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#EleiçõesEUA #DonaldTrump #KamalaHarris #Mundo #Jornalismo - A Apuração da votação à presidencia da república dos EUA deve ser arrastar pelo menos até quinta, sexta ou mesmo sábado, dia 9 de novembro de 2024 e pode haver judicialização e pedidos de recontagem de votos. Segundo as últimas pesquisas a mobilização das pessoas pra votar, já que o voto nos EUA não é obrigatório, foi semelhante a ocorrida nas últimas eleições presidenciais norte americanas, em 2020, com vitória de Joe Biden do Partido Democrata e contestada pelo seu rival, Donald Trump, hoje adversário de Kamala Harris.Trump aguarda o término da apuração em sua casa na Flórida, em Mar a Lago, acompanhado de familiares e correligionários como dono do X antigo Twitter, da Tesla e da Space X, Elon Musk.Kamala Harris aguarda o fim da apuração na universidade em que estudou Direito em Washington DC.Os candidatos apostaram no estado pêndulo da Pensilvânia pra encerrarem suas campanhas.

 A Apuração da votação à presidencia da república dos EUA deve ser arrastar pelo menos até quinta, sexta ou mesmo sábado, dia 9 de novembro de 2024 e pode haver judicialização e pedidos de recontagem de votos. Segundo as últimas pesquisas a mobilização das pessoas pra votar, já que o voto nos EUA não é obrigatório, foi semelhante a ocorrida nas últimas eleições presidenciais norte americanas, em 2020, com vitória de Joe Biden do Partido Democrata e contestada pelo seu rival, Donald Trump, hoje adversário de Kamala Harris.Trump aguarda o término da apuração em sua casa na Flórida, em Mar a Lago, acompanhado de familiares e correligionários como dono do X antigo Twitter, da Tesla e da Space X, Elon Musk.Kamala Harris aguarda o fim da apuração na universidade em que estudou Direito em Washington DC.Os candidatos apostaram no estado pêndulo da Pensilvânia pra encerrarem suas campanhas.


foto: Reprodução Internet


PESQUISA DO jornal New York Times, que apoia Kamala Harris, terminada em 2 de novembro de 2024, aponta empate tecnico de TRUMP E KAMALA HARRIS em todos os estados pêndulo que irão decidir as eleições presidenciais .TRUMP lidera entre homens brancos, de menos escolaridade. KAMALA entre as mulheres, e os mais escolarizados.As eleições ocorrerão numa terça feira, em novembro, em virtude de uma tradição histórica que remonta à época em que os EUA eram uma nação eminentemente agrícola, e terça feira era um dia apartado do domingo religioso e da quarta feira comercial e novembro ,um mês de outono, com clima ameno, de pouca chuva e menos frio, o que facilitava o deslocamento de eleitores, então rurais, pros centros urbanos, nos quais estavam instaladas as zonas eleitorais.


foto:Reprodução Internet


Numa disputa super acirrada entre o republicano Donald Trump e a democrata Kamala Harris pelo comando político da mais rica democracia do Planeta, a dos EUA, o que irá definir as eleições presidenciais de 2024 em 5 de novembro  será a percepção da economia pelos eleitores norte americanos. Sendo assim, Kamala Harris deveria se preocupar, uma vez que a alta inflação geração pela Pandemia da Covid 19, pelo pacote de socorro financeiro provocado por ela e os gastos altos com a máquina de guerra norte americano, cobra seu preço elevado: aumento do custo de vida que impede a realização do chamado sonho americano: comprar uma casa própria, um automóvel, educar bem os filhos até o nivel superior, ter um seguro saúde, e viajar de férias uma vez por ano.Esse pessimismo com a economia claramente favorece Trump que está na oposição a gestão atual de Biden/Kamala.





