#Amazônia #Clima #SemanadoClima #ParqueAugusta #RedeNovosParques #GrevepeloClima #MudançasClimáticas #Jornalismo #Reportagem #Notícias #Congresso #NaçõesUnidas #ONU -No dia 23 de agosto de 2019, diversas manifestações em defesa da Amazônia e do Clima e contra o Desmatamento e as Emissões de Carbono estão agendadas para acontecer em diversas capitais do Brasil e ao redor do Planeta. O Presidente da França, Emmanuel Macron convocou o grupo de países mais ricos do mundo, o G7 para discutir a atual situação da maior floresta tropical do mundo, que sofre seu maior nivel de desmatamento em 7 anos, com o dobro do número de focos de incêndios florestais provocados pelas queimadas, comuns na época seca na região norte brasileira, mas que se intensificaram após o início de 2019, com as diversas sinalizações que o governo federal emitiu no sentido de flexibilizar a fiscalização ambiental e a favorecer o agronegócio e a mineração.O Secretário Geral da ONU, Antônio Guterrez, disse que a situação da Amazônia preocupa. A presidente da Alemanha, Ângela Merkel, concordou com Macron em se reunir para discutir a situação preocupante da maior reserva da biodiversidade.O Desmatamento é a maior causa das mudanças climáticas no Brasil que também são causadas pela queima de combustíveis fósseis como gasolina, querosene, diesel e carvão.

No dia 23 de agosto de 2019, diversas manifestações em defesa da Amazônia e do Clima e contra o Desmatamento e as Emissões de Carbono estão agendadas para acontecer em diversas capitais do Brasil e ao redor do Planeta. O Presidente da França, Emmanuel Macron convocou o grupo de países mais ricos do mundo, o G7 para discutir a atual situação da maior floresta tropical do mundo, que sofre seu maior nivel de desmatamento em 7 anos, com o dobro do número de focos de incêndios florestais provocados pelas queimadas, comuns na época seca na região norte brasileira, mas que se intensificaram após o início de 2019, com as diversas sinalizações que  o governo federal emitiu no sentido de flexibilizar a fiscalização ambiental e a favorecer o agronegócio e a mineração.O Secretário Geral da ONU, Antônio Guterrez, disse que a situação da Amazônia preocupa. A presidente da Alemanha, Ângela Merkel, concordou com Macron em se reunir para discutir a situação preocupante da maior reserva da biodiversidade.O Desmatamento é a maior causa das mudanças climáticas no Brasil que também são causadas pela queima de combustíveis fósseis como gasolina, querosene, diesel e carvão.




Copa das Árvores from Parque Augusta on Vimeo.

A Rede Novos Parques e o Movimento Parque Augusta sem Prédios com Energia Solar e Rio Augusta Permeável marcaram presença na abertura da Virada Sustentável 2019 e divulgaram as manifestações em defesa do Clima e da Amazônia que acontecem na Semana do Clima, realizada em Salvador, como etapa preparatória para a 25 Conferência Mundial do Clima, no Chile, de 11 a 22 de novembro de 2019, e de forma contundente no dia 23 de agosto de 2019, em várias cidades do mundo, após a constatação do aumento vertiginoso das queimadas e do Desmatamento em toda Amazônia, maior reserva da biodiversidade do Planeta Terra.

foto:Hélio Silva

A Virada Sustentável é um iniciativa que surgiu em 2011 em São Paulo e atualmente está apoiada anos 17 objetivos da sutentabilidade preconizados pela Organização das Nações Unidas(ONU):

1.Erradicação da Pobreza
2.Fome Zero e Agricultura Sustentável
3.Saúde e Bem Estar
4.Educação de Qualidade
5.Igualdade de Gênero
6.Água Potável e Saneamento
7.Energia Limpa e Acessível
8.Trabalho Decente e Crescimento Econômico
9.Indústria, Inovação e Infraestrutura
10.Redução das Desigualdades
11.Cidades e Comunidades Sustentáveis
12.Consumo e Produção Responsáveis
13.Ação Contra Mudança Global do Clima
14.Vida Na Água
15.Vida Terrestre
16.Paz, Justiça e Instituições Eficazes
17.Parcerias e Meios de Implementação

O Parque Augusta é uma área de 24 mil metros quadrados no centro da maior cidade da América Latina, símbolo do Direito à Cidade e da Democracia Direta, que participou do Primeiro Ato em Defesa dos Parques Ameaçados de São Paulo em 31 de março de 2014 em que foi criada a Rede Novos Parques com a missão de defender a criação e preservação de áreas verdes em São Paulo e no Brasil.





fotos:Mauro Pacheco
 foto:Heber Biella
 foto:Jornalistas Livres

 
foto:Mídia Ninja
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foto:Xanda Green



 foto:Edna Silva



 foto:Edna Silva



foto:Heber Biella

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fotos:Ale

 foto:Paulo Machado
 foto:Paulo Machado
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 foto:Cintia Olga
foto:Cintia Olga



No dia 13, 14 e 15 de junho de 2019 há a 16 (Décima Sexta) Edição da Feira da Cidadania da Pessoa Idosa do Centro de SP, na Praça Patriarca, promovida pelo Fórum Permanente de Políticas Públicas para a Pessoa Idosa. O Movimento Parque Augusta sem Prédios com Auto Gestão e Energia Solar participou mais uma vez com Dança e Música(da bateria do Centro de Referência de Cidadania do Idoso-CRECI) inseridos no contexto do Envelhecimento Ativo e da Promoção da Saúde.Na Programação ainda, Tai Chi Pai Lin, Roda de Conversa com a Defensoria Pública e a Tradicional Feira de Artesanato.O Seminário Envelhecimento Ativo e Demência:Desafio para a Saúde Pública do Brasil que irá acontecer no feriado de Corpus Christi, dia 20 de junho, das 13:30 hs às 15:30 hs, no auditório da Hemeroteca da Biblioteca Mário de Andrade, à Rua doutor Bráulio Gomes, 125, ao lado da biblioteca, no centro de São Paulo.As questões relacionadas ao Meio Ambiente e à Sustentabilidade como a necessidade de Preservação e Criação de Áreas Verdes, a Segurança Hídrica e Alimentar, a Qualidade do Ar e o Combate à Poluição do Ar foram divulgadas pelo Grupo do Bem Estar e da Felicidade, coletivo que atua há 20 anos na busca da síntese entre Ciência, Arte, Espiritualidade e Cidadania a serviço da VIDA, da cultura de PAZ e da NÃO VIOLÊNCIA.

