#CódigodeÉtica #Ética #Direito #Justiça #Jornalismo #Reportagem #Congresso #Fdusp #Eleições2026 #DiasToffoli #AlexandredeMoraes #Penduricalhos - No dia 2 de março de 2026, a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo realizou o encontro cívico "Ninguém está acima da lei" reunindo membros da sociedade civil, da universidade, juristas, intelectuais, artistas e empresários em defesa da adoção de um código de ética por membros do judiciário, sobretudo das cortes superioras, STF e STJ, ultimamente muito desgastadas com o envolvimentos de seus membros em situações constrangedoras(como a do ministro do STJ Marco Buzzi, acusado de assédio sexual por 2 mulheres e as dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes acusados de manterem relações profissionais através de suas familias com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que fraudou o sistema financeiro brasileiro em mais de R$ 55 bilhões).Os organizadores do evento ressaltam que a independência do judiciário não está imune ao controle externo da sociedade e aos preceitos e princípios constitucionais. A ironia é que a mesma Faculdade de Direito da USP é casa onde Dias Toffoli e Alexandre de Moraes se graduaram e em que Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowiski lecionam como docentes. Ricardo Lewandowiski foi ministro do STF, Ministro da Justiça do governo Lula 3.0 e enquanto ministro da Justiça de Lula foi contratado através do escritório de seu filho também advogado da qual é sócio pra defender o Banco Master de Daniel Vorcaro recebendo polpudas somas mensais, assim como o escritório de Viviane Moraes, esposa de Alexandre de Moraes. Dias Toffoli andou de jatinho com advogado de Vorcaro e sua familia mais precisamente seus irmãos receberam através da empresa Maridt, da qual Dias Toffoli fazia parte como acionista, a quantia de R$ 35 milhões do fundo Arleen, gerido por Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, que tinha ligação com a Reag, financeira investigada pela Polícia Federal na operação Carbono Oculto, com foco na lavagem de dinheiro do crime organizado.

 No dia 2 de março de 2026, a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo realizou o encontro cívico "Ninguém está acima da lei" reunindo membros da sociedade civil, da universidade, juristas, intelectuais, artistas e empresários em defesa da adoção de um código de ética por membros do judiciário, sobretudo das cortes superioras, STF e STJ, ultimamente muito desgastadas com o envolvimentos de seus membros em situações constrangedoras(como a do ministro do STJ Marco Buzzi, acusado de assédio sexual por 2 mulheres e as dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes acusados de manterem relações profissionais através de suas familias com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que fraudou o sistema financeiro brasileiro em mais de R$ 55 bilhões).Os organizadores do evento ressaltam que a independência do judiciário não está imune ao controle externo da sociedade e aos preceitos e princípios constitucionais.


 A ironia é que a mesma Faculdade de Direito da USP é casa onde Dias Toffoli e Alexandre de Moraes se graduaram e em que Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowiski lecionam como docentes. Ricardo Lewandowiski foi ministro do STF, Ministro da Justiça do governo Lula 3.0 e enquanto ministro da Justiça de Lula foi contratado através do escritório de seu filho também advogado da qual é sócio pra defender o Banco Master de Daniel Vorcaro recebendo polpudas somas mensais, assim como o escritório de Viviane Moraes, esposa de Alexandre de Moraes. 



Dias Toffoli andou de jatinho com advogado de Vorcaro e sua familia mais precisamente seus irmãos receberam através da empresa Maridt, da qual Dias Toffoli fazia parte como acionista, a quantia de R$ 35 milhões do fundo Arleen, gerido por Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, que tinha ligação com a Reag, financeira investigada pela Polícia Federal na operação Carbono Oculto, com foco na lavagem de dinheiro do crime organizado.



Está maculada, de forma indelével, a reputação do judiciário, ainda mais após a desastrada fala de magistrada carioca em defesa dos chamados penduricalhos que colocam a magistratura como privilegiada furadora do teto salarial do funcionalismo que, pela constituição, deveria ser o salário de ministro do STF, atualmente em R$ 48 mil brutos mensais.

fotos:Reprodução Internet