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#Jornalismo #STF #Diploma #LiberdadedeExpressão #LiberdadedeImprensa #Congresso #Eleições2026 #Justiça #OAB STF pode mudar entendimento sobre obrigatoriedade do diploma de jornalismo no Brasil segundo ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes.

 No dia 18 de agosto de 2026, os ministros do STF Alexandre de Moraes e Flávio Dino, no contexto das investigações de assassinato no Maranhão que envolvem pessoas do grupo político do governador do Maranhão, Carlos Brandão(MDB), adversário político do grupo do ministro Flávio Dino(que já foi governador do Maranhão pelo PCdoB e eleito senador pelo PSB, além de correligionário e eleitor de Lula desde os tempos de sua adolescência), disseram que a não obrigatoriedade de diploma pra exercer o jornalismo(decidido pelo plenário do STF em 2009 por 8 votos a 1) pode e deve ser revista pelo STF atual, uma vez que houve mundança estrutural no ecossistema das informações com advento das redes sociais. O Ministro Gilmar Mendes, que foi o relator desse matéria em 2009, também engrossou o coro pelo debate e nova decisão do Supremo, no dia 19 de agosto de 2026. Alexandre de Moraes quebrou o sigilo da fonte do jornalista Luis Pablo, blogueiro que denunciou o uso de veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão pelo ministro do STF Flávio Dino, usando o malfadado inquérito das fake news aberto de ofício pelo STF em que o proprio Supremo Investiga, Denuncia e Julga diversas pessoas em situações distintas, algumas vezes pelo simples fato de discordar do STF ou criticar atitudes dos ministros como no caso de Dias Toffoli que , atraves de empresa Maridt em que era sócio oculto, vendeu, por R$ 35 milhões, Resort da Família Toffoli pra empresa de Daniel Vorcaro, líder do maior escândalo de corrupção do Brasil, com desvio de mais de R$ 60 bilhões do sistema financeiro nacional ou de Alexandre de Moraes, cuja esposa Viviane Barci, que toca o escritório com os filhos do ministro, e que não tem o prestígio de muitos outros escritórios badalados de advocacia  no Brasil e, que foi contratado pelo mesmo Banco Master, pelo astrônomico valor de R$ 129 milhões, o que chama muita atenção e é extremamente suspeito.Reportagens baseadas em informações dos celulares de Vorcaro mostram que o mesmo teria ligado pro número antigo do telefone celular de Alexandre de Moraes no dia de sua prisão pela Policia Federal. Moraes nega.


Pois bem, em junho de 2009, o plenário do STF declarou inconstitucional por 8 votos a 1, o decreto 972 de 1969 emitido pela ditadura militar brasileira que obrigava o jornalista a ter diploma de graduação na área pra poder trabalhar.Em 2009, votaram pela derrubada da obrigatoriedade do diploma de jornalismo, o relator, Gilmar Mendes e seguiram seu voto os então ministros, Ellen Gracie, Eros Grau, Celso de Mello, Ricardo Lewandowiski,Ayres de Brito, Cesar Peluzo e Carmen Lucia. Votou a favor da obrigatoriedade do diploma de jornalismo apenas o então ministro Marco Aurélio Mello. Ausentes estavam os ministros Joaquim Barbosa e Meneses Direito.
fotos:Reprodução Internet

Gilmar Mendes, em 2009, defendeu que os meios de comunicação e jornalismo deveriam se auto regular e que a obrigatoriedade do diploma de jornalismo pela ditadura militar brasileiera tinha como objetivo afastar intelectuais criticos do regime de exceção democrática.


fotos:Reprodução Internet

Ayres Brito acompanhou o relator e acrescentou que Jornalismo e Liberdade de Expressão são atividades vinculadas não cabendo regulação do Estado numa Democracia.

Países como EUA, França, Espanha, Reino Unido, Alemanha, Suécia, Suiça, Itália, Japão não exigem diploma pro exercício do jornalismo que, por sua vez, é cobrado em países como África do Sul, Arábia Saudita, Costa do Marfim, Síria e Turquia.

