#Divina #ElisethCardoso #Música #Cultura #Arte #CantorasBrasileiras #Cantoras #Negritude #Racismo #ChegadeSaudade #BossaNova #Bolero #Choro #SambaCanção #Samba #Feminismo #FeminismoNegro #DireitosDasMulheres #JacobdoBandolim #VinicíusdeMoraes #TomJobim - Elizeth Moreira Cardoso nasceu em 16 de julho de 1920 no Rio de Janeiro, no subúrbio de São Francisco Xavier, próximo ao morro da Mangueira. De família pobre, era levada pelo pai Jaime Cardoso para cantar sucessos de Vicente Celestino, desde os 10 anos de idade. Interrompeu os estudos para trabalhar e ajudar na renda da família.Aos 16 anos, morando de favor na casa de uma tia no centro do Rio de Janeiro, Elizeth Cardoso impressionou os amigos músicos de seu pai como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Dilermando Reis cantando sem desafinar, apesar da timidez. Levada por Jacob do Bandolim à Rádio Guanabara, venceu o concurso de cantores calouros e iniciou sua bem sucedida carreira, apesar do preconceito racial e de classe social. Independente financeiramente, namorou o jogador de futebol Leônidas da Silva e foi morar com ele, aos 17 anos, contra a vontade dos pais. Separou-se de Leônidas da Silva que não concordava com a adoção de uma criança e era muito ciumento e machista.Voltou a morar com os pais que cuidavam da pequena Tereza Carmela Moreira Cardoso enquanto se apresentava.Namorou e casou com o cavaquinista Ari Valdez e com ele teve casa, família e filho, Paulo Cezar Cardoso Valdez.Elizeth Cardoso começa a deslanchar a carreira entre São Paulo e Rio de Janeiro e sua relação com Ari Valdez é desgastada pelo ciúme e constantes traições do marido até sua separação em 1947 e a guarda dos filhos. Intérprete de choros, sambas canção e bossa nova. Seu LP Canção do Amor Demais incluía a antológica Chega de Saudade, do ainda desconhecido João Gilberto, e canções de Vinicius de Moraes e Tom Jobim, como Luciana e As Prais Desertas e Outra Vez. Em 1960, gravou o jingle para a campanha presidencial de João Goulart. APresentou o programa BosSaudade na TV Record. Em 1968,auge de sua carreira, apresentou -se ao lado do Zimbo Trio e Jacob do Bandolim e o Época de Ouro, no Museu da Imagem do Som. Gravou mais de 40 LPs. Influenciou gerações de cantoras como Maysa. Por conta da criação dos filhos e sua penúria financeira, dimimnui suas apresentações musicais e começa a trabalhar como taxista para levantar dinheiro para comprar sua casa própria.Namorou na sequência, 3 maestros:Dedé,Evaldo Rui e Paulo Rosa. Evaldo Rui se suicidou após a separação e este evento abalou a saúde de Elizeth que foi operada de apendicite.Em 1966, separou-se de Paulo Rosa e e se envolveu afetiva e artisticamente com Cyro Monteiro com que se desentendeu logo a seguir e a levou para uma rivalidade com Elis Regina, que tomou as dores do amigo Cyro Monteiro. Em 1969, com a morte da mãe, Elizeth Cardoso passa por fase difícil.Ganhou netos, viu os sobrinhos crescerem, morava sozinha mas namorou muitos músicos, atores. No fim dos anos 70, era uma mulher viajada, já tendo realizado diversas apresentações nos EUA, Europa e até no Japão.E foi no Japão, em 1987, que Elizeth ao vomitar sangue, foi diagnosticada com um Câncer de Estômago, operada de emergência no Japão e completou tratamento oncológico no Brasil que não evitou sua morte em 7 de maio de 1990, no Rio de Janeiro. Seu sepultamento, ao som do Surdo da Portela, ocorreu no Cemitério do Caju, após velório concorrido no Teatro João Caetano.

Elizeth Moreira Cardoso nasceu em 16 de julho de 1920 no Rio de Janeiro, no subúrbio de São Francisco Xavier, próximo ao morro da Mangueira.


fotos:reprodução Internet



De família pobre, era levada pelo pai Jaime Cardoso para cantar sucessos de Vicente Celestino, desde os 10 anos de idade. Interrompeu os estudos para trabalhar e ajudar na renda da família.Aos 16 anos, morando de favor na casa de uma tia no centro do Rio de Janeiro, Elizeth Cardoso impressionou os amigos músicos de seu pai como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Dilermando Reis cantando sem desafinar, apesar da timidez. 

 fotos:reprodução Internet

Levada por Jacob do Bandolim à Rádio Guanabara, venceu o concurso de cantores calouros e iniciou sua bem sucedida carreira, apesar do preconceito racial e de classe social.