fotos:Reprodução Internet

A uma semana das Eleições Presidenciais dos EUA, o candidato republicano Donald Trump aparece na frente nas pesquisas Atlas com 50% contra 48% de sua oponente democrata Kamala Harris, atual vice presidente do governo Joe Biden, que desistiu da corrida eleitoral em seu favor. Donald Trump tenta superar a piada contra latinos feita por comediantes antes de seu discurso no Madison Square Garden em Nova Yorque e Kamala Harris tenta colar a imagem de fascista, nazista e perigoso à democracia em Trump, sem muito sucesso. Kamala paga o preço de ser vice de Biden, presidente impopular pelo apoio à Israel na Guerra contra Hamas, pela inflação que torna mais distante a aquisição de casa própria pela classe média e pela imigração descontrolada pela fronteira com o México que provocou caos social e violência em várias cidades norte americanas, situação muito explorada na propaganda eleitoral por Trump.A maior potência militar, econômica e simbólica do mundo tem muita influencia geopolitica, cultural e pode interferir nas várias questões pendentes da história contemporânea como mudanças climáticas, guerras, pandemias, ONU. Trump já prometeu tirar os EUA da Guerra da Ucrãnia e Rússia, disse ao premiê de Israel para fazer o que tinha que fazer, ou seja, incentivou a dizimar Gaza e o Hamas, e no primeiro mandato como presidente dos EUA retirou o país da OMS em plena Pandemia da Covid 19.Kamala Harris administra o desgaste causado por fala desastrada de Joe Biden que se referiu aos eleitores de Trump como lixo, o que o líder atual dos EUA nega.


foto:Reprodução Internet


O Presidente dos EUA, Joe Biden, de 81 anos, candidato a reeleição a presidencia pelo Partido Democrata, anunciou em 21 de julho de 2024, sua desistencia de concorrer mais uma vez ao mais alto posto político da maior potência mundial. 



Em sua carta de renúncia da candidatura, Biden endossa a candidatura de Kamala Harris, atual vice presidente de 59 anos, como sua substituta, na difícil missão de vencer o oponente do Partido Republicano, o ex- presidente Donald Trump, muito forte após vencer Biden no debate presidencial, ocorrido em 27 de junho e após o atentato a tiros em Butler,Pensilvânia, em que Trump foi atingido na orelha direita de raspão. 


fotos:Reprodução Internet


Os principais líderes do Partido Democrata elogiaram a decisão de Biden, mas nem todos endossaram Kamala Harris como o casal Obama e a ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi.Biden tentou resistir a fritura de sua candidatura,mas a redução drástica do financiamento de sua campanha, intensificada após dúvidas levantadas sobre sua saúde física e mental, determinaram o fim de sua vontade de retornar à Casa Branca.

#EleiçõesUSA #EleiçõesEUA #Eleições #EUA #DonaldTrump #KamalaHarris #Geopolítica #Internacional #Mundo #jornalismo : PESQUISA DO jornal New York Times, que apoia Kamala Harris, terminada em 2 de novembro de 2024, aponta empate tecnico de TRUMP E KAMALA HARRIS em todos os estados pêndulo que irão decidir as eleições presidenciais .TRUMP lidera entre homens brancos, de menos escolaridade. KAMALA entre as mulheres, e os mais escolarizados.As eleições ocorrerão numa terça feira, em novembro, em virtude de uma tradição histórica que remonta à época em que os EUA eram uma nação eminentemente agrícola, e terça feira era um dia apartado do domingo religioso e da quarta feira comercial e novembro ,um mês de outono, com clima ameno, de pouca chuva e menos frio, o que facilitava o deslocamento de eleitores, então rurais, pros centros urbanos, nos quais estavam instaladas as zonas eleitorais.

 PESQUISA DO jornal New York Times, que apoia Kamala Harris, terminada em 2 de novembro de 2024, aponta empate tecnico de TRUMP E KAMALA HARRIS em todos os estados pêndulo que irão decidir as eleições presidenciais .TRUMP lidera entre homens brancos, de menos escolaridade. KAMALA entre as mulheres, e os mais escolarizados.As eleições ocorrerão numa terça feira, em novembro, em virtude de uma tradição histórica que remonta à época em que os EUA eram uma nação eminentemente agrícola, e terça feira era um dia apartado do domingo religioso e da quarta feira comercial e novembro ,um mês de outono, com clima ameno, de pouca chuva e menos frio, o que facilitava o deslocamento de eleitores, então rurais, pros centros urbanos, nos quais estavam instaladas as zonas eleitorais.


