#MarcoBuzzi #Judiciário #AssédioSexual #Assédio #Justiça #SantaCatarina #Florianópolis #Jornalismo #Politico - No início de 2026, o Judiciário Brasileiro foi fustigado por mais uma bomba detonadora de seu prestígio e credibilidade: após o escândalo do Banco Master que dragou os ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli( com ligações profissionais e empresariais com Daniel Vorcaro, dono do Master, que lesou o sistema financeiro em mais de R$ 12 bilhões e que tinha relações próximas com autoridades e politicos do todo o espectro partidário nacional e de agentes públicos nas três esferas do poder e da mídia), desta vez o ministro do STJ, Marco Buzzi, foi alvo de denúncias de assédio e importunação sexual, feitas por 2 mulheres, sendo uma adolescente de 18 anos, filha de casal de advogados amigos do magistrado que nega a acusação feita pela jovem de que teria pegado em suas nádegas sem seu consentimento e encostado seu pênis em seu corpo na praia em que o juiz tem casa de veraneio em Santa Catarina.Buzzi negou todas as acusações e pediu afastamento médico por 90 dias. A denúncia chegou ao presidente do STF ministro Edson Fachin que ao tomar posse e iniciar o ano judiciário 2026 indicou a colega Carmen Lúcia pra aprovar um código de ética pra magistratura, que enfrenta(muitas resistentes) justamente dos colegas mais midiáticos como Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, segundos fontes do próprio STF.O Conselho Nacional de Justiça também já acolheu as denúncias. A maior punicão institucional para magistrados que cometem crimes é aposentadoria compulsória, cujo valor é o salário integral, em 2026, quase R$ 49 mil reais.

 No início de 2026, o Judiciário Brasileiro foi fustigado por mais uma bomba detonadora de seu prestígio e credibilidade: após o escândalo do Banco Master que dragou os ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli( com ligações profissionais e empresariais com Daniel Vorcaro, dono do Master, que lesou o sistema financeiro em mais de R$ 12 bilhões e que tinha relações próximas com autoridades e politicos do todo o espectro partidário nacional e de agentes públicos nas três esferas do poder e da mídia), desta vez o ministro do STJ, Marco Buzzi, foi alvo de denúncias de assédio e importunação sexual, feitas por 2 mulheres, sendo uma adolescente de 18 anos, filha de casal de advogados amigos do magistrado que nega a acusação feita pela jovem de que teria pegado em suas nádegas sem seu consentimento e encostado seu pênis em seu corpo na praia em que o juiz tem casa de veraneio em Santa Catarina.No dia 10 de fevereiro de 2026, o STJ, em plenário decidiu, por unanimidade, pelo afastamento de Marco Buzzi, de forma cautelar, até o término da sindicância interna que apura o caso que ocorrerá em 10 de março de 2026. A defesa de Buzzi manifestou irresignação com a decisão do STJ.



Buzzi negou todas as acusações e pediu afastamento médico por 90 dias. A denúncia chegou ao presidente do STF ministro Edson Fachin que ao tomar posse e iniciar o ano judiciário 2026 indicou a colega Carmen Lúcia pra aprovar um código de ética pra magistratura, que enfrenta(muitas resistentes) justamente dos colegas mais midiáticos como Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, segundos fontes do próprio STF.O Conselho Nacional de Justiça também já acolheu as denúncias. 



A maior punicão institucional para magistrados que cometem crimes é aposentadoria compulsória, cujo valor é o salário integral, em 2026, quase R$ 49 mil reais.

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Professor de Direito da USP é demitido por denúncias de Assédio Sexual:


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A Congregação da Universidade de São Paulo decidiu, por unanimidade, punir com a demissão sumária o Professor da Faculdade de Direito Allysson Mascaro por acusações de assédio sexual e estupro.O caso será ainda analisado pela Reitoria. Allysson nega as acusações e lançou recentemente livro sobre cancelamento digital. A denúncia foi divulgada pelo jornal The Intercept em 2024.A Policia Civil de São Paulo também abriu inquérito pra investigar o caso na esfera criminal.


Alysson Mascaro é acusado de assédio sexual por dez ex-alunos

No dia 6 de junho de 2025, a Policia Civil de São Paulo abriu inquérito policial pra apurar denúncias recebidas pelo Ministério Público do Estado de SP contra o professor de Direito da Universidade de São Paulo Allysson Mascaro, denunciado por de 10 ex-alunos por assédio sexual e estupro. Reportagens revelaram as acusações em portais do jornal The Intercept que depois foram reproduzidas em outros modais de notícias.O Ministério Público do Estado de SP iniciou investigações provocadas pelas reportagens  em dezembro de 2024. A 1 Delegacia Seccional de SP está encarregada das diligências e oitivas de testemunhas. A USP realizou Sindicância Interna na Faculdade de Direito e em Procedimento Administrativo Disciplinar(PAD) ainda sem conclusões.O Docente nega as acusações e lançou livro sobre cancelamento.Os ex-alunos de Allysson Mascaro na Universidade de SP, na Universidade Mackenzie e em diversas outras universidades e faculdades do interior em que o docente realizava cursos latu sensu, afirmam, em uníssono, o mesmo modus operandis do potencial agressor: sedução através de palestras e promessas de ajuda no âmbito acadêmico, atração pra apartamento do agressor nas imediações da Faculdade de Direito da Universidade de Sâo Paulo, na Praça da Sé, Largo São Francisco, e investidas de caráter sexual sem consentimento,como ficar nu e pedir pros alunos também se despirem, palpadelas corporais, sexo oral, e intercurso sexual com penetraçao anal sem consentimento. O Docente nega todas as acusações.



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No dia 14 de fevereiro de 2025, o professor de Direito da Universidade de São Paulo, Allysson Mascaro, foi indiciado em Processo Administrativo Disciplinar pela USP com prazo pra conclusão em 90 dias, prorrogáveis. Allysson foi denunciado por mais de 10 ex-alunos por assédio sexual e estupro. O Docente Nega. Existem potenciais vítimas da Universidade Mackenzie também que repetem o mesmo modus operandis do potencial agressor. Sedução através de palestras presenciais ou on line, sinalização de oferta de potenciais benefícios acadêmicos e profissionais, atração pra residência do potencial agressor, próxima da faculdade de Direito da USP, no centro de SP, ao lado da Praça da Sé e durante anos, silêncio patrocinado por um arco de alianças de figuras do mundo do jornalismo progressista, e personalidades ligadas ao potencial agressor, como Sílvio de Almeida, orientado por Mascaro, ex aluno de mestrado, ex ministro dos direitos humanos do governo Lula gestão 2022-2026 e acusado pela ministra da Igualdade Racial Anielle Franco de Assédio Sexual igualmente.Allysson Mascaro está afastado de suas atividades acadêmicas por 120 dias. 

foto:Reprodução de foto de Allysson Mascaro publicada no The Intercept, veiculo de jornalismo que deu em primeira mão denuncia de 10 ex alunos, no dia -3/12/24.
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