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#China #EUA #Trump #XiJinPing #Taiwan #Irã #Dólar #Economia #Geopolítica #Política #Guerra #Jornalismo #Comércio #Tarifas #Eleições2026 - O avião Air Force One que transporta presidentes dos EUA aterrissou em Pequim, capital da China, com o Presidente Donald Trump e sua comitiva de empresários norte americanos, no dia 13 de maio de 2026, às 19:50 hs hora local, 8:50 hora de Brasília, e foi recepcionado pelo vice presidente chinês, diplomatas chineses e 300 estudantes que entoavam músicas de boas vindas ao mandatário norte americano, recepcionado com um tapete vermelho. É a segunda visita ao país oriental. A primeira, em seu primeiro mandato, ocorreu em 2017, quando a China já era uma superpotência militar e econômica, mas não tinha a coragem de medir forças com seu rival, os EUA. Isso aconteceu agora em 2026, na guerra de tarifas comerciais, impostas por Donald Trump, consciente do declínio econômico e geopolítico de seu país, e da ascenção inevitável do gigante chinês. A China, replicou todas as majorações de tarifa e dexou claro pra todo mundo, que não aceitará, de cabeça baixa, nenhuma tentativa de prejuízo de seus interesses econômicos e geopolíticos. Depois que o ex-presidente dos EUA retaliou a Rússia, após a invasão da Ucrânia, impedindo-a de usar o sistema de comunicação de bancos internacionais, prejudicando suas transações em dólar, a China vem reduzindo sua dependência da moeda norte americana. De cerca de US$ 1 trilhão, Pequim possui atualmente cerca de US$ 700 bilhões em créditos de títulos da dívida norte americana, o menor montante da história. Mas o dólar continua como a moeda mais forte do mundo, apesar dos movimentos da China pra depender cada vez menos dele, e a moeda norte americana ainda é a mais usada como lastro pelos principais e maiores bancos centrais do planeta. Isso é um trunfo que sempre será usado pelos EUA e será certamente um ativo nas mãos de Donald Trump nas negociações com seu homólogo chinês, o inoxidável Xi Jin Ping, no poder há 12 anos, com mandato previsto até 2027, com boa chance de ser reconduzido mais uma vez, até 2032, já que o mandato presidencial chinês tem duração de 5 anos. No dia 14 de maio de 2026, primeiro dia da agenda efetiva da reunião bilateral entre os líderes mais importantes do mundo, a Casa Branca emitiu nota em que afirma que Xi Jin Ping concordou com Trump que o Irã jamais deva ter artefatos nucleares, que o estreito de Hormuz, por onde usualmente passam 20% do petróleo mundial e que está fechado desde 28 de abril, quando eclodiu a guerra iniciada pela coalização EUA/Israel, deva permanecer aberto, desmilitarizado e sem pedágio(como quer o Irã). Os EUA disseram ainda que Xi Jin Ping se comprometeu a comprar petróleo norte americano para reduzir a dependência do petróleo do Irã. Trump estará na china até o dia 14 de maio de 2026. Está acompanhado pelo secretário de Guerra e Defesa Pete Hegseth, pelo secretário de Estado Marco Rubio(que tem visão anti China) e por empresários das Big Techs dos EUA: Elon Musk( da Tesla, do X, e da Space X) e Jensen Huang (da Nvidia.). O filho de Trump, Eric, que chefia os negócios da família Trump, também está na comitiva na China. Trump disse que o encontro com Xi Jin Ping foi bom, e que o futuro dos EUA e China será fantástico. Xi Jin Ping por sua vez, disse que o principal ponto da relação EUA e China é Taiwan, ilha reincorporada à China,mas que mantém autonomia política e econômica, estilo de vida ocidental e apoio militar dos EUA. Xi Jin Ping manifestou sua preocupação com potencial conflito bélico entre as duas maiores superpotências mundiais por conta de Taiwan. Afirmou ainda que a China está aberta pras empresas norte americanas e estrangeiras e que o futuro do mundo com a convivência pacífica entre China e EUA é muito mais promissor. Trump convidou Xi Jing Ping e sua esposa a visitarem os EUA em 24 de setembro de 2026.

