#AjusteFiscal #Economia #Consumo #Juros #Inflação #Selic #PIB #MinistériodaFazenda #Congresso #Governo #Jornalismo - No dia 3 de novembro de 2026, o ministro da Fazenda Dario Durigan, que não sabe se será confirmado na pasta para o ano de 2027 no governo Lula 4.0, disse que o governo Lula fará um ajuste fiscal gradual que respeite os compromissos de campanha eleitoral em que Lula prometeu manter todos os programas sociais como Bolsa Família, Farmacia Popular, Minha Casa Minha Vida, Prospera Mei, Tarifa Zero aos finais de semana pra transporte público, isenção de Imposto de Renda pra até R$ 5 mil, Desenrola, Pé de Meia Ensino Médio Integral e Pé de Meia Universitário, Canetas Emagrecedoras gratis no SUS entre outras promessas e realidades, que podem ser até ampliadas, segundo promessas do petista.Durigan e Lula preparam uma PEC pra fazer o chamado ajuste fiscal pra buscar o centro da meta da inflação, cerca de 3% ao ano. Lula terá a chance de fazer 6 indicaçoes pra diretoria do Banco Central, que tem autonomia, e que tem como presidente Gabriel Galípolo, indicado por Lula após recomendação do ex ministro da Fazenda Fernando Haddad.Durigan afastou a tese publicada por um dos pais do Plano Real na era FHC, Andre Lara Rezende, em setembro de 2026, em que defende que a dívida pública brasileira, predominantemente contraída no mercado interno, não é causada por gastos do governo e sim pela alta taxa de juros que deveria ser reduzida com intensidade( de 14 pra 7,5% ao ano em 12 meses) e depois pra 5,5% ao ano em mais 12 meses, com o governo federal e o Banco Central queimando reservas internacionais brasileiras(cerca de Us$$ 365 bilhões) pra evitar ataques especulativos cambiais.O Governador Reeleito do Piaui, Rafael Fonteles, economista com histórico de ajustes fiscais bem sucedidos em seu estado quando ainda era Secretário da Fazenda do governador Wellington Dias, e o vice presidente reeleito Geraldo Alckmin, também reconhecido como fiscalista quando era governador de SP por 2 mandatos, são nomes muito ventilados em Brasília pra suceder Durigan.O Instituto Fiscal Independente(IFI) aponta um ajuste fiscal de R$ 450 bilhões em 2027 pra evitar um déficit primário de 1%.Segundo o IFI é necessário um nome para o Ministério da Fazenda que tenha credibilidade e passe confiança e um plano no curto, médio e longo prazos que convença a sociedade que o governo Lula 4.0 realmente se comprometa a perseguir sua execução de forma efetiva, e não apenas retórica.

 No dia 3 de novembro de 2026, o ministro da Fazenda Dario Durigan, que não sabe se será confirmado na pasta para o ano de 2027 no governo Lula 4.0, disse que o governo Lula fará um ajuste fiscal gradual que respeite os compromissos de campanha eleitoral em que Lula prometeu manter todos os programas sociais como Bolsa Família, Farmacia Popular, Minha Casa Minha Vida, Prospera Mei, Tarifa Zero aos finais de semana pra transporte público, isenção de Imposto de Renda pra até R$ 5 mil, Desenrola, Pé de Meia Ensino Médio Integral e Pé de Meia Universitário, Canetas Emagrecedoras gratis no SUS entre outras promessas e realidades, que podem ser até ampliadas, segundo promessas do petista.Durigan e Lula preparam uma PEC pra fazer o chamado ajuste fiscal pra buscar o centro da meta da inflação, cerca de 3% ao ano. Lula terá a chance de fazer 6 indicaçoes pra diretoria do Banco Central, que tem autonomia, e que tem como presidente Gabriel Galípolo, indicado por Lula após recomendação do ex ministro da Fazenda Fernando Haddad.Durigan afastou a tese publicada por um dos pais do Plano Real na era FHC, Andre Lara Rezende, em setembro de 2026, em que defende que a dívida pública brasileira, predominantemente contraída no mercado interno, não é causada por gastos do governo e sim pela alta taxa de juros que deveria ser reduzida com intensidade( de 14 pra 7,5% ao ano em 12 meses) e depois pra 5,5% ao ano em mais 12 meses, com o governo federal e o Banco Central queimando reservas internacionais brasileiras(cerca de Us$$ 365 bilhões) pra evitar ataques especulativos cambiais.


fotos:Reprodução Internet

O Governador Reeleito do Piaui, Rafael Fonteles, economista com histórico de ajustes fiscais bem sucedidos em seu estado quando ainda era Secretário da Fazenda do governador Wellington Dias, e o vice presidente reeleito Geraldo Alckmin, também reconhecido como fiscalista quando era governador de SP por 2 mandatos, são nomes muito ventilados em Brasília pra suceder Durigan.


