#Privatizações #Concessões #Política #SãoPaulo #Cidades #CâmaraMunicipal #Câmara #Senado #Congresso #Democracia #ServiçoFunerário #Cemitérios #Parques #Sambódromo #AutódromodeInterlagos #parquedoIbirapuera #Terminaisdeônibus #MercadoMunicipal #Jornalismo #Reportagem #Notícias #Justiça - No dia 28 de agosto de 2019, a Câmara Municipal de São Paulo, aprovou, em segunda votação, a concessão do Serviço Funerário Municipal e dos Cemitérios Municipais à iniciativa privada por 32 votos favoráveis, 12 contrários e 1 abstenção.Os cerca de 900 funcionários públicos concursados devem voltar à municipalidade ou participarem de programa de demissão voluntária.Os críticos do projeto denunciam a ausência de debates e audiências Públicas e um sucateamento do serviço público para facilitar privatizações e concessões.Apesar da baixa qualidade dos serviço na avaliação da opinião pública, o Serviço Funerário de São Paulo é superarvitário e padece de má gestão provocada pelo aparelhamento político há décadas e pela corrução desenfreada. No dia 21 de agosto de 2018, a Prefeitura de SP lançou o edital de concessão do terminal de ônibus Princesa Isabel, no bairro da Luz, região central, à iniciativa privada.A Abertura dos envelopes da concessão está prevista para o dia 18 de outubro de 2018.O contrato é de R$ 132,5 milhões e a empresa ou consórcio ganhador da licitação tem o direito de explorar comercialmente o local e a erguer edificações. No dia 16 de agosto de 2018, haveria a abertura de envelopes de empresas interessadas em administrar o Estádio do Pacaembu pelos próximos 35 anos. O Tribunal de Contas do Município de São Paulo, suspendeu o processo, em decisão plenária, por 3 votos a 1.A Associação Viva Pacaembu, que reúne moradores e amigos do bairro, tenta na justiça, impedir o evento.A Viva Pacaembu afirma que a concessão do estádio tombado permitirá a construção de prédio no local em que está o tobogã e a realização de eventos barulhentos que prejudicarão o silêncio e qualidade de vida do bairro residencial do Pacaembu.O Edital de concessão abranque o estádio e o clube, mas não envolve a Praça Charles Miller e o Museu do Futebol, que pertence ao Governo do Estado de SP.O Lance mínimo para a concessão do Pacaembu é de R$ 37 milhões. Atualmente, segundo a Prefeitura de Sâo Paulo o Pacaembu tem despesas de R$ 8,3 milhões contra renda de apenas R$ 2,3 milhões.A Prefeitura de SP garante que o clube do Pacaembu permanecerá gratuito.As empresas interessadas no Pacaembu são do ramo educacional, hoteleiro,esportivo e imobiliário.Exite uma lista de equipamentos públicos que a prefeitura de São Paulo pretende conceder à iniciativa privada ou privatizar como 106 parques,incluindo o Parque do Ibirapuera, o Mercado Municipal de Santo Amaro, 27 terminais de ônibus, 22 cemitérios e 1 crematório, o Autódromo de Interlagos, a Gestão do Bilhete Único, o complexo do Anhembi/Sambódromo.

No dia 30 de outubro de 2019, a Justiça de São Paulo liberou a concessão do Parque do Ibirapuera e mais 5 parques municipais da cidade de SP para a empresa Construcap que venceu a licitação aberta pela prefeitura de São Paulo em março de 2019, com o lance de R$ 70,5 milhões.A Construcap foi arrolada durante a investigação da Operação Lava Jato.Uma vez assinado o contrato de concessão com a Prefeitura de SP, a Construcap vai poder gerir os 6 parques municipais por 35 anos. Além do Ibirapuera, a concessão prevê a gestão pela Construcap dos Parques Jacintho Alberto(Pirituba), Eucaliptos(Morumbi), Tenente Brigadeiro Faria Lima(Parque Novo Mundo),Lajeado(Guaianases) e Jardim Felicidade (Pirituba).