 O avião Air Force One que transporta presidentes dos EUA aterrissou em Pequim, capital da China, com o Presidente Donald Trump e sua comitiva de empresários norte americanos, no dia 13 de maio de 2026, às 19:50 hs hora local, 8:50 hora de Brasília, e foi recepcionado pelo vice presidente chinês, diplomatas chineses e 300 estudantes que entoavam músicas de boas vindas ao mandatário norte americano, recepcionado com um tapete vermelho.







fotos:Reprodução Internet

É a segunda visita ao país oriental. A primeira, em seu primeiro mandato, ocorreu em 2017, quando a China já era uma superpotência militar e econômica, mas não tinha a coragem de medir forças com seu rival, os EUA. Isso aconteceu agora em 2026, na guerra de tarifas comerciais, impostas por Donald Trump, consciente do declínio econômico e geopolítico de seu país, e da ascenção inevitável do gigante chinês. A China, replicou todas as majorações de tarifa e dexou claro pra todo mundo, que não aceitará, de cabeça baixa, nenhuma tentativa de prejuízo de seus interesses econômicos e geopolíticos.





fotos:Reprodução Internet


Depois que o ex-presidente dos EUA retaliou a Rússia, após a invasão da Ucrânia, impedindo-a de usar o sistema de comunicação de bancos internacionais, prejudicando suas transações em dólar, a China vem reduzindo sua dependência da moeda norte americana. De cerca de US$ 1 trilhão, Pequim possui atualmente cerca de US$ 700 bilhões em créditos de títulos da dívida norte americana, o menor montante da história.





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Mas o dólar continua como a moeda mais forte do mundo, apesar dos movimentos da China pra depender cada vez menos dele, e a moeda norte americana ainda é a mais usada como lastro pelos principais e maiores bancos centrais do planeta. Isso é um trunfo que sempre será usado pelos EUA e será certamente um ativo nas mãos de Donald Trump nas negociações com seu homólogo chinês, o inoxidável Xi Jin Ping, no poder há 12 anos, com mandato previsto até 2027, com boa chance de ser reconduzido mais uma vez, até 2032, já que o mandato presidencial chinês tem duração de 5 anos.





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No dia 14 de maio de 2026, primeiro dia da agenda efetiva da reunião bilateral entre os líderes mais importantes do mundo, a Casa Branca emitiu nota em que afirma que Xi Jin Ping concordou com Trump que o Irã jamais deva ter artefatos nucleares, que o estreito de Hormuz, por onde usualmente passam 20% do petróleo mundial e que está fechado desde 28 de abril, quando eclodiu a guerra iniciada pela coalização EUA/Israel, deva permanecer aberto, desmilitarizado e sem pedágio(como quer o Irã). Os EUA disseram ainda que Xi Jin Ping se comprometeu a comprar petróleo norte americano para reduzir a dependência do petróleo do Irã.

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Trump estará na china até o dia 14 de maio de 2026. Está acompanhado pelo secretário de Guerra e Defesa Pete Hegseth, pelo secretário de Estado Marco Rubio(que tem visão anti China) e por empresários das Big Techs dos EUA: Elon Musk( da Tesla, do X, e da Space X) e Jensen Huang (da Nvidia.). O filho de Trump, Eric, que chefia os negócios da família Trump, também está na comitiva na China.


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Trump disse que o encontro com Xi Jin Ping foi bom, e que o futuro dos EUA e China será fantástico. Xi Jin Ping por sua vez, disse que o principal ponto da relação EUA e China é Taiwan, ilha reincorporada à China,mas que mantém autonomia política e econômica, estilo de vida ocidental e apoio militar dos EUA. Xi Jin Ping manifestou sua preocupação com potencial conflito bélico entre as duas maiores superpotências mundiais por conta de Taiwan. Afirmou ainda que a China está aberta pras empresas norte americanas e estrangeiras e que o futuro do mundo com a convivência pacífica entre China e EUA é muito mais promissor.

Trump convidou Xi Jing Ping e sua esposa a visitarem os EUA em 24 de setembro de 2026.

O Brasil acompanha com interesse essa reunião EUA e China.  A China é o principal parceiro comercial do Brasil. Os EUA vem logo a seguir.Se houver acordos bilaterais principalmente envolvendo commodities do agro e mineração, Brasil poderá ser prejudicado.