#BlogdoLuisPablo #Maranhão #FlávioDino #Jornalismo #LiberdadedeImprensa #LiberdadedeExpressão #SigilodaFonte #Democracia #Justiça #Eleições2026 -No dia 10 de março de 2026, o jornalista do Maranhão Luís Pablo de Almeida, que escreve pra blog independente naquele estado nordestino. A Policia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão expedido pelo Supremo Tribunal Federal STF a cargo do ministro Alexandre de Moraes, que recebeu o processo do seu colega Cristiano Zanin que entendeu que o mesmo se enquadrava no chamado inquérito das fake news, atualmente relatado por Moraes, mas aberto em 2019, por Dias Toffoli.A investigação teria partido de publicação do blog de Luís Pablo em que o blogueiro acusa do ministro do STF Flávio Dino de usar indevidamente, carro do Tribunal de Justiça do Maranhão para fins privados e familiares, sem requisição oficial por parte do Supremo Tribunal Federal.Segundo o blog, até o combustível seria custeado pelo dinheiro público.Segundo os meios de comunicação, Luís Pablo estaria sendo processado pelo crime de "Stalking" por ter descoberto o uso de veículo oficial por uma autoridade, o que poderia colocar essa autoridade em risco.O processo tramita em segredo de justiça.Até o momento nem STF e nem Policia Federal se manifestaram. A Ordem dos Advogados do Brasil(OAB) - seccional Maranhão, manifestou preocupação com o cerceamento da liberdade de imprensa e de expressão e do sigilo da fonte, inclusive sublinhando que a busca e apreensão cometidas contra o jornalista Luís Pablo Conceição de Almeida vai contra a própria jurisprudência do STF que recomenda máxima cautela com busca e apreensão contra jornalistas e profissionais de meios de comunicação.A Procuradoria Geral da Repúblia concordou com a busca e apreensão na residência do jornalista Luís Pablo de Almeida.

 No dia 10 de março de 2026, o jornalista do Maranhão Luís Pablo de Almeida, que escreve pra blog independente naquele estado nordestino sofreu, da Policia Federal cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pelo Supremo Tribunal Federal STF a cargo do ministro Alexandre de Moraes, que recebeu o processo do seu colega Cristiano Zanin que entendeu que o mesmo se enquadrava no chamado inquérito das fake news, atualmente relatado por Moraes, mas aberto em 2019, por Dias Toffoli.A investigação teria partido de publicação do blog de Luís Pablo em que o blogueiro acusa o ministro do STF Flávio Dino de usar indevidamente, carro do Tribunal de Justiça do Maranhão para fins privados e familiares, sem requisição oficial por parte do Supremo Tribunal Federal.Segundo o blog, até o combustível seria custeado pelo dinheiro público.Segundo os meios de comunicação, Luís Pablo estaria sendo processado pelo crime de "Stalking" por ter descoberto o uso de veículo oficial por uma autoridade, o que poderia colocar essa autoridade em risco.O processo tramita em segredo de justiça.Até o momento nem STF e nem Policia Federal se manifestaram. A Ordem dos Advogados do Brasil(OAB) - seccional Maranhão, manifestou preocupação com o cerceamento da liberdade de imprensa e de expressão e do sigilo da fonte, inclusive sublinhando que a busca e apreensão cometidas contra o jornalista Luís Pablo Conceição de Almeida vai contra a própria jurisprudência do STF que recomenda máxima cautela com busca e apreensão contra jornalistas e profissionais de meios de comunicação.A Procuradoria Geral da Repúblia concordou com a busca e apreensão na residência do jornalista Luís Pablo de Almeida.







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#STF #Justiça #Direito #LuizFux #AlexandredeMoraes #JairBolsonaro #Congresso #Eleições2026 #Eleições #Democracia #Jornalismo #Politica -No dia 23 de julho de 2025, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux discordou dos demais ministros da primeira turma(relator Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Carmen Lucia e Cristiano Zanin) e vetou o uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente Jair Bolsonaro(PL-RJ) acusado por Moraes de obstrução, coação no curso do processo e atentado à soberania, por conta das retaliações dos EUA ao Brasil que teriam sido estimuladas por pretensas gestões do filho de Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro que se encontra nos EUA, em auto exílio.Luiz Fux argumentou que as medidas impostas por Moraes a Bolsonaro seriam muito duras e que a Procuradoria Geral da República(PGR) não reuniu provas suficiente que as justificassem. Outro argumento é que Moraes teria usado a motivação de pressão sobre o STF pra modificar a decisão final sobre Bolsonaro, ao que Fux contrapôs que o STF é impermeável às pressões externas e que, portanto, o uso de tornozeleiras eletronicas por Bolsonaro e a proibição de que o mesmo use redes sociais seriam inúteis. No dia 21 de julho de 2025, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes proibiu o ex-presidente Jair Bolsonaro, processado no âmbito dos inquéritos judiciais sobre os atos anti democráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, e inelegível até 2030 após condenação por abuso do poder economico nas eleições de 2022, de dar entrevistas e de ter seus pronunciamentos repercutidos em redes sociais.No dia 18 de julho de 2021, o mesmo Moraes impôs ao ex-presidente a utilização da tornozeleira eletrônica, por movimentos concatenados com os do seu filho o deputado federal Eduardo Bolsonaro, atualmente em auto exílio nos EUA, no contexto das sanções do presidente Donald Trump, que tarifou os produtos de exportação brasileiros pros EUA em 50%, com citação textual do processo contra Jair Bolsonaro. Especialistas em Direito e Justiça questionaram a decisão do ministro Alexandre de Moraes que não derrubou os perfis de redes sociais de Jair Bolsonaro mas também não deu limites claros à sua decisão de proibir o ex-presidente Bolsonaro usar redes sociais. Muitos inclusive falaram em censura prévia, com restrição ao trabalho de jornalistas e profissionais de comunicação, o que é ilegal, inconstitucional.

