#China #EUA #Trump #XiJinPing #Taiwan #Irã #Dólar #Economia #Geopolítica #Política #Guerra #Jornalismo #Comércio #Tarifas #Eleições2026 - O avião Air Force One que transporta presidentes dos EUA aterrissou em Pequim, capital da China, com o Presidente Donald Trump e sua comitiva de empresários norte americanos, no dia 13 de maio de 2026, às 19:50 hs hora local, 8:50 hora de Brasília, e foi recepcionado pelo vice presidente chinês, diplomatas chineses e 300 estudantes que entoavam músicas de boas vindas ao mandatário norte americano, recepcionado com um tapete vermelho. É a segunda visita ao país oriental. A primeira, em seu primeiro mandato, ocorreu em 2017, quando a China já era uma superpotência militar e econômica, mas não tinha a coragem de medir forças com seu rival, os EUA. Isso aconteceu agora em 2026, na guerra de tarifas comerciais, impostas por Donald Trump, consciente do declínio econômico e geopolítico de seu país, e da ascenção inevitável do gigante chinês. A China, replicou todas as majorações de tarifa e dexou claro pra todo mundo, que não aceitará, de cabeça baixa, nenhuma tentativa de prejuízo de seus interesses econômicos e geopolíticos. Depois que o ex-presidente dos EUA retaliou a Rússia, após a invasão da Ucrânia, impedindo-a de usar o sistema de comunicação de bancos internacionais, prejudicando suas transações em dólar, a China vem reduzindo sua dependência da moeda norte americana. De cerca de US$ 1 trilhão, Pequim possui atualmente cerca de US$ 700 bilhões em créditos de títulos da dívida norte americana, o menor montante da história. Mas o dólar continua como a moeda mais forte do mundo, apesar dos movimentos da China pra depender cada vez menos dele, e a moeda norte americana ainda é a mais usada como lastro pelos principais e maiores bancos centrais do planeta. Isso é um trunfo que sempre será usado pelos EUA e será certamente um ativo nas mãos de Donald Trump nas negociações com seu homólogo chinês, o inoxidável Xi Jin Ping, no poder há 12 anos, com mandato previsto até 2027, com boa chance de ser reconduzido mais uma vez, até 2032, já que o mandato presidencial chinês tem duração de 5 anos. No dia 14 de maio de 2026, primeiro dia da agenda efetiva da reunião bilateral entre os líderes mais importantes do mundo, a Casa Branca emitiu nota em que afirma que Xi Jin Ping concordou com Trump que o Irã jamais deva ter artefatos nucleares, que o estreito de Hormuz, por onde usualmente passam 20% do petróleo mundial e que está fechado desde 28 de abril, quando eclodiu a guerra iniciada pela coalização EUA/Israel, deva permanecer aberto, desmilitarizado e sem pedágio(como quer o Irã). Os EUA disseram ainda que Xi Jin Ping se comprometeu a comprar petróleo norte americano para reduzir a dependência do petróleo do Irã. Trump estará na china até o dia 14 de maio de 2026. Está acompanhado pelo secretário de Guerra e Defesa Pete Hegseth, pelo secretário de Estado Marco Rubio(que tem visão anti China) e por empresários das Big Techs dos EUA: Elon Musk( da Tesla, do X, e da Space X) e Jensen Huang (da Nvidia.). O filho de Trump, Eric, que chefia os negócios da família Trump, também está na comitiva na China. Trump disse que o encontro com Xi Jin Ping foi bom, e que o futuro dos EUA e China será fantástico. Xi Jin Ping por sua vez, disse que o principal ponto da relação EUA e China é Taiwan, ilha reincorporada à China,mas que mantém autonomia política e econômica, estilo de vida ocidental e apoio militar dos EUA. Xi Jin Ping manifestou sua preocupação com potencial conflito bélico entre as duas maiores superpotências mundiais por conta de Taiwan. Afirmou ainda que a China está aberta pras empresas norte americanas e estrangeiras e que o futuro do mundo com a convivência pacífica entre China e EUA é muito mais promissor. Trump convidou Xi Jing Ping e sua esposa a visitarem os EUA em 24 de setembro de 2026.

