Flórida, destino habitual de muitos brasileiros de classe média.
O Nome Gripe Suína, tem sua explicação na Pandemia de H1N1,em 2009, que teria sido iniciada pela infecção de porcos e de seres humanos a partir destes, no México. Em 2005, houve surto de gripe Aviária(H5N1), a partir da contaminação de aves pelo vírus Influenza.


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Autoridades sanitárias estaduais e municipais  anteciparam  campanha de vacinação para Gripe H1N1, marcada inicialmente para 30 de abril de 2016;A mesma foi iniciada em 04 de abril de 2016, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP; a vacinação para Gripe H1N1 pertence ao calendário habitual de vacinação do Sistema Único de Saúde e é administrada gratuitamente para os grupos de risco como profissionais de saúde, crianças pequenas entre 6 meses e 4 anos, idosos, gestantes, alcoólatras, população presidiária e portadores de outras doenças crônicas como Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas(DPOC);






O quadro clínico de uma pessoa contaminada pelo Vírus H1N1 é o mesmo de uma gripe comum: dores no corpo, febre, tosse seca ou com catarro, calafrios, sudorese, coriza e congestão nasal. A principal complicação da gripe H1N1 é pneumonia e a partir desta, insuficiência respiratória aguda e morte.




Os principais cuidados são lavar as mãos frequentemente, realizar higienização das maõs e objetos manuseáveis com Álcool Gel 70%, evitar aglomerações, cobrir a boca e o nariz nos acessos de tosse e em caso de presença dos sintomas da Gripe H1N1 procurar imediatamente o Serviço de Saúde. 


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Em 2009, a Organização Mundial de Saúde(OMS) chegou a emitir um alerta de pandemia para a gripe H1N1, que provocou uma corrida pelo antiviral usado no tratamento(Oseltamivir ou Tamiflu). No Brasil, em 2009, foram 50 mil casos de H1N1 e 2 mil mortes.Questionamentos foram feitos à época sobre a real gravidade da epidemia de Gripe H1N1 e dosenormes interesses econômicos do fabricante de Oseltamivir(único antiviral usado no tratamento de casos graves de Gripe H1N1), o laboratório Roche, e dos fabricantes de vacina para H1N1 beneficiados diretamente com a emissão do alerta da pandemia pela autoridade sanitária mundial(OMS). Outras questões foram levantadas em relação aos efeitos colaterais potencialmente causados pelo Tamiflu e pela vacina contra o vírus H1N1.


foto:Reprodução Internet

Grupo do Bem Estar e da Felicidade alerta que o sistema imunológico dos seres humanos pode ser sistematicamente fortalecido por um estilo de vida saudável obtido a partir de: 

alimentação saudável(frutas, legumes, verduras orgânicos crus, bem lavados; nozes e castanhas; arroz integral, feijões, lentilhas, sementes germinadas); evitar ao máximo produtos de origem animal(podem apresentar grandes quantidades de antibióticos, hormônios de crescimento e agrotóxicos);


  foto:Creusa M.Silva















atividade física regular; 


foto:Arquivo Grupo do Bem Estar e da Felicidade

sono adequado; 

foto:Reprodução Internet

higiene das mãos e dos alimentos;


 foto:Reprodução Internet

 foto:Reprodução Internet

evitação de substâncias psicoativas como álcool, cigarro, café, etc...; 

evitação do estresse;

cultivo de vida social e das amizades;


foto:Creusa M. Silva

participação na vida comunitária e cidadã; 


foto:Arquivo Grupo do Bem Estar e da Felicidade

interação com o Meio Ambiente Natural Preservado;


foto:Facebook Parque Augusta

evitação do uso excessivo de tecnologia(telefone celular, computador, TV,Rádio, video game,etc...);

cultivo da espiritualidade;