No dia 28 de agosto de 2019, a Câmara Municipal de São Paulo, aprovou, em segunda votação, a concessão do Serviço Funerário Municipal e dos Cemitérios Municipais à iniciativa privada por 32 votos favoráveis, 12 contrários e 1 abstenção.Os cerca de 900 funcionários públicos concursados devem voltar à municipalidade ou participarem de programa de demissão voluntária.Os críticos do projeto denunciam a ausência de debates e audiências Públicas e um sucateamento do serviço público para facilitar privatizações e concessões.Apesar da baixa qualidade dos serviço na avaliação da opinião pública, o Serviço Funerário de São Paulo é superarvitário e padece de má gestão provocada pelo aparelhamento político há décadas e pela corrução desenfreada.




fotos:Reprodução Internet




No dia 21 de agosto de 2018, a Prefeitura de SP lançou o edital de concessão do terminal de ônibus Princesa Isabel, no bairro da Luz, região central, à iniciativa privada.A Abertura dos envelopes da concessão está prevista para o dia 18 de outubro de 2018.O contrato é de R$ 132,5 milhões e a empresa ou consórcio ganhador da licitação tem o direito de explorar comercialmente o local e a erguer edificações.


No dia 16 de agosto de 2018, haveria a abertura de envelopes de empresas interessadas em administrar o Estádio do Pacaembu pelos próximos 35 anos. O Tribunal de Contas do Município de São Paulo, suspendeu o processo, em decisão plenária, por 3 votos a 1.A Associação Viva Pacaembu, que reúne moradores e amigos do bairro, tenta na justiça, impedir o evento.A Viva Pacaembu afirma que a concessão do estádio tombado permitirá a construção de prédio no local em que está o tobogã e  a realização de eventos barulhentos que prejudicarão o silêncio e qualidade de vida do bairro residencial do Pacaembu.O Edital de concessão abranque o estádio e o clube, mas não envolve a Praça Charles Miller e o Museu do Futebol, que pertence ao Governo do Estado de SP.O Lance mínimo para a concessão do Pacaembu é de R$ 37 milhões. Atualmente, segundo a Prefeitura de Sâo Paulo o Pacaembu tem despesas de R$ 8,3 milhões contra renda de apenas R$ 2,3 milhões.A Prefeitura de SP garante que o clube do Pacaembu permanecerá gratuito.As empresas interessadas no Pacaembu são do ramo educacional, hoteleiro,esportivo e imobiliário.Exite uma lista de equipamentos públicos que a prefeitura de São Paulo pretende conceder à iniciativa privada ou privatizar como 106 parques,incluindo o Parque do Ibirapuera, o Mercado Municipal de Santo Amaro, 27 terminais de ônibus, 22 cemitérios e 1 crematório, o Autódromo de Interlagos, a Gestão do Bilhete Único, o complexo do Anhembi/Sambódromo.



foto:Sapere Aude


Câmara Municipal de São Paulo foi ocupada em 09 de agosto de 2017, por estudantes e movimentos sociais contrários ao plano de desestatizações e privatizações proposto pela gestão João Dória Jr.(PSDB-SP) e defensores da revogação da restrição do passe livre estudantil, determinada pela prefeitura de São Paulo em 08 de julho de 2017 e vigente a partir de 1 de agosto de 2017. 

 foto:Reprodução Internet
 foto:Reprodução Internet
 foto:Reprodução Internet

Os manifestantes querem a suspensão dos projetos de lei 364(privatização do estádio do Pacaembu), 367(privatizações de vários equipamentos públicoscomo praças, parques, cemitérios municipais, serviço funerário municipal, bilhete único etc...) e o 404(venda de imóveis municipais iguais ou inferiores a 10 mil metros quadrados.
 foto:Estádio do Pacaembu/Reprodução Internet
 foto:parque do Ibirapuera/Reprodução Internet
foto:Terminal Bandeira/Reprodução Internet


 O Presidente da Câmara Municipal de SP, vereadorMilton Leite(DEM-SP) não quis negociar com os manifestantes e determinou repressão por parte da Guarda  Civil Municipal  que chegou a detonar uma bomba de gás lacrimogêneo no parlamento municipal.

foto:Prefeito João Doria Jr.(PSDB-SP) e presidente da Câmara municipal de SP, Vereador Milton Leite (DEM-SP)/Reprodução Internet

Em 01 de agosto de 2017, cerca de 2 mil manifestantes se concentraram em frente á Câmara Municipal de São Paulo contra o plano desestatizações e privatizações proposto pela gestão João Dória Jr.(PSDB-SP) o que provocou o cancelamento da sessão legislativa.


foto:Reprodução Internet

No dia 10 de agosto de 2017, a 13 Vara da Fazenda Pública da Justiça de São Paulo expediu liminar concedendo prazo de até 5 dias para a desocupação pacífica da Câmara Municipal de São Paulo. A Presidência da Câmara solicitou que a procuradoria da mesma entrasse com recurso junto ao Tribunal de Justiça de SP por entender que o prazo de 05 dias prejudica o andamento dos trabalhos da Câmara Municipal.
foto:Estadão