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O Instituto Fiscal Independente(IFI) aponta um ajuste fiscal de R$ 450 bilhões em 2027 pra evitar um déficit primário de 1%.Segundo o IFI é necessário um nome para o Ministério da Fazenda que tenha credibilidade e passe confiança e um plano no curto, médio e longo prazos que convença a sociedade que o governo Lula 4.0 realmente se comprometa a perseguir sua execução de forma efetiva, e não apenas retórica.Em agosto de 2026, a dívida pública bruta chegou a 82,9% do PIB,um aumento de 4,2% em relação a dezembro de 2025.Os juros nominais do setor público somaram R$ 1,18 trilhão, o equivalente a quase 9% do PIB, o que aumenta o risco país e reduz o tempo de resgate de títulos da dívida pública e aumenta a taxa de juros necessária pra atrai investidores que se interessem em comprar esses títulos da dívida pública brasileira.Pra piorar pessoas, famílias e empresas no Brasil estão muito endividados.Cerca de 85% das familias, 85% de inadimplência.Muitas falências e recuperações extrajudiciais e judiciais em curso.A Combinação do Crédito Caro e do Alto Endividamento emperra a economia.O IFI projeto PIB de 1,8% pra 2027 e crescimento da dívida pública do Brasil pra 86,4%.A implantação do fim da escala 6x1, a depender da forma como for implementada, pode aumentar ainda mais o desafio.O IFI também projeta que o resultado fiscal poderá ser cerca de R$ 104 bilhões pior que o estimado pelo governo Lula em agosto de 2026 quando enviou ao congresso nacional o Projeto de Lei Orçamentaria Anual(PLOA), O reajuste do Bolsa Família, realizado antes do segundo turno das eleições 2026, vencida por Lula, representar aumento de despesas de R$ 23 bilhões em 2027; a probição das bets, perda de arrecadação de R$ 10 bilhões em 2027; o perdão da dívida dos Meis, perda de arrecação de mais R$ 8 bilhões.Um impacto negativo nas contas públicas de cerca de R$ 45 bilhões fora o aumento do Pé de Meia pra todos os estudantes do ensino médio(atualmente apenas para carentes) e a criação do Pé de Meia Universítário ainda sem cálculos de quanto vão custar.Isso fora o avanço das despesas financeiras e parafiscais como Minha Casa Minha Vida e programas de crédito favorecido pra veículos e motoristas de transporte por aplicativo.Os benefícios, renúncias, incentivos ou deduções fiscais, concedidos a empresas e contribuintes, chegam a R$ 650 bilhões.Incluem benefícios ao Simples Nacional, aos MEIS, a Zona Franca de Manaus, ao setor automotivo, deduções de IR pra saúde e educaçao, e regimes especiais pra determinados setores produtivos.Com o envelhecimento da população brasileira, será inevitável outra Reforma da Previdência, que possui um deficit cada vez maior e especialmente a Previdencia dos Militares que precisa ser incluida no INSS ou ter tratamento similar a maioria, sem privilègios.Uma reforma administrativa que reduza gastos desnecessários e aumente a eficiencia da maquina publica e dos serviços públicos é inadiável.O desafio é fazer com que o governo federal reorganize as contas públicas e adquira novamente capacidade de investimento, atualmente, totalmente dependente de parcerias com a iniciativa privada.A Taxa de investimento do Brasil tem ficado em torno de 17 a 19 %, muito aquém das economias emergentes do sudeste asiático, por exemplo. Se focarmos na infraestrutura, temos apenas 2% do PIB empregados ao ano na década passada, um terço dos 6% das economias emergentes da OCDE.Sem ampliação de investimentos,o Brasil cancela o futuro das gerações vindouras, que já pagam um alto preço, com redução da oferta de empregos e trabalho de qualidade com remuneração atraente pra jovens da chamada geração Z, até 24 anos de idade, recém formados pelas universidades brasileiras, o que gera enorme frustração e pode desembocar em revoltas populares como as que assolam a Europa no fim de 2026.Para o IFI, o governo federal deve se planejar pra chegar a um superávit primário de 2% em 2030 pra estabilizar o crescimento da dívida pública em relação ao PIB do Brasil.Sem ajuste fiscal, o Brasil não cresce ou cresce muito pouco, perde capacidade de investimento e enfrentará, inevitavelmente, grave crise econômica e social, com turbulentas e violentas convulsões nas ruas das suas cidades nos próximos meses.

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