 foto:Tanmara Carvalho
 foto:Thaina Fernandes
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 foto:Thaina Fernandes


No dia 03 de maio de 2019, ocorreu o Seminário Parques, Praças e Áreas Verdes, Custo ou Investimento? na Câmara Municipal de São Paulo que contou com a presença do Movimento Parque Augusta sem Prédios com Auto Gestão e Energia Solar, da Rede Novos Parques, da Comunidade que reivindica o Parque da Fonte, do Movimento da Chácara do Jockey com Conselho Gestor com Poder Deliberativo, da Comunidade do Entorno da Serra da Cantareira, da comunidade que luta pelo Parque do Bixiga e pelo Parque da Mooca. Houve uma palestra proferida pelo professor da USP Marcos Buckeridgeque foi categórico em afirmar que as áreas verdes urbanas são vitais para o combate das mudanças climáticas.


 foto:Sylvia Mielnik
  foto:Sylvia Mielnik



 fotos:FDK

fotos:Dimitri Auad 
O Movimento Parque Augusta sem prédios com Auto Gestão e Energia Solar e a Rede Novos Parques marcaram presença na 15 edição da Virada Culturalem São Paulo. Especialistas em cultura questionam o valor alto dos cachês de artistas consagrados e a concentração de muitos espetáculos em 24 horas em detrimento de um calendário permanente ao longo do ano, privilegiando a periferia e regiões mais carentes da cidade.Houve atrasos de mais de 1 hora em algumas apresentações concorridas, muitos roubos de telefones celulares e muita sujeira nas ruas.De qualquer forma, é um evento da Cultura, área estratégica para a Comunidade e para a Economia Criativa. Foram mais de 1.200 atividades gratuitas em 250 pontos diferentes da cidade, inclusive na periferia.Teve público de quase 5 milhões de pessoas, quase 2 milhões a mais que em 2018.

 foto:Ana K Barbosa
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  foto:Ana K Barbosa

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foto:FDK


 foto:Eduardo Anizelli
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O Movimento Parque Augusta sem Prédios com Auto Gestão e Energia Solar Aberto Já e a Rede Novos Parques participaram da V Conferência Municipal de Direitos da Pessoa Idosa e lembraram a importância do Meio Ambiente e dos Parques Urbanos para a Saúde Pública, para o Clima e para a Qualidade de Vida nos Grandes Centros Urbanos.


 foto:Elsa Andreolli
foto:Elsa Andreolli

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 foto:Eli Hayasaka


No dia 25 de abril de 2019, o coletivo(Se)Cura Humana ofereceu à Cidade de São Paulo mais uma Edição do Parque Aquático Móvel na rua Augusta, centro da Metrópole Paulistana, para denunciar o desperdício de água potável provocado pela especulação imobiliária para possibilitar a drenagem dos lençois freáticos perfurados pelas fundações de edifícios.A Crise Hídrica permanente que assola o Brasil tem como causas o Desmatamento, que prejudica a formação dos Rios Voadores e das Nuvens, a destruição das nascentes e o assoreamento dos rios e represas pela ocupação irregular das áreas de mananciais e pelo avanço das atividades agropecuárias e de mineração, o vazamento de 30% da rede de Distribuição das Concessionárias dos serviços de Água Tratada e a ausência de Políticas Públicas de Educação Ambiental para o Uso Consciente e Racional dos Recursos Hídricos por parte das Pessoas, Governos e Empresas.

 


foto:Heber Biella

O Movimento Parque Augusta sem Prédios com AutoGestão e Energia Solar e Rio Augusta Permeável e a Rede Novos Parques participaram do Parque Aquático Móvel, lembraram que uma árvore adulta evapora cerca de 300 litros de água e se solidarizaram com o Acampamento Terra Livre 2019 que reivindica a defesa dos Direitos dos Povos Indigenas como a Demarcação de Suas Terras, assegurada pela Constituição Federal e prejudicada com a transferência da FUNAI do Ministério da Justiça para o Ministério da Agricultura.


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No dia 06 de abril de 2019 ocorrerá a assinatura da Escritura Pública do Parque Augusta sem Prédios com Gestão Comunitária, das 9 às 12 hs. na Esquina das Ruas Augusta e Caio Prado após 45 anos de Luta Popular.Existem muitas outras áreas verdes ameaçadas e a Vitória do Movimento Parque Augusta Sem Prédios e da Rede Novos Parques representa a Esperança e a Inspiração para Lutar com Coragem pelo Direito à Cidade e pela Democracia.


