GRUPO DO BEM ESTAR E DA FELICIDADE - Pessoas que se Encontram para colocar a ARTE Emancipatória, a CIÊNCIA HUMANISTA(com ênfase na Educação Popular), a ESPIRITUALIDADE ecumênica não doutrinária inserida na Cultura de PAZ e de Não Violência e a CIDADANIA Ampliada a serviço do BEM ESTAR e da FELICIDADE.
#Jornalismo #STF #Diploma #LiberdadedeExpressão #LiberdadedeImprensa #Congresso #Eleições2026 #Justiça #OAB STF pode mudar entendimento sobre obrigatoriedade do diploma de jornalismo no Brasil segundo ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes.
#BlogdoLuisPablo #Maranhão #FlávioDino #Jornalismo #LiberdadedeImprensa #LiberdadedeExpressão #SigilodaFonte #Democracia #Justiça #Eleições2026 -No dia 10 de março de 2026, o jornalista do Maranhão Luís Pablo de Almeida, que escreve pra blog independente naquele estado nordestino. A Policia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão expedido pelo Supremo Tribunal Federal STF a cargo do ministro Alexandre de Moraes, que recebeu o processo do seu colega Cristiano Zanin que entendeu que o mesmo se enquadrava no chamado inquérito das fake news, atualmente relatado por Moraes, mas aberto em 2019, por Dias Toffoli.A investigação teria partido de publicação do blog de Luís Pablo em que o blogueiro acusa do ministro do STF Flávio Dino de usar indevidamente, carro do Tribunal de Justiça do Maranhão para fins privados e familiares, sem requisição oficial por parte do Supremo Tribunal Federal.Segundo o blog, até o combustível seria custeado pelo dinheiro público.Segundo os meios de comunicação, Luís Pablo estaria sendo processado pelo crime de "Stalking" por ter descoberto o uso de veículo oficial por uma autoridade, o que poderia colocar essa autoridade em risco.O processo tramita em segredo de justiça.Até o momento nem STF e nem Policia Federal se manifestaram. A Ordem dos Advogados do Brasil(OAB) - seccional Maranhão, manifestou preocupação com o cerceamento da liberdade de imprensa e de expressão e do sigilo da fonte, inclusive sublinhando que a busca e apreensão cometidas contra o jornalista Luís Pablo Conceição de Almeida vai contra a própria jurisprudência do STF que recomenda máxima cautela com busca e apreensão contra jornalistas e profissionais de meios de comunicação.A Procuradoria Geral da Repúblia concordou com a busca e apreensão na residência do jornalista Luís Pablo de Almeida.
No dia 10 de março de 2026, o jornalista do Maranhão Luís Pablo de Almeida, que escreve pra blog independente naquele estado nordestino sofreu, da Policia Federal cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pelo Supremo Tribunal Federal STF a cargo do ministro Alexandre de Moraes, que recebeu o processo do seu colega Cristiano Zanin que entendeu que o mesmo se enquadrava no chamado inquérito das fake news, atualmente relatado por Moraes, mas aberto em 2019, por Dias Toffoli.A investigação teria partido de publicação do blog de Luís Pablo em que o blogueiro acusa o ministro do STF Flávio Dino de usar indevidamente, carro do Tribunal de Justiça do Maranhão para fins privados e familiares, sem requisição oficial por parte do Supremo Tribunal Federal.Segundo o blog, até o combustível seria custeado pelo dinheiro público.Segundo os meios de comunicação, Luís Pablo estaria sendo processado pelo crime de "Stalking" por ter descoberto o uso de veículo oficial por uma autoridade, o que poderia colocar essa autoridade em risco.O processo tramita em segredo de justiça.Até o momento nem STF e nem Policia Federal se manifestaram. A Ordem dos Advogados do Brasil(OAB) - seccional Maranhão, manifestou preocupação com o cerceamento da liberdade de imprensa e de expressão e do sigilo da fonte, inclusive sublinhando que a busca e apreensão cometidas contra o jornalista Luís Pablo Conceição de Almeida vai contra a própria jurisprudência do STF que recomenda máxima cautela com busca e apreensão contra jornalistas e profissionais de meios de comunicação.A Procuradoria Geral da Repúblia concordou com a busca e apreensão na residência do jornalista Luís Pablo de Almeida.