No dia 15 de agosto de 2017, a Prefeitura de São Paulo anunciou que  vai convidar empresas para administrarem por 30 anos quase todos os terminais de ônibus da cidade.A Prefeitura de SP informou que os espaços públicos podem ser convertidos, nos pisos superiores em prédios residenciais e comerciais durante o período de concessão de 30 anos. Os Terminais Capelinha e Campo Limpo na Zona Sul e Princesa Isabel no Centro seriam usados como pilotos. A Medida precisa ser aprovada pelo plenário da Câmara Municipal de São Paulo.


foto:Portal G1

Vereadores do mesmo partido do prefeito João Dória Jr.(PSDB-SP), como Patrícia Bezerra e Mario Covas Neto, se opõe ao plano de desestatizações. Patrícia sugere plebiscito para que a população de São Paulo possa decidir sobre a matéria e Covas Neto afirma que o projeto tramitou de forma irregular na Câmara Municipal de SP, incentivado pelo presidente da Câmara Municipal de SP, Milton Leite(DEM-SP) e desafeto de Covas Neto. O filho do ex-governador tucano Mário Covas entrou com um mandado de segurança contra a matéria no Tribunal de Justiça alegando irregularidades em relação ao regimento da Câmara Municipal onde deveria ter sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça(CCJ),presidida por ele,Covas Neto, antes da aprovação no Congresso de Líderes, manobra utilizada por Milton Leite para aprovar o pacote de privatizações de Doria antes do recesso parlamentar de julho de 2017.


foto:Vereadora de SP Patrícia Bezerra(PSDB-SP)/Reprodução Internet
foto:Vereador de SP Mário Covas Neto(PSDB-SP)/Reprodução Internet

No dia 19 de setembro de 2017, o Movimento Parque Augusta sem Prédios, a Rede Novos Parques SP e o Fórum Social de SP realizaram intervenção em defesa do Plebiscito para consultar a população de SP sobre o Projeto de Desestatizações imposto pela prefeitura de São Paulo.


foto:Nacho Lemus


foto:Heber Biella

No dia 22 de setembro de 2017, a Câmara Municipal de São Paulo  aprovou o pacote de concessões de equipamentos públicos a iniciativa privada proposto pela gestão João Dória Jr.(PSDB-SP) por 38 votos favoráveis e 13 contrários. Praças, Parques, o Mercado Municipal De SP da Cantareira, o Mercado Municipal Kinjo Yamato, a gestão do Bilhete  Único, os Terminais de ônibus, o serviço de guincho municipal o pátio de veículos serão concedidos à empresas.


foto:Bruna
foto:DAF

No dia 26 de setembro de 2017, a Prefeitura de SP apresentou seu plano de revitalização da região central de SP realizado pelo urbanista Jaime Lerner, ex-prefeito de Curitiba, e encomendado e pago Sindicato da Habitação de São Paulo (SECOVI). O Projeto, batizado de Centro Novo, prevê a utilização de linhas de Veículos Leves sobre Pneus(VLPs), transformação de ruas em calçadões exclusivos para pedestres, verticalização e adensamento populacional em eixos como a Avenida Rio Branco além de polos de economia criativa. A Prefeitura de SP prevê a implantação de todo o projeto em 8 anos com financiamento de bancos privados e do futuro fundo mobiliário a ser constituído pela venda de imóveis municipais, se aprovada pela Câmara Municipal de SP, no contexto do Plano de Desestatizações, em tramitação.A Secretária de Licenciamento da Prefeitura de SP, Heloísa Proença, disse que deverá haver alterações da Operação Urbana Centro, para realização do Projeto Centro Novo.


foto:Reprodução Internet

No dia 27 de setembro de 2017 a Câmara Municipal de SP aprovou a privatização da SP Turis e o Anhembi por 37 votos favoráveis por 9 contrários, após concessões à bancada evangélica, que conseguiu ampliar a utilização do Anhembi e o Sambódromo para eventos religiosos.