#Tarifaço #Economia #Inflação #Juros #Selic #BolsadeValores #Comércio #Geopolítica #Política #Jornalismo #Trump #China #EUA #XiJinPing - No dia 9 de abril de 2025, o Presidente dos EUA, Donald Trump determinou a pausa de seu "tarifaço" por 90 dias, reduzindo tarifas acima de 10% pra todos os países, exceto pra China, que permaneceu taxada em 145% pra exportação de produtos endereçados ao mercado norte americano. A China, por sua vez, não se fez de rogada, e peitou a maior economia do mundo, e elevou tarifas aos produtos norte americanos na casa de 125%. Analistas econômicos do mundo todo são quase unânimes em afirmar que esse protecionismo norte americano pode produzir uma recessão global, que prejudicará mais economias de países emergentes e subdesenvolvidos. Trump recuou das tarifas de produtos como tablets, smartphones, baterias, semi condutores, quase majoritariamente importados da China, pra evitar a quebra das big techs e um aumento ainda mais ameaçador da inflação o que certamente vai prejudicar os interesses políticos dos republicanos nas eleições de meio de mandato presidencial em 2026.O Brasil, taxado desde o principio em 10%, preparou legislação pra impor barreiras segundo o princípio da reciprocidade, mas segue em compasso de espera, com a perspectiva de ser inundado brevemente por produtos industrializados baratos e mais modernos da China o que pode prejudicar ainda mais a já incipiente indústria nacional, incapaz de concorrer com os manufaturados orientais.Apesar das perspectivas pessimistas, há a possibilidade do Brasil poder ocupar o lugar da China e dos EUA como fornecedor de algumas commodities. A Perspectiva nos EUA é de aumento de inflação, queda do crescimento econômico, aumento do desemprego, queda dos indicadores das Bolsas de Valores e de desgaste político acentuado do Presidente Donald Trump. Além disso, os EUA perdem o título de líderes do status quo e campeões da diplomacia do soft power, e representantes genuínos do liberalismo econômico e podem ainda,sob Trump verem o aumento do poder e da influência da China sobre todo o globo terrestre, que já é realidade com a Nova Rota da Seda, iniciativa chinesa de investir na infraestrutura de países pobres e em desenvolvimento na Ásia, África e nas Américas, como no Panamá, detentor de importante canal marítimo, estratégico para logistica das exportações comerciais mundiais, via navegação.

 No dia 9 de abril de 2025, o Presidente dos EUA, Donald Trump determinou a pausa de seu "tarifaço"(anunciado em 2 de abril de 2025 e chamado por ele de Dia da Libertação) por 90 dias, reduzindo tarifas acima de 10% pra todos os países, exceto pra China, que permaneceu taxada em 145% pra exportação de produtos endereçados ao mercado norte americano.

foto:Reprodução Internet


 A China, por sua vez, não se fez de rogada, e peitou a maior economia do mundo, e elevou tarifas aos produtos norte americanos na casa de 125%. Analistas econômicos do mundo todo são quase unânimes em afirmar que esse protecionismo norte americano pode produzir uma recessão global, que prejudicará mais economias de países emergentes e subdesenvolvidos.




 Trump recuou das tarifas de produtos como tablets, smartphones, baterias, semi condutores, quase majoritariamente importados da China, pra evitar a quebra das big techs e um aumento ainda mais ameaçador da inflação o que certamente vai prejudicar os interesses políticos dos republicanos nas eleições de meio de mandato presidencial em 2026.O Brasil, taxado desde o principio em 10%, preparou legislação pra impor barreiras segundo o princípio da reciprocidade, mas segue em compasso de espera, com a perspectiva de ser inundado brevemente por produtos industrializados baratos e mais modernos da China o que pode prejudicar ainda mais a já incipiente indústria nacional, incapaz de concorrer com os manufaturados orientais.

fotos:Reprodução Internet


Apesar das perspectivas pessimistas, há a possibilidade do Brasil poder ocupar o lugar da China e dos EUA como fornecedor de algumas commodities. A Perspectiva nos EUA é de aumento de inflação, queda do crescimento econômico, aumento do desemprego, queda dos indicadores das Bolsas de Valores e de desgaste político acentuado do Presidente Donald Trump. Além disso, os EUA perdem o título de líderes do status quo e campeões da diplomacia do soft power, e representantes genuínos do liberalismo econômico e podem ainda,sob Trump verem o aumento do poder e da influência da China sobre todo o globo terrestre, que já é realidade com a Nova Rota da Seda, iniciativa chinesa de investir na infraestrutura de países pobres e em desenvolvimento na Ásia, África e nas Américas, como no Panamá, detentor de importante canal marítimo, estratégico para logistica das exportações comerciais mundiais, via navegação.