fotos:Reprodução Internet
#STF #Justiça #Direito #LuizFux #AlexandredeMoraes #JairBolsonaro #Congresso #Eleições2026 #Eleições #Democracia #Jornalismo #Politica -No dia 23 de julho de 2025, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux discordou dos demais ministros da primeira turma(relator Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Carmen Lucia e Cristiano Zanin) e vetou o uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente Jair Bolsonaro(PL-RJ) acusado por Moraes de obstrução, coação no curso do processo e atentado à soberania, por conta das retaliações dos EUA ao Brasil que teriam sido estimuladas por pretensas gestões do filho de Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro que se encontra nos EUA, em auto exílio.Luiz Fux argumentou que as medidas impostas por Moraes a Bolsonaro seriam muito duras e que a Procuradoria Geral da República(PGR) não reuniu provas suficiente que as justificassem. Outro argumento é que Moraes teria usado a motivação de pressão sobre o STF pra modificar a decisão final sobre Bolsonaro, ao que Fux contrapôs que o STF é impermeável às pressões externas e que, portanto, o uso de tornozeleiras eletronicas por Bolsonaro e a proibição de que o mesmo use redes sociais seriam inúteis. No dia 21 de julho de 2025, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes proibiu o ex-presidente Jair Bolsonaro, processado no âmbito dos inquéritos judiciais sobre os atos anti democráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, e inelegível até 2030 após condenação por abuso do poder economico nas eleições de 2022, de dar entrevistas e de ter seus pronunciamentos repercutidos em redes sociais.No dia 18 de julho de 2021, o mesmo Moraes impôs ao ex-presidente a utilização da tornozeleira eletrônica, por movimentos concatenados com os do seu filho o deputado federal Eduardo Bolsonaro, atualmente em auto exílio nos EUA, no contexto das sanções do presidente Donald Trump, que tarifou os produtos de exportação brasileiros pros EUA em 50%, com citação textual do processo contra Jair Bolsonaro. Especialistas em Direito e Justiça questionaram a decisão do ministro Alexandre de Moraes que não derrubou os perfis de redes sociais de Jair Bolsonaro mas também não deu limites claros à sua decisão de proibir o ex-presidente Bolsonaro usar redes sociais. Muitos inclusive falaram em censura prévia, com restrição ao trabalho de jornalistas e profissionais de comunicação, o que é ilegal, inconstitucional.
No dia 23 de julho de 2025, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux discordou dos demais ministros da primeira turma(relator Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Carmen Lucia e Cristiano Zanin) e vetou o uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente Jair Bolsonaro(PL-RJ) acusado por Moraes de obstrução, coação no curso do processo e atentado à soberania, por conta das retaliações dos EUA ao Brasil que teriam sido estimuladas por pretensas gestões do filho de Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro que se encontra nos EUA, em auto exílio.Luiz Fux argumentou que as medidas impostas por Moraes a Bolsonaro seriam muito duras e que a Procuradoria Geral da República(PGR) não reuniu provas suficiente que as justificassem. Outro argumento é que Moraes teria usado a motivação de pressão sobre o STF pra modificar a decisão final sobre Bolsonaro, ao que Fux contrapôs que o STF é impermeável às pressões externas e que, portanto, o uso de tornozeleiras eletronicas por Bolsonaro e a proibição de que o mesmo use redes sociais seriam inúteis.