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Independente financeiramente, namorou o jogador de futebol Leônidas da Silva e foi morar com ele, aos 17 anos, contra a vontade dos pais. Separou-se de Leônidas da Silva que não concordava com a adoção de uma criança e era muito ciumento e machista.Voltou a morar com os pais que cuidavam da pequena Tereza Carmela Moreira Cardoso enquanto se apresentava.Namorou e casou com o cavaquinista Ari Valdez e com ele teve casa, família e filho, Paulo Cezar Cardoso Valdez.Elizeth Cardoso começa a deslanchar a carreira entre São Paulo e Rio de Janeiro e sua relação com Ari Valdez é desgastada pelo ciúme e constantes traições do marido até sua separação em 1947 e a guarda dos filhos.



 Intérprete de choros, sambas canção e bossa nova. 



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Seu LP Canção do Amor Demais incluía a antológica Chega de Saudade, do ainda desconhecido João Gilberto, e canções de Vinicius de Moraes e Tom Jobim, como Luciana e As Prais Desertas e Outra Vez. Em 1960, gravou o jingle para a campanha presidencial de João Goulart. Apresentou o programa BosSaudade na TV Record.
















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 Em 1968,auge de sua carreira, apresentou -se ao lado do Zimbo Trio e Jacob do Bandolim e o Época de Ouro, no Museu da Imagem do Som. Gravou mais de 40 LPs. Influenciou gerações de cantoras como Maysa. Por conta da criação dos filhos e sua penúria financeira, dimimnui suas apresentações musicais e começa a trabalhar como taxista para levantar dinheiro para comprar sua casa própria.Namorou na sequência, 3 maestros:Dedé,Evaldo Rui e Paulo Rosa. Evaldo Rui se suicidou após a separação e este evento abalou a saúde de Elizeth que foi operada de apendicite.Em 1966, separou-se de Paulo Rosa e e se envolveu afetiva e artisticamente com Cyro Monteiro com que se desentendeu logo a seguir e a levou para uma rivalidade com Elis Regina, que tomou as dores do amigo Cyro Monteiro. 

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 Em 1969, com a morte da mãe, Elizeth Cardoso passa por fase difícil.Ganhou netos, viu os sobrinhos crescerem, morava sozinha mas namorou muitos músicos, atores. No fim dos anos 70, era uma mulher viajada, já tendo realizado diversas apresentações nos EUA, Europa e até no Japão.








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E foi no Japão, em 1987, que Elizeth ao vomitar sangue, foi diagnosticada com um Câncer de Estômago, operada de emergência no Japão e completou tratamento oncológico no Brasil que não evitou sua morte em 7 de maio de 1990, no Rio de Janeiro. Seu sepultamento, ao som do Surdo da Portela, ocorreu no Cemitério do Caju, após velório concorrido no Teatro João Caetano.


#AlfredoSirkis #Ecologia #Clima #MeioAmbiente #Sustentabilidade #Política #Câmara #Senado #Congresso #Literatura #Jornalismo #Reportagem #Notícias #Democracia #RioDeJaneiro #MudançasClimáticas #ParqueAugusta #Propósito #Ativismo #Missão #Legado #PartidoVerde #COP #AcordoDeParis #Rio92 -Alfredo Hélio Sirkis combateu a ditadura militar no Brasil, em sua juventude, como guerrilheiro da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR) na década de 60. Participou do sequestro do embaixador da Suiça no Brasil, Giovvani Enrico Bucher, para trocá-lo por outros militantes presos. em 1971, Foi exilado, morou no Chile, França, Argentina. Retornou ao Brasil, após a Lei de Anistia, em 1979.Anos mais tarde diria sobre este período:"Não me desconforta este passado, também não me enaltece." Foi vereador da Cidade do Rio de Janeiro por 4 mandatos. Desde sempre defensor radical do Meio Ambiente Equilibrado e da Ecologia. Assumiu a Secretaria de Urbanismo e de Meio Ambiente do Rio de Janeiro. Foi deputado federal por um mandato. Autor da Chamada Lei Sirkis, que viabilizou o Forum Global na Rio 92, em 1992, talvez a mais importante conferência ecológica mundial da história, sediado no Rio de Janeiro. Fundou o Partido Verde, foi candidato à presidente da República em 1998, presidente nacional do PV por 9 anos, coordenador nacional da campanha da então candidata Marina Silva pelo Partido Verde à Presidência do Brasil em 2010, quando esta chegou em terceiro lugar. Jornalista e escritor, deixou sua marca com obras contundentes e consistentes como Ditadura na Argentina, Os Carbonários(que virou série na TV e ganhou prêmio Jabuti em 1981), e seu memorial, O DesCarbonário em que resgata trechos de sua biografia e faz uma análise crítica da política brasileira, que não poupa a esquerda nem a direita, num sincerídio incomum para políticos profissionais. O DesCarbonário termina em 2018, quando Alfredo Sirkis entregou ao então presidente da República do Brasil, Michel Temer um exemplar de documento sobre as Mudanças Climáticas, verdadeira obsessão em seus 10 últimos anos de vida: "Mudanças Climáticas: Riscos e Oportunidades para o Brasil." Participou de 11 COPS, conferências das Partes, da Convenção Quadro sobre Mudanças Climáticas da ONU. Autor do artigo 108 do Acordo de Paris, que regula a precificação de menos carbono, incentivo à descarbonização da economia mundial. Fundou o Centro Brasil no Clima para idealizar e concretizar ações de enfrentamento ao aquecimento global e às mudanças Climáticas. Alfredo Sirkis morreu aos 69 anos, em 10 de julho de 2020, quando ia visitar a mãe, de 97 anos e seu filho, num sítio em Vassouras, interior do Rio de Janeiro, num acidente automobilístico, na BR 493, no Arco Metropolitano da Baixada Fluminense Deixa a companheira, mãe e dois filhos.



