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#Seca #CriseHídrica #Água #LaNina #Clima #MudançasClimáticas #Ecologia #Sustentabilidade #Aquecimento #Calor #Jornalismo #Meteorologia - Entre outubro de 2024 e fevereiro de 2025, deve ocorrer o fenômeno La Nina, que resfria as águas do Oceano Pacífico Central e Leste, provocando mais chuvas no Nordeste do Brasil e menos calor e mais chuvas também na região Sudeste brasileiro.As chuvas devem ser acima da média em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.A Organização Meteorológica Mundial(OMM) ligada à ONU também fez alertas pra enchentes e secas provocadas pelas mudanças climáticas.O Ano de 2023 foi o mais seco já registrado. Atualmente, cerca de 3,6 bilhões de pessoas no mundo convivem com a insegurança hídrica. Este número alarmante dever aumentar para 5 bilhões em 2050.O Nível do Sistema Cantareira, principal reservatório de água potável da cidade de São Paulo está com 49% de sua capacidade, em 7 de outubro de 2025, indicador preocupante que atesta a gravidade da seca que assola o Brasil.

 Entre outubro de 2024 e fevereiro de 2025, deve ocorrer o fenômeno La Nina, que resfria as águas do Oceano Pacífico Central e Leste, provocando mais chuvas no Nordeste do Brasil e menos calor e mais chuvas também na região Sudeste brasileiro.As chuvas devem ser acima da média em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.A Organização Meteorológica Mundial(OMM) ligada à ONU também fez alertas pra enchentes e secas provocadas pelas mudanças climáticas.O Ano de 2023 foi o mais seco já registrado. Atualmente, cerca de 3,6 bilhões de pessoas no mundo convivem com a insegurança hídrica. Este número alarmante dever aumentar para 5 bilhões em 2050.O Nível do Sistema Cantareira, principal reservatório de água potável da cidade de São Paulo está com 49% de sua capacidade, em 7 de outubro de 2025, indicador preocupante que atesta a gravidade da seca que assola o Brasil.



fotos:Reprodução Internet

Em setembro de 2024, o Brasil sofre a maior seca de sua história, com o impacto em mais de 1500 cidades.O Aquecimento Global, Incêndios em sua maioria criminosos, queima de combustíveis fósseis são algumas das causas deste fenomeno que tornou o Sol cor de laranja, o céu cinza e os rios verdes, de proliferação de algas que se nutrem de matéria orgânica, representada pelos esgotos lançados nos leitos fluviais.A Poluição do Ar decorrente aumenta casos e mortes de doenças respiratórias e cardiocirculatórias.O Impacto sobre o agronegócio já ameaça o PIB e pressiona a inflação. A Energia Elétrica deve sofrer aumento em suas tarifas. E o horário de verão e racionamento de água e e energia elétrica são uma questão de tempo.





fotos:Reprodução Internet

 O estado do Rio Grande do Sul enfrenta a pior tragédia socio ambiental de sua história desde a grande enchente de 1941.


A Calamidade já era esperada desde o dia 21 de abril quando os meteorologistas alertaram que grandes volumes de chuva maiores que 200 mm iriam cair sobre o Rio Grande do Sul por diversos dias seguidos.




No dia 27 de abril, primeiros alagamentos registrados em Canoas, Novo Hamburgo e Porto Alegre.Apenas no dia 30 de abril o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo(MDB) anunciou abertura de abrigos. Houve registro das primeiras mortes e o Governador Eduardo Leite(PSDB) determinou um gabinete de crise.



Na tarde do dia 30 de abril o nível do rio Guaíba era de 1,40 metro, Em 3 de maio bateria 4,30 alcançando 5,30 no dia 5 de maio.Em 2023, o Rio Grande do Sul enfrentou 3 crises climáticas e teve 75 mortes.Desde 2020 o sistema de comportas que protege Porto Alegre de enchentes, desde 1970, estava sem manutenção.



No dia 14 de maio de 2024, no décimo sexto dia das enchentes do Rio Guaíba e do Rio Taquari, que mataram 149 pessoas, deixaram 122 desaparecidas, 500 mil pessoas desalojadas, mais de 2 milhões de pessoas afetadas, em 447 dos 497 municipios gaúchos.