foto:Creusa M Silva

#Sarampo #Vacina #SaúdePública #SaúdeColetiva #Saúde #SaúdedaFamília #Imunizações #PromoçãodaSaúde #EducaçãoEmSaúde #ComunicaçãoemSaúde #Política #Câmara #Senado #Congresso #Jornalismo #Reportagem #notícias #SãoPaulo #prefeitura #Governo #Sampa #DireitosHumanos - No dia 19 de junho de 2019, foi divulgada a informação de que a cidade de SP possui até o momento, casos confirmados de sarampo. Há 15 dias, eram 14. 8 Casos são importados e 24 sendo investigados. A região mais afetada é a zona norte da cidade.Antes deste surto em 2019, São Paulo ficou sem casos confirmados de sarampo por 4 anos.No Estado de SP, são 66 os casos confirmados da doença:32 na capital, 21 em Santos, 6 em Santo André, 4 em Guarulhos, 1 em Osasco, Jales e Sorocaba.Há uma campanha de vacinação na cidade de SP destinada ao público alvo entre 15 e 29 anos, que pode não ter recebido a segunda dose da vacina.As contraindicações da vacina são: menores de 6 meses, gestantes, imunossuprimidos, pacientes com sarampo. O quadro clínico do Sarampo é caracterizado pelas lesões cutâneas(manchas vermelhas), febre alta, dores no corpo, coriza, e manchas esbranquiçadas no interior das bochechas.Em março de 2019, o Brasil perdeu a condição de País Livre do Sarampo, após surto no Pará..Até o dia 5 de junho de 2019 o Ministério da Saúde confirmou a existência de 123 casos confirmados de Sarampo no Brasil. A Maioria dos casos está localizada no estado de São Paulo com 418 casos suspeitos até 5 de junho e 51 casos confirmados. A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo inicia uma campanha de vacinação em 10 de junho de 2019.O público alvo são jovens entre 15 e 29 anos.As contraindicações à Vacina incluem Grávidas e Pessoas com ImunoSupressão.

No dia 19 de junho de 2019, foi divulgada a informação de que a cidade de SP possui até o momento, casos confirmados de Sarampo. Há 15 dias, eram 14.   8 Casos são importados e 24 sendo investigados. A região mais afetada é a zona norte da cidade.Antes deste surto em 2019, São Paulo ficou sem casos confirmados de sarampo por 4 anos.No Estado de SP, são 66 os casos confirmados da doença:32 na capital, 21 em Santos, 6 em Santo André, 4 em Guarulhos, 1 em Osasco, Jales e Sorocaba.Há uma campanha de vacinação na cidade de SP destinada ao público alvo entre 15 e 29 anos, que pode não ter recebido a segunda dose da vacina.As contraindicações da vacina são: menores de 6 meses, gestantes, imunossuprimidos, pacientes com sarampo. O quadro clínico do Sarampo é caracterizado pelas lesões cutâneas(manchas vermelhas), febre alta, dores no corpo, coriza, e manchas esbranquiçadas no interior das bochechas.Em março de 2019, o Brasil perdeu a condição de País Livre do Sarampo, após surto no Pará.

foto:reprodução Internet


Até o dia 5 de junho de 2019 o Ministério da Saúde confirmou a existência de 123 casos confirmados de Sarampo no Brasil. A Maioria dos casos está localizada no estado de São Paulo com 418 casos suspeitos até 5 de junho e 51 casos confirmados.  A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo inicia uma campanha de vacinação em 10 de junho de 2019.O público alvo são jovens entre 15 e 29 anos.As contraindicações à Vacina incluem Grávidas e Pessoas com ImunoSupressão.

foto:Reprodução Internet



No dia 31 de maio de 2019, a Secretaria estadual de Saúde de São Paulo revelou que o estado registrou até maio o maior número de casos confirmados de Sarampo desde 1999: 36. Por conta da alta incidência, o Estado de São Paulo participará da campanha extraordinária contra o Sarampo promovida pelo Ministério da Saúde entre 10 de junho e 12 de julho de 2019.A vacina contra o Sarampo consta no calendário vacinal brasileiro e é ministrada aos 12 meses de vida e um reforço aos 15 meses de idade. Quando não há o reforço, a doença pode acometer preferencialmente os indivíduos entre 15 e 29 anos que são público alvo do esforço atual de vacinação.A Vacina é segura e feita com vírus vivo atenuado.Pessoas com imunodepressão, quadros de infecção ativa e alergias graves devem evitar a vacina e consultar os profissionais de saúde para adotar medidas de precaução e fortalecimento da imunidade.



