#AlbertoDines #Jornalismo #Reportagem #Notícias #Comunicação #Mídia #Jornais #Revistas #Rádio #Televisão #Internet #RedesSociais #AplicativosdeMensagem #NormaCouri #InstitutoAlbertoDines #Projor #JornalismoCrítico #JornalismoInvestigativo #Democracia #Cidadania #Política #Economia #DireitosHumanos #SaúdePública #Educação #Cultura #Arte #MeioAmbiente #Clima #Sustentabilidade #Futuro #Presente #Passado #Memória #História #Legado - O Jornalista Alberdo Dines é uma ausência que prejudica a orientação do Jornalismo do Brasil neste momento histórico, político, econômico, cultural, tecnológico e social de extrema adversidade ao humanismo e a à solidariedade que lhe eram tão caras. Salve, Alberto Dines!

foto:Jaqueline Machado

Alberto Dines nasceu no Rio de Janeiro em família judaica.Iniciou sua carreira como crítico de cinema da revista Cena Muda em 1953.  



foto:Reprodução Internet

Em 1954, passa a integrar a revista Visão de Naun Sirotsky, cobrindo política e cultura.Em 1957 vai para a revista Manchete de Adolpho Bloch.Em 1959, assume o segundo caderno do jornal Última Hora de Samuel Wainer.Em 1960 torna-se editor chefe da revista Fatos e Fotos e faz colaborações ao jornal Tribuna da Imprensa.

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Ainda em 1960, dirige o Diário da Noite do Diários Associados de Assis Chateaubriand que o demite por publicar reportagem sobre o sequestro do navio Santa Maria em Recife em protesto a ditadura de Salazar em Portugal. Aos 30 anos de idade e 10 de jornalismo, ingressou no Jornal do Brasil como editor chefe em 1962. Em 1963, Alberto Dines criou e ocupou cadeira de Jornalismo Comparado na Faculdade de Jornalismo da PUC onde leciona até 1966.Critica a censura e a ditadura militar e é preso pelo regime de exceção em 1968 e 1969.Em 1971, recebe o Prêmio Maria Moors Cabot da Universidade de Columbia.Foi demitido em 1973 do Jornal do Brasil após publicar matéria sobre o golpe militar no Chile que depôs o presidente Salvador Allende.

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Em 1974 torna-se professor visitante da Universidade de Columbia após deixar Fatos e Fotos. Em 1975, assume a sucursal da Folha de São Paulo no Rio de Janeiro , convidado por Cláudio Abramo. Em 1980 é demitido da Folha de Sâo Paulo por Boris Casoy, após escrever artigo sobre a repressão do governo de SP liderado por Paulo Maluf à greve do ABC,comandada por Lula.Neste 1980, colaborou com o semanário Pasquim que luta pela redemocratização do Brasil.

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Escreveu a biografia de Stefan Zweig e assume a Secretaria Editorial da Editora Abril, em São Paulo. 



Mora em Portugal entre 1988 e 1995.Lança a revista Exame,  pela Editora Abril.Em 1994, ano em que retorna ao Brasil, cria o Observatório da Imprensa, periódico crítica da mídia e torna-se professor de jornalismo da UNICAMP.Em 1996, lança a versão eletrônica do Observatório da Imprensa.


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Em 1998, volta assinar coluna no Jornal do Brasil.O Livro sobre Stefan Zweig é adaptado ao cinema por Sílvio Back em 2002.

Em 2010 recebeu a Ordem do Mérito das Comunicações. Entre 2014 e 2015 colabora para o jornal El País.Em 2016, seu programa de Televisão Observatório da Imprensa deixa de ser exibido.Casou-se em primeiras núpcias com a sobrinha de Adolpho Bloch com quem teve quatro filhos. A sua segunda esposa foi a jornalista Norma Couri. 

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Em 2012, recebeu homenagem por ocasião de seu aniversário de 80 anos.



Faleceu, aos 86 anos,  em 22 de maio de 2018, após contrair gripe que evoluiu para pneumonia e insuficiência respiratória não reversível em internação de 10 dias no Hospital Israelita Albert Einstein.


Outros Livros publicados por Alberto Dines:



Vídeos sobre a vida e o obra de Alberto Dines:

    

#Gafanhotos #Agrotóxicos #MeioAmbiente #Ecologia #Clima #Sustentabilidade #Agricultura #Orgânicos #Jornalismo #Reportagem #RioGrandeDoSul #Congresso #Política #ParqueAugusta #AgroFloresta #Economia #Covid19 #OMS #ONU #ALERS #Câmara #Senado #MudançasCLimáticas #Biodiversidade - No dia 23 de junho de 2020, a Argentina e o Paraguai alertaram o Ministério da Agritucultura do Brasil que uma nuvem de gafanhotos com 40 milhões de insetos, estava a 180 quilômetros de distância da fronteira com o Rio Grande do Sul. O Uso abusivo de Agrotóxicos que elimina potenciais predadores dos gafanhotos como sapos e pássaros e prejudica o ecossistema com destruição de fungos e bactérias, a produção de monoculturas em latifúndios e as mudanças climáticas aliadas a perda da biodiversidade são causas das nuvens de gafanhotos, da seca, do calor excessivo para o inverno e para pandemias como a da COVID 19.