No dia 13 de maio de 2024, o governo federal anunciou a suspensão da dívida do estado com a União por 3 anos, num total de R$ 12 bilhões. 



Lula ainda estuda anunciar concessão de voucher no valor de 5 mil para famílias mais vulneráveis e desabrigadas poderem iniciar a retomada da vida após a normalização parcial das cidades do Rio Grande do Sul, tão logo as águas permitirem. 



A Ordem dos Advogados do Brasil(OAB) provocou o Supremo Tribunal Federal para extinguir a dívida do Rio Grande do Sul com a União.



Quase 30 mil bombeiros e policiais estão nas ruas das cidades gauchos e nos abrigos que receberam mais de 80 mil pessoas, já detiveram 94 pessoas, sendo que cerca de 32 pessoas cometeram crimes nesses abrigos, 13 de natureza sexual.



Mais de 11 mil animais foram resgatados no Rio Grande do Sul. Entre eles, o cavalo Caramelo, que resistiu por mais de 4 dias, ilhado em telhado de Brasilit até ser salvo por equipe que o anestesiou e o resgatou em bote.



Essa tragédia poderia ser evitada se o Rio Grande do Sul e o Brasil tivessem um Sistema Efetivo de Prevenção de Catástrofes e Desastres Naturais como em países desenvolvidos como Japão e EUA, acostumados a enfrentar terremotos e tornados e furacões, respectivamente.

#SOSRioGrandedoSul #SOSRS #RioGrandedoSul #Enchentes #Clima #MudançasClimáticas #Jornalismo - O estado do Rio Grande do Sul enfrenta a pior tragédia socio ambiental de sua história desde a grande enchente de 1941. A Calamidade já era esperada desde o dia 21 de abril quando os meteorologistas alertaram que grandes volumes de chuva maiores que 200 mm iriam cair sobre o Rio Grande do Sul por diversos dias seguidos.No dia 27 de abril, primeiros alagamentos registrados em Canoas, Novo Hamburgo e Porto Alegre.Apenas no dia 30 de abril o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo(MDB) anunciou abertura de abrigos. Houve registro das primeiras mortes e o Governador Eduardo Leite(PSDB) determinou um gabinete de crise.Na tarde do dia 30 de abril o nível do rio Guaíba era de 1,40 metro, Em 3 de maio bateria 4,30 alcançando 5,30 no dia 5 de maio.Em 2023, o Rio Grande do Sul enfrentou 3 crises climáticas e teve 75 mortes.Desde 2020 o sistema de comportas que protege Porto Alegre de enchentes, desde 1970, estava sem manutenção. No dia 14 de maio de 2024, no décimo sexto dia das enchentes do Rio Guaíba e do Rio Taquari, que mataram 149 pessoas, deixaram 122 desaparecidas, 500 mil pessoas desalojadas, mais de 2 milhões de pessoas afetadas, em 447 dos 497 municipios gaúchos. No dia 13 de maio de 2024, o governo federal anunciou a suspensão da dívida do estado com a União por 3 anos, num total de R$ 12 bilhões. Lula ainda estuda anunciar concessão de voucher no valor de 5 mil para famílias mais vulneráveis e desabrigadas poderem iniciar a retomada da vida após a normalização parcial das cidades do Rio Grande do Sul, tão logo as águas permitirem. A Ordem dos Advogados do Brasil(OAB) provocou o Supremo Tribunal Federal para extinguir a dívida do Rio Grande do Sul com a União. Quase 30 mil bombeiros e policiais estão nas ruas das cidades gauchos e nos abrigos que receberam mais de 80 mil pessoas, já detiveram 94 pessoas, sendo que cerca de 32 pessoas cometeram crimes nesses abrigos, 13 de natureza sexual. Mais de 11 mil animais foram resgatados no Rio Grande do Sul. Entre eles, o cavalo Caramelo, que resistiu por mais de 4 dias, ilhado em telhado de Brasilit até ser salvo por equipe que o anestesiou e o resgatou em bote.

 O estado do Rio Grande do Sul enfrenta a pior tragédia socio ambiental de sua história desde a grande enchente de 1941.


A Calamidade já era esperada desde o dia 21 de abril quando os meteorologistas alertaram que grandes volumes de chuva maiores que 200 mm iriam cair sobre o Rio Grande do Sul por diversos dias seguidos.