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No dia 20 de Março de 2019, o Movimento Parque Augusta sem Prédios e a Rede Novos Parquesmarcaram presença na Praça Monteiro Lobato para reivindicar a adoção da Felicidade Interna Bruta como parâmetro de riqueza nacional no Dia Internacional da Felicidade.Os países considerados mais felizes do mundo para a ONU estão na Escandinávia:Finlândia, Dinamarca e Noruega.E Atingiram esta condição com Educação e Saúde Públicas de Qualidade, Distribuição de Renda, Habitação Digna, Alimentação Saudável, Acesso à Cultura e ao Meio Ambiente Equilibrado, Democracia Participativa Efetiva , Transparência das Políticas Públicas e do Uso do Dinheiro Público e Igualdade de Direitos e Oportunidades para Mulheres, Jovens, Idosos,Negros e Imigrantes e Pessoas Com Deficiência.O Brasil caiu 4 posições na Avaliação de Percepção da Felicidade e em 2019 está na 32 colocação.Esta avaliação leva em consideração o PIB,a assistência social, a liberdade, a expectativa de vida, a percepção da generosidade e da corrupção e a qualidade de vida dos imigrantes.
No dia 22 de março será lembrado mais uma vez o Dia da Água.Dois terços de todo o planeta Terra é composto por Água.Mas apenas 2,5% desta massa de água é potável, adequada ao consumo humano.E apenas 0,5% está disponível e acessível aos seres humanos visto que a maior parte dos recursos hídricos potáveis estão imobilizados nas geleiras das calotas polares.Até 2030 a demanda por recursos hídricos deve aumentar 40% e 55% até 2050, ano em que estimativas apontam para a ocorrência de 40% da população mundial sem acesso à água potável.A Agência Nacional da Água(ANA), órgão governamental que regula o setor no Brasil, projeta um aumento da retirada de água em torno de 24% até 2030.O Uso rural da água no agronegócio representa 83% da captação total de água no território brasileiro, 72% destinados à irrigação.Estima-se que existam desperdícios de água na irrigação na ordem de 40%.A Distribuição da água é muito irregular no Brasil: A região Norte, menos populosa e povoada concentra 68,5% da água doce disponível no país.O Nordeste, mais populoso e povoado, apresenta 3,3%.A disponibilidade da água potável é de 15,7% na Região Centro Oeste pródiga na economia baseada na agropecuária, de 6,5% na Região Sul e de 6% na Região Sudeste.Proteger nascentes e florestas deve ser um passo para garantir segurança hídrica, cada vez mais ameaçada no Brasil e no Mundo.A Floresta infiltra cerca de 80% da água da chuva garantindo a perenidade dos rios na época de estiagem.Uma árvore de grande porte evapora cerca de 300 litros de água por dia colaborando para a gênese do fenômeno dos rios voadores, grandes massar de vapor de água formadas acima da Amazônia que se dirigem às regiões Centro Oeste, Sudeste e Sul do Brasil garantindo umidade do ar e chuvas nestes locais.Investimento em saneamento básico(água tratada e esgoto sanitário), educação ambiental são outros pilares da segurança hídrica.A conscientização de que para produção de um quilo de carne de boi provoca a perda de 15.400 litros de água.A Produção de 1 quilo de arroz consome cerca de 2.500 litros de água.Esta noção de consumo de água para produção industrial recebe o nome de Pegada Hídrica.No dia 19 de março de 2019, um dos principais mananciais para abastecimento de água do estado de São Paulo, o Sistema Cantareira, estava com 54,2% de sua capacidade, com um índice pluviométrico abaixo da média histórica. Os demais sistemas de fornecimento de água do estado de SP como Alto Tietê, Rio Grande, Guarapiranga, Rio Claro e São Lourenço apresentavam situação muito mais favorável, com preenchimento de mais de 90% de sua capacidade e índices pluviométricos acima de suas médias históricas.A SABESP, concessionária responsável pelo fornecimento de água no Estado de SP, é empresa de economia mista com ações vendidas nas bolsas de valores de SP e de Nova Yorque e distribuição de lucros e dividendos para acionistas e executivos.A Sabesp é criticada por permitir cerca de 30% de desperdício em sua rede de distribuição e por não investir o suficiente na quantidade e qualidade da infraestrutura e recursos humanos necessários para garantir a segurança hídrica do estado além de privilegiar os clientes industriais, comerciais e agropecuários em detrimento dos clientes pessoas físicas.Nos grandes centros urbanos a preservação das áreas verdes e a criação de Parques Urbanos como o Parque Augusta, o Parque do Bixiga, o Parque da Vila Ema, o Parque da Mooca, o Parque da Fonte, o Parque da Barra Funda, o Parque do Peruche, o Parque da Cruz Vermelha,o Parque do Caxingui, a Praça da Nascente, o Parque dos Búfalos, os Parques Lineares dos Córregos da Água Preta e Podre, o Parque da Brasilândia, o Parque Paiol Parelheiros na cidade de São Paulo e o Parque Betânia em São José dos Campos e o Parque da Fazenda Cachoeira em Vinhedo são exemplos de políticas públicas que aprimoram a Saúde Pública, o Clima e a Qualidade de Vida das pessoas.
O Processo de Redemocratização do Brasil após 21 anos de Ditadura Miltar culminou, após o Movimento Histórico pelas Eleições Diretas Já, na Assembléia Nacional Constituinte instalada no Congresso Nacional em fevereiro de 1987 e encerrada com a Promulgação da Constituição Cidadã em setembro de 1988. A Carta Magna vigente privilegiou a consolidação dos chamados direitos Sociais como a Saúde, a Educação, a Habitação, a Alimentação, Transporte, Lazer, Trabalho, Proteção à Infância, Previdência Social, Demarcação das Terras Indígenas, Meio Ambiente Equilibrado e Reforma Agrária.Uma das maiores conquistas deste período foi o Sistema Único de Saúde(SUS) assegurado como Direito do Cidadão e da Cidadã e um Dever do Estado.Passados 30 anos, os Direitos Sociais vem sem corroidos através da degradação das Instituições. A Cooptação do Legislativo e do Executivo pelos grandes interesses econômicos e a falta de transparência e de controle social do Judiciário diminuem a crença dos brasileiros e das brasileiras na Democracia e abrem brechas para aventuras populistas, demagógicas e autoritárias.O Incremento da Cidadania e a descentralização do poder público para os bairros e os distritos são fundamentais para aumentar a eficácia das políticas públicas e a qualidade dos serviços públicos. A Auto Gestão é uma possibilidade que precisa ser implantada e reproduzida com a realização periódica e sistemática de encontros dos cidadãos e cidadãs para a tomada de decisão sobre os mais diversos temas correlatos ao território em que vivem e trabalham e para a fiscalização , controle, e avaliação dos encaminhamentos decididos.Existem experiências exitosas no Brasil e no Mundo que precisam ser conhecidas e disseminadas.
O Massacre de Suzano com a morte de 10 pessoas, incluindo os dois jovens franco atiradores, os 62 mil homícidios por ano ocorridos no Brasil,os brutais assassinatos da vereadora carioca Marielle Franco e de seu amigo Anderson Gomes no Rio de Janeiro em 14 de março de 2018 que permanecem não elucidados completamente e o genocídio contra os povos indígenas, contra a população negra e contra as mulheres revelam a existência de uma Cultura da Violência que participa da Fundação do Brasil desde a Colônia de Portugal, passando pelo Império e chegando à Velha e à Nova República.A Cultura de Paz e de Não Violência devem ser praticadas com intensidade e profundidade e disseminadas com urgência nas várias políticas públicas do Brasilincluindo a Justiça Restaurativa para que o Brasil possa ser economicamente próspero, socialmente justo e ambientalmente equilibrado.
A Preservação do Meio Ambiente, especialmente de biomas como a Amazônia, Cerrado, Mata Atlantica, Pantanal, Caatinga e a Serra do Mar é extremamente importante para garantir o direito das presentes e futuras gerações à Segurança Hídrica e atenuar os efeitos catástroficos causados pelas mudanças climáticas que já são sentidos em vários pontos do planeta Terra e no Brasil. Neste sentido, a criação de Parques Urbanos nas grandes cidades além de melhorar o Clima, garantir a permeabilidade dos solos e a infiltração de água da chuva nos lençois freáticos favorece também inúmeros aspectos da Saúde Pública como a melhoria da Qualidade do Ar e da Poluição Sonora, a prevenção e atenuação de Doenças Crônicas como Pressão Alta e Diabetes e de Doenças Mentais como Ansiedade,Depressão e Demência de Alzheimer.
Em 2016, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou o Plano Diretor da cidade apontando para uma Cidade Compacta, com hiperadensamento ao longo dos eixos de transporte público, incentivo ao uso da mobilidade ativa, restrição ao uso dos automóveis, estímulo à diversidade de estratos sociais num mesmo território e criação de Zonas Especiais de Interesse Social, Zonas Especiais de Proteção Ambiental, Zonas Especiais de Proteção Cultural, e Áreas Rurais. As construtoras e empreiteiras tentam burlar o Plano Diretor judicializando a questão do chamado direito de Protocolo em que reivindicam a possibilidade de construirem edificações conforme os projetos aprovados preliminarmente pela Prefeitura de São Paulo.Várias cidades desenvolvidas do Mundo já enfrentaram este questiomento e já decidiram que o Direito à Cidade Diversa, Justa para Todxs tem prioridade sobre o Direito de Protocolo que beneficia apenas a indústria imobiliária.