No dia 13 de maio de 2019 a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de São Paulo divulgou mais um balanço sobre o Sarampo na cidade que revelou a existência do primeiro caso autóctone(contraído no território do município) desde 2015.Foram registrados outros 4 casos importados de Israel além dos 3 já registrados anteriormente. Há 92 casos suspeitos em investigação na capital paulista.Santos conta com 20 casos confirmados, todos decorrentes de um surto no interior do navio MSC Seaview.

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Em 15 de abril de 2019 a Organização Mundial da Saúde(OMS) divulgou balanço que alerta que os Casos Confirmados de Sarampo no Mundo nos três primeiros meses de 2019 aumentaram 300% em relação a igual período de 2018.São 112.163 casos confirmados da doença contra 28.124 verificados no ano anterior. Os países mais afetados pela epidemia são República Democrática do Congo, Etiópia, Geórgia, Cazaquistão, Quirguistão, Madagascar, Mianmar, Filipinas, Sudão, Ucrânia, Tailândia. Países com alta cobertura vacinal como Estados Unidos e Israel também registram casos.O Brasil perdeu em 2018 o selo de Erradicação do Sarampo em virtude dos mais de 10 mil casos registrados, principalmente em Roraima e Amazonas. 

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No dia 01 de abril de 2019, a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo confirmou o primeiro caso de sarampo desde 2015. A doença teria contagiado um recém nascido de 5 meses em férias com a família na Noruega, país europeu muito afetado em virtude da baixa cobertura vacinal creditada aos movimentos anti vacina que alegam temer a associação da imunização com autismo e doenças autoimunes.A Vacina tríplice viral, MMR ou SCR, que protege contra Sarampo, Caxumba e Rubéola deve ser oferecida em duas doses aos 12 e 15 meses de vida, até os 29 anos de idade em duas doses e após os 30 anos em dose única.Além do caso confirmado ,outros 35 casos suspeitos estão em investigação. 


No dia 19 de março de 2019 a Organização Mundial da Saúde através da Organização Panamericana de Saúde(OPAS) comunicou ao Brasil sobre a retirada do selo de País Livre do Sarampo após a confirmação de mais um caso endêmico de Sarampo no Pará detectado em fevereiro de 2019.O Ministro da Saúde Henrique Mandetta(DEM-MS) anunciou o reforço da vacinação contra o sarampo em todo o Brasil e a exigência da vacina para os estudantes, militares e profissionais de saúde.O Brasil havia recebido o selo de Erradicação do Sarampo em 2016. O Sarampo é doença altamente contagiosa através do contato físico e de tosse e secreções. Pode matar e não existe tratamento específico. A única forma de prevenção eficaz é a vacina.



No dia 28 de fevereiro de 2019 o Fundo das Nações Unidas para a Infância divulgou em relatório que aponta que apenas 10 países no mundo concentraram cerca de 74% dos casos confirmados de sarampo.São eles:Ucrânia(30 mil casos), Filipinas, Brasil(10.262 casos), Iêmen(6.641), Venezuela(4.916),Sérvia(4.355),Madagascar(4.307),Sudão(3.496),Tailândia(2.758),França(2.269);O Sarampo é uma doença altamente contagiosa e pode ser prevenida através de vacinação. O Brasil conta com uma cobertura vacinal abaixo da necessário para crianças menores de 1 ano;atualmente este indicador é de 92% e a meta é vacinar 95% da população desta faixa etária. 




No dia 20 de fevereiro de 2019 o Ministério da Saúde confirmou 13 casos de Sarampo entre os tripulantes do navio de cruzeiros MSC SeaView, ancorado no porto de Santos.Um mutirão está sendo realizado para vacinar cerca de 10 mil pessoas.