No dia 27 de abril, primeiros alagamentos registrados em Canoas, Novo Hamburgo e Porto Alegre.Apenas no dia 30 de abril o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo(MDB) anunciou abertura de abrigos. Houve registro das primeiras mortes e o Governador Eduardo Leite(PSDB) determinou um gabinete de crise.



Na tarde do dia 30 de abril o nível do rio Guaíba era de 1,40 metro, Em 3 de maio bateria 4,30 alcançando 5,30 no dia 5 de maio.Em 2023, o Rio Grande do Sul enfrentou 3 crises climáticas e teve 75 mortes.Desde 2020 o sistema de comportas que protege Porto Alegre de enchentes, desde 1970, estava sem manutenção.



No dia 14 de maio de 2024, no décimo sexto dia das enchentes do Rio Guaíba e do Rio Taquari, que mataram 149 pessoas, deixaram 122 desaparecidas, 500 mil pessoas desalojadas, mais de 2 milhões de pessoas afetadas, em 447 dos 497 municipios gaúchos.



No dia 13 de maio de 2024, o governo federal anunciou a suspensão da dívida do estado com a União por 3 anos, num total de R$ 12 bilhões. 



Lula ainda estuda anunciar concessão de voucher no valor de 5 mil para famílias mais vulneráveis e desabrigadas poderem iniciar a retomada da vida após a normalização parcial das cidades do Rio Grande do Sul, tão logo as águas permitirem. 



A Ordem dos Advogados do Brasil(OAB) provocou o Supremo Tribunal Federal para extinguir a dívida do Rio Grande do Sul com a União.



Quase 30 mil bombeiros e policiais estão nas ruas das cidades gauchos e nos abrigos que receberam mais de 80 mil pessoas, já detiveram 94 pessoas, sendo que cerca de 32 pessoas cometeram crimes nesses abrigos, 13 de natureza sexual.



Mais de 11 mil animais foram resgatados no Rio Grande do Sul. Entre eles, o cavalo Caramelo, que resistiu por mais de 4 dias, ilhado em telhado de Brasilit até ser salvo por equipe que o anestesiou e o resgatou em bote.



Essa tragédia poderia ser evitada se o Rio Grande do Sul e o Brasil tivessem um Sistema Efetivo de Prevenção de Catástrofes e Desastres Naturais como em países desenvolvidos como Japão e EUA, acostumados a enfrentar terremotos e tornados e furacões, respectivamente.

#ConcursoNacionalUnificado - No dia 3 de maio de 2024, o governo Lula resolveu adiar o Concurso nacional Unificado, que seria realizado em 5 de maio, em virtude do estado de calamidade pública decretado no estado do Rio Grande do Sul, completamente devastado pelas fortes chuvas que não param de cair há 10 dias, causando mortes, feridos e milhares de desabrigados. No dia 3 de maio o secretário de comunicação do Governo Lula, Paulo Pimenta, disse que um adiamento do CNU custaria cerca de R$ 50 milhões.A Ministra da Gestão e Inovação Esther Dweck disse que a nova data do concurso será no segundo semestre, provavelmente em agosto.No dia 5 de maio de 2024, candidatos do CNU, não cientes do adiamento da prova, compareceram normalmente aos locais de aplicação da prova em SP, e ficaram surpresos ao serem informados de que não haveria avaliação.O Jornalista Wellington Botelho, de 30 anos, que veio do Chile para fazer o CNU, ficou surpreso e triste com o adiamento, disse que talvez não tenha dinheiro para voltar a fazer o CNU em nova data, mas que entendia o motivo da suspensão da prova e que estava solidário ao povo gaúcho, vítima de grandes enchentes.

 No dia 3 de maio de 2024, o governo Lula resolveu adiar o Concurso nacional Unificado, que seria realizado em 5 de maio, em virtude do estado de calamidade pública decretado no estado do Rio Grande do Sul, completamente devastado pelas fortes chuvas que não param de cair há 10 dias, causando mortes, feridos e milhares de desabrigados.



foto:Reprodução Internet

 No dia 3 de maio o secretário de comunicação do Governo Lula, Paulo Pimenta, disse que um adiamento do CNU custaria cerca de R$ 50 milhões.A Ministra da Gestão e Inovação Esther Dweck disse que a nova data do concurso será no segundo semestre, provavelmente em agosto.No dia 5 de maio de 2024, candidatos do CNU, não cientes do adiamento da prova, compareceram normalmente aos locais de aplicação da prova em SP, e ficaram surpresos ao serem informados de que não haveria avaliação.