No dia 05 de dezembro de 2017, a Câmara Municipal de SP aprovou, em segunda votação, (por 34 votos favoráveis e 11 contra, 3 abstenções) a privatização do complexo do Anhembi e da SPTuris. 75 dias do equipamento deverão ser reservados para eventos religiosos(mediante remuneração) e para o Carnaval da Liga Das Escolas de Samba de SP(Gratuitos);Câmara deve aprovar outro projeto de lei que altere a lei do Zoneamento para que a privatização do Anhembi possa ser efetiva.


 foto:Reprodução Internet

#Sarampo #SaúdePública #SaúdeColetiva #Saúde #MinistériodaSaúde #SUS #SaúdedaFamília #PromoçãodaSaúde #EducaçãoemSaúde #ComunicaçãoemSaúde #Vacina #Vacinação #MMR #SCR #Prevenção #ONU #OMS #OPAS #Política #Cãmara #Senado #Congresso #Educação #Cultura #Arte #Artivismo #Jornalismo #Reportagem #Notícias #DireitosHumanos - No dia 28 de agosto de 2019, foi confirmada pela Secretaria Municipal de São Paulo a primeira morte por Sarampo na Cidade. A vítima era homem de 42 anos, sem registro de vacinas, com doenças preexistentes.O Estado de São Paulo apresenta em agosto de 2019 2.457 casos confirmados de Sarampo, a grande maioria concentrados na capital, em que 1637 pessoas apresentaram os sintomas e sinais da doença extremamente contagiosa e potencialmente fatal.No dia 20 de agosto de 2019, a Secretaria Estadual de São Paulo informou que o número de casos confirmados de Sarampo na cidade de São Paulo subiu de 997 para 1.314, um aumento de 31,8%, uma média de 45 casos novos por dia.No mesmo dia, o Ministério da Saúde divulgou um balanço sobre o Sarampo em que indica que o país apresentava até 18 de agosto 1845 casos confirmados da doença contagiosa.O Ministério da Saúde divulgou uma nova recomendação: que todas as crianças entre 6 meses e 1 ano de vida devem tomar uma dose extra da vacina.

No dia 09 de outubro de 2019, a Secretaria Estadual de SP revelou que o Sarampo faz 92 vítimas por dia e que o total de casos confirmados subiu para 4.408 e o de mortos para 12.



No dia 18 de setembro de 2019, a Secretaria Estadual de Saúde de SP divulgou balanço sobre o Sarampo. Entre janeiro e setembro de 2019, a doença atingiu 4.299 pessoas.Em uma semana, foram 708 casos novos.


No dia 11 de setembro de 2019, o Ministério da Saúde e a Secretaria de Saúde do estado de SP confirmaram o avanço do Sarampo: 3591 casos confirmados no estado de SP sendo 2179 na capital.


No dia 28 de agosto de 2019, foi confirmada pela Secretaria Municipal de São Paulo a primeira morte por Sarampo na Cidade. A vítima era homem de 42 anos, sem registro de vacinas, com doenças preexistentes.O Estado de São Paulo apresenta em agosto de 2019 2.457 casos confirmados de Sarampo, a grande maioria concentrados na capital, em que 1637 pessoas apresentaram os sintomas e sinais da doença extremamente contagiosa e potencialmente fatal.


foto:Reprodução Internet



No dia 20 de agosto de 2019, a Secretaria Estadual de São Paulo informou que o número de casos confirmados de Sarampo na cidade de São Paulo subiu de 997 para 1.314, um aumento de 31,8%, uma média de 45 casos novos por dia.No mesmo dia, o Ministério da Saúde divulgou um balanço sobre o Sarampo em que indica que o país apresentava até 18 de agosto 1845 casos confirmados da doença contagiosa.O Ministério da Saúde divulgou uma nova recomendação: que todas as crianças entre 6 meses e 1 ano de vida devem tomar uma dose extra da vacina.

foto:Reprodução Internet



No dia 19 de junho de 2019, foi divulgada a informação de que a cidade de SP possui até o momento, casos confirmados de Sarampo. Há 15 dias, eram 14.   8 Casos são importados e 24 sendo investigados. A região mais afetada é a zona norte da cidade.Antes deste surto em 2019, São Paulo ficou sem casos confirmados de sarampo por 4 anos.No Estado de SP, são 66 os casos confirmados da doença:32 na capital, 21 em Santos, 6 em Santo André, 4 em Guarulhos, 1 em Osasco, Jales e Sorocaba.Há uma campanha de vacinação na cidade de SP destinada ao público alvo entre 15 e 29 anos, que pode não ter recebido a segunda dose da vacina.As contraindicações da vacina são: menores de 6 meses, gestantes, imunossuprimidos, pacientes com sarampo. O quadro clínico do Sarampo é caracterizado pelas lesões cutâneas(manchas vermelhas), febre alta, dores no corpo, coriza, e manchas esbranquiçadas no interior das bochechas.Em março de 2019, o Brasil perdeu a condição de País Livre do Sarampo, após surto no Pará.