foto:Reprodução Internet


Numa disputa super acirrada entre o republicano Donald Trump e a democrata Kamala Harris pelo comando político da mais rica democracia do Planeta, a dos EUA, o que irá definir as eleições presidenciais de 2024 em 5 de novembro  será a percepção da economia pelos eleitores norte americanos. Sendo assim, Kamala Harris deveria se preocupar, uma vez que a alta inflação geração pela Pandemia da Covid 19, pelo pacote de socorro financeiro provocado por ela e os gastos altos com a máquina de guerra norte americano, cobra seu preço elevado: aumento do custo de vida que impede a realização do chamado sonho americano: comprar uma casa própria, um automóvel, educar bem os filhos até o nivel superior, ter um seguro saúde, e viajar de férias uma vez por ano.Esse pessimismo com a economia claramente favorece Trump que está na oposição a gestão atual de Biden/Kamala.





fotos:Reprodução Internet

A uma semana das Eleições Presidenciais dos EUA, o candidato republicano Donald Trump aparece na frente nas pesquisas Atlas com 50% contra 48% de sua oponente democrata Kamala Harris, atual vice presidente do governo Joe Biden, que desistiu da corrida eleitoral em seu favor. Donald Trump tenta superar a piada contra latinos feita por comediantes antes de seu discurso no Madison Square Garden em Nova Yorque e Kamala Harris tenta colar a imagem de fascista, nazista e perigoso à democracia em Trump, sem muito sucesso. Kamala paga o preço de ser vice de Biden, presidente impopular pelo apoio à Israel na Guerra contra Hamas, pela inflação que torna mais distante a aquisição de casa própria pela classe média e pela imigração descontrolada pela fronteira com o México que provocou caos social e violência em várias cidades norte americanas, situação muito explorada na propaganda eleitoral por Trump.A maior potência militar, econômica e simbólica do mundo tem muita influencia geopolitica, cultural e pode interferir nas várias questões pendentes da história contemporânea como mudanças climáticas, guerras, pandemias, ONU. Trump já prometeu tirar os EUA da Guerra da Ucrãnia e Rússia, disse ao premiê de Israel para fazer o que tinha que fazer, ou seja, incentivou a dizimar Gaza e o Hamas, e no primeiro mandato como presidente dos EUA retirou o país da OMS em plena Pandemia da Covid 19.Kamala Harris administra o desgaste causado por fala desastrada de Joe Biden que se referiu aos eleitores de Trump como lixo, o que o líder atual dos EUA nega.


foto:Reprodução Internet


O Presidente dos EUA, Joe Biden, de 81 anos, candidato a reeleição a presidencia pelo Partido Democrata, anunciou em 21 de julho de 2024, sua desistencia de concorrer mais uma vez ao mais alto posto político da maior potência mundial. 



Em sua carta de renúncia da candidatura, Biden endossa a candidatura de Kamala Harris, atual vice presidente de 59 anos, como sua substituta, na difícil missão de vencer o oponente do Partido Republicano, o ex- presidente Donald Trump, muito forte após vencer Biden no debate presidencial, ocorrido em 27 de junho e após o atentato a tiros em Butler,Pensilvânia, em que Trump foi atingido na orelha direita de raspão. 


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Os principais líderes do Partido Democrata elogiaram a decisão de Biden, mas nem todos endossaram Kamala Harris como o casal Obama e a ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi.Biden tentou resistir a fritura de sua candidatura,mas a redução drástica do financiamento de sua campanha, intensificada após dúvidas levantadas sobre sua saúde física e mental, determinaram o fim de sua vontade de retornar à Casa Branca.

#EleiçõesEUA #Eleições #EUA #KamalaHarris #DonaldTrump #Geopolítica #Internacional #Mundo #RelaçôesExteriores #RelaçõesInternacionais - Numa disputa super acirrada entre o republicano Donald Trump e a democrata Kamala Harris pelo comando político da mais rica democracia do Planeta, a dos EUA, o que irá definir as eleições presidenciais de 2024 em 5 de novembro será a percepção da economia pelos eleitores norte americanos. Sendo assim, Kamala Harris deveria se preocupar, uma vez que a alta inflação geração pela Pandemia da Covid 19, pelo pacote de socorro financeiro provocado por ela e os gastos altos com a máquina de guerra norte americano, cobra seu preço elevado: aumento do custo de vida que impede a realização do chamado sonho americano: comprar uma casa própria, um automóvel, educar bem os filhos até o nivel superior, ter um seguro saúde, e viajar de férias uma vez por ano.Esse pessimismo com a economia claramente favorece Trump que está na oposição a gestão atual de Biden/Kamala.