#ReformaTributária #Congresso #Economia #Politica #Jornalismo - No dia 16 de janeiro de 2025, o presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, sancionou, com vetos, a reforma tributária, aprovada pelo Congresso Nacional. O Imposto sobre Valor Agregado(IVA) do Brasil vai ter uma aliquota aproximada de 28%, a maior entre os paises que a possuem, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico(OCDE).Haverá a CBS, Contribuição sobre Bens e Serviços, o IVA federal, sintetizando, IPI, PIS, Cofins, e o IBS, Imposto sobre Bens e Serviços, reunindo ISS e ICMS.O imposto seletivo, ou imposto do pecado, incidirá sobre produtos e serviços nocivos à saúde, como refrigerantes, bebidas alcoolicas e cigarros. Haverá devolução de dinheiro à baixa renda e um fundo para equilibrar as desigualdades regionais ainda a ser regulamentado pelo Congresso Nacional.

 

No dia 16 de janeiro de 2025, o presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, sancionou, com vetos, a reforma tributária, aprovada pelo Congresso Nacional. O Imposto sobre Valor Agregado(IVA) do Brasil vai ter uma aliquota aproximada de 28%, a maior entre os paises que a possuem, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico(OCDE).Haverá a CBS, Contribuição sobre Bens e Serviços, o IVA federal, sintetizando, IPI, PIS, Cofins, e o IBS, Imposto sobre Bens e Serviços, reunindo ISS e ICMS.O imposto seletivo, ou imposto do pecado, incidirá sobre produtos e serviços nocivos à saúde, como refrigerantes, bebidas alcoolicas e cigarros. Haverá devolução de dinheiro à baixa renda e um fundo para equilibrar as desigualdades regionais ainda a ser regulamentado pelo Congresso Nacional. 




foto:Reprodução Internet


No dia 17 de dezembro de 2024, a Câmara dos Deputados aprovou a Reforma Tributária e rejeitou as modificações que foram feitas pelo Senado. Uma das alterações importantes foi a retomada da tributação do imposto seletivo sobre as bebidas açucaradas, ao lado dos cigarros e bebidas alcoólicas. Armas e munições ficaram de fora do chamado "imposto do pecado". O Relator da reforma tributária na Câmara, deputado Reginaldo Lopes(PT-MG) afirmou que haverá redução da carga tributária ao contribuinte brasileiro em cerca de 0,7%, O Texto fixa teto máximo de 26,5%. A Matéria segue pra sanção ou veto do presidente Lula, que se recupera de Hemorragia Subdural operada no Hospital Sírio Libanes em SP.Brasil enfrenta forte crise cambial, com dólar a R$ 6,20, com a percepção do mercado financeiro e produtivo de que o governo federal na verdade não se empenha, como diz se empenhar, na aprovação do pacote de corte de gastos enviado ao Congresso.O Vice presidente e ministro da Indústria e comércio, Geraldo Alckmin(PSB-SP) participou de eventos da empresa fabricante do refrigerante líder de mercado, a Coca Cola.











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No dia 24 de abril de 2024, o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad(PT-SP) entregou ao Congresso Nacional, a proposta de regulamentação da Reforma Tributária.Os principais pontos da medida são:






aliquota máxima do Imposto sobre Valor Agregado(IVA) de 27,3%;



redução da aliquota de 30% do IBS e da CBS(cerca de 19%) pra 18 profissões como advogados, engenheiros, contadores, arquitetos, professores de educação física, administradores ,economistas, médicos veterinários, quimicos, agronomos, tecnicos industriais e agricolas;

desoneração integral de 18 produtos da cesta básica, os tradicionais, com a inclusão de ovos, frutas, legumes, verduras e cocos.

redução de 60% das aliquotas de IBS e CBS pra carnes, peixes, crustáceos, tapioca, mel, sucos naturais, polpas de frutas, leites fermentados e queijos, sal iodado, massas, oleos vegetais; exceção para foie gras, salmão, atum, bacalhau.