foto:reprodução Internet


Até o dia 5 de junho de 2019 o Ministério da Saúde confirmou a existência de 123 casos confirmados de Sarampo no Brasil. A Maioria dos casos está localizada no estado de São Paulo com 418 casos suspeitos até 5 de junho e 51 casos confirmados.  A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo inicia uma campanha de vacinação em 10 de junho de 2019.O público alvo são jovens entre 15 e 29 anos.As contraindicações à Vacina incluem Grávidas e Pessoas com ImunoSupressão.


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No dia 31 de maio de 2019, a Secretaria estadual de Saúde de São Paulo revelou que o estado registrou até maio o maior número de casos confirmados de Sarampo desde 1999: 36. Por conta da alta incidência, o Estado de São Paulo participará da campanha extraordinária contra o Sarampo promovida pelo Ministério da Saúde entre 10 de junho e 12 de julho de 2019.A vacina contra o Sarampo consta no calendário vacinal brasileiro e é ministrada aos 12 meses de vida e um reforço aos 15 meses de idade. Quando não há o reforço, a doença pode acometer preferencialmente os indivíduos entre 15 e 29 anos que são público alvo do esforço atual de vacinação.A Vacina é segura e feita com vírus vivo atenuado.Pessoas com imunodepressão, quadros de infecção ativa e alergias graves devem evitar a vacina e consultar os profissionais de saúde para adotar medidas de precaução e fortalecimento da imunidade.



No dia 13 de maio de 2019 a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de São Paulo divulgou mais um balanço sobre o Sarampo na cidade que revelou a existência do primeiro caso autóctone(contraído no território do município) desde 2015.Foram registrados outros 4 casos importados de Israel além dos 3 já registrados anteriormente. Há 92 casos suspeitos em investigação na capital paulista.Santos conta com 20 casos confirmados, todos decorrentes de um surto no interior do navio MSC Seaview.


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Em 15 de abril de 2019 a Organização Mundial da Saúde(OMS) divulgou balanço que alerta que os Casos Confirmados de Sarampo no Mundo nos três primeiros meses de 2019 aumentaram 300% em relação a igual período de 2018.São 112.163 casos confirmados da doença contra 28.124 verificados no ano anterior. Os países mais afetados pela epidemia são República Democrática do Congo, Etiópia, Geórgia, Cazaquistão, Quirguistão, Madagascar, Mianmar, Filipinas, Sudão, Ucrânia, Tailândia. Países com alta cobertura vacinal como Estados Unidos e Israel também registram casos.O Brasil perdeu em 2018 o selo de Erradicação do Sarampo em virtude dos mais de 10 mil casos registrados, principalmente em Roraima e Amazonas. 

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No dia 01 de abril de 2019, a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo confirmou o primeiro caso de sarampo desde 2015. A doença teria contagiado um recém nascido de 5 meses em férias com a família na Noruega, país europeu muito afetado em virtude da baixa cobertura vacinal creditada aos movimentos anti vacina que alegam temer a associação da imunização com autismo e doenças autoimunes.A Vacina tríplice viral, MMR ou SCR, que protege contra Sarampo, Caxumba e Rubéola deve ser oferecida em duas doses aos 12 e 15 meses de vida, até os 29 anos de idade em duas doses e após os 30 anos em dose única.Além do caso confirmado ,outros 35 casos suspeitos estão em investigação. 


No dia 19 de março de 2019 a Organização Mundial da Saúde através da Organização Panamericana de Saúde(OPAS) comunicou ao Brasil sobre a retirada do selo de País Livre do Sarampo após a confirmação de mais um caso endêmico de Sarampo no Pará detectado em fevereiro de 2019.O Ministro da Saúde Henrique Mandetta(DEM-MS) anunciou o reforço da vacinação contra o sarampo em todo o Brasil e a exigência da vacina para os estudantes, militares e profissionais de saúde.O Brasil havia recebido o selo de Erradicação do Sarampo em 2016. O Sarampo é doença altamente contagiosa através do contato físico e de tosse e secreções. Pode matar e não existe tratamento específico. A única forma de prevenção eficaz é a vacina.