 Numa disputa super acirrada entre o republicano Donald Trump e a democrata Kamala Harris pelo comando político da mais rica democracia do Planeta, a dos EUA, o que irá definir as eleições presidenciais de 2024 em 5 de novembro  será a percepção da economia pelos eleitores norte americanos. Sendo assim, Kamala Harris deveria se preocupar, uma vez que a alta inflação geração pela Pandemia da Covid 19, pelo pacote de socorro financeiro provocado por ela e os gastos altos com a máquina de guerra norte americano, cobra seu preço elevado: aumento do custo de vida que impede a realização do chamado sonho americano: comprar uma casa própria, um automóvel, educar bem os filhos até o nivel superior, ter um seguro saúde, e viajar de férias uma vez por ano.Esse pessimismo com a economia claramente favorece Trump que está na oposição a gestão atual de Biden/Kamala.





fotos:Reprodução Internet

A uma semana das Eleições Presidenciais dos EUA, o candidato republicano Donald Trump aparece na frente nas pesquisas Atlas com 50% contra 48% de sua oponente democrata Kamala Harris, atual vice presidente do governo Joe Biden, que desistiu da corrida eleitoral em seu favor. Donald Trump tenta superar a piada contra latinos feita por comediantes antes de seu discurso no Madison Square Garden em Nova Yorque e Kamala Harris tenta colar a imagem de fascista, nazista e perigoso à democracia em Trump, sem muito sucesso. Kamala paga o preço de ser vice de Biden, presidente impopular pelo apoio à Israel na Guerra contra Hamas, pela inflação que torna mais distante a aquisição de casa própria pela classe média e pela imigração descontrolada pela fronteira com o México que provocou caos social e violência em várias cidades norte americanas, situação muito explorada na propaganda eleitoral por Trump.A maior potência militar, econômica e simbólica do mundo tem muita influencia geopolitica, cultural e pode interferir nas várias questões pendentes da história contemporânea como mudanças climáticas, guerras, pandemias, ONU. Trump já prometeu tirar os EUA da Guerra da Ucrãnia e Rússia, disse ao premiê de Israel para fazer o que tinha que fazer, ou seja, incentivou a dizimar Gaza e o Hamas, e no primeiro mandato como presidente dos EUA retirou o país da OMS em plena Pandemia da Covid 19.Kamala Harris administra o desgaste causado por fala desastrada de Joe Biden que se referiu aos eleitores de Trump como lixo, o que o líder atual dos EUA nega.


foto:Reprodução Internet


O Presidente dos EUA, Joe Biden, de 81 anos, candidato a reeleição a presidencia pelo Partido Democrata, anunciou em 21 de julho de 2024, sua desistencia de concorrer mais uma vez ao mais alto posto político da maior potência mundial. 



Em sua carta de renúncia da candidatura, Biden endossa a candidatura de Kamala Harris, atual vice presidente de 59 anos, como sua substituta, na difícil missão de vencer o oponente do Partido Republicano, o ex- presidente Donald Trump, muito forte após vencer Biden no debate presidencial, ocorrido em 27 de junho e após o atentato a tiros em Butler,Pensilvânia, em que Trump foi atingido na orelha direita de raspão. 


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Os principais líderes do Partido Democrata elogiaram a decisão de Biden, mas nem todos endossaram Kamala Harris como o casal Obama e a ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi.Biden tentou resistir a fritura de sua candidatura,mas a redução drástica do financiamento de sua campanha, intensificada após dúvidas levantadas sobre sua saúde física e mental, determinaram o fim de sua vontade de retornar à Casa Branca.

#Eleições2024 #Eleições #Política #DonaldTrump #KamalaHarris #Jornalismo - A uma semana das Eleições Presidenciais dos EUA, o candidato republicano Donald Trump aparece na frente nas pesquisas Atlas com 50% contra 48% de sua oponente democrata Kamala Harris, atual vice presidente do governo Joe Biden, que desistiu da corrida eleitoral em seu favor. Donald Trump tenta superar a piada contra latinos feita por comediantes antes de seu discurso no Madison Square Garden em Nova Yorque e Kamala Harris tenta colar a imagem de fascista, nazista e perigoso à democracia em Trump, sem muito sucesso. Kamala paga o preço de ser vice de Biden, presidente impopular pelo apoio à Israel na Guerra contra Hamas, pela inflação que torna mais distante a aquisição de casa própria pela classe média e pela imigração descontrolada pela fronteira com o México que provocou caos social e violência em várias cidades norte americanas, situação muito explorada na propaganda eleitoral por Trump.A maior potência militar, econômica e simbólica do mundo tem muita influencia geopolitica, cultural e pode interferir nas várias questões pendentes da história contemporânea como mudanças climáticas, guerras, pandemias, ONU. Trump já prometeu tirar os EUA da Guerra da Ucrãnia e Rússia, disse ao premiê de Israel para fazer o que tinha que fazer, ou seja, incentivou a dizimar Gaza e o Hamas, e no primeiro mandato como presidente dos EUA retirou o país da OMS em plena Pandemia da Covid 19.Kamala Harris administra o desgaste causado por fala desastrada de Joe Biden que se referiu aos eleitores de Trump como lixo, o que o líder atual dos EUA nega.