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No dia 21 de julho de 2025, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes proibiu o ex-presidente Jair Bolsonaro, processado no âmbito dos inquéritos judiciais sobre os atos anti democráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, e inelegível até 2030 após condenação por abuso do poder economico nas eleições de 2022, de dar entrevistas e de ter seus pronunciamentos repercutidos em redes sociais.No dia 18 de julho de 2021, o mesmo Moraes impôs ao ex-presidente a utilização da tornozeleira eletrônica, por movimentos concatenados com os do seu filho o deputado federal Eduardo Bolsonaro, atualmente em auto exílio nos EUA, no contexto das sanções do presidente Donald Trump, que tarifou os produtos de exportação brasileiros pros EUA em 50%, com citação textual do processo contra Jair Bolsonaro.
Especialistas em Direito e Justiça questionaram a decisão do ministro Alexandre de Moraes que não derrubou os perfis de redes sociais de Jair Bolsonaro mas também não deu limites claros à sua decisão de proibir o ex-presidente Bolsonaro usar redes sociais. Muitos inclusive falaram em censura prévia, com restrição ao trabalho de jornalistas e profissionais de comunicação, o que é ilegal, inconstitucional.
#x #twitter #jornalismo #anj #comunicação #publicidade #politica #congresso #senado #câmara #justiça #liberdadedeexpressão #liberdade #liberdadedeimprensa #reportagem - No dia 11 de setembro de 2024, a Associação Nacionais de Jornais, que congrega os proprietários dos principais jornais do Brasil, emitiu nota em que condena a suspensão da rede social X, antigo Twitter, desde o dia 31 de agosto de 2024, por conta de sentença monocrática proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, depois referendada pela primeira turma do STF, com a alegação de ausência de representação jurídica da plataforma digital comandada pelo bilionário Elon Musk no Brasil. A ANJ argumenta que a ausência da Plataforma Digital X no ecossistema digital do Brasil prejudica o trabalho jornalístico de apuração e disseminação de notícias.O Economista Paulo Rabello de Castro disse em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal que a suspensão do X vai causar prejuízos de R$ 18 bilhões a economia do Brasil em 5 anos, R$ 10 bilhões só no primeiro ano de suspensão. A Federação da Industria do Estado de Minas Gerais e a Ordem dos Advogados do Brasil também se manifestaram contra a suspensão do X, assim como o Partido Novo.
No dia 11 de setembro de 2024, a Associação Nacionais de Jornais, que congrega os proprietários dos principais jornais do Brasil, emitiu nota em que condena a suspensão da rede social X, antigo Twitter, desde o dia 31 de agosto de 2024, por conta de sentença monocrática proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, depois referendada pela primeira turma do STF, com a alegação de ausência de representação jurídica da plataforma digital comandada pelo bilionário Elon Musk no Brasil. A ANJ argumenta que a ausência da Plataforma Digital X no ecossistema digital do Brasil prejudica o trabalho jornalístico de apuração e disseminação de notícias.O Economista Paulo Rabello de Castro disse em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal que a suspensão do X vai causar prejuízos de R$ 18 bilhões a economia do Brasil em 5 anos, R$ 10 bilhões só no primeiro ano de suspensão. A Federação da Industria do Estado de Minas Gerais e a Ordem dos Advogados do Brasil também se manifestaram contra a suspensão do X, assim como o Partido Novo.
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifesta sua profunda preocupação com as restrições ao trabalho da imprensa diante da proibição do STF de acesso à rede social X (ex-Twitter) mesmo por meio de VPNs e da ameaça de multa a veículos que precisam, por força de sua missão, monitorar o que ocorre dentro da plataforma.
A entidade tem recebido uma série de informes de veículos e jornalistas que deixaram de ter acesso a visões, relatos e pensamentos de diferentes fontes de notícias, dentro e fora do Brasil, e que são corriqueiramente distribuídos por meio da plataforma. Uma das missões da imprensa é exatamente acompanhar o que se passa nas redes e fazer a devida verificação de versões e declarações, confrontando-as com fatos e dados reais.
A proibição de acesso, portanto, atinge diretamente o dever do jornalismo profissional de restabelecer a verdade dos fatos, quando necessário.