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No dia 09 de janeiro de 2019 o Ministério da Saúde atualizou os dados sobre a epidemia de Sarampo no Brasil com base nas informações das Secretarias estaduais de Saúde: Até 08 de janeiro de 2019, foram confirmados 10.274 casos da doença no país, 9.778 no Amazonas e 355 casos em Roraima. 12 pessoas morreram por Sarampo no Brasil: 6 no Amazonas, 2 no Pará e 4 em Roraima.Casos isolados derivados da interiorização de pacientes  infectados: São Paulo(3), Rio de Janeiro(19), Rio Grande do Sul(45), Pará(61), Rondônia(2), Bahia(2), Pernambuco(4), Distrito Federal(1), Sergipe(4).

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Até o dia 22 de outubro de 2018 o Brasil contabilizava 2425 casos confirmados de Sarampo, sendo 2 mil no Amazonas e 332 em Roraima.Rio Grande do Sul(43), Rio de Janeiro(19), Pará(17), Pernambuco(4),Sergipe(4), São Paulo(3), Rondônia(2),Distrito Federal(1) são outros estados afetados em menor intensidade pela doença viral.12 mortes foram registradas, 6 no Amazonas,4 em Roraima e 2 no Pará. 

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No dia 17 de outubro de 2018, o Ministério da Saúde divulgou mais um balanço da doença no Brasil.São 2192 casos confirmados e 12 mortes.


A Organização Mundial da Saúde(OMS) chamou de tragédia o aumento em 400 % dos casos de sarampo na Europa em 2017. O Continente europeu teve 21.315 casos de sarampo que resultaram em 35 mortes.O Sarampo é a doença viral evitável por vacinação que mais mata no mundo:135 mil mortes em 2015, segundo a OMS.

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Os países mais afetados foram Romênia, Itália e Ucrânia.Segundo a OMS, o sarampo avançou em países mais desenvolvidos e entre os mais precários.As causas deste avanço do Sarampo são a diminuição da cobertura vacinal, a precariedade da vigilância sanitária e a marginalização de grupos populacionais como ciganos e refugiados.Movimentos antivacina existentes na Europa, fortalecidos por estudos que insinuam ligação de vacinas antivirais e autismo, podem ter contribuído para a diminuição da cobertura vacinal em países como a Itália.O Sarampo é doença viral altamente contagiosa que pode causar a morte. A OMS preconiza que 95% da população seja vacinada para impedir epidemias.Os principais sintomas do sarampo são febre alta, coriza, congestão nasal, manchas na pele, lesões ulceradas na cavidade oral .A complicação mais temida é a pneumonite, que pode ser fatal.
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A Vacinação contra Sarampo, Caxumba e Rubéola(SCR ou Tríplice Viral) deve ser tomada aos 12 meses com reforço aos 15 meses de idade pela vacina tetravalente(SCR+Vacina para Varicela ou Catapora).Crianças até 4 anos que não foram vacinadas podem receber uma dose da vacina tetravalente.Dos 5 aos 29 anos devem ser administradas duas doses da vacina tríplice viral.Pessoas de 30 a 49 anos devem receber apenas uma dose da vacina tríplice viral caso ainda não tenham sido vacinadas.
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 O Brasil erradicou o Sarampo em 2001. Em 2016, o Brasil ganhou o certificado de Área Livre do Sarampo da Organização Panamericana de Saúde(OPAS).

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Em fevereiro de 2018, em virtude do grande número de refugiados vindos da Venezuela, país em que a cobertura vacinal contra sarampo é precária , houve a confirmação do primeiro caso de sarampo importado em Roraima, estado que já conta com cerca de 45 mil venezuelanos, que devem ser dirigidos até outras capitais do Brasil, como Manaus e São Paulo, aumentado o risco de uma nova epidemia viral. A Secretaria estadual de Saúde de Roraima confirmou a existência de um caso importado da Venezuela em território brasileiro e outros sete casos suspeitos aguardando exames de sorologia. Atualmente o Brasil não exige comprovante de vacinação para a entrada dos estrangeiros no país.A Venezuela, em meio a uma de suas maior es crises políticas e econômicas de sua história, padece também de uma grave epidemia de sarampo.O Governo Federal enviou lotes de vacina para sarampo para Roraima  e destacou um grupo de trabalho para efetuar estratégias e ações de enfrentamento da crise.

No dia 26 de fevereiro de 2018 subiu para 12 o número de casos suspeitos de Sarampo em Roraima, todos crianças entre 0 e 10 anos.