 A uma semana das Eleições Presidenciais dos EUA, o candidato republicano Donald Trump aparece na frente nas pesquisas Atlas com 50% contra 48% de sua oponente democrata Kamala Harris, atual vice presidente do governo Joe Biden, que desistiu da corrida eleitoral em seu favor. Donald Trump tenta superar a piada contra latinos feita por comediantes antes de seu discurso no Madison Square Garden em Nova Yorque e Kamala Harris tenta colar a imagem de fascista, nazista e perigoso à democracia em Trump, sem muito sucesso. Kamala paga o preço de ser vice de Biden, presidente impopular pelo apoio à Israel na Guerra contra Hamas, pela inflação que torna mais distante a aquisição de casa própria pela classe média e pela imigração descontrolada pela fronteira com o México que provocou caos social e violência em várias cidades norte americanas, situação muito explorada na propaganda eleitoral por Trump.A maior potência militar, econômica e simbólica do mundo tem muita influencia geopolitica, cultural e pode interferir nas várias questões pendentes da história contemporânea como mudanças climáticas, guerras, pandemias, ONU. Trump já prometeu tirar os EUA da Guerra da Ucrãnia e Rússia, disse ao premiê de Israel para fazer o que tinha que fazer, ou seja, incentivou a dizimar Gaza e o Hamas, e no primeiro mandato como presidente dos EUA retirou o país da OMS em plena Pandemia da Covid 19.Kamala Harris administra o desgaste causado por fala desastrada de Joe Biden que se referiu aos eleitores de Trump como lixo, o que o líder atual dos EUA nega.


foto:Reprodução Internet


O Presidente dos EUA, Joe Biden, de 81 anos, candidato a reeleição a presidencia pelo Partido Democrata, anunciou em 21 de julho de 2024, sua desistencia de concorrer mais uma vez ao mais alto posto político da maior potência mundial. 



Em sua carta de renúncia da candidatura, Biden endossa a candidatura de Kamala Harris, atual vice presidente de 59 anos, como sua substituta, na difícil missão de vencer o oponente do Partido Republicano, o ex- presidente Donald Trump, muito forte após vencer Biden no debate presidencial, ocorrido em 27 de junho e após o atentato a tiros em Butler,Pensilvânia, em que Trump foi atingido na orelha direita de raspão. 


fotos:Reprodução Internet


Os principais líderes do Partido Democrata elogiaram a decisão de Biden, mas nem todos endossaram Kamala Harris como o casal Obama e a ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi.Biden tentou resistir a fritura de sua candidatura,mas a redução drástica do financiamento de sua campanha, intensificada após dúvidas levantadas sobre sua saúde física e mental, determinaram o fim de sua vontade de retornar à Casa Branca.