foto:Heber Biella
foto:Vitruvius

 foto:Tyba
 foto:Reprodução Internet
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 fotos acima:Heber Biella



Rede Novos Parques presente no Carnaval de Rua de São Paulo de 2019 em defesa da preservação e criação de áreas verdes na cidade e no Brasil como o Parque Augusta sem Prédios com Gestão Popular Aberto Já, o Parque do Bixiga sem Shopping, o Parque da Fonte do Morro do Querosene, o Parque da Barra Funda, o Parque do Caxingui, o Parque da Vila Ema, o Parque da Mooca, o Parque da Brasilândia, o Parque dos Búfalos, a Praça da Nascente, o Parque Linear do Córrego da Água Preta, o Parque Linear do Córrego da Água Podre, o Parque Paiol em Parelheiros, o Parque do Peruche, o Parque da Fazenda Cachoeira, o Bosque Betânia, o Parque da Serra do Japi entre outras...



foto:Reprodução Internet


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No dia 20 de fevereiro de 2019 a Rede Novos Parques e o Movimento Parque Augusta sem Prédios marcaram presença na audiência do Tribunal de Justiça para o julgamento da Ação direta de Inconstitucionalidade sobre o Direito de Protocolo das Construções na Cidade de Sâo Paulo que prejudicam o Direito à Cidade e o Meio Ambiente e favorecem a impermeabilização do solo, as enchentes e as mudanças climáticas.





foto:Arquivo GBE
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Em 2019, o Movimento Parque Augusta sem Prédios e a Rede Novos Parques participam ativamente das manifestações populares em defesa da Democracia, do Direito à Cidade, do Meio Ambiente, da Educação e Saúde Pública de Qualidade, da Mobilidade Urbana, da Demarcação das Terras Indígenas, Da Alimentação Saudável Orgânica, da Participação Comunitária e do Carnaval de Rua de São Paulo.


foto:Cláudia Nogueira editada por Heber Biella
foto:Cláudia Nogueira

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foto:Toni Stadlr

foto:Gabriela Mitsue 
No dia 31 de dezembro de 2018 o Movimento Parque Augusta sem Prédios e a Rede Novos Parquesmarcaram presença na 94 edição da tradicional corrida de Rua de São Silvestre para defender a preservação e a criação de áreas verdes em todas as cidades do Brasil e do Mundo. O Parque Augusta sem Prédios é uma área de 24 mil metros quadrados encravados no centro da cidade de São Paulo e está fechado, abandonado e ameaçado apesar da sanção da Lei 15.941 em dezembro de 2013 e de todas as promessas da Prefeitura de São Paulo.

 foto:Wanessa Costa
foto:Wanessa Costa
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 foto:Leonardo Guazelli
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 foto:José Ricardo Castro
foto:Carlos Martins
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No dia 23 de dezembro de 2018 o Movimento Parque Augusta sem Prédios e a Rede Novos Parques participaram de várias oficinas e vivências oferecidas pelo cidadão paulistano Alexandre Martinez que mora e cuida da Praça Chão de Giz, na esquina das Avenidas São João e Rio Branco, no centro da cidade de São Paulo.Artesanato dos Índios Guarani, brechó solidário, oficina de faixas, rango comunitário foram algumas das ações na véspera do natal de 2018.

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foto:Almir Filho

foto:Victor Marco Batista

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foto:Marli Rodrigues


Movimento Parque Augusta sem Prédios realiza Festival em defesa do Direito à Cidade nos dias 24 e 25 de novembro de 2018 a fim de celebrar os avanços para a conquista popular dos 24 mil metros quadrados de área verde encravados no centro de São Paulo e também para reivindicar sua abertura à população com canteiro e gestão comunitária.


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 foto:Marcelo Blade

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foto:Iasmin Seckler

foto:Marla Singer

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foto:Heber Biella

São Paulo exige o Parque Augusta sem Prédios aberto com Auto Gestão para que sua implantação garanta Democracia, Permacultura e Participação Comunitária.

foto:Heber Biella



A Causa não deve ser explorada como mercadoria por Partidos Políticos ou Empresas.



 fotos:Heber Biella

foto:Márcia Scapatício




fotos:Heber Biella
No dia 26 de agosto de 2018 houve mais uma edição do piquenique no asfalto inserido na Virada Sustentável 2018, com apresentação do projeto comunitário Parque Augusta sem Prédios após a apresentação dos músicos, músicas, cantores e cantoras regidos pelo maestro João Carlos Martins.



Toda segunda feira, 19 hs, Assembléia Parque Augusta sem Prédios na Praça Roosevelt. Se chover, a Assembléia ocorre na Matilha Cultural.

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foto:Debora Pinto
foto:Maju Cury
foto:Melina Gesteira
 foto:Germana Lópes
foto:LidiLima
foto:Ana Laura
No dia 10/08/2018, O Ministério Público do estado de São Paulo e a Prefeitura de SP realizaram a oficialização de acordo de autocomposição para a viabilização do Parque Augusta sem Prédios, última área verde do centro da cidade de São Paulo e sempre ameaçada pela especulação imobiliária, assim como muitos outros territórios como o Parque do Bixiga,o Parque dos Búfalos, o Parque da Fonte, o Parque do Caxingui, o Parque da Vila Ema, o Parque da Mooca, o Parque do Peruche, o Parque da Brasilândia, o Parque da Cruz Vermelha, o Parque Paiol Parelheiros, a Praça da Nascente,o Parque da Barra Funda, entre outros.