foto:Reprodução Internet


O Jornalista Wellington Botelho, de 30 anos, que veio do Chile para fazer o CNU, ficou surpreso e triste com o adiamento, disse que talvez não tenha dinheiro para voltar a fazer o CNU em nova data, mas que entendia o motivo da suspensão da prova e que estava solidário ao povo gaúcho, vítima de grandes enchentes.

foto:Reprodução Internet


No dia 5 de maio de 2024, está prevista a realização do Concurso Público Nacional Unificado(CNU) pra provimento de profissionais para 6.640 vagas da Administração Pública Federal suas autarquias e fundações. Candidatos de nível superior terão que responder 70 questões de múltipla escolha e fazer uma redação pra questão discursiva. Os de nível médio responderão 60 questões de múltipla escolha e 1 questão discursiva. Os portões dos 3.600 locais de aplicação da prova em 228 municípios serão abertos às 7:30 hs e fechados às 8:30, com primeiro turno da prova previsto pra ser encerrado às 11:30 hs., 2 horas e meia depois do início efetivo da avaliação, às 9 hs. À tarde, portões abrem às 13 hs, fecham as 14 hs, e provas são retiradas dos candidatos ás 18 hs, 3:30 hs após o início da prova efetivamente, às 14:30 hs.No total, 2 milhões e 100 mil pessoas se inscreveram no CNU. 420 mil pessoas se inscreveram nas cotas raciais.



As vagas estão distribuídas por 8 blocos temáticos: Infraestrutura, Exatas, Engenharias; Tecnologia, Dados e Informação;Ambiental, Agrário e Biológicas; Trabalho e Saúde do Servidor; Educação, Saúde, Desenvolvimento Social e Direitos Humanos;Setores Econômicos e Regulação; Gestão Governamental e Gestão Pública;Intermediário.



O Cartão de Confirmação da Inscrição do Candidato(a) foi divulgado pelo Ministério da Gestão e da Inovação no dia 25 de abril de 2024. Nele, constam a data, o local e o horário do CNU, Concurso Nacional Unificado.


Este Cartão de Confirmação está disponível na Área do Candidato no portal CESGRANRIO, Pra acessar é preciso acessar o portal do governo federal: GOV.BR

È necessário levar no dia caneta de tinta preta com tubo transparente(como a marca BIC), documento de identificação válido com foto, cartão de confirmação da inscrição, É permitido levar água e comida em embalagens lacradas e transparentes, no caso da água.



Não será permitido levar caderno de questões para casa, para evitar fraudes. O Tempo mínimo de realização da prova é de 2 horas.O gabarito sai no dia 7 de maio de 2024. E o resultado oficial será revelado  no dia 30 de julho.








No dia 2 de maio de 2024, o Governador do estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite(PSDB-RS), pediu ao governo federal que adiasse o Concurso Nacional Unificado em virtude das enchentes causadas por fortes tempestades que provocaram o estado de Calamidade Pública.24 mortes e 8 mil desabrigados. A Principal área afetada foi o Vale do Rio Taquari, e algumas áreas da capital Porto Alegre.

Se o governo federal adiar a prova, haverá aumento do risco de vazamento do caderno de questões e o prejuízo de um planejamento de mais de ano pra realizar a prova no dia 5 de maio. Inevitavelmente haverá judicialização já que milhares de pessoas farão as provas em locais não tão próximos de suas residências e já tiveram que se deslocar e se hospedar em pousadas, hotéis para poderem fazer a prova do CNU no dia 05 de maio. O Edital do Concurso Nacional Unificado não prevê remarcação das provas e sim a devolução do dinheiro da inscrição para candidatos afetados por intercorrências extraordinárias. 

fotos:Reprodução Internet

O que se poderia decidir é pelo cancelamento das provas apenas nas cidades do Rio Grande do Sul mais afetadas e o remanejamento dos candidatos desta cidades gaúchas prejudicadas para outros centros no Rio Grande do Sul mais preservados, o que deveria ser decidido ainda no dia 2 de maio pra possibilitar todas as mudanças e providências necessárias.