#Ucrânia #GuerradaUcrânia #Rússia #GeoPolítica #ONU #Jornalismo #Reportagem #Trump #KamalaHarris #Lula - No dia 27 de setembro de 2024 a candidata da partido Democrata a presidencia dos EUA Kamala Harris e atual vice presidente do país se encontrou com o presidente da Ucrãnia Volodymyr Zelensky e assegurou apoio total à Ucrãnia na guerra contra a invasão da Rússia, caso ganhe as eleições, agendadas pra novembro de 2024. Zelensky se encontrou também com o ex presidente dos EUA e atual candidato do partido Republicano à sucessão de Joe Biden (correligionário de Kamala Harris) que afirmou que tem boas relações tanto com Zelensky quanto com o presidente da Rússia Vladimir Putin e que se for eleito, o conflito será resolvido rapidamente, com solução boa para os dois lados.O Presidente Joe Biden anunciou mais U$ 8 bilhões de ajuda a Ucrânia.Agências Militares Norte Americanas consideram arriscada a estratégia de permitir que a Ucrãnia utilize mísseis da OTAN de longo alcance pra agredir alvos da Rússia o que provavelmente não mudaria curso do conflito mas que acarretaria em retaliação violenta por parte de Putin, talvez até com armamentos nucleares.O Presidente Lula e o Itamaraty anunciaram apoio ao plano de Paz para a guerra entre Ucrãnia e Rússia proposto pela China, que foi prontamente rechaçado pelo presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky, na assembléia geral da ONU em 24 de setembro de 2024. Zelensky inclusive criticou Lula por querer se promover às custas da Ucrânia ao propor plano de Paz em que a Ucrânia cederia territórios ocupados pela Rússia durante a invasão de seu território há quase 3 anos, em fevereiro de 2022.

 No dia 27 de setembro de 2024 a candidata da partido Democrata a presidencia dos EUA Kamala Harris e atual vice presidente do país se encontrou com o presidente da Ucrãnia Volodymyr Zelensky e assegurou apoio total à Ucrãnia na guerra contra a invasão da Rússia, caso ganhe as eleições, agendadas pra novembro de 2024. Zelensky se encontrou também com o ex presidente dos EUA e atual candidato do partido Republicano à sucessão de Joe Biden (correligionário de Kamala Harris) que afirmou que tem boas relações tanto com Zelensky quanto com o presidente da Rússia Vladimir Putin e que se for eleito, o conflito será resolvido rapidamente, com solução boa para os dois lados.O Presidente Joe Biden anunciou mais U$ 8 bilhões de ajuda a Ucrânia.Agências Militares Norte Americanas consideram arriscada a estratégia de permitir que a Ucrãnia utilize mísseis da OTAN de longo alcance pra agredir alvos da Rússia o que provavelmente não mudaria curso do conflito mas que acarretaria em retaliação violenta por parte de Putin, talvez até com armamentos nucleares.O Presidente Lula e o Itamaraty anunciaram apoio ao plano de Paz para a guerra entre Ucrãnia e Rússia proposto pela China, que foi prontamente rechaçado pelo presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky, na assembléia geral da ONU em 24 de setembro de 2024. Zelensky inclusive criticou Lula por querer se promover às custas da Ucrânia ao propor plano de Paz em que a Ucrânia cederia territórios ocupados pela Rússia durante a invasão de seu território há quase 3 anos, em fevereiro de 2022.


foto:Reprodução Internet


Em janeiro de 2024, o almirante Holandês, Rob Bauer,chefe militar da Otan disse que a aliança ocidental vai se preparar para uma potencial guerra entre o bloco e a Rússia do Ditador Vladimir Putin que invadiu a Ucrânia há 2 anos. O chefe da OTAN disse que fará um exercício militar com 90 mil soldados, o maior da história recente, até maio de 2024. A OTAN, é a Organização do Tratado do Atlântico Norte, aliança militar ocidental, criada após a Segunda Guerra Mundial, que congrega atualmente 31 países. Recentemente, além da Ucrânia que pediu para ingressar no Bloco, a Finlândia e a Suécia se juntaram a aliança que tem nítida liderança dos EUA e do Reino Unido, e grande influência da França e da Alemanha.