Durante a Coletiva de Imprensa após assinatura do acordo, o Movimento Parque Augusta sem Prédios questionou a Prefeitura de São Paulo e a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente sobre uma das demandas históricas do movimento que é a Gestão comunitária ou Auto Gestão deste espaço público, símbolo do Direito à Cidade em SP. O Secretário do Verde e do Meio Ambiente respondeu que a Prefeitura está aberta à contribuições da sociedade e o Prefeito Covas disse que haverá recursos garantidos para a manutenção inicial do Parque Augusta sem prédios.
- e a abertura imediata dos portões, reconhecendo a arbitrariedade no seu fechamento e a possibilidade da implantação do Canteiro Vivo Parque Augusta, uma metodologia contemporânea de parceria entre o Governo e a Sociedade Civil;

O Movimento Parque Augusta sem Prédios entende que este evento representa um avanço em relação a possibilidade anterior de construção de edifícios no interior do terreno de 24 mil metros encravados entre as ruas Augusta, Marquês de Paranaguá e Caio Prado, mas pondera que aspectos considerados essenciais não estão contemplados nesse Acordo:
- A participação continuada e garantida no desenvolvimento do Estudo Preliminar do Parque apresentado pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, tornando-o um Projeto Comunitário Participativo;
- A discussão mais atualizada nos modos de gestão compartilhada buscando criar novas políticas publicas;

O Movimento Parque Augusta sem Prédios realizou a roda de conversa para a avaliação do acordo de viabilização exposto pela Prefeitura de SP e pelo Ministério Público do estado de SP na livraria Tapera Taperá, em 10-08-2018, às 15 hs.
" O Presente é Tão Grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, Vamos de Mãos Dadas."
Carlos Drummond de Andrade
 
foto:BereniceH
foto:Heber Biella
foto:Arquivo GBE
foto:Arquivo GBE



 

 

 





foto:Arquivo GBE

No dia 12 de agosto de 2018, vários pais e seus filhos fizeram performance de Skate em parques de São Paulo para exigir a abertura imediata dos portões do Parque Augusta sem Prédios que pode permanecer fechado por mais 6 meses antes do início de obras para implantação definitiva.

 foto:VTSF


foto:Heber Biella
  foto:Alexandre Borges

foto:DAF
 foto:Alexandre Borges

No dia 10/08/2018, O Ministério Público do estado de São Paulo e a Prefeitura de SP realizaram a oficialização de acordo de autocomposição para a viabilização do Parque Augusta sem Prédios, última área verde do centro da cidade de São Paulo e sempre ameaçada pela especulação imobiliária, assim como muitos outros territórios como o Parque do Bixiga,o Parque dos Búfalos, o Parque da Fonte, o Parque do Caxingui, o Parque da Vila Ema, o Parque da Mooca, o Parque do Peruche, o Parque da Brasilândia, o Parque da Cruz Vermelha, o Parque Paiol Parelheiros, a Praça da Nascente,o Parque da Barra Funda, entre outros.

foto:Heber Biella



O Acordo anunciado pelo Ministério Público do Estado de SP e Prefeitura de SP prevê a doação do terreno do Parque Augusta para a Prefeitura de SP e sua implantação em 18 meses e sua manutenção por 2 anos após a abertura.

foto:Jornalistas Livres

  foto:Heber Biella



 foto:Fernando Sato
 foto:Fernando Sato
foto:Fernando Sato
  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

 foto:Heber Biella

 foto:Heber Biella

foto:Heber Biella


O Acordo foi viabilizado após o anterior sugerido pelo ex-prefeito João Doria ter sido descartado por envolver potencial permuta de terrenos. As proprietárias do terreno do Parque Augusta devem receber a transferência do Direito de Construir, instrumento previsto no Plano Diretor e no Estatuto das Cidades.As empresas se comprometeram a ressarcir o município de São Paulo em R$ 10 milhões, sendo que R$ 6,25 milhões serão usados para implantar o parque propriamente dito com ações de restauro do patrimônio tombado, portarias, sanitários, iluminação pública entre outras melhorias; R$ 250 mil serão usados para implantar um boulevard na Rua Gravataí, rua ao ao lado do Parque Augusta que faz sua ligação com a Praça Roosevelt; R$ 1,65 milhões serão destinados a um instituto de longa permanência para idosos;R$ 2 milhões para manutenção do Parque Augusta por 2 anos.

foto:Heber Biella


O Ministério Público do Estado de São Paulo que havia destinado cerca de R$ 90 milhões desviados pelo ex-prefeito de SP Paulo Maluf nas obras da Avenida Águas Espraiadas, na zona sul de SP, repatriados em 2015, para a implantação do Parque Augusta, agora com o acordo firmado, transferirá todo o montante para a Educação(construção de creches e escolas infantis);As empresas também destinarão R$ 300 mil reais ao Fundo Estadual de Direitos Difusos para compensar crimes ambientais cometidos no Parque Augusta.

foto:Heber Biella

O Acordo firmado precisa ser homologado pela juíza Maria Gabriella Spaolonzi da 13 Vara da Fazenda Pública do Estado de SP. Após a homologação do acordo, as obras do Parque Augusta sem Prédios devem começar em 180 dias, com possibilidade de abertura à população conforme partes da obra forem concluidas.

O Movimento Parque Augusta sem Prédios entende que este evento representa um avanço em relação a possibilidade anterior de construção de edifícios no interior do terreno de 24 mil metros encravados entre as ruas Augusta, Marquês de Paranaguá e Caio Prado, mas pondera que aspectos considerados essenciais não estão contemplados nesse Acordo:

- A participação continuada e garantida no desenvolvimento do Estudo Preliminar do Parque apresentado pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, tornando-o um Projeto Comunitário Participativo;
- A discussão mais atualizada nos modos de gestão compartilhada buscando criar novas políticas publicas;
- e a abertura imediata dos portões, reconhecendo a arbitrariedade no seu fechamento e a possibilidade da implantação do Canteiro Vivo Parque Augusta, uma metodologia contemporânea de parceria entre o Governo e a Sociedade Civil;

foto:Heber Biella


O Movimento Parque Augusta sem Prédios realizou  roda de conversa para a avaliação do acordo de viabilização exposto pela Prefeitura de SP e pelo Ministério Público do estado de SP na livraria Tapera Taperá, em 10/08/2018, às 15 hs., e reforçou sugestões de aprimoramento do acordo entre Prefeitura de SP e Ministério Público, com ênfase no Microgeração de Energia Solar, Permeabilização do rio Augusta no interior do Parque Augusta, Preservação do Muro Histórico da Rua Augusta na sua totalidade e abertura imediata dos portões do Parque Augusta com processo de Canteiro Vivo para implantação com Participação Popular e Gestão comunitária autônoma.

foto:Heber Biella

" O Presente é Tão Grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, Vamos de Mãos Dadas."