No dia 28 de fevereiro de 2019 o Fundo das Nações Unidas para a Infância divulgou em relatório que aponta que apenas 10 países no mundo concentraram cerca de 74% dos casos confirmados de sarampo.São eles:Ucrânia(30 mil casos), Filipinas, Brasil(10.262 casos), Iêmen(6.641), Venezuela(4.916),Sérvia(4.355),Madagascar(4.307),Sudão(3.496),Tailândia(2.758),França(2.269);O Sarampo é uma doença altamente contagiosa e pode ser prevenida através de vacinação. O Brasil conta com uma cobertura vacinal abaixo da necessário para crianças menores de 1 ano;atualmente este indicador é de 92% e a meta é vacinar 95% da população desta faixa etária. 




No dia 20 de fevereiro de 2019 o Ministério da Saúde confirmou 13 casos de Sarampo entre os tripulantes do navio de cruzeiros MSC SeaView, ancorado no porto de Santos.Um mutirão está sendo realizado para vacinar cerca de 10 mil pessoas.




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No dia 09 de janeiro de 2019 o Ministério da Saúde atualizou os dados sobre a epidemia de Sarampo no Brasil com base nas informações das Secretarias estaduais de Saúde: Até 08 de janeiro de 2019, foram confirmados 10.274 casos da doença no país, 9.778 no Amazonas e 355 casos em Roraima. 12 pessoas morreram por Sarampo no Brasil: 6 no Amazonas, 2 no Pará e 4 em Roraima.Casos isolados derivados da interiorização de pacientes  infectados: São Paulo(3), Rio de Janeiro(19), Rio Grande do Sul(45), Pará(61), Rondônia(2), Bahia(2), Pernambuco(4), Distrito Federal(1), Sergipe(4).


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Até o dia 22 de outubro de 2018 o Brasil contabilizava 2425 casos confirmados de Sarampo, sendo 2 mil no Amazonas e 332 em Roraima.Rio Grande do Sul(43), Rio de Janeiro(19), Pará(17), Pernambuco(4),Sergipe(4), São Paulo(3), Rondônia(2),Distrito Federal(1) são outros estados afetados em menor intensidade pela doença viral.12 mortes foram registradas, 6 no Amazonas,4 em Roraima e 2 no Pará. 


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No dia 17 de outubro de 2018, o Ministério da Saúde divulgou mais um balanço da doença no Brasil.São 2192 casos confirmados e 12 mortes.


A Organização Mundial da Saúde(OMS) chamou de tragédia o aumento em 400 % dos casos de sarampo na Europa em 2017. O Continente europeu teve 21.315 casos de sarampo que resultaram em 35 mortes.O Sarampo é a doença viral evitável por vacinação que mais mata no mundo:135 mil mortes em 2015, segundo a OMS.

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Os países mais afetados foram Romênia, Itália e Ucrânia.Segundo a OMS, o sarampo avançou em países mais desenvolvidos e entre os mais precários.As causas deste avanço do Sarampo são a diminuição da cobertura vacinal, a precariedade da vigilância sanitária e a marginalização de grupos populacionais como ciganos e refugiados.Movimentos antivacina existentes na Europa, fortalecidos por estudos que insinuam ligação de vacinas antivirais e autismo, podem ter contribuído para a diminuição da cobertura vacinal em países como a Itália.O Sarampo é doença viral altamente contagiosa que pode causar a morte. A OMS preconiza que 95% da população seja vacinada para impedir epidemias.Os principais sintomas do sarampo são febre alta, coriza, congestão nasal, manchas na pele, lesões ulceradas na cavidade oral .A complicação mais temida é a pneumonite, que pode ser fatal.
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A Vacinação contra Sarampo, Caxumba e Rubéola(SCR ou Tríplice Viral) deve ser tomada aos 12 meses com reforço aos 15 meses de idade pela vacina tetravalente(SCR+Vacina para Varicela ou Catapora).Crianças até 4 anos que não foram vacinadas podem receber uma dose da vacina tetravalente.Dos 5 aos 29 anos devem ser administradas duas doses da vacina tríplice viral.Pessoas de 30 a 49 anos devem receber apenas uma dose da vacina tríplice viral caso ainda não tenham sido vacinadas.
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 O Brasil erradicou o Sarampo em 2001. Em 2016, o Brasil ganhou o certificado de Área Livre do Sarampo da Organização Panamericana de Saúde(OPAS).