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Alfredo Hélio Sirkis combateu a ditadura militar no Brasil, em sua juventude, como guerrilheiro da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR) na década de 60.



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 Participou do sequestro do embaixador da Suiça no Brasil, Giovvani Enrico Bucher, para trocá-lo por outros militantes presos. em 1971, Foi exilado, morou no Chile, França, Argentina. Retornou ao Brasil, após a Lei de Anistia, em 1979.Anos mais tarde diria sobre este período:"Não me desconforta este passado, também não me enaltece." Atualmente, definia-se como um centrista radical.




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Foi vereador da Cidade do Rio de Janeiro por 4 mandatos. Desde sempre defensor radical do Meio Ambiente Equilibrado e da Ecologia. Assumiu a Secretaria de Urbanismo e de Meio Ambiente do Rio de Janeiro. Foi deputado federal por um mandato. Autor da Chamada Lei Sirkis, que viabilizou o Forum Global na Rio 92, em 1992, talvez a mais importante conferência ecológica mundial da história, sediado no Rio de Janeiro.




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Fundou o Partido Verde, foi candidato à presidente da República em 1998, presidente nacional do PV por 9 anos, coordenador nacional da campanha da então candidata Marina Silva pelo Partido Verde à Presidência do Brasil em 2010, quando esta chegou em terceiro lugar.







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 Jornalista e escritor, deixou sua marca com obras contundentes e consistentes como Ditadura na Argentina, Os Carbonários(que virou série na TV e ganhou prêmio Jabuti em 1981), e seu memorial, O DesCarbonário em que resgata trechos de sua biografia e faz uma análise crítica da política brasileira, que não poupa a esquerda nem a direita, num sincerídio incomum para políticos profissionais. O DesCarbonário termina em 2018, quando Alfredo Sirkis entregou ao então presidente da República do Brasil, Michel Temer um exemplar de documento sobre as Mudanças Climáticas, verdadeira obsessão em seus 10 últimos anos de vida: "Mudanças Climáticas: Riscos e Oportunidades para o Brasil."

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Participou de 11 COPS, conferências das Partes, da Convenção Quadro sobre Mudanças Climáticas da ONU.






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Autor do artigo 108 do Acordo de Paris, que regula a precificação de menos carbono, incentivo à descarbonização da economia mundial. Fundou o Centro Brasil no Clima para idealizar e concretizar ações de enfrentamento ao aquecimento global e às mudanças Climáticas.







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Alfredo Sirkis morreu aos 69 anos, em 10 de julho de 2020, quando ia visitar a mãe, de 97 anos e seu filho, num sítio em Vassouras, interior do Rio de Janeiro, num acidente automobilístico, na BR 493, no Arco Metropolitano da Baixada Fluminense Deixa a companheira Ana Borelli, mãe e dois filhos.

Aos jovens, recomendou antes de morrer que se dedicassem de corpo e alma a uma causa, sem egocentrismos, e que estudassem maneiras práticas e concretas de transformar o mundo, amparados no diálogo e na negociação e sobretudo na resiliência, paciência e perseverança para suportar períodos turbulentos e desafiadores como este da Pandemia da Covid 19 e de Devastação Ambiental.

https://www.facebook.com/AndreTrigueiroJornalista/videos/1168130756903911/