Carlos Drummond de Andrade


foto:Nuno Ramos

foto:Heber Biella

foto:Augusto Venâncio

foto:Samuel Mariani

A Rede Novos Parques e Movimento Parque Augusta sem Prédios marcaram presença no Ato Tarados pelo Parque do Bixiga no dia 05 de agosto de 2018. Diversas pessoas, grupos, coletivos e movimentos sociais se aglutinaram e se expandiram através e para além do território popular do Bixiga, e evocaram o sagrado e o profano, numa dança antropófaga de celebração da vida e do amor.O Cortejo seguiu pelas veredas paulistanas com a irreverência necessária para extrair a potência humana e retribuir ao cosmos o fogo roubado do Olimpo.






 fotos:Ana Laura



Parque do Bixiga é uma área permeável ameaçada pela construção de shopping center pelo Grupo Sílvio Santos, apesar do tombamento do Bairro do Bixiga e do Teatro Oficina e apesar da intensa mobilização da população de Sâo Paulo que deseja que ali seja mais um parque popular.

O Parque Augusta é a última área verde do centro de São Paulo, ameaçada pela especulação imobiliária, apesar da sanção da lei 15.941 das promessas da Prefeitura de São Paulo.

Existem muitas outras áreas verdes e ou permeáveis ameaçadas em SP como o Parque dos Búfalos, o Parque da Barra Funda, o Parque da Mooca, o Parque da Vila Ema, o Parque da Brasilândia, o Parque Linear do Córrego da Água Preta,  o Parque Público do Peruche, a praça da Nascente, o Parque da Cruz Vermelha, o Parque da Fonte, o Parque Betânia,o Parque Paiol Parelheiros, o Parque do Caxingui,entre outras....

fotos:Valdeci Sampaio

 foto:Heber Biella

 foto:Heber Biella

 foto:Heber Biella

 foto:Heber Biella

 foto:Heber Biella

 foto:Heber Biella

foto:Heber Biella

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

  foto:Davi Cozza Redua

 foto:Davi Cozza Redua
 foto:SérgioSaraiva
foto:SérgioSaraiva

foto:Nuno Ramos

No dia 25 de julho de 2018 a Rede Novos Parques, o Movimento Parque Augusta sem Prédios, o Movimento Parque do Bixiga marcaram presença na abertura do 13 Festival de Cinema Latino Americanoque exibiu o longa metragem Correndo Atrás  do cineasta Jeferson De, com talentoso elenco de atores e atrizes, como Ailton Graça, Rocco Pitanga, Antônio Pitanga, Tonico Pereira, Juliana Alves, Dadá Coelho, Lellezinha, Juan Paiva e Lázaro Ramos.

 foto:DAF


fotos:Miguel Tadeu Vicentin 



No dia 24 de julho de 2018 houve mais um encontro popular na livraria Tapera Taperá no centro de São Paulo para debater o projeto comunitário do Parque Augusta sem Prédios desta vez com maior ênfase em relação a segurança hídrica e sustentável da área verde e de seu entorno e em relação a preservação, restauro do patrimônio histórico, cultural e imaterial do terreno de 24 mil metros quadrados(encravados entre as Ruas Augusta, Marquês de Paranaguá e Caio Prado) que já foi ocupado pelo colégio Equipe(bastião da resistência à ditadura militar) e do Colégio Des Oiseaux(onde estudou Patrícia Galvão, mulher revolucionária vanguardista precursora do feminismo no Brasil) antes do Palacete Uchoa ser criminosamente demolido em 1974.
 foto:Reprodução Internet

 foto:Reprodução Internet

 foto:Reprodução Internet

foto:Reprodução Internet
foto:São Paulo Antiga


O Arquiteto Samuel Krushin resgatou a memória da ocupação do Parque Augusta pelos colégios Des Oiseaux e Equipe e sublinhou a vocação de resistência e contestação do espaço além da trajetória de sacralidade e contemplação das áreas verdes tombadas. O engenheiro e hidrólogo Sadalla Domingos trouxe a contribuição de recuperar os estudos topográficos da região que possui diferentes alturas ou cotas indicando a existência de cursos de água subterrâneos ou canalizados pelo Plano de Avenidas do Ex-prefeito de São Paulo Prestes Maia e com isso realizar projeto que harmonize a dimensão hidrológica com a histórica, cultural , social e ambiental genérica.Foram lembrados o centenário de Antonio Candido e o resgate da vida e da obra de Hilda Hilst pelo Festival Literário de Paraty em 2018.

 foto:Reprodução Internet

foto:Heber Biella
foto:Arquivo Sadalla Domingos

foto:Reprodução Internet

 foto:Acervo Estado de SP
 foto:Acervo Estado de SP
 foto:Acervo Estado de SP
 foto:Acervo Estado de SP
 foto:Acervo Estado de SP
 foto:Acervo Estado de SP
foto:Acervo Estado de SP 


No  dia 21 de julho de 2018, o Movimento Parque Augusta sem Prédios, o Movimento Parque do Bixigae a Rede Novos Parques marcaram presença no Abraço da Comunidade ao Parque da Vila Ema, área verde da zona leste de São Paulo ameaçada pela especulação imobiliária e também na audiência pública sobre a Saúde Pública da Cidade de Sâo Paulo exigida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e construída pela coordenadoria de Saúde da Prefeitura de SP da região Central em parceria com o conselho municipal de Saúde.


 fotos:Maglio

foto:Viva O Parque da Vila Ema











 fotos acima reprodução Viva o Parque da Vila Ema
 foto:Arquivo GBE

foto:Arquivo GBE


foto:Arquivo GBE edição Heber Biella



No dia 17 de julho de 2018, o Movimento Parque Augusta sem Prédios realizou debate sobre o projeto comunitário da última área verde do centro da cidade de São Paulo, ameaçada pela construção de prédios da especulação imobiliária, apesar da sanção da lei 15.941, em dezembro de 2013.































fotos acima: Heber Biella

A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo apresentou projeto em que não contempla a captação das águas lançadas no meio fio da Rua Augusta(como previsto no Projeto Comunitário do Movimento), não preserva o muro histórico da Rua Augusta e não respeita a concepção fundamental que prevê a gestão comunitária do Parque Augusta sem Prédios.

foto:Olhe os Muros


 
Existem muitas outras áreas verdes ameaçadas pela especulação imobiliária defendidas pela Rede Novos Parques como o Parque do Bixiga, o Parque dos Búfalos, o Parque da Vila Ema, O Parque da Mooca, o Parque do Caxingui, o Parque do Peruche, o Parque da Cruz Vermelha, os Parques do Córrego da Água Podre e Preta, a Praça da Nascente, o Parque da Brasilândia entre outras...