No dia 23 de julho de 2025, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux discordou dos demais ministros da primeira turma(relator Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Carmen Lucia e Cristiano Zanin) e vetou o uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente Jair Bolsonaro(PL-RJ) acusado por Moraes de obstrução, coação no curso do processo e atentado à soberania, por conta das retaliações dos EUA ao Brasil que teriam sido estimuladas por pretensas gestões do filho de Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro que se encontra nos EUA, em auto exílio.Luiz Fux argumentou que as medidas impostas por Moraes a Bolsonaro seriam muito duras e que a Procuradoria Geral da República(PGR) não reuniu provas suficiente que as justificassem. Outro argumento é que Moraes teria usado a motivação de pressão sobre o STF pra modificar a decisão final sobre Bolsonaro, ao que Fux contrapôs que o STF é impermeável às pressões externas e que, portanto, o uso de tornozeleiras eletronicas por Bolsonaro e a proibição de que o mesmo use redes sociais seriam inúteis.

foto:Reprodução Internet

 No dia 21 de julho de 2025, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes proibiu o ex-presidente Jair Bolsonaro, processado no âmbito dos inquéritos judiciais sobre os atos anti democráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, e inelegível até 2030 após condenação por abuso do poder economico nas eleições de 2022, de dar entrevistas e de ter seus pronunciamentos repercutidos em redes sociais.No dia 18 de julho de 2021, o mesmo Moraes impôs ao ex-presidente a utilização da tornozeleira eletrônica, por movimentos concatenados com os do seu filho o deputado federal Eduardo Bolsonaro, atualmente em auto exílio nos EUA, no contexto das sanções do presidente Donald Trump, que tarifou os produtos de exportação brasileiros pros EUA em 50%, com citação textual do processo contra Jair Bolsonaro.

Especialistas em Direito e Justiça questionaram a decisão do ministro Alexandre de Moraes que não derrubou os perfis de redes sociais de Jair Bolsonaro mas também não deu limites claros à sua decisão de proibir o ex-presidente Bolsonaro usar redes sociais. Muitos inclusive falaram em censura prévia, com restrição ao trabalho de jornalistas e profissionais de comunicação, o que é ilegal, inconstitucional.

#x #twitter #jornalismo #anj #comunicação #publicidade #politica #congresso #senado #câmara #justiça #liberdadedeexpressão #liberdade #liberdadedeimprensa #reportagem - No dia 11 de setembro de 2024, a Associação Nacionais de Jornais, que congrega os proprietários dos principais jornais do Brasil, emitiu nota em que condena a suspensão da rede social X, antigo Twitter, desde o dia 31 de agosto de 2024, por conta de sentença monocrática proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, depois referendada pela primeira turma do STF, com a alegação de ausência de representação jurídica da plataforma digital comandada pelo bilionário Elon Musk no Brasil. A ANJ argumenta que a ausência da Plataforma Digital X no ecossistema digital do Brasil prejudica o trabalho jornalístico de apuração e disseminação de notícias.O Economista Paulo Rabello de Castro disse em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal que a suspensão do X vai causar prejuízos de R$ 18 bilhões a economia do Brasil em 5 anos, R$ 10 bilhões só no primeiro ano de suspensão. A Federação da Industria do Estado de Minas Gerais e a Ordem dos Advogados do Brasil também se manifestaram contra a suspensão do X, assim como o Partido Novo.

 No dia 11 de setembro de 2024, a Associação Nacionais de Jornais, que congrega os proprietários dos principais jornais do Brasil, emitiu nota em que condena a suspensão da rede social X, antigo Twitter, desde o dia 31 de agosto de 2024, por conta de sentença monocrática proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, depois referendada pela primeira turma do STF, com a alegação de ausência de representação jurídica da plataforma digital comandada pelo bilionário Elon Musk no Brasil. A ANJ argumenta que a ausência da Plataforma Digital X no ecossistema digital do Brasil prejudica o trabalho jornalístico de apuração e disseminação de notícias.O Economista Paulo Rabello de Castro disse em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal que a suspensão do X vai causar prejuízos de R$ 18 bilhões a economia do Brasil em 5 anos, R$ 10 bilhões só no primeiro ano de suspensão. A Federação da Industria do Estado de Minas Gerais e a Ordem dos Advogados do Brasil também se manifestaram contra a suspensão do X, assim como o Partido Novo.