Diante destas restrições ao livre trabalho da imprensa, a ANJ espera que o STF reveja a proibição e a eventual punição por acesso a qualquer rede social ou outra fonte de notícias.
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS (ANJ)
No dia 3 de setembro de 2024, quarto dia de suspensão da rede social X, do bilionário Elon Musk, por ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes, em 30 de agosto de 2024, ratificada por unanimidade pelos ministros da primeira turma do STF, a rede social X voltou a ser silenciada após breve período de operação normal. A Anatel começou a fiscalizar as principais operadoras do setor de telecomunicações para assegurar o cumprimento integral da sentença de Alexandre de Moraes, motivada pela recusa do X em fornecer o contato de representante legal no Brasil da empresa. Diversos Juristas disseram não haver no ordenamento jurídico brasileiro, lei que determine a obrigatoriedade de empresa de internet ou rede social manter uma representação legal no Brasil.Investidores que ajudaram Musk a comprar o Twitter do fundador Jack Dorsey já amargam prejuízo de bilhões de dólares. valor das ações do X na Bolsa de Valores já caiu 72% desde que Musk se tornou seu proprietário.
foto:Reprodução Internet
No dia 30 de agosto de 2024, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, decidiu, monocraticamente, suspender o funcionamento da plataforma de mídia social X antigo Twitter no Brasil.O magistrado notificou a Agencia Nacional de Telecomunicações Anatel para realizar o procedimento que deve demorar no máximo 24 hs. Existe a previsão de multa de R$ 50 mil por dia de descumprimento da sentença através de VPNs que são redes privadas privadas virtuais que protegem a identidade de seus usuários através de criptografia.A Determinação de Moraes acontecem no bojo do inquerito 4.957, e que envolve pessoas como o senador Marcos do Val, e que tratam da prática de ilicítos como associação criminosa, obstrução de justiça e incitação de crime.Moraes ao ser afrontado pelo dono da plataforma X, Elon Musk, também proprietário da rede de satélites Starlink, da montadora de carros autônomos Tesla e da empresa aeroespacial SpaceX, aumentou multa contra o empresário de R$ 50 mil por dia de descumprimento para R$ 200 mil.
Musk anunciou em 17 de agosto de 2024 o fechamento do escritório do X no Brasil, Moraes por sua vez, exigiu que o X apresentasse até as 20 hs de 29 de agosto de 2024 um representante legal, sob pena de ter suas atividades suspensas em todo o território nacional. Musk tripudiou da ameaça de Moraes, que em 30 de agosto de 2024, passou a se tornar quase realidade, que será colocada em prática por mais de 20 mil empresas de internet banda larga que operam em solo brasileiro.
Alexandre de Moraes fundamentou sua decisão no Marco Civil da Internet, na Lei de Telecomunicações e na Constituição Brasileira e alegou que o fechamento do escritório do X no Brasil em agosto tinha como desiderato a interferência nas eleições municipais brasileiras em outubro e novembro de 2024.Juristas criticaram a decisão de Moraes de bloquear dinheiro e bens da empresa Starlink, também de Musk para garantir o pagamento de Multa sobre descumprimento da apresentação de representante legal do X no Brasil.A Determinação de Moraes e a citação do X aconteram na própria plataforma digital o que violaria o Código Civil e o Código de Processo brasileiros, seria inconstitucional e tornariam as decisões de Moraes completamente nulas. A Plataforma X denunciou o que seria violência e censura a liberdade de expressão e prometeu expor as decisões de Moraes que violariam inclusive o direito à comunicação, a associação política e a liberdade de expressão.
No dia 13 de agosto de 2024, o jornal Folha de São Paulo, publicou transcrições de mensagens que teriam sido trocadas por assessores de Alexandre de Moraes quando ele era o presidente do Tribunal Superior Eleitoral e que indicariam desvio do devido processo legal para obtenção de informações de investigados em diversos inquéritos nos quais Moraes era relator, como o das fake news, o das milicias digitais. Moraes rebateu as acusações.



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