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Em fevereiro de 2018, em virtude do grande número de refugiados vindos da Venezuela, país em que a cobertura vacinal contra sarampo é precária , houve a confirmação do primeiro caso de sarampo importado em Roraima, estado que já conta com cerca de 45 mil venezuelanos, que devem ser dirigidos até outras capitais do Brasil, como Manaus e São Paulo, aumentado o risco de uma nova epidemia viral. A Secretaria estadual de Saúde de Roraima confirmou a existência de um caso importado da Venezuela em território brasileiro e outros sete casos suspeitos aguardando exames de sorologia. Atualmente o Brasil não exige comprovante de vacinação para a entrada dos estrangeiros no país.A Venezuela, em meio a uma de suas maior es crises políticas e econômicas de sua história, padece também de uma grave epidemia de sarampo.O Governo Federal enviou lotes de vacina para sarampo para Roraima  e destacou um grupo de trabalho para efetuar estratégias e ações de enfrentamento da crise.

No dia 26 de fevereiro de 2018 subiu para 12 o número de casos suspeitos de Sarampo em Roraima, todos crianças entre 0 e 10 anos.

No dia 02 de março de 2018, uma criança venezuela morreu vítima de pneumonia causada pelo vírus do sarampo em Boa Vista, capital de Roraima.


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O Governo do Estado de Roraima anunciou em 07 de março de 2018 que chegou a 8 o número de casos confirmados de sarampo no estado.Outros 29 suspeitos estão sendo investigados.O Estado declarou surto de sarampo e antecipou a campanha de vacinação em massa para dia 10 de março de 2018 quando espera alcançar 400 mil pessoas.

A Organização Mundial de Saúde divulgou que apenas em 2018 até março, 185 casos confirmados de sarampo foram registrados na Venezuela, Estados Unidos e Brasil.O Maior número de casos está na Venezuela(159), Estados Unidos(11) e Brasil(8).Outros países com casos são Antígua e Barbados(1), Canadá(3), Guatemala(1), México(1) e Peru(1).

No dia 14 de março de 2018 a Fundação de Vigilância da Saúde do Amazonas divulgou a informação de que existem 17 casos suspeitos de sarampo em Manaus.

No dia 15 de março de 2018 morreu recém nascido de 3 meses com diagnóstico confirmado para sarampo em Boa Vista, Roraima. Já são 18 casos confirmados e 55 suspeitos de sarampo no estado.

No dia 10 de maio de 2018 a Organização Mundial de Saúde emitiu um alerta sobre a epidemia de Sarampo nas Américas. A região apresentou 1115 casos confirmados;904 na Venezuela e 103 casos no Brasil onde aconteceram duas mortes por sarampo.

Em Junho de 2018,  o Rio Grande do Sul já contabilizava 5 casos confirmados de Sarampo. O caso índice, o primeiro a ser confirmado no estado em 2018, teria sido infectado após viagem ao estado do Amazonas.

No dia 22 de junho de 2018, a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo declarou alerta nível 3 para a importação de casos de Sarampo a partir da Rússia, país sede da Copa do Mundo de Futebol que se estende até 15 de julho de 2018. A Rússia confirmou a existência de 1.149 casos de sarampo de janeiro a abril de 2018.O Brasil já registrou casos de sarampo em Roraima, Amazonas e Rio Grande Do Sul.A cobertura vacinal para Sarampo no Brasil que deveria ser de 95%, atualmente encontra-se em 70%. O Brasil apresentou o menor índice de cobertura vacinal para diversas doenças como sarampo, poliomielite, rubeóla, difteria e meningite em crianças em 16 anos.


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No dia 24 de julho de 2018 a Organização Panamericana de Saúde(OPAS) divulgou alerta em que afirma existir só nas Américas 2472 casos confirmados de Sarampo. Venezuela e Brasil são os países mais afetados.Campanha de Vacinação contra Sarampo e Poliomielite será realizada no Brasil entre 6 e 31 de agosto sendo que 18 de agosto é o dia D.

No dia 25 de julho de 2018 o Ministério da Saúde atualizou os dados a respeito da epidemia de Sarampo no Brasil;Já são 822 casos confirmados em todo o país;519 casos no Amazonas; 272 em Roraima; 14 no Rio De Janeiro; 13 no Rio Grande do Sul; 2 no Pará e 1 em São Paulo.

No dia 06 de agosto de 2018 foi deflagrada Campanha Nacional de vacinação contra Poliomielite e Sarampo em todo o Brasil. No Estado de SP a campanha foi antecipada para o dia 04 de agosto de 2018.A Meta é vacinar cerca de 11,5 milhões de crianças entre 1 e 5 anos de idade.O Sarampo já infectou mais 1022 pessoas no Brasil em 2018.A Poliomielite não possui ainda casos confirmados em território nacional.


