#Polilaminina #LesãoMedular #Neurologia #TatianaSampaio #Neurociência #Ciência #Jornalismo #Reportagem #Eleições2026 #Medicina #Saúde #SaúdePública - Em janeiro de 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou ensaio clínico com 5 pacientes apenas pra testar a segurança da medicação POLILAMININA, substância artificial fabricada pelo laboratório farmacêutico Cristália no Brasil, derivada de proteinas estruturais da placenta humana, que provocam melhoria da comunicação entre neurônios, através dos axônios(prolongamentos neuronais), em pacientes com lesão medular. A Polilaminina não é vendida comercialmente. É usada apenas em protocolos de pesquisa como a liderada pela bióloga Tatiana Sampaio, chefe do laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ) que afirma ter tido 75% de respostas favoráveis em estudo experimental feito com 8 pacientes com lesão medular.Nos estudos do mundo inteiro com outras abordagens terapêuticas, os resultados atingem apenas 10% de melhoria dos movimentos dos membros de pessoas com lesões na medula espinhal. A Polilaminina funcionaria como "trilhos" pra que os axônios danificados possam se regenerar.Até janeiro de 2025, 50 pacientes entraram na Justiça pra conseguir a Polilaminina. 30 conseguiram deferimento judicial de suas demandas.A Anvisa autoriza o uso compassivo da Polilaminina, ou seja, quando não houver nenhuma outra possibilidade de tratamento pra lesão medular completa, autoriza o uso de medicação experimental como a polilaminina que deve ser injeta no local da descompressão medular até 3 horas após o trauma raqui medular, preferencialmente, já que muitas horas depois, começa a cicatrização da medula espinhal o que dificulta a ação da polilaminina.O paciente Bruno, em 2018, foi tratado com polilaminina, menos de 24 horas depois do trauma raquimedular.3 semanas depois, já conseguia mexer os pés.Um ano depois, começou a andar de bengala. 2 anos depois, andava sem auxílio de pessoas,muletas ou bengalas.Cientistas alertam pros riscos de usar medicação sem aprovação pela Anvisa pra uso em massa, já que não se sabe se a Polilaminina é eficaz e segura. Mas a esperança pra vítimas de lesão medular completa é grande.

 


fotos:Reprodução Internet


Em janeiro de 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou ensaio clínico com 5 pacientes apenas pra testar a segurança da medicação POLILAMININA, substância artificial fabricada pelo laboratório farmacêutico Cristália no Brasil, derivada de proteinas estruturais da placenta humana, que provocam melhoria da comunicação entre neurônios, através dos axônios(prolongamentos neuronais), em pacientes com lesão medular.



fotos:Reprodução Internet


 A Polilaminina não é vendida comercialmente. É usada apenas em protocolos de pesquisa como a liderada pela bióloga Tatiana Sampaio, chefe do laboratório de Biologia de Matriz Extracelular da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ) que afirma ter tido 75% de respostas favoráveis em estudo experimental feito com 8 pacientes com lesão medular.



Nos estudos do mundo inteiro com outras abordagens terapêuticas, os resultados atingem apenas 10% de melhoria dos movimentos dos membros de pessoas com lesões na medula espinhal. 



A Polilaminina funcionaria como "trilhos" pra que os axônios danificados possam se regenerar.Até janeiro de 2025, 50 pacientes entraram na Justiça pra conseguir a Polilaminina. 30 conseguiram deferimento judicial de suas demandas.A Anvisa autoriza o uso compassivo da Polilaminina, ou seja, quando não houver nenhuma outra possibilidade de tratamento pra lesão medular completa, autoriza o uso de medicação experimental como a polilaminina que deve ser injetada no local da descompressão medular até 6 horas após o trauma raqui medular, preferencialmente, já que muitas horas depois, começa a cicatrização da medula espinhal, o que dificulta a ação da polilaminina.

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O paciente Bruno Drummond de Freitas, em 2018, foi tratado com polilaminina, menos de 24 horas depois do trauma raquimedular.3 semanas depois, já conseguia mexer os pés.Um ano depois, começou a andar de bengala. 2 anos depois, andava sem auxílio de pessoas,muletas ou bengalas.Bruno agora pratica musculação e consegue levantar mais de 20 quilos no supino reto com halteres. Bruno Drummond já se encontrou com outras vítimas de traumas raqui medulares e lesões medulares completas como a ginasta olímpica brasileira Laís Souza, que sofreu acidente na sua preparação para os Jogos Olímpicos de Inverno em 2014, tornando-se tetraplégica, sem movimentos do pescoço pra baixo.





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Cientistas alertam pros riscos de usar medicação sem aprovação pela Anvisa pra uso em massa, já que não se sabe se a Polilaminina é eficaz e segura. Mas a esperança pra vítimas de lesão medular completa é grande.

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O cantor pernambucano João Gomes, ícone do piseiro, exaltou a cientista Tatiana Sampaio, durante o carnaval 2026, na Marquês da Sapucaí, no Rio de Janeiro, aumentando a visibilidade desta pauta.