 foto:Heber Biella
foto:Heber Biella

São Paulo e o Brasil vivem sua mais grave crise hídrica. O Sistema Cantareira, um dos principais mananciais da cidade de SP está com 35% de sua capacidade em julho de 2018, níveis mais críticos que os observados em 2014-15, em que as torneiras secaram em bairros considerados privilegiados, visto que, na periferia, a falta de água é problema crônico e negligenciado pelo poder público.A Implantação de racionamento da água, do combate ao desperdício na distribuição pela SABESP(cerca de 30%) e de programa vigoroso de educação e conscientização ambientais são necessários, urgentes e possíveis.

 foto:Heber Biella
 foto:Reprodução Internet
 foto:Reprodução Internet
foto:Heber Biella


A Poluição Atmosférica, com a falta de chuvas, atinge níveis alarmantes que ameaçam a Saúde Pública e causam vários agravos à Saúde como doenças respiratórias, acidentes vasculares cerebrais, infartos do miocárdio, alergias, distúrbios do sono e outros. Cerca de 50% da poluição atmosférica da cidade de São Paulo é provocada pela emissão de poluentes por veículos pesados como caminhões e ônibus, que representam 5% da frota veicular do município.A Câmara Municipal de São Paulo impediu o cumprimento de legislação que obrigava a Prefeitura da Cidade de substituir toda a frota de ônibus por veículos menos poluentes ainda em 2018.Cerca de 11 mil pessoas morrem em decorrência da Poluição do Ar só no estado de São Paulo todos os anos.Respirar o Ar da Cidade de São Paulo por 2 horas equivale a fumar um cigarro.


fotos acima:Reprodução Internet

Ao final do encontro sobre o Projeto Comunitário do Parque Augusta sem Prédios, realizado na Tapera Taperá, no centro de SP, houve a lembrança do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes não elucidado 120 dias depois e uma roda de canalização de energia e de revitalização com o compromisso de todos e de todas de lutar com intensidade e alegria pela Democracia Viva e Efetiva em São Paulo e no Brasil.

foto:Heber Biella

No dia 24 de maio de 2018, o Movimento Parque Augusta sem Prédios e  a Rede Novos Parquesrealizaram Intervenção em Defesa dos Parques Ameaçados de São Paulo, da Agroecologia, dos Alimentos Orgânicos e Contra os Agrotóxicos e  a Especulação Imobiliária durante a Colheita do Café Orgânico do Instituto Biológico de São Paulo.
 foto:Heber Biella


  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

 foto:Heneide Sgarbi
foto:Heneide Sgarbi

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella
A Câmara dos Deputados tenta aprovar projeto de lei que facilita a liberação da comercialização de agrotóxicos, que fazem mal à saúde pública e do meio Ambiente. A Próxima votação está marcada para dia 29 de maio de 2018. 


  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

O Parque Augusta sem Prédios é a última área verde do centro de São Paulo e está fechado, abandonado e ainda ameaçado pela construção de prédios, apesar da lei 15.941, sancionada em dezembro de 2013 e das promessas da Prefeitura de São Paulo. 


  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella
Existem muitas outras áreas verdes e ou permeáveis em risco como o Parque do Bixiga, o Parque dos Búfalos, o Parque da Vila Ema, o Parque da Mooca, o Parque da Barra Funda, o Parque do Caxingui, o Parque da Cruz Vermelha,o Parque Panamby, o Parque Paiol em Parelheiros,o Parque do Peruche, o Parque do Morro Grande, o Parque Linear do Córrego da Água Preta, o Parque da Fonte entre outros...


  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella
O Brasil enfrenta Crise Hídrica há muitos anos que tornou a agudizar em 2018. Os níveis dos reservatórios como represas e lagos estão em niveis críticos com a chegada da Seca típica das estações do outono e do inverno.Se Não tiver árvores,não vai ter água, uma vez que as plantas são fundamentais para o ciclo hidrológico sendo responsáveis pela evaporação de vapor de água, que por sua vez, ajuda a formar as nuvens de chuva.



  foto:Heber Biella

 foto:Heber Biella
foto:Heber Biella

entre outras...



foto:Heber Biella

 foto:Print do vídeo por Heber Biella
foto:Print do Vìdeo de Heber Biella

foto:Heber Biella
foto:Heber Biella


foto:Sônia Regina Rocha



fotos:Arquivo GBE






 foto:Tereza Kobashikawa



  foto:Tereza Kobashikawa

  foto:Tereza Kobashikawa

  foto:Tereza Kobashikawa

 foto:Tereza Kobashikawa

foto:Fernando Sálvio

foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

foto:Portal do Bixiga

  foto:Heber Biella


 foto:Heber Biella

foto:DAF

foto:Heber Biella


foto:Olhe os Muros

 foto:Larissa Gaspar 



foto:Heber Biella

foto:Heber Biella

foto:Heneide Sgarbi
foto:Heneide Sgarbi
foto:Heber Biella

foto:GBE







fotos acma:DAF

 foto:Heber Biella
  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella


  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

  foto:Heber Biella

 foto:Heber Biella














foto:Marli Rodrigues
 foto:Victor Marco Batista
 foto:Victor Marco Batista
 foto:Victor Marco Batista
 foto:Victor Marco Batista

foto:Reprodução Internet
foto:Victor Marco Batista



foto:DAF

foto:Arquivo GBE
foto:Thay

foto:Vinicius Silva

fotos:Arquivo GBE


foto:Vinícius Silva


fotos:Michelle Raya

fotos:Hélio Silva






fotos:Dimitri Auad

foto:nãosóogato

https://lambelambe.com/wp/2019/08/04/41a-festa-das-cerejeiras-parque-do-carmo-2019-08-04/nggallery/page/1#gallery/33afe915d36da1ad02112398c0edf103/33605/comments


Primeiro Ato dos Parques Ameaçados de São Paulo from Parque Augusta on Vimeo.
Ciranda Livre from Parque Augusta on Vimeo.