 O avião Air Force One que transporta presidentes dos EUA aterrissou em Pequim, capital da China, com o Presidente Donald Trump e sua comitiva de empresários norte americanos, no dia 13 de maio de 2026, às 19:50 hs hora local, 8:50 hora de Brasília, e foi recepcionado pelo vice presidente chinês, diplomatas chineses e 300 estudantes que entoavam músicas de boas vindas ao mandatário norte americano, recepcionado com um tapete vermelho.







fotos:Reprodução Internet

É a segunda visita ao país oriental. A primeira, em seu primeiro mandato, ocorreu em 2017, quando a China já era uma superpotência militar e econômica, mas não tinha a coragem de medir forças com seu rival, os EUA. Isso aconteceu agora em 2026, na guerra de tarifas comerciais, impostas por Donald Trump, consciente do declínio econômico e geopolítico de seu país, e da ascenção inevitável do gigante chinês. A China, replicou todas as majorações de tarifa e dexou claro pra todo mundo, que não aceitará, de cabeça baixa, nenhuma tentativa de prejuízo de seus interesses econômicos e geopolíticos.





fotos:Reprodução Internet


Depois que o ex-presidente dos EUA retaliou a Rússia, após a invasão da Ucrânia, impedindo-a de usar o sistema de comunicação de bancos internacionais, prejudicando suas transações em dólar, a China vem reduzindo sua dependência da moeda norte americana. De cerca de US$ 1 trilhão, Pequim possui atualmente cerca de US$ 700 bilhões em créditos de títulos da dívida norte americana, o menor montante da história.





fotos:Reprodução Internet

Mas o dólar continua como a moeda mais forte do mundo, apesar dos movimentos da China pra depender cada vez menos dele, e a moeda norte americana ainda é a mais usada como lastro pelos principais e maiores bancos centrais do planeta. Isso é um trunfo que sempre será usado pelos EUA e será certamente um ativo nas mãos de Donald Trump nas negociações com seu homólogo chinês, o inoxidável Xi Jin Ping, no poder há 12 anos, com mandato previsto até 2027, com boa chance de ser reconduzido mais uma vez, até 2032, já que o mandato presidencial chinês tem duração de 5 anos.





fotos:Reprodução Internet

No dia 14 de maio de 2026, primeiro dia da agenda efetiva da reunião bilateral entre os líderes mais importantes do mundo, a Casa Branca emitiu nota em que afirma que Xi Jin Ping concordou com Trump que o Irã jamais deva ter artefatos nucleares, que o estreito de Hormuz, por onde usualmente passam 20% do petróleo mundial e que está fechado desde 28 de abril, quando eclodiu a guerra iniciada pela coalização EUA/Israel, deva permanecer aberto, desmilitarizado e sem pedágio(como quer o Irã). Os EUA disseram ainda que Xi Jin Ping se comprometeu a comprar petróleo norte americano para reduzir a dependência do petróleo do Irã.

fotos:Reprodução Internet

Trump estará na china até o dia 14 de maio de 2026. Está acompanhado pelo secretário de Guerra e Defesa Pete Hegseth, pelo secretário de Estado Marco Rubio(que tem visão anti China) e por empresários das Big Techs dos EUA: Elon Musk( da Tesla, do X, e da Space X) e Jensen Huang (da Nvidia.). O filho de Trump, Eric, que chefia os negócios da família Trump, também está na comitiva na China.


fotos:Reprodução Internet

Trump disse que o encontro com Xi Jin Ping foi bom, e que o futuro dos EUA e China será fantástico. Xi Jin Ping por sua vez, disse que o principal ponto da relação EUA e China é Taiwan, ilha reincorporada à China,mas que mantém autonomia política e econômica, estilo de vida ocidental e apoio militar dos EUA. Xi Jin Ping manifestou sua preocupação com potencial conflito bélico entre as duas maiores superpotências mundiais por conta de Taiwan. Afirmou ainda que a China está aberta pras empresas norte americanas e estrangeiras e que o futuro do mundo com a convivência pacífica entre China e EUA é muito mais promissor.

Trump convidou Xi Jing Ping e sua esposa a visitarem os EUA em 24 de setembro de 2026.

O Brasil acompanha com interesse essa reunião EUA e China.  A China é o principal parceiro comercial do Brasil. Os EUA vem logo a seguir.Se houver acordos bilaterais principalmente envolvendo commodities do agro e mineração, Brasil poderá ser prejudicado.