No dia 02 de março de 2018, uma criança venezuela morreu vítima de pneumonia causada pelo vírus do sarampo em Boa Vista, capital de Roraima.

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O Governo do Estado de Roraima anunciou em 07 de março de 2018 que chegou a 8 o número de casos confirmados de sarampo no estado.Outros 29 suspeitos estão sendo investigados.O Estado declarou surto de sarampo e antecipou a campanha de vacinação em massa para dia 10 de março de 2018 quando espera alcançar 400 mil pessoas.

A Organização Mundial de Saúde divulgou que apenas em 2018 até março, 185 casos confirmados de sarampo foram registrados na Venezuela, Estados Unidos e Brasil.O Maior número de casos está na Venezuela(159), Estados Unidos(11) e Brasil(8).Outros países com casos são Antígua e Barbados(1), Canadá(3), Guatemala(1), México(1) e Peru(1).

No dia 14 de março de 2018 a Fundação de Vigilância da Saúde do Amazonas divulgou a informação de que existem 17 casos suspeitos de sarampo em Manaus.

No dia 15 de março de 2018 morreu recém nascido de 3 meses com diagnóstico confirmado para sarampo em Boa Vista, Roraima. Já são 18 casos confirmados e 55 suspeitos de sarampo no estado.

No dia 10 de maio de 2018 a Organização Mundial de Saúde emitiu um alerta sobre a epidemia de Sarampo nas Américas. A região apresentou 1115 casos confirmados;904 na Venezuela e 103 casos no Brasil onde aconteceram duas mortes por sarampo.

Em Junho de 2018,  o Rio Grande do Sul já contabilizava 5 casos confirmados de Sarampo. O caso índice, o primeiro a ser confirmado no estado em 2018, teria sido infectado após viagem ao estado do Amazonas.

No dia 22 de junho de 2018, a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo declarou alerta nível 3 para a importação de casos de Sarampo a partir da Rússia, país sede da Copa do Mundo de Futebol que se estende até 15 de julho de 2018. A Rússia confirmou a existência de 1.149 casos de sarampo de janeiro a abril de 2018.O Brasil já registrou casos de sarampo em Roraima, Amazonas e Rio Grande Do Sul.A cobertura vacinal para Sarampo no Brasil que deveria ser de 95%, atualmente encontra-se em 70%. O Brasil apresentou o menor índice de cobertura vacinal para diversas doenças como sarampo, poliomielite, rubeóla, difteria e meningite em crianças em 16 anos.

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No dia 24 de julho de 2018 a Organização Panamericana de Saúde(OPAS) divulgou alerta em que afirma existir só nas Américas 2472 casos confirmados de Sarampo. Venezuela e Brasil são os países mais afetados.Campanha de Vacinação contra Sarampo e Poliomielite será realizada no Brasil entre 6 e 31 de agosto sendo que 18 de agosto é o dia D.

No dia 25 de julho de 2018 o Ministério da Saúde atualizou os dados a respeito da epidemia de Sarampo no Brasil;Já são 822 casos confirmados em todo o país;519 casos no Amazonas; 272 em Roraima; 14 no Rio De Janeiro; 13 no Rio Grande do Sul; 2 no Pará e 1 em São Paulo.

No dia 06 de agosto de 2018 foi deflagrada Campanha Nacional de vacinação contra Poliomielite e Sarampo em todo o Brasil. No Estado de SP a campanha foi antecipada para o dia 04 de agosto de 2018.A Meta é vacinar cerca de 11,5 milhões de crianças entre 1 e 5 anos de idade.O Sarampo já infectou mais 1022 pessoas no Brasil em 2018.A Poliomielite não possui ainda casos confirmados em território nacional.

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No dia 08 de agosto de 2018 o Ministério da Saúde divulgou novo balanço sobre o Sarampo no Brasil com dados até 06 de agosto: 1069 casos confirmados em Roraima e Amazonas e 5 mortes.