NOTA À IMPRENSA
11 de setembro de 2024

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifesta sua profunda preocupação com as restrições ao trabalho da imprensa diante da proibição do STF de acesso à rede social X (ex-Twitter) mesmo por meio de VPNs e da ameaça de multa a veículos que precisam, por força de sua missão, monitorar o que ocorre dentro da plataforma.

A entidade tem recebido uma série de informes de veículos e jornalistas que deixaram de ter acesso a visões, relatos e pensamentos de diferentes fontes de notícias, dentro e fora do Brasil, e que são corriqueiramente distribuídos por meio da plataforma. Uma das missões da imprensa é exatamente acompanhar o que se passa nas redes e fazer a devida verificação de versões e declarações, confrontando-as com fatos e dados reais.

A proibição de acesso, portanto, atinge diretamente o dever do jornalismo profissional de restabelecer a verdade dos fatos, quando necessário.

Diante destas restrições ao livre trabalho da imprensa, a ANJ espera que o STF reveja a proibição e a eventual punição por acesso a qualquer rede social ou outra fonte de notícias.

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS (ANJ)


No dia 3 de setembro de 2024, quarto dia de suspensão da rede social X, do bilionário Elon Musk, por ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes, em 30 de agosto de 2024, ratificada por unanimidade pelos ministros da primeira turma do STF, a rede social X voltou a ser silenciada após breve período de operação normal. A Anatel começou a fiscalizar as principais operadoras do setor de telecomunicações para assegurar o cumprimento integral da sentença de Alexandre de Moraes, motivada pela recusa do X em fornecer o contato de representante legal no Brasil da empresa. Diversos Juristas disseram não haver no ordenamento jurídico brasileiro, lei que determine a obrigatoriedade de empresa de internet ou rede social manter uma representação legal no  Brasil.Investidores que ajudaram Musk a comprar o Twitter do fundador Jack Dorsey já amargam prejuízo de bilhões de dólares. valor das ações do X na Bolsa de Valores já caiu 72% desde que Musk se tornou seu proprietário.

foto:Reprodução Internet


No dia 30 de agosto de 2024, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, decidiu, monocraticamente, suspender o funcionamento da plataforma de mídia social X antigo Twitter no Brasil.O magistrado notificou a Agencia Nacional de Telecomunicações Anatel para realizar o procedimento que deve demorar no máximo 24 hs. Existe a previsão de multa de R$ 50 mil por dia de descumprimento da sentença através de VPNs que são redes privadas privadas virtuais que protegem a identidade de seus usuários através de criptografia.A Determinação de Moraes acontecem no bojo do inquerito 4.957, e que envolve pessoas como o senador Marcos do Val, e que tratam da prática de ilicítos como associação criminosa, obstrução de justiça e incitação de crime.Moraes ao ser afrontado pelo dono da plataforma X, Elon Musk, também proprietário da rede de satélites Starlink, da montadora de carros autônomos Tesla e da empresa aeroespacial SpaceX, aumentou multa contra o empresário de R$ 50 mil por dia de descumprimento para R$ 200 mil.




 Musk anunciou em 17 de agosto de 2024 o fechamento do escritório do X no Brasil, Moraes por sua vez, exigiu que o X apresentasse até as 20 hs de 29 de agosto de 2024 um representante legal, sob pena de ter suas atividades suspensas em todo o território nacional. Musk tripudiou da ameaça de Moraes, que em 30 de agosto de 2024, passou a se tornar quase realidade, que será colocada em prática por mais de 20 mil empresas de internet banda larga que operam em solo brasileiro. 



Alexandre de Moraes fundamentou sua decisão no Marco Civil da Internet, na Lei de Telecomunicações  e na Constituição Brasileira e alegou que o fechamento do escritório do X no Brasil em agosto tinha como desiderato a interferência nas eleições municipais brasileiras em outubro e novembro de 2024.Juristas criticaram a decisão de Moraes de bloquear dinheiro e bens da empresa Starlink, também de Musk para garantir o pagamento de Multa sobre descumprimento da apresentação de representante legal do X no Brasil.A Determinação de Moraes e a citação do X aconteram na própria plataforma digital o que violaria o Código Civil e o Código de Processo brasileiros, seria inconstitucional e tornariam as decisões de Moraes completamente nulas. A Plataforma X denunciou o que seria violência e censura a liberdade de expressão e prometeu expor as decisões de Moraes que violariam inclusive o direito à comunicação, a associação política e a liberdade de expressão.

No dia 13 de agosto de 2024, o jornal Folha de São Paulo, publicou transcrições de mensagens que teriam sido trocadas por assessores de Alexandre de Moraes quando ele era o presidente do Tribunal Superior Eleitoral e que indicariam desvio do devido processo legal para obtenção de informações de investigados em diversos inquéritos nos quais Moraes era relator, como o das fake news, o das milicias digitais. Moraes rebateu as acusações.