O Imposto Seletivo\(IS) ou popularmente chamado Imposto do Pecado, sobre produtos poluentes ou nocivos à saúde, aumentará a carga tributária sobre automóveis a diesel, cigarros, bebidas alcoolicas e bebidas açúcaradas. Os alimentos ultraprocessados, como pão de forma e macarrão instantãneo e barrinhas de cereais foram poupados.

reembolso de 100% dos impostos para familias vulneráveis com renda de até meio salário minimo(hoje R$ 706) na compra de gás de cozinha; reembolso de 50% dos impostos das contas de consumo como energia elétrica, água e esgoto;

Redução de 60% das aliquotas de CBS e IBS para atividades privadas de Educação infantil, fundamental, superior, tecnica, de jovens e adultos,pra deficientes; Academias de Ginástica ficaram de fora.

compras em plataformas digitais de comercio eletronico como Shopee e Shein terão taxação do IVA, além do ICMS, mesmo pra compras abaixo de US$ 50.

A Reforma Tributária propõe a coexistência do sistema antigo e do novo até 2032. E um Fundo Compensador que irá mobilizar R$ 60 bilhões por ano por parte da União para compensar Estados que perderão receitas com a arrecadação exclusiva em estados destino e não mais na origem de produtos e serviços. Especialistas em direito tributário afirmam que do jeito que está, reforma pode aumentar carga tributária, já uma das maiores do mundo, o que trava o desenvolvimento econômico do país e criar um caos tributário e uma insegurança jurídica muito grande, já que aumenta em muito dispositivos constitucionais e consequentemente os infraconstitucionais, gerando margens á diversas interpretações juridicas.

O ministro da Fazenda, Fernanda Haddad, disse que o segundo pedaço da regulamentação da Reforma Tributária deve ser entregue ao Congresso, em meados de maio de 2024, mas que essa regulamentação já revelada representa a maior parte da mudança do regime de impostos e taxações governamentais sobre produtos e serviços do Brasil.

Se houver a sacramentação dessa regulamentação, o Brasil vai ser o campeão da Carga Tributária do IVA no Mundo, à frente do atual líder deste ranking negativo, a Hungria, com atuais 27 pontos percentuais de IVA. Pra efeito de comparação, a Suiça apresenta 7% e o Chile, 17%. O Reino Unido, 20%.



O Senado do Brasil aprovou em 8 de novembro de 2023, o texto base da Reforma Tributária por 53 votos a favor e 24 contra. Agora serão analisados os destaques para a votação em segundo turno no mesmo Senado. Daí, o texto segue para sanção e vetos do Presidente da República.PL, Podemos e Novo orientaram as bancadas a votarem contra. PT , PSOL, PDT,MDB, União Brasil, PCdoB orientaram voto favorável. PSDB, Republicanos e PPliberaram os senadores a votarem com liberdade.A Câmara também deverá apreciar novamente o texto já que foi alterado pelos senadores. A Matéria passou pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, a mais importante, por 20 a 6, com intensa articulação do próprio presidente Lula e do Presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco e do relator senador Eduardo Braga(MDB-AM).



PIS, COFINS e IPI se consolidará na CBS, contribuição sobre bens e serviços.

ICMS e ISS se tornarão IBS, imposto sobre bens e serviços.

Será Criado o Imposto seletivo sobre produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente, como cigarros e bebidas alcoólicas.




Famílias pobres terão os valores reembolsados se cobrados sobre energia elétrica e gás de botijão.

Entes federados que arrecadarem mais durante transição de 50 anos, receberão uma espécie de bonificação.

Haverá prorrogação de incentivos fiscais à montadoras de automóveis flex e elétricos localizadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste.

Os produtos da cesta básica nacional como arroz, feijão e óleo de soja terão isenção tributária.

Os produtos da cesta básica estendida terão alíquota reduzida, de 40% da alíquota geral com a possibilidade de reembolso para famílias pobres.

A Proposta do Senado prevê desconto de 60% da alíquota geral para 10 setores:

Educação

Saúde

Dispositivos médicos e nutricionais

Dispositivos de acessiblidade para pessoas com deficiência

Medicamentos e saúde menstrual

Transporte coletivo

Produtos agropecuários, extrativismo, pesqueiro

Insumos agropecuários



O relator propõe ainda redução de 30% da alíquota geral para profissionais autônomos como médicos e tecnólogos e consultores. Tudo preciso ser regulamentado por lei complementar, caso aprovado.

