#GPA #GrupoPãodeAçúcar #AbílioDiniz #Bolsadevalores #Economia #Dinheiro #Investimento #Finanças #Casino #BancoItau #BTGPactual #JornalismoA rede de supermercados Pão De Açúcar(GPA) que controla além das unidades do Pão de Açúcar, a rede de hipermercados Extra e a de mini mercados Extra perto, pediu recuperação judicial, por conta de dividas superiores a R$ 4,5 bilhões. No fim de fevereiro de 2026, o Grupo Pão de Açúcar reportou prejuízo líquido de R$ 523 milhões, um pouco menor que o relatado em fevereiro de 2025, quando o déficit era de R$ 737 milhões.A Estratégia do Grupo Pão de Açúcar foi celebrada com os principais credores: Banco Itaú, HSBC, RaboBank e BTG Pactual), detentores de 41% dos créditos.As ações do GPA recuaram mais de 5% na Bolsa de Valores de SP, a B3, antiga Bovespa.A empresa, cuja razão social, nome formal, é Companhia Brasileira de Distribuição(CBD) divulgou nota de fato relevante ao mercado neste dia 10 de março de 2026. O Pão de Açúcar foi fundado em 1948 pelo imigrante português Valentim dos Santos Diniz, pai do empresário ícone do GPA, Abílio Diniz, com a inauguração de uma doceira, que existe até hoje, a loja 01, na avenida Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo. Em 1959, foi inagurado o Supermercado Pão de Açúcar, ao lado da doceira. Em 1981, nasce a Companhia Brasileira de Distribuição com a fusão de varias unidades de varejo. Em 1990, a CBD passa por reestruturação comandada pelo empresário símbolo do Pão de Açúcar, filho do fundador, Abílio Diniz, que vende todas as empresas não relacionadas ao varejo. Em 1991, a CBD passa ser a segunda rede do varejo do Brasil com 262 lojas. Em 1993, Abílio Diniz e seus filhos Ana Maria e João Paulo passam a ser os acionistas majoritários do Pão de Açúcar. Em 1995, o Pão de Açúcar abre o capital ao mercado e Abílio Diniz passa a ser presidente do Grupo GPA. Em 1999, o grup francês de varejo Casino passa a ser acionista minoritário do Pão de Açucar, com 25% de ações. Em 2000, a rede Pão de Açúcar ultrapassa a rede francesa Carrefour e se torna a liderança brasileira do varejo com faturamento anual de R$ 9 bilhoes. Em 2003, Augusto Marques da Cruz é o primeiro CEO do Pão de Açúcar e Abílio Diniz passa a presidente do conselho de Administração. Em 2005, o Casino divide a gestão do Pão de Açúcar com a familia de Abilio Diniz, através da holding Vieri Participações. Em 2006, Cássio Casseb, oriundo do Banco do Brasil, sucede ao Augusto Marques da Cruz e intensifica profissionalização da gestão do Pão de Açúcar. Em 2007, o Pão de Açúcar perde a liderança do varejo do Brasil apos o Casino comprar a rede de atacarejo Atacadão. Cássio Casseb é substituído por Cláudio Galleazzi. Em 2010, Éneas Pestana sucede a Cláudio Galleazzi e faz uma gestão focada nos colaboradores do GPA. Em 2011, com o apoio do banco BTG Pactual e do BNDES, Abílio tenta costurar fusão Pão de Açúcar e Carrefour pra tentar evitar a passagem do controle do GPA da família Diniz pra rede Casino conforme estabelecido previamente. A fusão não se concretiza por conta de decisão do Casino e do BNDES, que não confirma o apoio à transação. Em 2012, O Casino assume a Wilkes, gestora da CBD/GPA. Em 2013, o nome adotado pela empresa passa a ser exclusivamente GPA, pra mostrar ao mercado que além do Pão de Açúcar, a rede contava com Assaí, Extra, Ponto Frio,Casas Bahia, Partiu Viagem,Barateiro.Nesse ano, Abílio Diniz cede seu lugar de presidente do conselho de administração do GPA pra o presidente do Casino. Em 2017, o GPA lança um programa de fidelidade do consumidor com oferta de descontos, o Clube Extra e o Pão de Açúcar Mais. Em 2018, investe nas lojas Pão de Açúcar, com a criação os minimercados Pão de Açucar Minuto e a rede varejista popular Compre Bem Barateiro. Em 2019, vende todas ações da Via Varejo(Ponto Frio e Casas Bahia). Em 2021, vende 71 lojas da rede Extra hipermercados à rede Assaí Atacadista que se torna rede de atacarejo. Em março de 2024, ocorre um aumento de capital de R$ 720 milhões e a rede Casino perde o controle do GPA, com participação de 22,5% de suas açoes. Em 10 de março de 2025, o GPA anuncia pedido de recuperação judicial por dívidas superiores à R$ 4,5 bilhoes.

