#Cuba #Havana #Ditadura #Democracia #Mundo #Reportagem #Jornalismo #Lula #Trump #DiazCanel #Eleições 2026 -O regime socialista castrista de Cuba vive os seus derradeiros e agonizantes momentos. Há 3 meses, ha apagões diários na capital Havana, e as cidades do interior praticamente não tem energia elétrica. Há muita fome, pobreza, desemprego, subemprego e escassez de alimentos.Protestos ocorrem há décadas, mas são reprimidos pelas forças de segurança, com auxílio de esbirros. Cubanos exilados protestam com mais intensidade em 2026, cientes que o fim do regime ditatorial castrista enfrenta seus momentos finais.

 

Os protestos contra o regime ditatorial de Miguel Diaz Canel, sucessor dos ditadores Fidel Castro e Raúl Castro, que massacram o povo miserável de Cuba com escassez de alimentos, fome, pobreza, apagões de energia elétrica por mais de 24 hs, internet precária, vigilância e censura dos meios de comunicação físico e digitais, corrupção, violência, prisões, tortura e assassinatos a serviço da manutenção da ditadura castrista(há 67 anos no poder), crescem vertiginosamente pelas ruas da capital Havana e nas principais cidades do litoral e do interior. Dissidentes reportam mais de 2 mil prisões ilegais pelas forças de repressão da ditadura de Diaz Canel.Após pressões dos EUA de Trump, a ditadura Diaz Canel libertou 10 presos políticos, ainda restam mais de 1000 detidos sem o devido processo legal, encarcerados brutalmente por apenas protestarem.










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A ditadura, copiando as práticas do regime autoritário do Irã, da China, da Coréia do Norte, da Rússia desativou a internet pra impedir a transmissão das imagens e vídeos da derrocada do regime castrista, numa das piores crises provocada pela degradação do sistema energético após a Guerra do Irã e a intervenção dos EUA na Venezuela, dois aliados da ditadura de Cuba.



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A Dissidente e opositora, a corajosa jornalista Yoani Sanchez denunciou que Diaz Canel enviou 3 agentes das forças de segurança, 1 homem e duas mulheres, à paisana, em trajes civis, pra prendê-la em sua própria casa, sem o devido processo legal, sem motivação alguma.Pastores evangélicos foram presos por transmitirem no You Tube orações.Hospitais e Hotéis estão sem luz, faltam remédios, mas suprimentos militares estão mantidos pra manter a repressão contra o povo cubano que se levanta contra a ditadura, a fome, os apagões e a falta de liberdade. Chocam as imagens que provam a desigualdade: enquanto milhões de cubanos passam fome e estão no escuro, a ditadura cubana e seu entorno estão obesos de iguarias caras e sofisticadas e possuem energia elétrica 24 horas por dia, além de acesso à medicina e medicamentos.

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O regime socialista castrista de Cuba vive os seus derradeiros e agonizantes momentos. Há 3 meses, ha apagões diários na capital Havana, e as cidades do interior praticamente não tem energia elétrica. Há muita fome, pobreza, desemprego, subemprego e escassez de alimentos.Protestos ocorrem há décadas, mas são reprimidos pelas forças de segurança, com auxílio de esbirros. Cubanos exilados protestam com mais intensidade em 2026, cientes que o fim do regime ditatorial castrista enfrenta seus momentos finais.








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O Acesso à internet é precário e praticamente direcionado pra turistas em hotéis na avenidade principal de Havana.A Situação piorou após a detenção do ditador da Venezuela Nicolás Maduro, aliado da ilha do Caribe, que enviava doses generosas de petróleo barato, assim como a ditadura dos aiatolás do Irã (em guerra com EUA e Israel desde 28/2/26) e do apoio político e geopolítico de China e Rússia. 






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O presidente Lula do Brasil nunca escondeu sua proximidade à ditadura Cubana e inclusive viajou, com correligionários próximos, como José Dirceu, entre outros, diversas vezes, à ilha caribenha, inclusive pra gravar cenas de sua biografia cinematográfica a cargo do famoso diretor Oliver Stone, que já tinha feito filmes de ditadores como Hugo Chávez, Fidel Castro e Vladimir Putin.Lula,  filme que foi lançado no prestigioso festival de Cannes, na França, em 19 de maio de 2024.







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No dia 13 de março de 2026, o presidente de Cuba, Miguel Diaz Canel, revelou que está em conversações de alto nível com autoridades norte americanas pra reposicionar a relação entre os dois países, estremecida desde a Revolução Cubana, de 1959, o que suscitou o mais longevo embargo econômico imposto pela maior superpotência econômica, política e militar do planeta. 





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Diaz Canel  assumiu o poder em 2018, em sucessão ao irmão de Fidel Castro (que foi ditador sanguinário de 1959 a 2008) Raúl Castro, que teve um estilo menos midiático que Fidel e permaneceu no poder entre 2008 e 2018, quando Diaz Canel assumiu e deve terminar seu terceiro mandato em 2027.Com a ascensão de Raúl Castro, que ainda comanda, dos bastidores, todos os setores mais estratégicos da ditadura cubana, como as Forças Armadas , serviços aeroportuários e as empresas estatais(como a Gaesa) que drenam os recursos do turismo, da agricultura, dos charutos cubanos, da fruticultura e das remessas de dinheiro dos expatriados cubanos, muitos concentrados na Flórida norte americana, o seu neto Raulito, apelido de Raúl Guillermo Rodríguez Castro, que cresceu com Fidel Castro, tem patente de coronel, estudou pra ser militar, não foi brilhante nem como político ou acadêmico, decidiu ser guarda costas pessoal de Raúl Castro(atualmente 94 anos), ocupação que assumiu em 2016, ano da morte de Fidel Castro.Seu outro apelido, Caranguejo, deriva do fato de ter nascido com polidactilia, condição de aumento do número de dedos dos pés e ou das mãos.


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Segundo fontes próximas a Marco Rubio, secretario de Estado do governo Trump dos EUA, Raulito seria uma das lideranças cubanas com quem os EUA conversam desde janeiro de 2026, com a progressão da crise econômica, social e energética da ilha caribenha. 




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No dia 14 de março de 2026, dissidentes da ditadura cubana fizeram protestos em diversas cidades e numa delas, Morón, atearam fogo à sede do partido comunista local. A Ditadura Comunista Cubana reagiu disparando projeteis de arma de fogo com munição letal que resultou na morte de um dos manifestantes, a maioria jovens estudantes e artistas.

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Em meio à guerra com Irã, o presidente dos EUA, Donald Trump disse que o próximo alvo seria a Ilha de Cuba.Seu secretário de estado Marco Rubio, é descendente de cubanos expatriados e dissidentes do regime castrista e tem na mudança do regime cubano, uma meta pessoal.