fotos:Reprodução internet




#EleiçõesEUA #Eleições #EUA #KamalaHarris #DonaldTrump #Geopolítica #Internacional #Mundo #RelaçôesExteriores #RelaçõesInternacionais - Numa disputa super acirrada entre o republicano Donald Trump e a democrata Kamala Harris pelo comando político da mais rica democracia do Planeta, a dos EUA, o que irá definir as eleições presidenciais de 2024 em 5 de novembro será a percepção da economia pelos eleitores norte americanos. Sendo assim, Kamala Harris deveria se preocupar, uma vez que a alta inflação geração pela Pandemia da Covid 19, pelo pacote de socorro financeiro provocado por ela e os gastos altos com a máquina de guerra norte americano, cobra seu preço elevado: aumento do custo de vida que impede a realização do chamado sonho americano: comprar uma casa própria, um automóvel, educar bem os filhos até o nivel superior, ter um seguro saúde, e viajar de férias uma vez por ano.Esse pessimismo com a economia claramente favorece Trump que está na oposição a gestão atual de Biden/Kamala.

 Numa disputa super acirrada entre o republicano Donald Trump e a democrata Kamala Harris pelo comando político da mais rica democracia do Planeta, a dos EUA, o que irá definir as eleições presidenciais de 2024 em 5 de novembro  será a percepção da economia pelos eleitores norte americanos. Sendo assim, Kamala Harris deveria se preocupar, uma vez que a alta inflação geração pela Pandemia da Covid 19, pelo pacote de socorro financeiro provocado por ela e os gastos altos com a máquina de guerra norte americano, cobra seu preço elevado: aumento do custo de vida que impede a realização do chamado sonho americano: comprar uma casa própria, um automóvel, educar bem os filhos até o nivel superior, ter um seguro saúde, e viajar de férias uma vez por ano.Esse pessimismo com a economia claramente favorece Trump que está na oposição a gestão atual de Biden/Kamala.





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A uma semana das Eleições Presidenciais dos EUA, o candidato republicano Donald Trump aparece na frente nas pesquisas Atlas com 50% contra 48% de sua oponente democrata Kamala Harris, atual vice presidente do governo Joe Biden, que desistiu da corrida eleitoral em seu favor. Donald Trump tenta superar a piada contra latinos feita por comediantes antes de seu discurso no Madison Square Garden em Nova Yorque e Kamala Harris tenta colar a imagem de fascista, nazista e perigoso à democracia em Trump, sem muito sucesso. Kamala paga o preço de ser vice de Biden, presidente impopular pelo apoio à Israel na Guerra contra Hamas, pela inflação que torna mais distante a aquisição de casa própria pela classe média e pela imigração descontrolada pela fronteira com o México que provocou caos social e violência em várias cidades norte americanas, situação muito explorada na propaganda eleitoral por Trump.A maior potência militar, econômica e simbólica do mundo tem muita influencia geopolitica, cultural e pode interferir nas várias questões pendentes da história contemporânea como mudanças climáticas, guerras, pandemias, ONU. Trump já prometeu tirar os EUA da Guerra da Ucrãnia e Rússia, disse ao premiê de Israel para fazer o que tinha que fazer, ou seja, incentivou a dizimar Gaza e o Hamas, e no primeiro mandato como presidente dos EUA retirou o país da OMS em plena Pandemia da Covid 19.Kamala Harris administra o desgaste causado por fala desastrada de Joe Biden que se referiu aos eleitores de Trump como lixo, o que o líder atual dos EUA nega.


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O Presidente dos EUA, Joe Biden, de 81 anos, candidato a reeleição a presidencia pelo Partido Democrata, anunciou em 21 de julho de 2024, sua desistencia de concorrer mais uma vez ao mais alto posto político da maior potência mundial. 



Em sua carta de renúncia da candidatura, Biden endossa a candidatura de Kamala Harris, atual vice presidente de 59 anos, como sua substituta, na difícil missão de vencer o oponente do Partido Republicano, o ex- presidente Donald Trump, muito forte após vencer Biden no debate presidencial, ocorrido em 27 de junho e após o atentato a tiros em Butler,Pensilvânia, em que Trump foi atingido na orelha direita de raspão. 


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Os principais líderes do Partido Democrata elogiaram a decisão de Biden, mas nem todos endossaram Kamala Harris como o casal Obama e a ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi.Biden tentou resistir a fritura de sua candidatura,mas a redução drástica do financiamento de sua campanha, intensificada após dúvidas levantadas sobre sua saúde física e mental, determinaram o fim de sua vontade de retornar à Casa Branca.