No dia 05 de maio de 2016, o maior crime ambiental do Brasil, completou 6 meses de hipocrisia e descaso com as pessoas e famílias afetadas e com o meio ambiente contaminado e devastado. DAF realizou mais uma intervenção para denunciar a omissão das autoridades e da Vale/SAMARCO.


foto:Elisabeth Dantas


No dia 12 de dezembro de 2015, foi aprovado o Acordo Global do Clima, na Conferência Mundial promovida pelas Nações Unidas(COP 21), em Paris.As 195 nações signatárias estão obrigadas a implantarem estratégias a fim de limitar em no máximo 1,5 graus o aumento médio de temperatura do Planeta Terra até 2100.

foto: Aquecimento Global/Reprodução Internet

O Acordo costurado na COP 21 prevê também o investimento de U$ 100 bilhões por ano, a partir de 2020, para projetos de adaptação às novas metas climáticas, principalmente em países em desenvolvimento. Trata-se do acordo global climático mais ambicioso desde o Protocolo de Kyoto, aprovado em 1997, no Japão.

foto: Secretária Geral da COP 21,Cristiana Figueres, Secretário Geral da ONU, Ban Ki Moon,Presidente da COP 21, Ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius e o presidente da França, país anfitrição da COP21, François Hollande, comemoram o acordo global inédito aprovado por 195 países em Paris/Folha de SP

ONGs, cientistas e ativistas ambientalistas comemoraram o consenso inédito e histórico entre todas as nações signatárias mas lamentaram a exclusão de prazos para redução de combustíveis fósseis(descarbonização) do texto final.

No dia 29 de novembro de 2015, houve a Mobilização Mundial pelo Clima em São Paulo, às vésperas da COP 21, em Paris. Neste dia, São Paulo, que vive sua pior crise hídrica( A falta de água castiga os paulistanos e paulistanos há 2 anos), foi brindada com chuva torrencial, que, no entanto não arrefeceu os ânimos dos ativistas e das ativistas que lotaram a a Avenida Paulista para realizar marcha alegre e pacífica até o Parque do Ibirapuera(onde houve apresentação de Lenine, Arnaldo Antunes e Mariana Aydar). O Recado dos presentes era um só:Lideranças políticas e comunidades precisam se unir em defesa do Meio Ambiente, reduzir suas emissões de carbono e impedir um aumento da temperatura do planeta acima de 2 graus!

foto:Mobilização Mundial pelo Clima em São Paulo, Avenida Paulista/Vilmar Bannach

foto:Mobilização Mundial pelo Clima em SP,Parque Augusta/Henny Freitas

Antes do Início da Marcha pelo Clima, o Grupo do Bem Estar e da Felicidade realizou mais uma Oficina de Alimentação Viva na Sorveteria Soroko, em frente ao Parque Augusta, que permanece fechado, apesar da sanção da Lei 15.941 pelo Prefeito Haddad no Natal de 2013...


Confira a Receita do Suco Verde Orgânico do Grupo do Bem Estar e da Felicidade, realizada com ingredientes frescos, provenientes do cinturão orgânica de Parelhereiros, Extremo sul de São Paulo. Ao fundo, trêmulas, as folhas das árvores do Parque Augusta Sem Prédios.




  No Vão livre do MASP, DAF exigiu a criação de parques municipais em São Paulo, denunciouMariana como o maior Crime Ambiental do Brasil e defendeu a ocupação das Escolas Estaduais de São Paulo que questiona a reorganização imposta pelo governador Alckmin sem participação popular. Além disso, repudiou a PEC 215 que tenta retirar os direitos indígenas, garantidos pela constituição de 1988, para atender as pressões dos interesses do agronegócio.

Na rua Augusta, ciclistas apoiaram a criação doParque Municipal Augusta sem Prédios, símbolo do Direito à Cidade, Resistência de 40 anos à Especulação Imobiliária, numa das regiões menos arborizadas de São Paulo.



Mesmo com chuva persistente, a Marcha em defesa do Clima em São Paulo, partiu do vão livre do MASP em direção ao Parque do Ibirapuera. Assista este momento:

 





Veja alguns registros da Mobilização Mundial pelo Clima em São Paulo -22/11/2015

 foto:Mobilização Mundial pelo Clima em São Paulo, Avenida Paulista/Vilmar Bannach

 foto:Mobilização Mundial pelo Clima em São Paulo, Avenida Paulista/Vilmar Bannach

 foto:Mobilização Mundial pelo Clima em São Paulo, Avenida Paulista/Vilmar Bannach

 foto:Mobilização Mundial pelo Clima em São Paulo, Avenida Paulista/Vilmar Bannach

 foto:Mobilização Mundial pelo Clima em São Paulo, Avenida Paulista/Heber Biella

foto:Mobilização Mundial pelo Clima em São Paulo, Avenida Paulista/HeberBiella
 oto:Mobilização Mundial pelo Clima em São Paulo, Avenida Paulista/HeberBiella

oto:Mobilização Mundial pelo Clima em São Paulo, Parque Augusta/HeberBiella



foto:Betina Schmid
 foto:Heber Biella
foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella

 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Heber Biella
 foto:Vilmar Bannach

foto:Heber Biella

A Rede Novos Parques SP, criada em 31/03/2014, durante o PRIMEIRO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO, voltou a reunir o movimento ambiental para proteger a Natureza, no dia 04 de outubro de 2015 (dia da Natureza), às 10 hs, no MASP, em São Paulo. A Rede Novos Parques SP, coletivo que é formado por movimentos sociais que defendem áreas verdes em todo estado de SP, sugeriu(e foi atendida) que os cidadãos e as cidadãs interessadas em defender o Meio Ambiente, usassem, neste dia, roupas verdes e trouxessem mudas e sementes.

Foi o Primeiro Ato Intermunicipal em Defesa dos Parques Ameaçados de SP. E Logo após, às 11 hs., houve a comemoração do aniversário de 3 anos da Horta do Ciclista.

Veja alguns momentos desta celebração e desta resisistência em defesa da VIDA:fotos de Betina Schmid










Acesse os eventos no Facebook:

https://www.facebook.com/events/1682788571964520/

https://www.facebook.com/events/509286615898129/
Relembre o PRIMEIRO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SÃO PAULO, que aglutinou o movimento ambiental de SP em 31 de março de 2015 e que deflagrou mais 4 atos em defesa da natureza.


foto:Reprodução Facebook


https://www.facebook.com/events/679026432143050/
Vejam registros audiovisual do PRIMEIRO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SP, em 31 de março de 2014:






Intervenção em Defesa do Livre Direito de Manifestação e  dos Parques Ameaçados de São Paulo no Teatro Oficina, em março de 2014:

  
Alguns momentos do PRIMEIRO ATO EM DEFESA DOS PARQUES AMEAÇADOS DE SP, em 31 de março de 2014:

foto:Heber Biella
foto: Heber Biella
foto:João Baptista Lago
foto:Heber Biella









foto:Reprodução Flickr
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 fotos:Reprodução Flickr
foto:Parque Augusta cc