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No dia 08 de agosto de 2018 o Ministério da Saúde divulgou novo balanço sobre o Sarampo no Brasil com dados até 06 de agosto: 1069 casos confirmados em Roraima e Amazonas e 5 mortes.

No dia 14 de agosto de 2018 o Ministério da Saúde divulgou mais um balanço sobre o Sarampo no Brasil:1206 casos confirmados, 910 no Amazonas e 296 em Roraima. 6 pessoas morreram, 4 em Roraima e 2 no Amazonas. Cerca de 84% das crianças brasileiras menores de 5 anos ainda não receberam a vacina tríplice viral. As piores coberturas vacinais estão justamente em Roraima e no Amazonas, estados mais atingidos pela doença. No dia 18 de agosto de 2018, o Ministério da Saúde realiza o dia D, dia de mobilização pela vacinação contra Sarampo e Poliomielite em todo o Brasil.


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No dia 20 de agosto de 2018 a Organização Mundial de Saúde alertou para o aumento de casos de Sarampo na Europa que chegou a 41 mil casos confirmados e para a consequente elevação do número de mortos:37 pessoas faleceram em decorrência da doença, 17 na Sérvia.Em 2017, foram 23 mil casos e em 2016, 5,2 mil casos.


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No dia 05 de setembro de 2018 o Ministério da Saúde divulgou seu mais recente balanço sobre o Sarampo no Brasil:1.579 casos confirmados, sendo que 1.232 só no estado do Amazonas.Em dois meses, houve um aumento de 133% no número de casos confirmados.7.513 casos suspeitos no Amazonas estão sendo investigados.227 casos confirmados em Roraima e 74 em investigação.São Paulo, Rio De Janeiro, Rondônia, Pará, Rio Grande do Sul e Pernambuco são estados afetados pela doença.São 8 mortes confirmadas por Sarampo no Brasil em 2018, 4 em Roraima, 4 no Amazonas.


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No dia 12 de setembro de 2018 o Ministério da Saúde divulgou mais um balanço sobre o Sarampo no Brasil:até 10 de setembro de 2018 eram 1673 casos confirmados e 7.812 em investigação>Só no estado do Amazonas são 1326 casos confirmados e em Roraima 301 casos confirmados de sarampo.Foram confirmadas 8 mortes por Sarampo no Brasil, 4 em Roraima e 4 no Amazonas.Rio De Janeiro(18 casos confirmados) Rio Grande do Sul(18 casos confirmados), Rondônia, Pernambuco, Pará e São Paulo tem 2 casos confirmados cada um.

No dia 19 de setembro de 2018 o Ministério da saúde atualizou os dados sobre o Sarampo no Brasil: até o dia 17 de setembro de 2018, 1735 casos confirmados e 9 mortes decorrentes da doença contagiosa.7.812 casos ainda sob investigação.1358 casos confirmados no Amazonas(72%), 310  casos em Roraima(17%), 24 casos no Rio Grande do Sul, 18 casos no Rio De Janeiro, 13 casos no Pará, 4 casos em Pernambuco, 4 casos em Sergipe, 2 casos em São Paulo e 2 em Rondônia.4 mortes foram no Amazonas, 4 em Roraima, e 2 no Pará.

No dia 03 de outubro de 2018, o Ministério da Saúde divulgou balanço sobre o sarampo no Brasil: são 1935 casos confirmados e dez mortes.1525 casos confirmados no Amazonas;330 em Roraima;33 no Rio Grande do Sul;18 no Rio de Janeiro;14 no Pará; 4 no Sergipe;4 em Pernambuco; 3 em Rondônia;3 em São Paulo;1 no Distrito Federal.

O Surto de Sarampo na fronteira entre Brasil e Venezuela em 2018 já acometeu 73 índios ianomamis apenas 1 em território brasileiro. O Brasil vem conseguindo conter a epidemia com campanha de vacinação em massa, o que não acontece em território venezuelano.



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No dia 10 de outubro de 2018 o Ministério da Saúde do Brasil divulgou mais um balanço sobre o Sarampo:2044 casos confirmados em todo país, sendo 1629 no Amazonas, 330 em Roraima, 36 no Rio Grande do Sul, 18 no Rio de Janeiro, 17 no Pará, 4 em Sergipe, 4 em Pernambuco, 3 em São Paulo, 2 em Rondônia, 1 no Distrito Federal. São 10 mortes por Sarampo no Brasil: 4 em Roraima, 4 no Amazonas e 2 no Pará.


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