#Venezuela #Terremoto #LaGuaíra #Brasil #AméricaLatina #Jornalismo #Mundo #Eleições - No dia 26 de junho de 2026, a Organização das Nações Unidas(ONU) atualizou a contabilização de mortos e feridos pelos 2 terremotos de 7,2 e 7,5 graus na escala Richter que devastaram a Venezuela em 24 de junho , por volta das 18 hs: 884 mortes e 3 mil feridos, há aproximadamente 40 mil desaparecidos o que deve aumentar em muito o número total de mortos nos próximos dias, em que há esperança de encontrar sobreviventes diminui significativamente. As equipes de resgate ficam impotentes diante de gemidos e murmúrios das vítimas feridas soterradas por toneladas de escombros por não contarem com os equipamentos como retroescavadeiras, braços mecânicos, britadeiras e outros especiais pra remoção de entulhos após desabamentos causados por terremotos. Países ao redor do mundo enviaram ajuda especializada e mantimentos, como El Salvador, República Dominicana, França, Alemanha, Brasil entre outros. O ministério das Relações Exteriores do Brasil admitiu a morte de dois brasileiros: um homem internado em hospital em La Guaíra, região litorânea, a 25 quilômetros da capital Caracas, ainda não identificado e Vanessa Zacarias da Silva, de 44 anos, há 2 meses em La Guaíra, uma das mais devastadas regiões pelos terremotos morreu após ser resgatada com vida, por conta de hemorragias internas. Vanessa era moradora de Gama, arredores de Brasília e se mudou pra La Guaíra, com o namorado venezuelano.

 No dia 26 de junho de 2026, a Organização das Nações Unidas(ONU) atualizou a contabilização de mortos e feridos pelos 2 terremotos de 7,2 e 7,5 graus na escala Richter que devastaram a Venezuela em 24 de junho , por volta das 18 hs: 884 mortes e 3 mil feridos, há aproximadamente 40 mil desaparecidos o que deve aumentar em muito o número total de mortos nos próximos dias, em que há esperança de encontrar sobreviventes diminui significativamente. As equipes de resgate ficam impotentes diante de gemidos e murmúrios das vítimas feridas soterradas por toneladas de escombros por não contarem com os equipamentos como retroescavadeiras, braços mecânicos, britadeiras e outros especiais pra remoção de entulhos após desabamentos causados por terremotos. Países ao redor do mundo enviaram ajuda especializada e mantimentos, como El Salvador, República Dominicana, França, Alemanha, Brasil entre outros. O ministério das Relações Exteriores do Brasil admitiu a morte de dois brasileiros: um homem internado em hospital em La Guaíra, região litorânea, a 25 quilômetros da capital Caracas, ainda não identificado e Vanessa Zacarias da Silva, de 44 anos, há 2 meses em La Guaíra, uma das mais devastadas regiões pelos terremotos morreu após ser resgatada com vida, por conta de hemorragias internas. Vanessa era moradora de Gama, arredores de Brasília e se mudou pra La Guaíra, com o namorado venezuelano.Há denúncias de saques e roubos, a ditadura venezuelana militarizou La Guaíra pra organizar trânsito, distribuir equipes de resgate nacional e internacionais e mantimentos além de coibir saques, furtos e roubos. Milhares de sobreviventes reclamam que faltam apoio e equipes especializadas pra resgate de pessoas feridas sob escombros e cadáveres. Faltam necrotérios pra tantos mortos. Há risco de endemias e epidemias.Há falta de água e energia elétrica.Ditaduras Hugo Chávez e Nicolás Maduro/Delcy Rodriguez desprezaram engenharia sismoresistente que fez com que o Japão submetido a terremotos de igual ou pior magnitude não tivesse mortes ou feridos.







No dia 24 de junho de 2026, a Venezuela foi vítima de dois intensos terremotos por volta das 18 hs(horário local Caracas) de intensidade 7,2 e 7,5 da escala Richter que vai até 9. Varios prédios,por volta de 150, foram danificados seriamente ou totalmente colapsados. A região mais afetada foi a norte, mas os efeitos dos dois terremotos se fizeram sentir em toda a Venezuela e algumas regiões da Colômbia. Não há número oficial de mortos e feridos. Algumas projeções de especialistas apontam pra provável quantia de 50 mil mortes, talvez mais.







 O que chama a atenção é a fragilidade das edificações venezuelanas que deveriam ter sido construídas seguindo protocolos de sismo resistência, adotados em países com maior vulnerabilidade e ocorrência de terremotos como a própria Venezuela, California nos EUA,México, Japão entre outras localidades que ficam sobre falhas tectônicas que se chocam regularmente.A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodriguez, que assumiu  o poder após a prisão do ditador Nicolás Maduro, que havia fraudado as eleições presidenciais de julho de 2025, vencidas pelo opositor Edmundo Gonzalez, declarou que liberará um fundo de reconstrução de US$ 200 milhões e que cerca de 20 países do mundo já ofeceram ajuda material, recursos financeiros, equipamentos e pessoal especializados em resgate de sobreviventes de terremotos.



fotos:Reprodução Internet

 A Venezuela, localizada sobre o encontro das placas tectonicas do Caribe e Placa Sul Americana há tinha sido atingida por outros terremotos letais: em 1812, com mais de 30 mil mortos e em 1900  com brutais estragos e mortalidade. Ao contrário da Venezuela, no mesmo dia 24 de junho de 2026, o Japão foi atingido por terremotos, mas não teve mortos e feridos, em virtude de sua arquitetura e engenharia sismorresistentes.