No dia 23 de junho de 2020, a Argentina e o Paraguai alertaram o Ministério da Agritucultura do Brasil que uma nuvem de gafanhotos com 40 milhões de insetos, estava a 180 quilômetros de distância da fronteira com o Rio Grande do Sul. O Uso abusivo de Agrotóxicos que elimina potenciais predadores dos gafanhotos como sapos e pássaros e prejudica o ecossistema com destruição de fungos e bactérias, a produção de monoculturas em latifúndios e as mudanças climáticas aliadas a perda da biodiversidade são causas das nuvens de gafanhotos, da seca, do calor excessivo para o inverno e para pandemias como a da COVID 19.





 fotos:Reprodução Internet





foto:Nacho Lemus


No dia 27 de fevereiro de 2019, ativistas e coletivos realizam distribuição gratuita de refeições e alimentos saudáveis em várias cidades do Brasil numa ação denominada Banquetaço. O Foco da atividade é pressionar o governo federal a rever a extinção do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional(CONSEA), responsável pela interlocução da sociedade civil com as políticas públicas da área.Há uma pressão crescente pela liberação de agrotóxicos(O Brasil já consome 7 litros de agrotóxicos por habitante por ano, quantidade considerada extremamente tóxica e prejudicial à saúde), trangênicos, alimentos industrializados, e pelo veto à rotulagem da embalagem dos alimentos industrializados. Em São Paulo, o Banquetaço aconteceu na Praça da República, entre 12 e 15 horas.












































fotos acima:Heber Biella







foto:Adriano Sálvio





foto:Reprodução Internet



Em janeiro e fevereiro de 2019, a Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável divulga uma série de ações para informar a população brasileira sobre a extinção do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional(CONSEA) pelo governo federal, promovida no dia 01 de janeiro de 2019, após a posse do presidente Jair Bolsonaro(PSL-RJ) através da publicação da Medida Provisória 870, sem audiências públicas ou projetos de lei debatidos no Congresso Nacional.A Medida Provisória 870 revogou a Lei Orgânica da Segurança Alimentar e Nutricional(LOSAN) de 2006 o que permitiu o desaparecimento do CONSEA, resultando num grave retrocesso com impactos negativos sobre a Saúde Pública do Brasil.

foto:Heber Biella

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária criou em 2014 um grupo de trabalho para debater a rotulagem nutricional de alimentos.Em maio de 2018, a Anvisa declarou que os modelos de advertência nos rótulos nutricionais são os mais eficientes em termos de comunicação ao consumidor. De Maio a Julho de 2018, a Anvisa recebeu contribuições digitais para o aprimoramento do modelo de rotulagem nutricional.O Próximo passo a ser dado em 2019 é abertura da consulta pública da rotulagem nutricional para que os brasileiros e brasileiras possam saber exatamente o que estão ingerindo junto com os alimentos que consomem.A Epidemia de Obesidade e de doenças metabólicas como a Diabetes Mellitus que assola o Brasil e o mundo pode ser causada também pelo aumento vertiginoso do consumo de bebidas açucaradas como sucos e refrigerantes, que no Brasil, recebem subsídios governamentais além de baixa tributação o que concorre para os baixos preços que seduzem os consumidores ao lado de publicidade agressiva e atraente e do sabor doce prazeiroso que a ansiedade e o estresse do dia a dia demandam.O Fim dos subsídios governamentais à indústria das bebidas açucaradas e o aumento da taxação das mesmas são medidas essenciais para o combate da Obesidade e a diminuição dos agravos à saúde a ela associadas como Diabetes, Pressão Alta, Derrame Cerebral, Infarto do Coração, Dores nas Costas, Câncer, entre outras...





foto:DAF

No dia 01 de janeiro de 2019, foi publicada em Diário Oficial da União, Medida Provisória que extingue o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) órgão de assessoramento e diálogo entre sociedade civil e governo federal responsável por fazer a participação comunitária e o controle social da alimentação e nutrição no Brasil.Entidades como a Associação Brasileira de Saúde Coletiva(ABRASCO) e o corpo de representantes da sociedade civil no CONSEA protestaram contra a decisão do governo federal.






fotos:Arquivo GBE


No dia 23 de outubro de 2018, o Supremo Tribunal da Califórnia confirmou a sentença condenatória sobre a Monsanto, fabricante de agrotóxicos a base do glifosato, após ação movida pelo jardineiro Dewayne Johnson que acusa a empresa controlada pela multinacional alemã Bayer pelo desenvolvimento de um Câncer a partir da manipulação do glifosato em sua atividade profissional.  A juíza do Supremo Tribunal da Califórnia Suzanne Bolanos disse que reduziria a indenização de U$ 250 milhões para U$ 39 milhões se o jardineiro aceitasse o acordo.A Bayer afirmou que iria recorrer da decisão judicial.

foto:Reprodução Internet

No dia 06 de setembro de 2018, o trabalhador rural argentino Fábian Tomasi, símbolo da luta mundial contra os agrotóxicos, morreu, aos 53 anos, em decorrência da exposição crônica aos agrotóxicos em virtude de seu trabalho de fumigador de herbicidas em plantações de soja no estado de Entre Rios, Argentina.Por conta à exposição aos venenos utilizados pelo agronegócio sem proteção, Tomasi desenvolveu polineuropatia que acarretou uma drástica diminuição de seu bem estar e de sua qualidade de vida.Em 2017, sua história foi contada no livro "Envenenados" do escritor e jornalista argentino Patrício Eleisegui.
foto:Pablo Piovano