No dia 14 de agosto de 2018 o Ministério da Saúde divulgou mais um balanço sobre o Sarampo no Brasil:1206 casos confirmados, 910 no Amazonas e 296 em Roraima. 6 pessoas morreram, 4 em Roraima e 2 no Amazonas. Cerca de 84% das crianças brasileiras menores de 5 anos ainda não receberam a vacina tríplice viral. As piores coberturas vacinais estão justamente em Roraima e no Amazonas, estados mais atingidos pela doença. No dia 18 de agosto de 2018, o Ministério da Saúde realiza o dia D, dia de mobilização pela vacinação contra Sarampo e Poliomielite em todo o Brasil.

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No dia 20 de agosto de 2018 a Organização Mundial de Saúde alertou para o aumento de casos de Sarampo na Europa que chegou a 41 mil casos confirmados e para a consequente elevação do número de mortos:37 pessoas faleceram em decorrência da doença, 17 na Sérvia.Em 2017, foram 23 mil casos e em 2016, 5,2 mil casos.

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No dia 05 de setembro de 2018 o Ministério da Saúde divulgou seu mais recente balanço sobre o Sarampo no Brasil:1.579 casos confirmados, sendo que 1.232 só no estado do Amazonas.Em dois meses, houve um aumento de 133% no número de casos confirmados.7.513 casos suspeitos no Amazonas estão sendo investigados.227 casos confirmados em Roraima e 74 em investigação.São Paulo, Rio De Janeiro, Rondônia, Pará, Rio Grande do Sul e Pernambuco são estados afetados pela doença.São 8 mortes confirmadas por Sarampo no Brasil em 2018, 4 em Roraima, 4 no Amazonas.

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No dia 12 de setembro de 2018 o Ministério da Saúde divulgou mais um balanço sobre o Sarampo no Brasil:até 10 de setembro de 2018 eram 1673 casos confirmados e 7.812 em investigação>Só no estado do Amazonas são 1326 casos confirmados e em Roraima 301 casos confirmados de sarampo.Foram confirmadas 8 mortes por Sarampo no Brasil, 4 em Roraima e 4 no Amazonas.Rio De Janeiro(18 casos confirmados) Rio Grande do Sul(18 casos confirmados), Rondônia, Pernambuco, Pará e São Paulo tem 2 casos confirmados cada um.

No dia 19 de setembro de 2018 o Ministério da saúde atualizou os dados sobre o Sarampo no Brasil: até o dia 17 de setembro de 2018, 1735 casos confirmados e 9 mortes decorrentes da doença contagiosa.7.812 casos ainda sob investigação.1358 casos confirmados no Amazonas(72%), 310  casos em Roraima(17%), 24 casos no Rio Grande do Sul, 18 casos no Rio De Janeiro, 13 casos no Pará, 4 casos em Pernambuco, 4 casos em Sergipe, 2 casos em São Paulo e 2 em Rondônia.4 mortes foram no Amazonas, 4 em Roraima, e 2 no Pará.

No dia 03 de outubro de 2018, o Ministério da Saúde divulgou balanço sobre o sarampo no Brasil: são 1935 casos confirmados e dez mortes.1525 casos confirmados no Amazonas;330 em Roraima;33 no Rio Grande do Sul;18 no Rio de Janeiro;14 no Pará; 4 no Sergipe;4 em Pernambuco; 3 em Rondônia;3 em São Paulo;1 no Distrito Federal.

O Surto de Sarampo na fronteira entre Brasil e Venezuela em 2018 já acometeu 73 índios ianomamis apenas 1 em território brasileiro. O Brasil vem conseguindo conter a epidemia com campanha de vacinação em massa, o que não acontece em território venezuelano.


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No dia 10 de outubro de 2018 o Ministério da Saúde do Brasil divulgou mais um balanço sobre o Sarampo:2044 casos confirmados em todo país, sendo 1629 no Amazonas, 330 em Roraima, 36 no Rio Grande do Sul, 18 no Rio de Janeiro, 17 no Pará, 4 em Sergipe, 4 em Pernambuco, 3 em São Paulo, 2 em Rondônia, 1 no Distrito Federal. São 10 mortes por Sarampo no Brasil: 4 em Roraima, 4 no Amazonas e 2 no Pará.

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