 A rede de supermercados Pão De Açúcar(GPA) que controla além das unidades do Pão de Açúcar, a rede de hipermercados Extra e a de mini mercados Extra perto, pediu recuperação judicial, por conta de dividas superiores a R$ 4,5 bilhões. 



No fim de fevereiro de 2026, o Grupo Pão de Açúcar reportou prejuízo líquido de R$ 523 milhões, um pouco menor que o relatado em fevereiro de 2025, quando o déficit era de R$ 737 milhões.A Estratégia do Grupo Pão de Açúcar foi celebrada com os principais credores: Banco Itaú, HSBC, RaboBank e BTG Pactual), detentores de 41% dos créditos.As ações do GPA recuaram mais de 5% na Bolsa de Valores de SP, a B3, antiga Bovespa.A empresa, cuja razão social, nome formal, é Companhia Brasileira de Distribuição(CBD) divulgou nota de fato relevante ao mercado neste dia 10 de março de 2026.




O Pão de Açúcar foi fundado em 1948 pelo imigrante português Valentim dos Santos Diniz, pai do empresário ícone do GPA, Abílio Diniz, com a inauguração de uma doceira, que existe até hoje, a loja 01, na avenida Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo. 



Em 1959, foi inagurado o Supermercado Pão de Açúcar, ao lado da doceira.



Em 1981, nasce a Companhia Brasileira de Distribuição com a fusão de varias unidades de varejo.



Em 1990, a CBD passa por reestruturação comandada pelo empresário símbolo do Pão de Açúcar, filho do fundador, Abílio Diniz, que vende todas as empresas não relacionadas ao varejo.



Em 1991, a CBD passa ser a segunda rede do varejo do Brasil com 262 lojas.



Em 1993, Abílio Diniz e seus filhos Ana Maria e João Paulo passam a ser os acionistas majoritários do Pão de Açúcar.





Em 1995, o Pão de Açúcar abre o capital ao mercado e Abílio Diniz passa a ser presidente do Grupo GPA.





Em 1999, o grup francês de varejo Casino passa a ser acionista minoritário do Pão de Açucar, com 25% de ações.



Em 2000, a rede Pão de Açúcar ultrapassa a rede francesa Carrefour e se torna a liderança brasileira do varejo com faturamento anual de R$ 9 bilhoes.



Em 2003, Augusto Marques da Cruz é o primeiro CEO do Pão de Açúcar e Abílio Diniz passa a presidente do conselho de Administração.



Em 2005, o Casino divide a gestão do Pão de Açúcar com a familia de Abilio Diniz, através da holding Vieri Participações.



Em 2006, Cássio Casseb, oriundo do Banco do Brasil, sucede ao Augusto Marques da Cruz e intensifica profissionalização da gestão do Pão de Açúcar.



Em 2007, o Pão de Açúcar perde a liderança do varejo do Brasil apos o Casino comprar a rede de atacarejo Atacadão. Cássio Casseb é substituído por Cláudio Galleazzi.



Em 2010, Éneas Pestana sucede a Cláudio Galleazzi e faz uma gestão focada nos colaboradores do GPA.



Em 2011, com o apoio do banco BTG Pactual e do BNDES, Abílio tenta costurar fusão Pão de Açúcar e Carrefour pra tentar evitar a passagem do controle do GPA da família Diniz pra rede Casino conforme estabelecido previamente. A fusão não se concretiza por conta de decisão do Casino e do BNDES, que não confirma o apoio à transação.

Em 2012, O Casino assume a Wilkes, gestora da CBD/GPA.





todas as fotos:Reprodução Internet





Em 2013, o nome adotado pela empresa passa a ser exclusivamente GPA, pra mostrar ao mercado que além do Pão de Açúcar, a rede contava com Assaí, Extra, Ponto Frio,Casas Bahia, Partiu Viagem,Barateiro.Nesse ano, Abílio Diniz cede seu lugar de presidente do conselho de administração do GPA pra o presidente do Casino.

Em 2017, o GPA lança um programa de fidelidade do consumidor com oferta de descontos, o Clube Extra e o Pão de Açúcar Mais.

Em 2018, investe nas lojas Pão de Açúcar, com a criação os minimercados Pão de Açucar Minuto e a rede varejista popular Compre Bem Barateiro.

Em 2019, vende todas ações da Via Varejo(Ponto Frio e Casas Bahia).

Em 2021, vende 71 lojas da rede Extra hipermercados à rede Assaí Atacadista que se torna rede de atacarejo.




Em março de 2024, ocorre um aumento de capital de R$ 720 milhões e a rede Casino perde o controle do GPA, com participação de 22,5% de suas açoes.

Em 10 de março de 2025, o GPA anuncia pedido de recuperação judicial por dívidas superiores à R$ 4,5 bilhoes.