Em setembro de 2023, a Guerra da Ucrânia, causada pela invasão da mesma pela Rússia em 24 de fevereiro de 2022, ou seja há 1 ano e sete meses, não dá sinais de que será interrompida tão cedo. Ucrânia recebe reforços de equipamentos do ocidente como tanques com grande poder de fogo e mobilidade e os famosos caças F16 dos EUA, em transe com pedidos de impeachment contra o presidente democrata Joe Biden. A Ucrânia tem conseguido desgastar a armada russa com ataques de drones contra estaleiros e navios de grande porte. A Rússia tem contra atacado com mísseis balísticos que, no entanto, conseguem em sua maioria, serem abatidos por baterias anti aéreas Patriot. A recente Cúpula do G20, na Índia, terminou com documento final condenando a Guerra, mas não a Rússia, o que gerou críticas do presidente da Ucrânia, Volodymir Zelenski e alívio por parte da Rússia, que recebeu apoio do ditador da Coréia do Norte. O presidente do Brasil criticou a decisão do Tribunal Penal Internacional de condenar o ditador da Rússia, Vladimir Putin, por crimes de guerra e  contra a humanidade cometidos durante a Guerra da Ucrânia. O Ministro da Justiça Flávio Dino disse que o Tribunal Penal Internacional seria desequilibrado e não descartaria que o Brasil rompesse com o tratato de Roma, assinado pelo Brasil sob a presidência do ex mandatário Fernando Henrique Cardoso, em setembro de 2002. O Tratato de Roma obriga os países signatários a respeitarem as decisões do Tribunal Penal Internacional. O contraditório e incoerente é que por diversas vezes Lula recorreu ao Tribunal Penal Internacional para reivindicar justiça e respeito aos direitos humanos quando estava insatisfeito com as decisões do Judiciário Brasileiro.Especula-se que Putin vai manter a Guerra da Ucrânia até 2024, no aguardo de potencial vitória do republicano Donald Trump nas eleições presidenciais dos EUA. Trump enfrenta pesado processo judicial contra si, mas Biden é altamente impopular.

















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No dia 23 de agosto de 2023, a agência estatal Russa de Notícias e o Ministério da Defesa Russo anunciaram a queda de um Jato Embraer Legacy de propriedade do Grupo Wagner e a morte de seus 10 ocupantes, entre eles, o Líder do Grupo Wagner, o mercenário, e ex-amigo pessoal do ditador da Rússia, Yevegeny Prighozin. Suspeita-se que Putin retaliou a mal sucedida tentativa de motim militar empreendida por Prighozin em Junho de 2023. Até o momento, as causas da queda da aeronave não são conhecidas. Mas a maneira como a mesma despencou, indica perda abrupta da sustentação aérea, o que pode sugerir eventos como o impacto com míssil disparado por dispositivos militares em terra ou alocados em outras aeronaves ou até mesmo artefatos explosivos dentro da própria aeronave que transportava Prighozin que estava a caminho de São Petersburgo, coração do Grupo Wagner, após partir de Moscou. 





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Analistas em Geopolítica e em Defesa acreditam que o motim contra Rússia de Putin armado pelo Grupo Wagner possa ter sido combinado para permitir que Putin possa reformular seu comando militar sem desgastes políticos maiores e para que a Rússia possa, de forma menos constrangedora, abandonar o teatro de operações na Ucrânia e se concentrar em atividades militares e paramilitares na Síria, em que sustenta o regime do ditador Bashar Al Assad e na África, em países como Mali e Sudão, em que protege Ditaduras em troca de minerais preciosos como o ouro.

No dia 28 de junho de 2023, o presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky afirmou que seu país espera sinalização de que fará parte da OTAN após o fim do conflito com a Rússia. E nesse mesmo dia, o presidente dos EUA, Joe Biden disse que Putin é um Pária que que a Rússia estaria perdendo a Guerra na Ucrânia.Nesse mesmo dia, a Rússia foi acusada de matar 10 civis na Ucrânia.

No dia 25 de junho de 2023, com intervenção do ditador da Bielo Rússia Alexander Lukachenko, o líder do grupo mercenário Wagner Yevgeny Prigozhin teria abandonado a Rússia e sua tentativa de golpe de estado contra Putin, seu aliado e amigo histórico, e estaria em segurança em local ignorado.

No dia 23 de junho de 2023, o grupo de Mercenários Wagner, criado pelo oligarca russo Yevgeny Prigozhin, aliado histórico do ditador Vladimir Putin, tomou a cidade russa de Rostov on Don, no sul do país oriental, e disse em plataformas digitais que a liderança militar russa na Guerra contra Ucrânia(Ministro da Defesa e Chefe do Exército) precisam ser substituídos e que o grupo Wagner sofreu muitas baixas na incursão sobre a cidade de Bakmut por falta de munições, cobertura e apoio aéreo. O Ditador da Rússia Vladimir Putin fez pronunciamento oficial de 5 minutos em cadeia de rádio Tv, e internet em que admite o motim e promete esmagar os traidores. As principais potências mundiais afirmam acompanhar os desdobramentos. É pior momento de Putin na Guerra num momento em que a Ucrania realiza contraofensiva com equipamentos sofisticados doados pela Otan e EUA, como tanques ágeis e baterias antiaéreas.